Olá, como estão, puteros? Depois de um tempinho, voltei pra contar outra experiência com a Lorena, lembram dela?! Pra quem tá lendo meus relatos pela primeira vez, recomendo dar uma olhada nos anteriores pra ir entrando no clima das minhas aventuras.
O sexo com a Lorena sempre foi e continua sendo do melhor, ela é uma gostosa que praticamente sempre topou tudo e, além do sexo, dá pra bater um papo e tomar um drink, sem nenhum compromisso.
Dois meses atrás, a Lorena me mandou uma mensagem dizendo que precisava falar comigo urgente sobre algo muito importante. Pra minha surpresa, ela me contou que ia casar em algumas semanas. Fiquei puto, mas não demonstrei. Me senti enganado, traído, não porque a gente tivesse um compromisso, mas porque eu nem sabia que ela tinha namorado. E eu, por outro lado, sempre contei sobre minha esposa e meus filhos. Senti que ela não foi sincera comigo.
Com o que ela me contou, me pediu um favor: o namorado dela chegava da Alemanha naquela tarde, e como ela não estaria até a noite, me pediu pra entregar a chave. Aceitei porque, além do mais, é meu trabalho. Sabendo que por um tempo a gente não ia poder ficar junto, aproveitei o momento pra curtir aquela horinha que a Lore tinha livre. Enchi ela de porra, pra variar.
Naquela tarde, o Nicolau chegou e, bom, tive que recebê-lo, entregar a chave e bater um papo com ele. Um cara maneiro, 30 anos, shape bonito e muito simpático. É cirurgião.
Nessas duas semanas antes do casamento, conversei muito com o Nico, e ele até me chamou pra tomar um drink depois do meu turno. Mais ainda, me pediu pra ir na despedida de solteiro dele, que uns amigos estavam organizando e que ia ser algo tranquilo, segundo ele.
Na noite da despedida de solteiro, éramos 5. Nos encontramos no apê de um dos amigos do Nico (prefiro não dar nomes). Bebidas, papo, histórias de putaria, zoeira. Obviamente, eu me sentia um peixe fora d'água, de um poço bem distante, mas de repente, desse poço surgiu uma flor. Sim, uma verdadeira flor de puta, uma mina do caralho. Não sei quantas punhetas eu bati Feito depois, em casa, pensando naquela mulher, quantas gozadas eu devo ter dado na minha esposa. Naquele momento, o poço era meu, o incentivo pra Nico comer ela era unânime, e ele se recusava, não queria trair a Lore, um baita corno manso e ainda por cima viado pra segurar a vontade de foder aquela gostosa.
Eu olhava pra todos e ninguém fazia nada além de incentivar o Nico. De repente, me levanto e falo: "Acho que falta um empurrãozinho". E com isso, vocês me vissem em cima da gostosa, beijando a boca dela e despindo ela na frente de todo mundo. Não demorou muito pros outros se juntarem à festa, exceto o Nico, que não entendia razões. Era inacreditável como essa mulher engolia cada pau que aparecia na frente dela, e tenho que admitir que um deles tinha um troço que merecia um monumento, uma coisa monstruosa, que ela simplesmente escondeu na boca, inteiro e sem engasgar, algo digno de filme pornô. Enquanto ela se virava pra chupar cada pau que cruzava seu caminho, eu me encarreguei de chupar bem chupada a buceta dela, o bum, não me importei se ela era puta ou se tinha alguma coisa (depois fiquei vários dias com muito medo, mas por sorte fiz exames e não deu nada). Me dediquei a lamber cada centímetro da buceta dela, e quando ela já tava bem preparada, falei pro Nico: "Vai, vem, não seja bobo, isso vai ficar aqui e é a última vez que você vai aproveitar solteiro, depois você vai ter tempo pra ser fiel". Parece que ele só tava esperando a gente insistir de novo, porque levantou de uma vez do sofá e se posicionou atrás da magrinha, durou uns dois minutos, pra variar. Depois disso, foi uma hora de rodízio entre os 4, e aos poucos a gente ia caindo. A gostosa deu conta de derrubar todo mundo, e foi embora bem cheinha, satisfeita, mas com força pra mais. Que gostosa, por Deus, nada era suficiente pra ela.
