O tédio e o frio fazem a gente buscar contato social na hora; senão, só sobra uma TV por assinatura boa, internet e livros. Isso até pode ser legal quando a neve bate na janela, mas quando dá, tem que quebrar a monotonia. O povo se junta nas casas, faz churrasco, um violãozinho aqui e ali, ou só bebe alguma coisa e bate papo.
Numa dessas, cinco colegas se reuniram pra um encontro de homens, onde pôquer e uísque eram a desculpa. Já tarde da noite, quando os drinques começam a fazer efeito, a conversa virou pra assuntos viris e escatológicos; não faltaram trocas de informação sobre as "presas" disponíveis e habilidades especiais das candidatas. A gente não devia falar de sexo com vários uísques na barriga, pelo menos se não quiser esquentar à toa; Sérgio olhou pra Marcos e sugeriu:
— E se a gente chamar a Zully?
Zully é uma colega que esses dois safados elogiavam pra caralho; gorda e não muito bonita, devia ter habilidades e talento pra ter o nome citado numa conversa de putaria. É verdade que ela sempre era muito brincalhona e sem vergonha, falava com duplo sentido e, como quem não quer nada, fazia propostas que a gente levava na brincadeira.
Sem dizer nada, Sérgio mandou uma mensagem: "vem na casa do João tomar um negócio, a gente tá preparando uma festa". Quase na hora, veio a resposta aceitando o convite; o que Zully não imaginava era que ela seria a homenageada e o prato principal.
Não demorou muito pra convidada cruzar a porta e exclamar num tom de brincadeira:
— Ohhh, tantos homens só pra mim!!!! Quem mais vem?
— Mais uns caras — disse Jorge — que já devem estar chegando, vamos beber algo enquanto isso!
Fernando preparou um drinque bem generoso e colocou na mão dela.
— Ai não, uísque me bate mal e eu fico toda doidinha…
Fernando piscou o olho e disse: — Sem problema, tá entre amigos que vão cuidar de você!
E assim se seguiram mais uns dois. de brindes onde a brincadeira e as propostas picantes foram temperando o clima; foi o Jorge quem sugeriu à convidada dançar para os amigos e a Zully, nem lerda nem preguiçosa, começou a se mexer de forma sugestiva entre gargalhadas. Os amigos bateram palmas e incentivaram com risadas, festejando suas sacadas; até que o Sergio começou a gritar pra ela tirar umas roupinhas pro show.
Com um movimento fluido e felino, ela se livrou da roupa e, por fim, ficou dançando só de fio dental que se perdia entre as carnes; todos menos o Fernando se levantaram e começaram a dançar eroticamente e acariciar o corpo dela, principalmente aquelas tetonas enormes que balançavam moles e apetitosas.
O Fernando ficou sentado e calado, de vez em quando dava um gole e observava como os amigos submetiam a gordinha a um safado apalpamento; a Zully respondia nada relutante a tantas atenções, na cara dela dava pra ver a gula de sexo naquelas bochechas avermelhadas.
Ele via de canto os Marcos e Jorge mordiscando os peitos dela, enquanto o Sergio e o Juan arrancavam o fio dental pra apalpar os buracos dela; o Fernando conseguiu estender o sofá-cama grande e sugeriu que deitassem ela ali. Agora com a Zully espalhada e tesuda no sofá, os cinco amigos apalparam e beijaram o corpo todo dela sem resistência; era evidente a entrega no brilho dos sucos que, em borbotões, sua buceta depilada e vermelha soltava.
— Vocês são uns trapaceiros, continuam vestidos e eu toda pelada!!
O Sergio disse pra ela ficar de quatro na direção da cabeceira e tirar os tesouros primeiro; tesuda e divertida, ela começou a fuçar em cada braguilha e puxar cada pau ereto; cada um ela beijou e lambeu com a habilidade de uma puta experiente. Só quando forçou por último nas roupas do Fernando, olhou pro rosto dele com surpresa e puxando o pau dele exclamou:
— filha da puta, que pedaço de porra de pica!!!
