Aos 15 dias, vi a putinha de novo por volta das 22h no centro da cidade. Tudo estava pronto — naquela noite, ela ia sentir meu pau como nunca na vida.
"Oi", falei no ouvido dela enquanto ela esperava alguém chegar. Ela se virou, toda excitada ao reconhecer minha voz. Perguntei: "Tá pronta?" Ela respondeu: "Mais pronta que a chuva mais torrencial do ano."
A resposta dela foi óbvia — os lábios da buceta dela estavam tão molhados que dava pra regar todas as plantas do mundo. O cheiro era extremamente excitante, e os lábios dela estavam em brasa, loucos pra chupar um pau grosso (o meu).
Caminhamos uns metros sem direção nenhuma. Peguei a mão dela como se ela me pertencesse por toda a eternidade. Andamos sem rumo até encontrar o primeiro bar. Entramos, ouvimos umas músicas — nada de sexo, só conversa sobre música e umas cervejas. Até que, depois de 30 minutos, falei no ouvido dela, interpretando seus olhos ardentes, cheios de vontade de gozar: "Pra que fingir? Quero te comer agora mesmo." Ela disse: "Vamos pra minha casa." Respondi: "Não quero nem na sua nem na minha. Quero que a gente se despir igual dois loucos selvagens cheios de luxúria. Quero chupar seus pés, lamber cada parte da sua bunda, tirar todo o leite dos seus peitos mesmo que você ainda não esteja grávida. Quero que você sinta minhas bolas batendo entre suas nádegas por pelo menos uma semana, e que meu pau roce cada suspiro seu. Quero que meu sêmen atravesse da sua buceta até seu cérebro. Quero te devorar como um vampiro devora a presa, e quero que você me devore do mesmo jeito." Pegamos um táxi e fomos pro primeiro hotel, a não mais de 10 minutos.
Chegamos. O excesso de tesão e a estranheza do momento nos fez, por um instante, nos afastar cada um pra um canto oposto do quarto — como dois filhotes com medo, ou talvez como dois boxeadores esperando o momento de se destruir. Como num passe de mágica, o magnetismo foi tão forte que não sei se foi real, mas vi nós dois flutuando em direção ao centro da cama. Será que os deuses queriam? Unir nossos corpos? No centro da cama, olhei fixamente nos olhos dela por 15 ou 20 segundos sem respirar, até que uma expiração surgiu de nós dois. Ela começou a mudar de cor, a pele dela já não era mais cor de carne, mas um vermelho intenso. Minha pele era um pouco mais alaranjada, parecia que no ar nossas respirações se tornaram uma só. Imediatamente agarrei suas nádegas e minha língua entrou até o fundo da garganta dela. Ela, sem pensar, enfiou um dedo no meu ânus, ao que respondi com a mesma ação. A outra mão dela pegou meu pau como se estivesse desejosa de se banhar em sêmen, e minha outra mão entrou inteira na buceta dela para que eu bebesse da fonte e enchesse todo o meu corpo. Queria ser como um bebê que acaba de se cobrir de placenta, eu queria me cobrir completamente com os sucos dela. Enquanto nos beijávamos, ambos tivemos nosso primeiro orgasmo. Imediatamente mudamos para um 69, querendo provar nossos líquidos, até ficarmos completamente limpos como gatos. Depois, virei ela de bruços para ver aquela bunda deliciosa, umas nádegas incríveis e uma buceta que há alguns segundos eu deixei completamente seca. Orgasmo após orgasmo, ela começava a emanar novamente o elixir da vida. Terminei de lamber um pouco de merda que saía do ânus dela e imediatamente montei ela de bruços. Enfiei meu pau enorme e grosso entre os lábios da buceta dela. Ela gemeu, a putinha, como uma gostosa no cio. "Me dá mais, papai", gritava, "quero sentir seu gozo perfurando meu coração, quero sentir seus líquidos fervendo por todo o meu corpo". Coloquei ambas as mãos por baixo dela até conseguir acariciar os dois mamilos dela, alternando entre carícias e puxões. Ela gritava: "Arranca eles, papai", enquanto eu mordia as orelhas dela. Explodimos em outro orgasmo, e o clímax dela expulsou meu pau por um segundo completamente para fora da buceta, e os líquidos dela chegaram até meus pés.
