Vou contar o que aconteceu comigo e minha mulher no dia que fomos fazer compras. Ela precisava de uns sutiãs, além de um soutien tamanho 90, porque ela tem uns peitos muito bonitos pra idade que tem, mesmo depois de ter amamentado meus dois filhos. Eles são meio caídos, mas a ponta de cada peito é pra cima, com um mamilo bem grosso. Além disso, eles são muito sensíveis, porque quando você toca neles, ela fica com tesão rapidinho, e a buceta dela fica toda molhada, parece uma fonte.
Pois foi isso que aconteceu na seção de lingerie de um hipermercado, daqueles que têm na nossa cidade.
Ela pegou vários sutiãs de cores diferentes do tamanho dela pra ir pro provador e experimentar. Na seção, tinha uma vendedora, uma mina de uns 22 anos, e parecia que tinha um outro cara que era o que recolhia e colocava as peças de volta nas prateleiras. Esse cara tinha mais ou menos a mesma idade da mina. A vendedora entrou no provador com a minha mulher, e eu fiquei dando uma volta pelas outras seções de roupa masculina, me distraindo enquanto ela terminava.
Quando voltei pra ver como tava o rolê, desconfiei de algo estranho ao ver a vendedora do lado de fora e a minha mulher que ainda não tinha saído.
A mina me disse que ela ainda tava experimentando sutiãs porque ia levar quatro e tava escolhendo qual dos que experimentava ficava melhor, e que tinha mandado o colega buscar mais alguns e trazer os que ela não quisesse. Ela disse que eu podia entrar no provador, e foi o que fiz. Quando cheguei perto de onde a minha mulher tava, ouvi uns suspiros baixinhos, o que aumentou minha curiosidade. E aí, vi a cena: o cara tava atrás da minha mulher, segurando os peitos dela e olhando no espelho. Ela, como já falei, tem essa fraqueza, e já tava com tesão pela cara de prazer que ela fazia, com a cabeça pra trás, e com uma mão ela tava acariciando a braguilha do moleque.
Eu, que tava atrás deles, também tava ficando excitado, porque tava vendo minha esposa toda gostosa e molhada. curtindo um garoto novo.
Ela se virou, levantou a saia até a cintura e se abaixou na frente dele, começando a puxar a pica do moleque, que já tava dura que nem um poste. Minha mulher só puxou a pele pra trás, deixando a cabecinha de fora, meteu na boca e chupou como se fosse um sorvete. O garoto percebeu minha presença e fez menção de parar a parada, mas eu fiz sinal de OK, mandando ele continuar. Minha mulher me olhou de canto e só sorriu, como quem agradece por eu deixar. O moleque disse: "Senhora, para de chupar que vou gozar na sua boca". Ela falou: "Espera, valente". Levantou, apoiou os braços no vidro, colocou um pé no banquinho e convidou o garoto a enfiar nela. Eu falei: "Aproveita, moleque, que vai ver uma buceta molhada como nunca". E assim ele fez: apontou a pica na entrada da buceta e, com um empurrãozinho suave, enfiou tudo. E eu ali, presenciando a foda da minha mulher, me masturbando. Entre os gemidos dela e os gritinhos do garoto, eu tava louco. O moleque, sentindo aquela buceta tão molhada, começou a meter forte: "Toma, toma, senhora, toma pica". E minha mulher só dizia: "Mais, mais, me fode duro, aguenta, moleque, que tô quase gozando, aguenta, cara, me dá, me dá". Mas ele não aguentou muito mais. Com um gemido de touro ferido, colou no rabo da minha mulher e começou a soltar porra dentro dela. Ela só falava: "Não, homem, ainda não". O garoto dizia: "Senhora, a senhora é uma puta de respeito, não consegui aguentar mais, tem a buceta melhor que a da minha namorada, que vadia a senhora é". Minha mulher só respondeu: "Que merda de pivete, vocês não sabem foder". Eu, que tava vendo ela de rabo pra cima, o moleque saindo, e eu com a pica duríssima, ocupei o lugar do garoto e meti de uma vez. Ela começou a gritar e falar pro moleque: "Olha meu marido como aguenta". Eu, que resisto muito, comecei a foder ela e ao mesmo tempo pegar nos bicos dos peitos, que eu sei que dão tanto prazer nela. E assim a gente ficou uns 10 minutos até ela dizer: "cornudo, vou gozar, gostoso, forte" e assim fizemos os dois ao mesmo tempo.