A mão dela mal dava conta, mas inconscientemente ela fazia carícias que aumentavam o Rigidez. Na frente dela se estendia um tronco respeitável, com uma cabeça rombuda e inchada que prometia uma boa dilatação por onde invadisse. Zully, com fascinação mórbida, abriu desmesuradamente a boca e tentou engolir a iguaria suculenta.
Os companheiros começaram a reclamar quando o boquete se prolongou demais; a contragosto, a mulher excitada soltou e puxou as roupas dos que ainda não tinham se despido. Foram se revezando e, de dois em dois, penetravam boca e buceta com entusiasmo; literalmente, Zully foi recheada de porra, a tal ponto que recebeu desmaiada o último invasor… que acabou sendo Fernando.
Rouca de tanto gemer e engolir, a mulher expressou com voz chorosa e suplicante:
— Não vou aguentar esse pedaço, deixa eu só chupar!!
— Isso seria injusto, você já deu pra todo mundo, e te prometo que vai gostar! Fica de costas!
Sem tirar os olhos do tronco respeitável, se ajeitou de costas e abriu lentamente as pernas; sabendo como agir, Fernando esfregou a ponta do pau ao longo daquela buceta cheia de porra, e por isso muito lubrificada, e chegou ao ponto em que a mulher excitada pedia aos gritos pra ele meter. Vinte e dois centímetros de músculo endurecido se afundaram na buceta lubrificada, enquanto o dono babava de tesão ao sentir as contrações que apertavam ele inteiro; depois do susto inicial, a mulher pareceu encontrar o ritmo e sussurrava incoerências, abraçando com pressa o corpo que a presenteava a porradas. Durante quinze minutos, só se ouviram os gemidos e gritinhos de Zully e a respiração ofegante de Fernando buscando o clímax; finalmente a natureza falou mais alto e da cabeça intrusa jorrou um tremendo esguicho de porra quente.
A observação do prazer dos outros logo os arrastou à insanidade; perto de quinze vezes Zully recebeu o conteúdo dos sacos dos amigos. Até que, finalmente, abatidas todas as forças sustentadas pela excitação e pelo desejo, Zully suplicou com voz pesarosa: — Galera, tão me matando, se não me derem um respiro, eu morro!
— Ainda queremos mais, gordinha! — disse Jorge, exibindo seu instrumento, apresentando as armas.
— Calma, calma, por que não chamam a Sonia? Se quiserem, eu ligo pra ela!
E cinco sorrisos safados concordaram, aprovando a proposta.
— Oi, Sonia, tô ligando pra te convidar, estamos na casa do Juan numa festa, vem que você vai adorar!
Com alívio, ouviu a aceitação de Sonia e desligou. Assim, os conspiradores prepararam o cenário e apagaram todas as luzes, menos um pequeno abajur; Zully continuava zonza no sofá enquanto os amigos discutiam como receber a nova convidada.
Quando as batidas na porta anunciaram a chegada, Juan abriu a porta do quarto escuro e deixou ela entrar; quando Sonia estava lá dentro e a porta se fechou, Sergio acendeu as luzes:
— SURPRESAAAA!!!
E, de verdade, Sonia teve um segundo de surpresa ao ver uma Zully nua sorrindo na sua exaustão e, talvez muito mais, ao ver respeitáveis colegas esperando com seus membros eretos; mas o grupo ficou ainda mais surpreso quando Sonia pegou o pau de Juan e exclamou:
— Que delíciaaaa!
Foi uma sorte que Sonia só tivesse um vestido leve e fácil de tirar, senão teriam arrancado a roupa dela; Juan, Jorge, Marcos e Sergio se jogaram sobre ela com um rugido de safadeza. Cada um tentou se apossar de alguma parte da mulher pequena e morena, só com o objetivo de sentir o maior prazer possível. O mais fácil foi colocá-la para praticar seu hobby favorito: chupar paus, um ou vários, com a voracidade de um vampiro.
Enquanto os amigos bufavam de tesão pelo tratamento bucal de Sonia, Fernando se apossou novamente da cansada Zully; ajudando-a a se levantar, levou-a ao banheiro e a ajudou a se limpar — tanto cheiro de porra já tava repelindo, e ele queria ela limpinha. De algum jeito, ela agradeceu a gentileza com um sorriso e um beijo.