Eu estava exausto, mas a putinha queria mais. Ela disse: "Vou sugar sua alma por completo, quero que você seja meu. Você me pertence, a partir de hoje é meu escravo." Ela me colocou de barriga para cima e montou em mim. Sobre mim, as nádegas dela se abriram devagar enquanto ela subia e descia sozinha, penetrando o próprio cu. Não soube o que aconteceu, fiquei tipo robô no piloto automático. Só fiquei sabendo depois pelo vídeo que ela mesma gravou. Aí eu perdi a consciência. A putinha subia e descia, alargando o cu dela. Com as mãos, massageava minhas bolas e tentava enfiá-las no rabo dela. Ficou nessa por uns 15 ou 20 minutos até conseguir. Conseguiu enfiar meus dois testículos e meu pau inteiro no cu dela. Não sei de onde tirou uma fita, prendeu aquilo e sentou o mais forte que pôde. Inclinou-se pra trás e começou a se masturbar, enfiando desde o início 3 dedos, aumentou o ritmo até conseguir enfiar o quarto e, por fim, fazer um fisting completo. Enfiou a mão inteira, a puta, até alcançar o objetivo: ter o orgasmo máximo. Jorrou líquidos por todo meu peito, barriga e pernas. A puta caiu exausta no meu peito e dormiu como uma gatinha recém-nascida buscando abrigo da tempestade. Depois de algumas horas, acordei tentando lembrar o que tinha acontecido. Vi ela no meu peito, como a princesa mais linda do universo, com a mão inteira dentro da buceta dela e minhas bolas que eu não conseguia tirar do cu dela. Uma fita que tocava nossos cus fez com que eu tivesse meu orgasmo matinal, que, de tanto gozo, conseguiu estourar a fita, expulsar meus testículos e fazê-la acordar com um sorriso angelical.
Fim.
"Oi", falei no ouvido dela enquanto ela esperava alguém chegar. Ela se virou, toda excitada ao reconhecer minha voz. Perguntei: "Tá pronta?" Ela respondeu: "Mais pronta que a chuva mais torrencial do ano."
A resposta dela foi óbvia — os lábios da buceta dela estavam tão molhados que dava pra regar todas as plantas do mundo. O cheiro era extremamente excitante, e os lábios dela estavam em brasa, loucos pra chupar um pau grosso (o meu).
Caminhamos uns metros sem direção nenhuma. Peguei a mão dela como se ela me pertencesse por toda a eternidade. Andamos sem rumo até encontrar o primeiro bar. Entramos, ouvimos umas músicas — nada de sexo, só conversa sobre música e umas cervejas. Até que, depois de 30 minutos, falei no ouvido dela, interpretando seus olhos ardentes, cheios de vontade de gozar: "Pra que fingir? Quero te comer agora mesmo." Ela disse: "Vamos pra minha casa." Respondi: "Não quero nem na sua nem na minha. Quero que a gente se despir igual dois loucos selvagens cheios de luxúria. Quero chupar seus pés, lamber cada parte da sua bunda, tirar todo o leite dos seus peitos mesmo que você ainda não esteja grávida. Quero que você sinta minhas bolas batendo entre suas nádegas por pelo menos uma semana, e que meu pau roce cada suspiro seu. Quero que meu sêmen atravesse da sua buceta até seu cérebro. Quero te devorar como um vampiro devora a presa, e quero que você me devore do mesmo jeito." Pegamos um táxi e fomos pro primeiro hotel, a não mais de 10 minutos.
