Vizinha gostosa 20

Os três se olharam, sabendo que já estava tudo pronto, não precisava ninguém falar nada, não tinha mais volta pra nenhum dos lados, a Macarena, a vizinha, tava totalmente entregue a eles e aos desejos deles, o que pedissem, ela faria.

Se aproximaram devagar, cercando ela como quando os bichos rodeiam uma presa indefesa, embora ela não fosse — tava ali por pura vontade própria. Mas ninguém falava nada, os caras fitavam o corpo dela com atenção, enquanto ela, do chão, olhava pra eles mordendo o lábio de baixo.

Maca: E aí, já decidiram como vão comemorar? Ou querem que eu dê uma ideia?
Ale: Shh calma, Maca, que a gente ainda tem tempo de sobra.
Maca: O que vocês acham?
Nico: A gente quer curtir isso.

Nico se agachou e estendeu a mão, ela segurou pra se levantar, ficou parada no meio enquanto os três se aproximavam cada vez mais, quase ouviam as batidas aceleradas do coração dela e sentiam sua respiração ofegante. Ela virava a cabeça pra olhar cada um deles bem nos olhos, parecia dizer "tô nervosa, mas preciso que vocês me devorem agora, por favor, pelo menos me toquem".

Maca: E se a gente for lá pra dentro?
Dani: Pra quê?
Maca: Pra ficar mais confortáveis.
Nico: O que você quer fazer lá dentro que a gente não pode fazer aqui?
Maca: O que vocês quiserem.
Ale: Pra mim não ficou claro, e pra vocês?
Gente: Não, não estamos entendendo.
Ale: Pode ser um pouco mais clara?
Maca: O que é que vocês não entendem? O que vocês quiserem.
Nico: E você, o que quer?
Maca: Cês já sabem...
Ale: Não, não sabemos. Fala aí.
Maca: Quero que façam o que quiserem comigo.
Ale: O que vocês acham, a gente entra e vê o que rola?
Nico: E aí, beleza, manda ver.
Dani: Eu preferia o ar livre, mas depois quem escolhe sou eu, hein.

Os caras riam das próprias piadas enquanto ela esperava quieta, ansiosa pra receber alguma ordem ou ser convidada a fazer alguma coisa.

Ale: Vamos pra dentro, vai.

Macarena andou na frente deles e, depois de 2 ou 3 passos, sentiu um tapa na bunda. Não esperava por aquilo e levou um susto.

Dani: A gente queria que você andasse um pouco mais..
Nico: Que nem uma puta.

Ele cortou o amigo antes que ele terminasse de falar. Olhou sério pra frente, pensando se o que tava fazendo ou ia fazer era certo ou errado, quando se deu conta já era tarde: os 3 caras já estavam dentro da casa dela e ela no meio da roda de novo. Não chegaram na sala, muito menos no quarto dela; mal passaram pela porta dos fundos e entraram na cozinha-sala de jantar, e ali ficaram. Todos queriam tocar alguma parte do corpo dela, mas ninguém dava o primeiro passo. Os 4 praticamente se apertavam num metro quadrado de tão perto que tavam.

Ale tinha ficado atrás dela, mas um pouco à esquerda, Nico à direita e Dani de frente, mas um pouco à esquerda. Ela estava no meio, usando a tanga vermelha com strass que eles tinham dado de presente, e o momento que todos esperavam chegou. O sonho dos caras e o dela, aos poucos, parecia começar a se realizar.

Ale apoiou a mão esquerda na cintura da Maca e desceu até o elástico da tanga, acariciando. Nico, com a mão direita no abdômen, foi acariciando até tocar o elástico direito da tanga. Dani foi mais devagar e acariciou o braço dela, com o polegar mal roçando a lateral do peito esquerdo. Ela ficou imóvel.

Dani se animou um pouco mais e a mão inteira agarrou o peito esquerdo da Maca. Ale colou atrás do corpo dela, apoiando a pica na bunda dela enquanto puxava o elástico da tanga, beijou o pescoço dela. Ela deixou a cabeça cair no ombro do Ale, fechando os olhos, entregue ao prazer. Nico também foi direto no que mais gostava nela e apertou o peito direito que tava livre, apoiando a pica na perna direita da Macarena.

Ela jogou o braço esquerdo pra trás pra abraçar o pescoço do Ale e fez o mesmo com o Nico, tava toda entregue tentando se segurar nos caras porque as pernas não obedeciam mais. O Ale puxou a fio dental dela pra cima, enfiando bem no fundo da buceta dela.

Maca: Ayy. Falou mansinho.
Ale: Levanta essa bunda aí também, deixa eu usar ela como a putinha que ela é.

Nico fez o mesmo e ela gemeu baixinho de novo, adorava sentir aquela dorzinha, fazia ela se sentir viva, mas mais que isso, fazia ela se sentir uma puta. Ale começou a enfiar a mão na bunda dela, Dani e Nico puxaram o sutiã pra deixar os peitos dela à mostra, agarravam e chupavam com desespero, mas o Nico era o pior. A mão esquerda do Ale foi pra barriga da Macarena e começou a descer, sumindo dentro da calcinha fio dental dela, ela abriu as pernas de leve pra ele poder acariciar com mais conforto.

Ela gemia devagar, suave, a respiração acelerou e ela tinha que engolir saliva de vez em quando, bem baixinho dava pra ouvir ela dizer “Assim, assim”. Sentia 3 paus duros roçando ao redor do corpo dela, mas ainda cobertos de roupa, não tinha sentido a pele de nenhum em parte alguma do corpo e muito menos nas mãos, também não sabia se algum teria pelos, embora não ligasse, só de imaginar como seriam já a deixava com tesão, imaginem que fazia um bom tempo que nenhum homem tinha chegado até esse momento desde que terminou com o ex-namorado.

Ela decidiu tentar dar prazer a eles como podia e estendeu as mãos, acariciando os paus deles. "Tirem, tirem" repetiu baixinho, se referindo às roupas dos garotos. Nico e Dani fizeram isso na hora, e ela ofereceu uma mão para cada um, finalmente sentiu o calor humano dos paus em suas mãos, tinha quase esquecido completamente como era. Segurava eles com suavidade e os masturbava devagar, percorrendo cada centímetro, conseguiu lembrar como eram só de tocá-los, mas dessa vez pareciam maiores. O de Dani era normal, o de Nico era um pouco mais comprido, mas a pele não retraía completamente, ficava cobrindo metade da cabeça. Não sabia por quê, mas isso a excitava, além de ser um pouco peludo, os pelos subiam até quase um quarto do pau dele.

Mas ela queria pegar a outra, aquela que à primeira vista não era a mais gostosa, de pele mais escura, gorda e com uns ovos pesados, a da Ale. Soltou a Dani e levou a mão pra trás, procurando o que queria enquanto ele continuava beijando o pescoço dela. "Tira ela, tira ela", pediu ela em voz baixa, enquanto acariciava por cima do short. "Faz você", respondeu ele. Desesperada, com a mão esquerda deu um puxão pra baixar a cueca e o short, ele ajudou um pouco e a roupa caiu no chão. Quando agarrou, sentiu um alívio.

Ale: Era isso que você queria, vadia? Disse no ouvido.
Maca: Viu.
Ale: Segura bem minha pica.

Ao ouvir isso, ela apertou forte.

Maca: Assim?
Ale: É, assim. Toca uma pra mim, puta, vai.

A esquerda era a mão desajeitada dela, além de estar atrás dela, isso fazia com que ela tivesse dificuldade em coordenar os movimentos, mas sim, ela batia uma punheta pra ele com a mesma intensidade que apertava, um movimento duro pra frente e pra trás.

Maca: Cê gosta?
Ale: É, continua assim.

Ale tirou a mão da tanga da Macarena, ela abriu os olhos pra pedir pra ele não fazer aquilo, mas ficou quieta ao ver ele levar os dedos à boca.

Maca: gostosa?
Ale: Muito.
Dani: Quero experimentar.

Dani se ajoelhou na frente dela, puxou a calcinha fio dental, ela entendeu o que ia rolar e ajudou abrindo mais as pernas ainda, e sentiu a língua de baixo pra cima. Soltou a rola do Nico pra agarrar os cabelos da Dani.

Maca: Ahhh
Dani: Mmm
Maca: Cê gosta?
Dani: Mmm

Nico não parava de se divertir com os peitos, agora eles eram só dele e ele curtia, se afundava neles, juntava pra mexer, chupava, beliscava e apertava.

Nico: Que delícia de peitos que você tem.
Maca: Você também gosta disso?
Nico: Adoro elas, poderia passar o dia inteiro chupando essas bucetas.
Maca: Então continua.
Nico: Olha só o que são essas, pelo amor de Deus.

Maca soltou os cabelos da Dani e agarrou os do Nico.

Maca: Cala a boca e chupa então, cara.

E aí enfiou de novo entre os peitos dela.

Nico: Que delícia, sua filha da puta. Disse de boca cheia.
Ale: Não se esquece de mim, continua batendo uma pra mim.
Nico: Pra mim também.

Cuspiu nas duas mãos e bateu uma pra eles como dava, mas eles curtiam do mesmo jeito. Ale cuspiu num dedo e terminou de puxar a tanga pro lado pra acariciar o cu da Maca. Olhou fixo nos olhos dele, assustada, mas ele só roçava nela, os rostos deles estavam perto.

Ale: Você gosta?
Maca: Sim, cê gosta da minha bucetinha?
Ale: Quando eu provar, te conto.
Maca: Você vai chupar ela?
Ale: Toda, cê gosta da minha pica?
Maca: Quando eu comer ela todinha, te conto.

E se fundiram num beijo, o primeiro daquele dia, que foi para a Ale, que depois de tudo mereceu, mas todo mundo sabia que não seria o último. A Ale não aguentava mais, queria provar a bunda dela e se ajoelhou atrás dela, contemplando em primeiro plano a bunda magnífica da vizinha. Levantou a fio dental, enfiando bem no fundo e puxando pra cima, ficou espetacular. Deu um tapa e beijou as nádegas dela. Depois, entre ele e o Dani, tiraram a fio dental dela.

Abriu a bunda dela e achou que tinha visto a oitava maravilha do mundo, o cuzinho era pequeno e rosado, parecia imaculado como se nunca ninguém tivesse usado. Separou as nádegas dela e brincou com a língua sentindo aquele gosto peculiar, ela se agarrou com a mão esquerda na cabeça dele, se deixando cair um pouco, enquanto ele a segurava com as mãos, ela praticamente não precisava ficar de pé. Olhou pra frente, Dani continuava chupando a buceta dela. "Chupa aqui" disse enquanto com a mão direita mostrava o ponto exato onde estava o clitóris dela "Faz aí que é mais gostoso, dá pra sentir muito meejj..." não conseguiu terminar a frase porque tanto Ale quanto Dani tinham acertado no ponto certo e, mesmo que estivesse extasiada de prazer, não queria ficar sem nenhuma rola na mão.

Frei o Nico, ele olhou pra ela enquanto ela cuspia de novo na mão pra pegar a pica dele com as duas mãos. Com uma, segurou a base cheia de pelo, puxando a pele pra trás, mas mesmo assim não conseguiu deixar a cabeça descoberta. Ela batia uma só na cabeça, olhando nos olhos dele, embora de vez em quando o prazer que os outros dois davam fazia ele apertar os olhos.

Maca: Quantas punhetas você já deve ter batido, imaginando isso, né?
Nico: Muitas.
Maca: Você se tocou muito por minha causa?
Nico: Você não imagina o quanto.
Maca: Você sempre foi um punheteiro.
Nico: E você, sempre foi uma puta.
Maca: Acho que vocês estão me fazendo de puta.
Nico: E ainda falta mais.
Maca: O que será que me falta?

Dani respondeu antes que o Nico pudesse fazer isso.

Dani: Que a gente te come toda.
Maca: Cala a boca, tu, e continua chupando. Disse enquanto puxava os cabelos dela. Querem me foder toda? Inteira?

Agora a Ale respondeu.

Ale: Vamos te arrebentar toda, inteirinha.
Maca: Você também cala a boca e continua chupando.
Ale: Vou te arrebentar a bunda.
Maca: Acho que não, minha raba é sagrada.
Nico: Cala a boca e bate uma pra mim.
Maca: Assim?
Nico: Sim, assim mesmo.
Ale: Você vai engolir a porra de todo mundo.

A conversa que eles tinham, além do que Ale e Dani estavam fazendo, deixou Maca muito excitada. Ela estava fora de si, gemendo e falando putaria como nunca imaginou que conseguiria, porque na verdade nunca fez isso com o ex, embora tivesse vontade de tentar, achava que ele a veria como uma idiota.

Ale parou, tinha um móvel baixo a poucos metros, pegou ela pela cintura e os dois foram andando pra trás. Dani ficou de joelhos, surpreso com a forma como ele a levou, assim como ela, mas não soltou a pica do Nico e os acompanhou. Ale se apoiou no móvel e, antes que Maca colasse o corpo no dele, ajustou a pica de um jeito que, quando ela se encostou, a cabeça roçou da bunda até a buceta. Ela suspirou ao sentir o calor e a pele da pica do Ale, tentou se ajeitar pra ajudar e, poucos segundos depois, enquanto olhava pra ele por cima do ombro, sentiu ele penetrando ela. Ela revirou os olhos e abriu a boca, finalmente, depois de tanto tempo, sentiu de novo dentro dela uma pica tão dura que até doía.

Dani chegou rapidinho perto da Macarena, que enquanto tava sendo comida pelo amigo dela, não parava de bater uma pra o Nico e, quando ela chegou perto, fez o mesmo com ele. Ale fazia a bunda da Macarena quicar contra ele, tendo uma vista privilegiada, mas por outro lado, os outros dois viam os peitões dela quicando com o movimento, enquanto ela batia uma pros dois ao mesmo tempo.

Maca: Aaai, meu Deus..
Ale: Você gosta da minha pica?
Maca: Eu amoooo o seu pau.
Ale: Fazia tempo que você não ganhava uma, hein?
Maca: Já tinha esquecido como era essa sensação.
Nico: E a nossa?
Maca: Adoro as picas de vocês, caras. Ela disse, olhando para Nico e Dani.

Nico agarrou os dois peitos dela, apertou forte e chupou um, enquanto Dani puxou uma mão dela e ficou com um peito pra ele também. Só faltava uma câmera e podia ser literalmente qualquer filme pornô: Ale comendo ela de quatro, enquanto ela segurava uma rola em cada mão e eles dividiam um peito pra cada um.

Ale: Que gostosa que você é, tem a buceta bem quente
Maca: E você com a pica dura pra caralho
Ale: Tava com vontade de você há muito tempo, sua puta.
Maca: Imagino, mas já me tem aqui, tira essa vontade, me dá com força.

Ale a inclinou ainda mais, segurando ela pelo cabelo, e em vez de puxá-la para perto, agora era ele quem a penetrava.

Ale: Você gosta assim?
Maca: Aay Aay, você tá metendo bem fundo
Ale: Tá doendo, puta?
Maca: Se doer
Ale: Quer que eu pare?
Maca: Te mato se parar, me come, me come, gostoso.
Ale: Aproveitem vocês.

Nico entendeu o que o amigo quis dizer e agora agarrou o cabelo da Maca pra puxar ela ainda mais pra baixo.

Nico: Abri a boca.
Maca: O quê? Quer que eu chupe sua buceta?
Nico: Come ela toda.

Macarena chupou a pica dele de um jeito gostoso, ele sentiu o calor da boca dela.

Nico: Ai, meu Deus, que gostosa.

Maca trocou de pau e agora tava com o do Dani na boca, mas mesmo fazendo essas trocas, nunca parava de bater uma pro outro.

Nico: Quero gozar, não aguento mais.
Maca: Eu também, tô quase gozando, não para, Ale.

Ela tava chupando a pica do Dani quando de repente sentiu um tremor na mão e uma coisa quente bateu no rosto dela. Ao virar, percebeu na hora que o Nico tava gozando e abriu a boca pra receber toda a porra dentro dela.

Nico: Ahhhh.
Dani: Agora é minha vez.

Ela virou a cabeça e recebeu também a porra do Dani na boca, tinha engolido um pouco da anterior, mas ainda tinha bastante porra do Nico, e agora se juntou com a do Dani. A mistura de sabores era tão estranha quanto gostosa pra ela, embora talvez fosse pelo tesão que fez parecer deliciosa.

Maca: Vou gozar, não para, me dá mais, me dá mais.
Ale: Assim? Assim que você gosta?
Maca: Me dá, me dá, me dá, por favor não para.

Ale estava fazendo um esforço sobre-humano para segurar a gozada, mas não aguentava mais.

Maca: Ahh ahh assim assim siii….

Acabou, por sorte a Ale tava segurando ela pela cintura e pelo ombro, senão talvez ela tivesse caído de joelhos.

Ale: Aí vem meu gozo, vou gozar.
Maca: Fora, fora, goza fora de mim.

Ele puxou a rola rapidamente e vários jatos acertaram tanto a bunda quanto as costas da vizinha. Quando conseguiu se recuperar, se levantou e com um dos dedos pegou um pouco de porra pra provar, e adorou. Ale olhou pros amigos, fazendo um sinal sem que ela percebesse.

Ale: Bom, a gente vai embora.
Maca: Por quê? Já?
Nico: Sim, temos coisas pra fazer.
Maca: Fiquem aqui, por favor.
Dani: Não dá, a gente tem que vazar.
Maca: Fica aí, pelo menos um de vocês.
Ale: A gente tem que vazar todo mundo, Maca.
Maca: À noite, vocês querem vir? Podem?
Dani: A gente vê, pode ser.
Maca: Vamos fazer uma parada.
Ale: Que?
Maca: Quando eles forem embora, vou tomar um banho. Mais tarde, vou tentar convencê-los a virem me visitar.
Ale: Beleza, tenta aí, mas acho que a gente não vem não.
Maca: Eu sei que sim, eles não vão conseguir resistir. Tenho uma surpresinha.
Ale: Bom, vamos nos testar mais tarde então.

Comentários em Destaque

10 comentários - Vizinha gostosa 20

Que locura de relato, un capitulo mejor q otro. Esperando el 21
Gracias amigo, espero que les siga gustando !
un infierno de relato, pobre maca quedo prendida fuego! 😋
Y lo que se le viene, recien empieza
Que lindoooooo!!! Ya tengo ganas de que salga el otro! Lpm
Valeu, amigo, vou tentar fazer isso logo.