Terminada a tarefa, foram... em direção à cozinha, onde deu água pra ela beber e depois preparou dois uísques generosos; já com o espírito fortalecido e o fôlego recuperado, a gordinha sensual voltou a dar sinais de excitação, respondendo com todo calor aos abraços e beijos. Fernando a empurrou pra sentar, com as pernas bem abertas, na bancada baixa e se ocupou em lamber e chupar aquela buceta gordinha e lisinha.
Aos tremores e ofegos de Zully se juntavam os gemidos e exclamações do grupo que se divertia na sala; Fernando comia aquela pussy com maestria e um selvagerismo calculado, a tal ponto que a gordinha parecia um bolo quente se desmanchando. Não precisou se esforçar muito mais pra conseguir o que queria e a emissão de sucos marcou dois orgasmos estrondosos. Enquanto recuperavam o fôlego, viu como Sergio metia forte em Sonia, enquanto ela engolia os membros dos outros três.
Ajudou Zully a descer até ficar de joelhos na frente do pau dele; não precisou pedir, a mulher abaixou a boca complacente e começou a manipular com grande habilidade; também não se negava nada, Fernando pôde ver que com uma mão ela se esfregava com força no clitóris. Já bem excitado, decidiu satisfazer seus desejos mais caros e perversos, colocando Zully de frente pra mesa, cuspiu mais no pau e o dirigiu ao pequeno buraco entre as enormes nádegas.
Zully deu um grito aterrorizante ao se sentir empalada e distendida por aquele tronco enorme; suas queixas e lamentos chamaram a atenção do grupo bem na hora em que Sonia tinha se enfiado na pica do Marcos, deixando expostas suas nádegas deliciosas. Com o estímulo, e aproveitando a posição, Juan se posicionou atrás dela apontando seu campeão pro cuzinho; Sonia soltou um berro tão inútil quanto suas tentativas de se livrar dos dois atacantes, os dois homens seguraram seu corpinho e continuaram o vai e vem de mete e tira.
Excitado pela visão, Jorge pegou a cabeça da pobre Sonia e dirigiu seu pau pra boca, ocupando o último buraco. disponível. Isso deixou o pobre Sergio só olhando, então ele correu até Fernando e Zully e exigiu:
—Tem um buraco livre e eu quero ele!
Fernando tirou o pau vermelho e levantou uma Zully que ainda não tinha entendido a gravidade do pedido; só quando Fernando a forçou a enfiar na pica do Sergio e ele a puxou contra o peito, ela implorou bem fervorosamente:
—Os dois juntos? Nãão, pelo amor de Deus!!!
Teve menos dificuldade porque o cu dela já estava bem dilatado; os dois caras podiam curtir as contrações dos músculos e da carne quente, sentiam como algo delicioso os dois paus se esfregando separados só por uma membrana fina. Zully não conseguiu ficar indiferente por muito tempo a esse tratamento, seus gemidos foram substituídos por suspiros e movimentos que facilitaram a entrada dos dois membros. Depois de lutar um bom tempo, Fernando deu um suspiro fundo e soltou três jatos de porra nas entranhas dela; tirando o pau, se levantou pra se limpar, deixando Sergio com mais liberdade de movimento.
Quando voltou, viu como Juan e Marcos aceleravam os movimentos, soltando gemidos de prazer no ar, que os deixavam mais parecidos com bichos feridos do que com expressões humanas. E assim a graciosa Sonia sentiu suas cavidades inundadas por jatos de gozo.
O único insatisfeito, ao que parecia, foi Jorge; e não disposto a ficar assim, literalmente arrancou a mulher dos braços dos amigos e, levantando ela no ar, enfiou o pau segurando-a bem erguida do chão. Em segundos, Sonia quicava pra cima e pra baixo até extrair a última gota de porra do companheiro desesperado.
Por mais uma hora, os enlouquecidos continuaram se dando prazer naqueles corpos acabados; até que finalmente o cansaço impôs a sanidade. Lavaram e mimaram elas; levaram pra casa e Fernando teve que ajudar a Sonia, que mal conseguia andar.