Chegamos. O excesso de tesão e a estranheza do momento nos fez, por um instante, nos afastar cada um pra um canto oposto do quarto — como dois filhotes com medo, ou talvez como dois boxeadores esperando o momento de se destruir. Como num passe de mágica, o magnetismo foi tão forte que não sei se foi real, mas vi nós dois flutuando em direção ao centro da cama. Será que os deuses queriam? Unir nossos corpos? No centro da cama, olhei fixamente nos olhos dela por 15 ou 20 segundos sem respirar, até que uma expiração surgiu de nós dois. Ela começou a mudar de cor, a pele dela já não era mais cor de carne, mas um vermelho intenso. Minha pele era um pouco mais alaranjada, parecia que no ar nossas respirações se tornaram uma só. Imediatamente agarrei suas nádegas e minha língua entrou até o fundo da garganta dela. Ela, sem pensar, enfiou um dedo no meu ânus, ao que respondi com a mesma ação. A outra mão dela pegou meu pau como se estivesse desejosa de se banhar em sêmen, e minha outra mão entrou inteira na buceta dela para que eu bebesse da fonte e enchesse todo o meu corpo. Queria ser como um bebê que acaba de se cobrir de placenta, eu queria me cobrir completamente com os sucos dela. Enquanto nos beijávamos, ambos tivemos nosso primeiro orgasmo. Imediatamente mudamos para um 69, querendo provar nossos líquidos, até ficarmos completamente limpos como gatos. Depois, virei ela de bruços para ver aquela bunda deliciosa, umas nádegas incríveis e uma buceta que há alguns segundos eu deixei completamente seca. Orgasmo após orgasmo, ela começava a emanar novamente o elixir da vida. Terminei de lamber um pouco de merda que saía do ânus dela e imediatamente montei ela de bruços. Enfiei meu pau enorme e grosso entre os lábios da buceta dela. Ela gemeu, a putinha, como uma gostosa no cio. "Me dá mais, papai", gritava, "quero sentir seu gozo perfurando meu coração, quero sentir seus líquidos fervendo por todo o meu corpo". Coloquei ambas as mãos por baixo dela até conseguir acariciar os dois mamilos dela, alternando entre carícias e puxões. Ela gritava: "Arranca eles, papai", enquanto eu mordia as orelhas dela. Explodimos em outro orgasmo, e o clímax dela expulsou meu pau por um segundo completamente para fora da buceta, e os líquidos dela chegaram até meus pés.
Eu estava exausto, mas a putinha queria mais. Ela disse: "Vou sugar sua alma por completo, quero que você seja meu. Você me pertence, a partir de hoje é meu escravo." Ela me colocou de barriga para cima e montou em mim. Sobre mim, as nádegas dela se abriram devagar enquanto ela subia e descia sozinha, penetrando o próprio cu. Não soube o que aconteceu, fiquei tipo robô no piloto automático. Só fiquei sabendo depois pelo vídeo que ela mesma gravou. Aí eu perdi a consciência. A putinha subia e descia, alargando o cu dela. Com as mãos, massageava minhas bolas e tentava enfiá-las no rabo dela. Ficou nessa por uns 15 ou 20 minutos até conseguir. Conseguiu enfiar meus dois testículos e meu pau inteiro no cu dela. Não sei de onde tirou uma fita, prendeu aquilo e sentou o mais forte que pôde. Inclinou-se pra trás e começou a se masturbar, enfiando desde o início 3 dedos, aumentou o ritmo até conseguir enfiar o quarto e, por fim, fazer um fisting completo. Enfiou a mão inteira, a puta, até alcançar o objetivo: ter o orgasmo máximo. Jorrou líquidos por todo meu peito, barriga e pernas. A puta caiu exausta no meu peito e dormiu como uma gatinha recém-nascida buscando abrigo da tempestade. Depois de algumas horas, acordei tentando lembrar o que tinha acontecido. Vi ela no meu peito, como a princesa mais linda do universo, com a mão inteira dentro da buceta dela e minhas bolas que eu não conseguia tirar do cu dela. Uma fita que tocava nossos cus fez com que eu tivesse meu orgasmo matinal, que, de tanto gozo, conseguiu estourar a fita, expulsar meus testículos e fazê-la acordar com um sorriso angelical.
Fim.
0 comentários - A amiga gostosa do meu amigo (Real) - parte 3 final