Depois dessa sessão de sexo, vendo ela foder com outro, ela disse: "vamos continuar, maridinho, fazendo isso porque é quando você me come melhor."
Bom, saímos dos grandes armazéns e ela estava encantada por ter fodido com o garoto e comigo, mas eu percebia que ela queria mais guerra, e sugeri irmos tomar uns drinks nos bares onde tivesse gente da nossa idade, e poder recuperar as forças pra quando chegássemos em casa continuar fodendo.
Ela me impôs uma condição: se gostasse de alguém, que eu deixasse ela foder o cara, e eu não coloquei nenhum obstáculo, adorava vê-la foder com outros, eu me animava e comia melhor ela e quem mais eu pudesse pegar pra dar uma trepadinha.
Enfim, nem passamos em casa, porque nossos filhos, já adultos, tinham saído com as namoradas e, como era normal, só voltariam de madrugada.
Chegamos num bar de petiscos e vinho bom por volta das 22h, pedimos uma cerveja e ela um Rioja, com nossos petiscos. Estávamos conversando que os jovens, ela dizia, gostavam das coroas, mas não aguentavam nada na foda, que ela sentia remorso por ter feito com o garoto da loja que tinha a idade de um dos nossos filhos. Eu disse pra ela esquecer e foder quem quisesse, mais velhos se preferisse.
Enquanto conversávamos, apareceram um casal de amigos de quando éramos solteiros, que não víamos há anos. Segundo eles, tinham ido pra Madrid por questões de trabalho e voltaram pra nossa cidade pra passar uns dias de descanso e relembrar os velhos tempos. Eles também tinham filhos já adultos.
Depois dos cumprimentos, Kino e Maite, que era como se chamavam os amigos, não é que o Kino disse pra minha mulher como ela estava bem conservada, e eu disse que ele também tinha uma mulher muito gostosa e potável, ao que Kino respondeu: "E essa aqui é pra foder igual a sua, Rafa. O que me deixou surpreso foi a insinuação. Eles, sem mais nem menos, disseram que em Madrid praticavam troca de casais com os amigos, sem problema nenhum, e perguntaram o que a gente achava disso. Eu e minha mulher nos olhamos, começamos a rir, e só falei pra ela: "Você quer foder o Kino?" Ela respondeu, com a permissão da Maite: "SIM". O Kino perguntou: "Maite, você quer foder o Rafa?" Ela respondeu que sim, se eu também quisesse. Então, fomos foder.
Nos próximos relatos, vou contar como a gente montou tudo.
Pois foi isso que aconteceu na seção de lingerie de um hipermercado, daqueles que têm na nossa cidade.
Ela pegou vários sutiãs de cores diferentes do tamanho dela pra ir pro provador e experimentar. Na seção, tinha uma vendedora, uma mina de uns 22 anos, e parecia que tinha um outro cara que era o que recolhia e colocava as peças de volta nas prateleiras. Esse cara tinha mais ou menos a mesma idade da mina. A vendedora entrou no provador com a minha mulher, e eu fiquei dando uma volta pelas outras seções de roupa masculina, me distraindo enquanto ela terminava.
Quando voltei pra ver como tava o rolê, desconfiei de algo estranho ao ver a vendedora do lado de fora e a minha mulher que ainda não tinha saído.
A mina me disse que ela ainda tava experimentando sutiãs porque ia levar quatro e tava escolhendo qual dos que experimentava ficava melhor, e que tinha mandado o colega buscar mais alguns e trazer os que ela não quisesse. Ela disse que eu podia entrar no provador, e foi o que fiz. Quando cheguei perto de onde a minha mulher tava, ouvi uns suspiros baixinhos, o que aumentou minha curiosidade. E aí, vi a cena: o cara tava atrás da minha mulher, segurando os peitos dela e olhando no espelho. Ela, como já falei, tem essa fraqueza, e já tava com tesão pela cara de prazer que ela fazia, com a cabeça pra trás, e com uma mão ela tava acariciando a braguilha do moleque.
Eu, que tava atrás deles, também tava ficando excitado, porque tava vendo minha esposa toda gostosa e molhada. curtindo um garoto novo.