No resto da semana, as duas mulheres olhavam com sonho toda vez que cruzavam com algum dos bandidos. E foi uma sorte nenhuma das duas tivesse namorado ou marido, porque com certeza teria percebido, pelo estado lastimável das suas cavidades, que um ou vários intrusos tinham passado pelas suas portas sem permissão.
Numa dessas, cinco colegas se reuniram pra um encontro de homens, onde pôquer e uísque eram a desculpa. Já tarde da noite, quando os drinques começam a fazer efeito, a conversa virou pra assuntos viris e escatológicos; não faltaram trocas de informação sobre as "presas" disponíveis e habilidades especiais das candidatas. A gente não devia falar de sexo com vários uísques na barriga, pelo menos se não quiser esquentar à toa; Sérgio olhou pra Marcos e sugeriu:
— E se a gente chamar a Zully?
Zully é uma colega que esses dois safados elogiavam pra caralho; gorda e não muito bonita, devia ter habilidades e talento pra ter o nome citado numa conversa de putaria. É verdade que ela sempre era muito brincalhona e sem vergonha, falava com duplo sentido e, como quem não quer nada, fazia propostas que a gente levava na brincadeira.
Sem dizer nada, Sérgio mandou uma mensagem: "vem na casa do João tomar um negócio, a gente tá preparando uma festa". Quase na hora, veio a resposta aceitando o convite; o que Zully não imaginava era que ela seria a homenageada e o prato principal.
Não demorou muito pra convidada cruzar a porta e exclamar num tom de brincadeira:
— Ohhh, tantos homens só pra mim!!!! Quem mais vem?
— Mais uns caras — disse Jorge — que já devem estar chegando, vamos beber algo enquanto isso!
Fernando preparou um drinque bem generoso e colocou na mão dela.
— Ai não, uísque me bate mal e eu fico toda doidinha…
Fernando piscou o olho e disse: — Sem problema, tá entre amigos que vão cuidar de você!
E assim se seguiram mais uns dois. de brindes onde a brincadeira e as propostas picantes foram temperando o clima; foi o Jorge quem sugeriu à convidada dançar para os amigos e a Zully, nem lerda nem preguiçosa, começou a se mexer de forma sugestiva entre gargalhadas. Os amigos bateram palmas e incentivaram com risadas, festejando suas sacadas; até que o Sergio começou a gritar pra ela tirar umas roupinhas pro show.
Com um movimento fluido e felino, ela se livrou da roupa e, por fim, ficou dançando só de fio dental que se perdia entre as carnes; todos menos o Fernando se levantaram e começaram a dançar eroticamente e acariciar o corpo dela, principalmente aquelas tetonas enormes que balançavam moles e apetitosas.
O Fernando ficou sentado e calado, de vez em quando dava um gole e observava como os amigos submetiam a gordinha a um safado apalpamento; a Zully respondia nada relutante a tantas atenções, na cara dela dava pra ver a gula de sexo naquelas bochechas avermelhadas.
Ele via de canto os Marcos e Jorge mordiscando os peitos dela, enquanto o Sergio e o Juan arrancavam o fio dental pra apalpar os buracos dela; o Fernando conseguiu estender o sofá-cama grande e sugeriu que deitassem ela ali. Agora com a Zully espalhada e tesuda no sofá, os cinco amigos apalparam e beijaram o corpo todo dela sem resistência; era evidente a entrega no brilho dos sucos que, em borbotões, sua buceta depilada e vermelha soltava.
— Vocês são uns trapaceiros, continuam vestidos e eu toda pelada!!
O Sergio disse pra ela ficar de quatro na direção da cabeceira e tirar os tesouros primeiro; tesuda e divertida, ela começou a fuçar em cada braguilha e puxar cada pau ereto; cada um ela beijou e lambeu com a habilidade de uma puta experiente. Só quando forçou por último nas roupas do Fernando, olhou pro rosto dele com surpresa e puxando o pau dele exclamou:
— filha da puta, que pedaço de porra de pica!!!
A mão dela mal dava conta, mas inconscientemente ela fazia carícias que aumentavam o Rigidez. Na frente dela se estendia um tronco respeitável, com uma cabeça rombuda e inchada que prometia uma boa dilatação por onde invadisse. Zully, com fascinação mórbida, abriu desmesuradamente a boca e tentou engolir a iguaria suculenta.