Aquela noite terminou e eu me preparei pra ir pra casa, mas no meio do caminho sinto que me chamam. Parei a moto e, pra minha grande surpresa, era a Lorena. Ela me perguntou como foi o Despedida do Nico e ela me chamou pra tomar um drink com uma amiga, já que a despedida dela também tinha acabado. Tava perto do lugar, então fui. A amiga da Lorena se chama Éyummy, uns 25 anos, loira, peitão bom mas pouca bunda, mas ainda assim dá pra dizer que é uma gatinha bem bonita. A gente tomou algo e a Lorena começou a reclamar da amiga por não ter contratado um stripper. Ela se desculpou, falando que achou que a Lorena não ia gostar muito da ideia, pelo visto não conheciam a faceta de puta da amiga dela. A Lorena me olha e fala: "Juan, e se você fizer uma dancinha?". Eu olhei pra ela e ri um pouco, aí ela respondeu: "Fala sério, eu sei que você não tem medo". Era um desafio e não pude recusar. Teve hora que até eu achava graça do que tava fazendo, mas dava pra ver na cara delas que, apesar da brincadeira, a temperatura tava subindo. E quando a Lorena veio na minha direção e começou a baixar minha cueca e chupar minha pica, a amiga dela ficou de olhos arregalados com o espetáculo que tava vendo. A Lorena tava mais puta do que nunca, e a amiga não aguentou a vontade de se juntar a nós. Não sei de onde tirei ânimo e força depois de ter transado umas horas antes, mas a resposta é que meu corpo aguenta. Sou jovem e nunca nego sexo, por mais cansado que esteja. E enquanto uma me chupava, a outra se acomodava na minha cara fazendo eu chupar a buceta dela, e quando uma me cavalgava a outra se masturbava. Num momento, a excitação nos dominou, a gente já tava louco. Elas se beijavam sem frescura, se chupavam, se apalpavam. Passei pelas bucetas delas, pelas bocas, e também passei pelos cus. Meu gozo ficou impregnado nos rostos delas e nos cabelos. Graças a ter transado antes, tive muito mais resistência do que o normal, então me orgulho em dizer que dei conta das duas, e que elas mal deram conta de mim. Senti vários orgasmos nas duas, e isso me faz sentir mais que satisfeito.
Voltei pra casa, e dois dias depois a Lorena casou. Me convidaram pra festa, mas eu não podia continuar. negligenciando minha mulher e também não tive coragem de olhar pra nenhum dos dois, então não fui, mas quando a Lore voltou da lua de mel, o primeiro que ela procurou foi o mestre, pra próxima vez.
Espero que vocês gostem do que faço, uso um vocabulário vulgar, porque prefiro fazer vocês se sentirem parte disso, obrigado… comentem, e deixem seus conselhos pra eu melhorar sempre!!!
O sexo com a Lorena sempre foi e continua sendo do melhor, ela é uma gostosa que praticamente sempre topou tudo e, além do sexo, dá pra bater um papo e tomar um drink, sem nenhum compromisso.
Dois meses atrás, a Lorena me mandou uma mensagem dizendo que precisava falar comigo urgente sobre algo muito importante. Pra minha surpresa, ela me contou que ia casar em algumas semanas. Fiquei puto, mas não demonstrei. Me senti enganado, traído, não porque a gente tivesse um compromisso, mas porque eu nem sabia que ela tinha namorado. E eu, por outro lado, sempre contei sobre minha esposa e meus filhos. Senti que ela não foi sincera comigo.
Com o que ela me contou, me pediu um favor: o namorado dela chegava da Alemanha naquela tarde, e como ela não estaria até a noite, me pediu pra entregar a chave. Aceitei porque, além do mais, é meu trabalho. Sabendo que por um tempo a gente não ia poder ficar junto, aproveitei o momento pra curtir aquela horinha que a Lore tinha livre. Enchi ela de porra, pra variar.
Naquela tarde, o Nicolau chegou e, bom, tive que recebê-lo, entregar a chave e bater um papo com ele. Um cara maneiro, 30 anos, shape bonito e muito simpático. É cirurgião.
Nessas duas semanas antes do casamento, conversei muito com o Nico, e ele até me chamou pra tomar um drink depois do meu turno. Mais ainda, me pediu pra ir na despedida de solteiro dele, que uns amigos estavam organizando e que ia ser algo tranquilo, segundo ele.
Na noite da despedida de solteiro, éramos 5. Nos encontramos no apê de um dos amigos do Nico (prefiro não dar nomes). