Fono gay, mi primer encuentro!

Olá, queria contar minhas experiências sexuais. Sou casado, mas sempre tive vontade de transar com homens. Um dia, estando em casa, não lembro como, acabei ligando para um telefone erótico gay e descobri um submundo que eu não conhecia. Não sei bem como chamar isso, acho que tem a ver com uma vida paralela. Não tenho interesse em ter um relacionamento com um homem, pelo menos como parceiro, mas sim em ter relações sexuais. Até beijá-los ainda me custa um pouco. Agora, pensar em me ajoelhar na frente de um homem, abaixar o zíper dele e pegar com a boca me excita como nunca antes. Tenho 39 anos, meço 1,60m, peso 58kg, sou moreno de pele clara e peludo no peito e nas pernas. Tenho uma bunda bem definida e meu pau tem 16cm, com uma ereção perfeita.

Meu primeiro encontro foi com um homem de uns 55 anos, da minha altura, com alguns quilos a mais. Conversamos duas ou três vezes pela linha antes de nos conhecermos. Quando a gente liga para o telefone erótico gay, tem que gravar uma apresentação. A minha dizia: "Oi, me chamo Diego, tenho 38 anos, sou magro, 1,60m, e procuro conhecer homens, de preferência mais velhos, para um rolo casual." A apresentação desse cara dizia: "Procuro um relacionamento com um homem da minha idade para transar sem penetração." E essa foi a chave que me chamou a atenção. Achei que era de boa, porque quase não tenho experiência, e um cara que procura um passivo ia querer me comer de cara. Como minha experiência é pouca e fisicamente não sou muito forte para me defender, achei que podia ser o mais seguro. O medo de encontrar um cara que pode te forçar é real, e quero ser totalmente penetrado — é o que mais desejo —, mas não quero que me machuquem. Bom, com esse homem, que não lembro o nome, conversamos duas ou três vezes. Na primeira vez que íamos nos encontrar, estava chovendo. Passei de carro pela esquina do encontro, vi ele, mas segui em frente. Conversamos de novo um tempo depois e planejamos outro encontro, mas dessa Parei, entrei no carro e ele me guiou até a casa dele. Ele morava num puxadinho no fundo, era da minha altura, uns quilos a mais. Fomos pra sala, sentamos num sofá em L, eu num lado e ele no outro. Ele pediu pra eu contar o que tava procurando. Falei que queria um cara pra ter relações casuais, bater uma junto, ver pornô, nos tocar, nos masturbar, e perguntei se ele tinha interesse em penetração, não tanto em ser penetrado — eu queria ser penetrado se pintasse. Ele disse que se rolasse, tava tudo bem.

- A ideia era se encontrar outro dia, já sabendo o que cada um queria, e meter bronca. Fomos pra cozinha, ele me serviu água, tava apoiado na bancada. Falou: "vem cá, chega mais", e me beijou, um selinho. "Viu, não é nada." Me abraçou e percebeu que eu tava muito nervoso. "Você tá tremendo, fica tranquilo, tá tudo bem, cê tá na minha casa, viu que não tem nada de errado, sou um cara normal." A casa era muito bonita e bem arrumada. Voltei pra sala, eu tava muito excitado e com vontade de tocar nele. Perguntei:

EU: Tá afim da situação? Tá excitado?
ELE: Sim, claro que tô.
EU: Posso te tocar?
ELE: Claro.

Ele abriu as pernas e, meio que mostrando a cock, me ofereceu pra tocar. Passei a mão na cock por cima da calça jeans.

ELE: Mete a mão por aqui.
Ele afastou o jeans pra eu enfiar a mão.
EU: Cê tá molhado!
ELE: Tô.

A ponta da cock dele tava molhada, verdade que eu não sabia que homem podia ficar molhado daquele jeito, parecia depois de gozar, uma coisa grossa.

Comecei a desabotoar a calça, puxei pra baixo. Ele usava cueca, tirei também.
EU: Que grande!
ELE: Viu!

Era uma cock enorme, uns 20cm, uns 6cm de diâmetro, parecia o dobro da minha. Fiquei louco quando vi.

EU: Quer sentar no sofá que eu faço uma punheta?
ELE: Bora.

Ele foi pro sofá e antes de sentar colocou uma toalha por baixo, já tinha deixado preparada. Se acomodou, eu me ajoelhei. na frente dele, comecei a me tocar, acariciei as bolas dele, comecei a meter o pau na boca, e ele segurou minha cabeça com as mãos, empurrando pra meter o pau inteiro dentro da minha boca, no começo eu resistia, não gostei muito de chupar os fluidos dele,
EU: não tá muito duro.
ELE: bom, já vai.
Ele continuava segurando minha cabeça, empurrando com força pra meter tudo lá dentro, eu sentia a pressão das mãos dele e o roçar da minha boca contra os pelos pubianos dele, tava tudo dentro da minha boca.
ELE: como você gosta, como você gosta, olha como você gosta!
Tentei segurar o pau dele com força e masturbar, mas ele me parou
ELE: nãooo devagar!, assim.
Aos poucos fui chupando, pegava o tronco com a boca, chupava as bolas dele.
Num momento ele perguntou se eu não queria bater uma, abaixei a calça e a cueca, fiquei de pé na frente dele, ele pegou meu pau com a mão e bateu uma um pouco, mas soltou logo.
EU: acabamos?
ELE: vamos pro banheiro.
No banheiro, ficamos de pé na frente do vaso, e começamos a bater uma, me abaixei pra chupar ele, e um fio de baba pendia entre minha boca e o pau dele quando me afastei.
ELE: me dá um beijo.
Ele meteu a língua de forma brusca dentro da minha boca e me beijou uns segundos,
Por um momento, deu vontade de ficar de pé na frente dele de costas pra sentir, pra ele me apoiar, e pra ele me comer.
EU: você acaba?
ELE: aí vem,
E de repente brotou uma gota branca na ponta do pau dele, e começou a jorrar porra no vaso
Várias gotas, até que terminou, pegou papel, levantou a cueca e colocou o papel pra não sujar a cueca com o pau, depois levantou a calça, eu ainda tava batendo uma,
ELE: goza dentro do vaso, não joga fora!
Tive que bater mais rápido e com as duas mãos, até que gozei, saltaram umas gotas com muita força, e tava com o pau tão duro que custei a abaixar pra apontar pro vaso,
Levantei a calça.
ELE: bom, quando a gente fizer um encontro com mais tempo.
EU: te aviso ainda essa semana. Tô bem complicado.
Ela não ficou muito à vontade com minha resposta, e eu também não gostei daquela buceta flácida e molhada dela — o tamanho era ótimo, mas, se tivesse bem dura, acho que ia doer pra caralho. Ela me acompanhou até o carro, e eu fui embora. Nunca mais nos falamos, e nunca mais ouvi a apresentação dela no Fonogay — talvez ela tenha mudado. Essa foi minha primeira vez com um homem da linha. Essa história é real, e foi assim que eu vivi. Mesmo não sendo exatamente o encontro que eu queria, bati várias punhetas pensando naquela rola enorme. Valeu e saudações a todos os poringueiros e poringueiras.

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1125196710 espero su msj nunca tube sexo con hombre pero me gustaria sentir una pija