Os companheiros começaram a reclamar quando o boquete se prolongou demais; a contragosto, a mulher excitada soltou e puxou as roupas dos que ainda não tinham se despido. Foram se revezando e, de dois em dois, penetravam boca e buceta com entusiasmo; literalmente, Zully foi recheada de porra, a tal ponto que recebeu desmaiada o último invasor… que acabou sendo Fernando.
Rouca de tanto gemer e engolir, a mulher expressou com voz chorosa e suplicante:
— Não vou aguentar esse pedaço, deixa eu só chupar!!
— Isso seria injusto, você já deu pra todo mundo, e te prometo que vai gostar! Fica de costas!
Sem tirar os olhos do tronco respeitável, se ajeitou de costas e abriu lentamente as pernas; sabendo como agir, Fernando esfregou a ponta do pau ao longo daquela buceta cheia de porra, e por isso muito lubrificada, e chegou ao ponto em que a mulher excitada pedia aos gritos pra ele meter. Vinte e dois centímetros de músculo endurecido se afundaram na buceta lubrificada, enquanto o dono babava de tesão ao sentir as contrações que apertavam ele inteiro; depois do susto inicial, a mulher pareceu encontrar o ritmo e sussurrava incoerências, abraçando com pressa o corpo que a presenteava a porradas. Durante quinze minutos, só se ouviram os gemidos e gritinhos de Zully e a respiração ofegante de Fernando buscando o clímax; finalmente a natureza falou mais alto e da cabeça intrusa jorrou um tremendo esguicho de porra quente.
A observação do prazer dos outros logo os arrastou à insanidade; perto de quinze vezes Zully recebeu o conteúdo dos sacos dos amigos. Até que, finalmente, abatidas todas as forças sustentadas pela excitação e pelo desejo, Zully suplicou com voz pesarosa: — Galera, tão me matando, se não me derem um respiro, eu morro!
— Ainda queremos mais, gordinha! — disse Jorge, exibindo seu instrumento, apresentando as armas.
— Calma, calma, por que não chamam a Sonia? Se quiserem, eu ligo pra ela!
E cinco sorrisos safados concordaram, aprovando a proposta.
— Oi, Sonia, tô ligando pra te convidar, estamos na casa do Juan numa festa, vem que você vai adorar!
Com alívio, ouviu a aceitação de Sonia e desligou. Assim, os conspiradores prepararam o cenário e apagaram todas as luzes, menos um pequeno abajur; Zully continuava zonza no sofá enquanto os amigos discutiam como receber a nova convidada.
Quando as batidas na porta anunciaram a chegada, Juan abriu a porta do quarto escuro e deixou ela entrar; quando Sonia estava lá dentro e a porta se fechou, Sergio acendeu as luzes:
— SURPRESAAAA!!!
E, de verdade, Sonia teve um segundo de surpresa ao ver uma Zully nua sorrindo na sua exaustão e, talvez muito mais, ao ver respeitáveis colegas esperando com seus membros eretos; mas o grupo ficou ainda mais surpreso quando Sonia pegou o pau de Juan e exclamou:
— Que delíciaaaa!
Foi uma sorte que Sonia só tivesse um vestido leve e fácil de tirar, senão teriam arrancado a roupa dela; Juan, Jorge, Marcos e Sergio se jogaram sobre ela com um rugido de safadeza. Cada um tentou se apossar de alguma parte da mulher pequena e morena, só com o objetivo de sentir o maior prazer possível. O mais fácil foi colocá-la para praticar seu hobby favorito: chupar paus, um ou vários, com a voracidade de um vampiro.
Enquanto os amigos bufavam de tesão pelo tratamento bucal de Sonia, Fernando se apossou novamente da cansada Zully; ajudando-a a se levantar, levou-a ao banheiro e a ajudou a se limpar — tanto cheiro de porra já tava repelindo, e ele queria ela limpinha. De algum jeito, ela agradeceu a gentileza com um sorriso e um beijo.
