Montando a cozinha e a minha mulher

Bom, chegou o dia de montarem a cozinha. Ligaram pra casa pra avisar se podiam montar na quinta de manhã, e planejando a parada, a gente falou que era melhor na sexta, porque como eu já sabia da putaria que ia rolar, a gente podia passar o fim de semana inteiro na sacanagem se quisesse.

Eu deixei tudo pronto na sexta de manhã pra não me encherem o saco com trampo e assim eu já entrava na festa desde cedo. Também liguei pra Carmela pra ver se ela topava, e ela disse que pra fuder tava sempre pronta. Me falou que minha mulher tinha dito no mercado que os montadores chegariam umas 11h, aí Carmela disse que chegaria antes em casa pra ajudar a arrumar as coisas. Essa aí com certeza queria dar pros montadores também, e foi exatamente o que rolou.

Chegaram mesmo umas 11h da manhã, e as duas já estavam juntas. Começaram a subir os móveis pela varanda. Quando eu cheguei, já tinham descarregado tudo, mas na cozinha, claro, não começaram a montar os móveis, e sim elas. As safadas me contaram que enquanto subiam os móveis, começaram a apalpar as picas deles, que em segundos ficaram duras igual ferro. Meteram os caras no chuveiro pra lavar e chuparam as picas deles.

Bom, eu cheguei lá pras 2h30 da tarde e encontrei meu amigo negão na porta do prédio, com a amiga dele, uma mulatinha que parecia uma bonequinha, muito gostosa, um corpão de 1,70m, uns peitinhos lindos e uns lábios carnudos que só de olhar já fiquei de pau duro.

Perguntei o que eles faziam ali. Adick disse que minha mulher tinha chamado ele pra ajudar e que depois ia ter uma festinha, e pra ele trazer uma amiguinha. E foi o que ele fez, e que amiguinha, hein.

Subimos e, quando entramos, minha mulher e a Carmela estavam sendo comidas pelos dois montadores por trás. A gente via de lado as picas molhadas e brilhando com os fluidos. bucetas delas, chamaram o neguinho que se meteu entre as duas pra elas chuparem a pica dele, e foi o que fizeram.

Eu, vendo aquilo, tirei minha pica pra fora. A Iris, que era como a mulatinha se chamava, agarrou na minha e começou a bater uma pra mim. E eu, vendo minha mulher e a Carmela gemendo, já tava no limite, minha pica tava doendo de tão dura.

Passei a mão na Iris por baixo da camisola pra acariciar os peitos dela, ela começou a me beijar, e tentei com a outra mão começar a acariciar o clitóris dela. Quando cheguei na buceta dela, já tava escorrendo os sucos. Nisso, vejo o Adick deitar no chão, e minha mulher vai pra cima dele com o montador atrás, e sobe em cima, enfiando a pica grande na buceta dela, e o montador enfia a dela no cu dela em fila. Já era demais, minha mulher gritava que nem uma louca. A Carmela tinha mudado de posição e também tava montada em cima do montador dela, que metia sem piedade, e ela me pediu pra chegar perto da boca dela pra eu chupar a pica dela. Fiz isso junto com a Iris, que por sua vez ia se despindo, rebolando a bunda empinada pra me provocar, o que não tava fazendo muita graça pra Carmela. O montador que tava debaixo disse que não aguentava mais, que se podia gozar dentro. Pra minha surpresa, a Carmela disse que sim, que não tirasse, que ela tava tendo outro orgasmo. Eu ouvia minha mulher gozando também, junto com o neguinho e o montador que tava metendo no cu dela. Minha mulher gritava: "seus cuzões, aí aí, se tirarem eu mato vocês aí, aí, buceta que gostoso, aí, agora junto, sim, sim". Os três ficaram grudados.

A Carmela tava igual, gritando. E eu não aguentava mais, fui direto pra Iris e enfiei sem contemplação. Comecei com um mete e sai devagar pra ir aumentando o ritmo conforme via ela ofegar. Ela me dizia: "me dá, me dá, branquinho espanholzinho, malvado torreiro, continua, continua". Mas eu não aguentava nada, só ouvia ela dizer que não gozasse dentro, que ela tava nos dias férteis, que podia. Engravida ela, e aí responderam minha mulher e a Carmela que era o Sacarino que adoçava mas não engordava, e ele respondeu que por favor não sabia o que era isso, e elas disseram que ele tinha feito vasectomia. Ela fez uma cara de tesão e começou a me macetar mais forte: "ai que bom, vou gozar agora, hehe, aí aí, vem, enche minha buceta do seu leite, que minha matriz fique cheia desse leite desnatado, hahaha, vem, vamo, ahiahiiiiiiiiiiiiiii, tô gozando, vamos os dois juntos" e foi assim. Eu bufava como um touro e comecei a soltar leite dentro da matriz dela, que eu senti como se estivesse mordendo minha cabecinha e não soltando. Que foda, minha nossa, e depois a putaria da Carmela queria beber aquilo, acho que ela tava com inveja do meu leite desnatado, haha. Ela disse: "a próxima foda é minha", mas eu falei pra elas irem pra cozinha, que na geladeira tinha cerveja gelada e comida, que a gente precisava repor as forças pra continuar trepando e que os montadores também tinham que cumprir o trabalho deles. Falei que até a noite a gente não transava mais, e perguntei o que vocês achavam. Todos concordaram, menos os montadores, que tinham que voltar pra casa, que amanhã seria outro dia.

Fora isso, o que eu queria mesmo era ficar sozinho com as três e o neguinho, e foder a noite toda com a Iris — eu gostava muito da minha mulatinha e me divertia vendo a Carmela com um ciúmezinho, haha. Depois eu conto sobre a noite e mais dois dias. Tchau, amigos, espero que vocês gostem.

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