Ela se virou, levantou a saia até a cintura e se abaixou na frente dele, começando a puxar a pica do moleque, que já tava dura que nem um poste. Minha mulher só puxou a pele pra trás, deixando a cabecinha de fora, meteu na boca e chupou como se fosse um sorvete. O garoto percebeu minha presença e fez menção de parar a parada, mas eu fiz sinal de OK, mandando ele continuar. Minha mulher me olhou de canto e só sorriu, como quem agradece por eu deixar. O moleque disse: "Senhora, para de chupar que vou gozar na sua boca". Ela falou: "Espera, valente". Levantou, apoiou os braços no vidro, colocou um pé no banquinho e convidou o garoto a enfiar nela. Eu falei: "Aproveita, moleque, que vai ver uma buceta molhada como nunca". E assim ele fez: apontou a pica na entrada da buceta e, com um empurrãozinho suave, enfiou tudo. E eu ali, presenciando a foda da minha mulher, me masturbando. Entre os gemidos dela e os gritinhos do garoto, eu tava louco. O moleque, sentindo aquela buceta tão molhada, começou a meter forte: "Toma, toma, senhora, toma pica". E minha mulher só dizia: "Mais, mais, me fode duro, aguenta, moleque, que tô quase gozando, aguenta, cara, me dá, me dá". Mas ele não aguentou muito mais. Com um gemido de touro ferido, colou no rabo da minha mulher e começou a soltar porra dentro dela. Ela só falava: "Não, homem, ainda não". O garoto dizia: "Senhora, a senhora é uma puta de respeito, não consegui aguentar mais, tem a buceta melhor que a da minha namorada, que vadia a senhora é". Minha mulher só respondeu: "Que merda de pivete, vocês não sabem foder". Eu, que tava vendo ela de rabo pra cima, o moleque saindo, e eu com a pica duríssima, ocupei o lugar do garoto e meti de uma vez. Ela começou a gritar e falar pro moleque: "Olha meu marido como aguenta". Eu, que resisto muito, comecei a foder ela e ao mesmo tempo pegar nos bicos dos peitos, que eu sei que dão tanto prazer nela. E assim a gente ficou uns 10 minutos até ela dizer: "cornudo, vou gozar, gostoso, forte" e assim fizemos os dois ao mesmo tempo.
Depois dessa sessão de sexo, vendo ela foder com outro, ela disse: "vamos continuar, maridinho, fazendo isso porque é quando você me come melhor."
Bom, saímos dos grandes armazéns e ela estava encantada por ter fodido com o garoto e comigo, mas eu percebia que ela queria mais guerra, e sugeri irmos tomar uns drinks nos bares onde tivesse gente da nossa idade, e poder recuperar as forças pra quando chegássemos em casa continuar fodendo.
Ela me impôs uma condição: se gostasse de alguém, que eu deixasse ela foder o cara, e eu não coloquei nenhum obstáculo, adorava vê-la foder com outros, eu me animava e comia melhor ela e quem mais eu pudesse pegar pra dar uma trepadinha.
Enfim, nem passamos em casa, porque nossos filhos, já adultos, tinham saído com as namoradas e, como era normal, só voltariam de madrugada.
Chegamos num bar de petiscos e vinho bom por volta das 22h, pedimos uma cerveja e ela um Rioja, com nossos petiscos. Estávamos conversando que os jovens, ela dizia, gostavam das coroas, mas não aguentavam nada na foda, que ela sentia remorso por ter feito com o garoto da loja que tinha a idade de um dos nossos filhos. Eu disse pra ela esquecer e foder quem quisesse, mais velhos se preferisse.
Enquanto conversávamos, apareceram um casal de amigos de quando éramos solteiros, que não víamos há anos. Segundo eles, tinham ido pra Madrid por questões de trabalho e voltaram pra nossa cidade pra passar uns dias de descanso e relembrar os velhos tempos. Eles também tinham filhos já adultos.
Depois dos cumprimentos, Kino e Maite, que era como se chamavam os amigos, não é que o Kino disse pra minha mulher como ela estava bem conservada, e eu disse que ele também tinha uma mulher muito gostosa e potável, ao que Kino respondeu: "E essa aqui é pra foder igual a sua, Rafa. O que me deixou surpreso foi a insinuação. Eles, sem mais nem menos, disseram que em Madrid praticavam troca de casais com os amigos, sem problema nenhum, e perguntaram o que a gente achava disso. Eu e minha mulher nos olhamos, começamos a rir, e só falei pra ela: "Você quer foder o Kino?" Ela respondeu, com a permissão da Maite: "SIM". O Kino perguntou: "Maite, você quer foder o Rafa?" Ela respondeu que sim, se eu também quisesse. Então, fomos foder.
Nos próximos relatos, vou contar como a gente montou tudo.
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