Mis deseos de ser su mujer IX

— Mas? O quê? O quê? . . . . Foram as primeiras palavras dela...
Paula, a mãe do Joaquin, não entendia o que o marido dela, Raul, estava fazendo comigo atrás dele...
De roupa, só me restava uma camisetinha de algodão, meus peitinhos de porquinha estavam pra fora, e claro, pela pressa com que o Raul me tirou do banho, na parte de baixo eu não tinha nada...
Só meu pintinho no ar, sim, na frente da Paula, a esposa dele.
A luz era fraca, iluminada pela lua, então a Paula acendeu a luz e finalmente me viu...
— O que você tá fazendo assim? Não tem vergonha? Uma casa de família, sabia que você sempre teve cara de promíscuo bem afeminado... — Disse Paula, no rosto dela notei um pouco de raiva. Raul, enquanto isso, ria que nem um porco, tirando sarro da situação...
— Pauli, não se preocupa, lembra sempre que, apesar de tudo, eles ainda são crianças. Além disso, com as virtudes que essa porquinha tem, a gente podia achar um novo renascer sexual. Olha a bundinha que ela tem...
Enquanto terminava de falar essas palavras exatas, Raul me faz virar bruscamente e abaixar meu tronco, deixando a bundinha bem na cara da Paula. Com as mãos dele, abriu minha caverninha anal e fez eu tocar toda a cavidade na Paula...
Paula, com um tom de surpresa, disse que minha bundinha ainda estava quase intacta. Enfiou um dedo na boca e depois começou a introduzir aquele dedo uma vez e outra. Raul, enquanto isso, abria e fechava as bochechas da minha bundinha...
O dedo doce da Paula me fez lembrar daquela experiência que vivi na manhã anterior, quando senti minha bundinha totalmente indefesa e ultrajada...
— Vem cá, olha pra mim, gordinha, quero ver teus olhinhos — disse Paula...
Raul me soltou, eu virei e fiquei de frente pra ela...
— Mica, você se chamava, né? Pra nós dois, você não vai ter nome próprio. Vai ser nossa putinha empregada, e acho que no futuro, a putinha empregada da família toda — disse ela...
— Por favor, não! (saiu com a vozinha de bebê mais doce que já tentei até agora, angelical...) embora
no fundo eu desejasse que o que a Paula dizia fosse verdade e ser uma mucamita bem porquinha daquela
família)...
Gorda, chupa um pouco as bolas do meu marido, enquanto eu procuro algo bonito pra você e de quebra pra mim, quero
que essa primeira noite seja esplêndida, cadê a peruca que você deixou?, perguntou Paula enquanto se dirigia
pro guarda-roupa...
Ficou no banheiro, Pauli... respondi...
Paula voltou até mim, e beliscando meus peitinhos me ordenou que não a tratasse por tu e que pra me dirigir a ela
a chamasse de Senhora, ou na falta, Senhora Paula... Realmente estava me submetendo a ser sua empregada...
Comecei devagar a meter a pica dura do Raul na boca, massageava os ovos dele, ele deitado totalmente
e eu de quatro como uma porquinha, como esperando a investida de algo ou alguém no meu tiny ass...
Desejava tampar aquele buraquinho na hora...
Vem, porca, deixa meu marido um pouco, e me acompanha...
Juntas fomos pro banheiro, ela colocou a peruca em mim, pintou meus lábios de vermelho, me deu um sutiã de renda
azul combinando com uma calcinha fio dental e ligas da mesma cor, enquanto eu vestia a calcinha, ela me ordenou
que deixasse com ela, se abaixou, pegou com suas mãos doces e começou a subir, primeiro a parte do tiny ass, subiu
bem até em cima, sentia o fio bem pra dentro, depois devagar começou a cobrir meu pintinho, me perguntou se
"essa merdinha" ficava dura, eu respondi que sim, mais ainda, que naquele momento estava durinha...
Ai, mas que pequenininha! é uma picuinha de porquinho bebê... Já com o pistolin coberto pela calcinha fio dental,
Paula abriu sua boca grande e o colocou pra dentro, começou a curtir meu pintinho de bebê todo enroladinho na
calcinha de renda, vi que ela começou a se masturbar e mais e mais, a via excitada, mas ainda mais, quando
com meu pintinho na boca ela me enfiou, puxando a calcinha de lado, um dedo na Booty, depois dois...
O mesmo que ela fazia na própria buceta, estaria fazendo no meu tiny ass...
Ela parou, se levantou Levantei e apertei forte minha boca, depois meus peitinhos e ela disse: "Você quer ficar com tudo, não é? Vadia de quinta, você vai ver o que é levar o ritmo de uma família, os afazeres e tudo mais. Você vai querer que tudo isso seja um sonho, mas não, vai ser seu pior pesadelo..."

Começou a se vestir, aquela mulher realmente tinha um excelente gosto. Vestiu um macacão inteiro de rede, deixando ela totalmente durinha. Embora já tivesse um corpaço por causa de toda a atividade física que fazia, a rede a estilizou ainda mais...

"Vamos pro quarto, gordinha", ela disse.

"Sim, senhora", respondi.

Já no quarto, o Raul tinha colocado um filme pornô na televisão e por toda a cama estavam espalhados brinquedos sexuais, desde dilatadores anais até rolas realmente grandes...

A Paula me segurou forte pelo braço e me empurrou em direção à cama. Eu caí com força, exagerando a queda, para poder me reerguer sobre a cama como uma verdadeira vadia, abrindo minha bucetinha de par em par. Eu estava realmente tocando o céu com as mãos, meus futuros sogros, se Deus quisesse, estavam prestes a me fazer um love...

"Chupa a pica do Raul e deixa ela bem durinha, me ouviu?"

Sem dizer uma palavra, fui engatinhando suavemente em direção ao pênis meio ereto do Raul. Enfiei ele inteiro na boca. Que gostoso que era aquela rola e que suavidade!!!

Enquanto isso, a Paula abriu minhas pernas, se colocou por baixo delas de frente pro meu pintinho, puxou a calcinha fio dental e começou a massageá-lo e chupá-lo docemente... Dava pra ouvir o barulho de um vibrador. Com efeito, a Paula, com a mão livre, estava se masturbando com ele...

Depois de um tempo de tanto êxtase, era como se meu pintinho soltasse um fluxo que a Paula adorava. De vez em quando ela dizia: "Mais porquinha, me dá mais leite de porca, quero mais leite dessa teta de porquinha vadia..."

A Paula saiu debaixo das minhas pernas e se colocou atrás de mim. Pegou um dilatador anal e começou a introduzi-lo lentamente enquanto me batia uma punheta. Eu, enquanto isso, tinha a pica totalmente dura do Raul na boca... boca,
às vezes o bruto do Raul empurrava tanto minha nuca pra baixo que eu engasgava, engasgava de amor,
maravilhoso, que pedaço de pau que meu sogro tinha!!!
Com certeza, a Paula tinha passado um gel no brinquedo, porque entrava tudo e saía tudo, era uma sensação
maravilhosa, as vibrações internas junto com a punheta que eu tava batendo...

Com minha bunda minúscula toda dilatada e meu pintinho ereto como nunca, a Paula mandou eu enfiar na buceta dela...
O Raul se moveu pro lado, a Paula ficou deitada de costas com as pernas abertas de par em par...
Devagarzinho fui me aproximando com meu pauzinho da buceta da Paula, ela tava toda molhada, dilatada demais,
antes de enfiar minha azeitoninha, achei que não ia fazer nada naquela buceta com tantos anos de
rola e do pauzão do marido, mas não foi assim...

Quando enfiei minha azeitoninha, a Paula fez uma manobra interna, como se fechasse umas portinhas e deixasse
meu pintinho bem apertadinho e numa delícia gostosa, devagar comecei a fazer movimentos de vai e vem,
a Paula tentava gemer de prazer enquanto o marido enfiava o pauzão na boca dela, ela tava adorando o pintinho da norinha...

Com as mãos, a Paula tirou o poronga do Raul da boca e disse olhando nos olhos dele:
— Come esse porco, come ele todinho enquanto ele me fode...

Enquanto o Raul se aproximava do meu buraquinho anal, eu só levantei a bunda minúscula de leve, enquanto enfiava
a azeitoninha na minha sogra, o Raul se lambuzou de gel no pauzão que ele tem, e abrindo minhas nádegas enfiou
de uma vez bem bruta...

Aaaaaaai! Que gostoso, mas que sensação gostosa, meu pintinho tava numa casinha toda molhada, acolhedora
e linda, e na minha bunda minúscula tinha um tronco imenso que não parava de bombar...

Ficamos assim um tempão, o Raul rasgou a tanga que tava de lado e batia na minha bunda, a Paula
enquanto enfiava o pauzinho beliscava meus peitinhos, era tudo maravilhoso. até que finalmente senti, numa bombada muito poderosa, o Raul encheu minha cavidade anal de porra,
isso causou uma ebulição hormonal em mim, então acho que derramei umas gotinhas também dentro
da buceta da Paula...
Ficamos estáticos, até que minha xereca e a pica enorme do Raul começaram a murchar...
Limpar! Ordenou a Paula...
Raul e Paula estavam deitados um do lado do outro com um espaço no meio dos dois, ali eu me coloquei,
comecei a chupar a buceta e a pica respectivamente, engolindo todos os restos de porra que tivesse...
Eles aos poucos começavam a pegar no sono...
Com todo respeito do mundo, pedi pra Senhora Paula, antes de dormir, se virar
pro lado dos pés da cama, pra eu poder chupar a buceta dela até a gente dormir e pro
Raul, mesmo que mole, colocar a pica grande dele entre minhas nádegas pra sentir o calor dele a noite toda...
Paula, com o resto das forças, foi pro lado dos pés, e não só isso, meteu minha xerequinha
na boca dela, num banho de baba, era realmente acolhedor. Raul, também, com o resto das forças
abriu minhas nádegas e enfiou a pica dele, totalmente dura, no meu cuzinho, aos poucos começava a endurecer,
não chegou a ser a monstruosidade de antes, mas tinha um tronco gostoso na minha caverninha anal...
Eu, por minha vez, enfiei toda a buceta gostosa da minha futura sogra na boca, e dormi
sonhando com um futuro que talvez tinha chegado e é... Meu desejo de ser a mulher dele....

C O N T I N U A . . .Meus desejos de ser a mulher dele
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Meus desejos de ser a mulher dele II
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Meus desejos de ser sua mulher III
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Meus desejos de ser sua mulher IV
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Meus desejos de ser a mulher dele
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Meus desejos de ser a mulher dele VI
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Meus desejos de ser sua mulher VII
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