Terminada a tarefa, foram... em direção à cozinha, onde deu água pra ela beber e depois preparou dois uísques generosos; já com o espírito fortalecido e o fôlego recuperado, a gordinha sensual voltou a dar sinais de excitação, respondendo com todo calor aos abraços e beijos. Fernando a empurrou pra sentar, com as pernas bem abertas, na bancada baixa e se ocupou em lamber e chupar aquela buceta gordinha e lisinha.
Aos tremores e ofegos de Zully se juntavam os gemidos e exclamações do grupo que se divertia na sala; Fernando comia aquela pussy com maestria e um selvagerismo calculado, a tal ponto que a gordinha parecia um bolo quente se desmanchando. Não precisou se esforçar muito mais pra conseguir o que queria e a emissão de sucos marcou dois orgasmos estrondosos. Enquanto recuperavam o fôlego, viu como Sergio metia forte em Sonia, enquanto ela engolia os membros dos outros três.
Ajudou Zully a descer até ficar de joelhos na frente do pau dele; não precisou pedir, a mulher abaixou a boca complacente e começou a manipular com grande habilidade; também não se negava nada, Fernando pôde ver que com uma mão ela se esfregava com força no clitóris. Já bem excitado, decidiu satisfazer seus desejos mais caros e perversos, colocando Zully de frente pra mesa, cuspiu mais no pau e o dirigiu ao pequeno buraco entre as enormes nádegas.
Zully deu um grito aterrorizante ao se sentir empalada e distendida por aquele tronco enorme; suas queixas e lamentos chamaram a atenção do grupo bem na hora em que Sonia tinha se enfiado na pica do Marcos, deixando expostas suas nádegas deliciosas. Com o estímulo, e aproveitando a posição, Juan se posicionou atrás dela apontando seu campeão pro cuzinho; Sonia soltou um berro tão inútil quanto suas tentativas de se livrar dos dois atacantes, os dois homens seguraram seu corpinho e continuaram o vai e vem de mete e tira.
Excitado pela visão, Jorge pegou a cabeça da pobre Sonia e dirigiu seu pau pra boca, ocupando o último buraco. disponível. Isso deixou o pobre Sergio só olhando, então ele correu até Fernando e Zully e exigiu:
—Tem um buraco livre e eu quero ele!
Fernando tirou o pau vermelho e levantou uma Zully que ainda não tinha entendido a gravidade do pedido; só quando Fernando a forçou a enfiar na pica do Sergio e ele a puxou contra o peito, ela implorou bem fervorosamente:
—Os dois juntos? Nãão, pelo amor de Deus!!!
Teve menos dificuldade porque o cu dela já estava bem dilatado; os dois caras podiam curtir as contrações dos músculos e da carne quente, sentiam como algo delicioso os dois paus se esfregando separados só por uma membrana fina. Zully não conseguiu ficar indiferente por muito tempo a esse tratamento, seus gemidos foram substituídos por suspiros e movimentos que facilitaram a entrada dos dois membros. Depois de lutar um bom tempo, Fernando deu um suspiro fundo e soltou três jatos de porra nas entranhas dela; tirando o pau, se levantou pra se limpar, deixando Sergio com mais liberdade de movimento.
Quando voltou, viu como Juan e Marcos aceleravam os movimentos, soltando gemidos de prazer no ar, que os deixavam mais parecidos com bichos feridos do que com expressões humanas. E assim a graciosa Sonia sentiu suas cavidades inundadas por jatos de gozo.
O único insatisfeito, ao que parecia, foi Jorge; e não disposto a ficar assim, literalmente arrancou a mulher dos braços dos amigos e, levantando ela no ar, enfiou o pau segurando-a bem erguida do chão. Em segundos, Sonia quicava pra cima e pra baixo até extrair a última gota de porra do companheiro desesperado.
Por mais uma hora, os enlouquecidos continuaram se dando prazer naqueles corpos acabados; até que finalmente o cansaço impôs a sanidade. Lavaram e mimaram elas; levaram pra casa e Fernando teve que ajudar a Sonia, que mal conseguia andar.
No resto da semana, as duas mulheres olhavam com sonho toda vez que cruzavam com algum dos bandidos. E foi uma sorte nenhuma das duas tivesse namorado ou marido, porque com certeza teria percebido, pelo estado lastimável das suas cavidades, que um ou vários intrusos tinham passado pelas suas portas sem permissão.
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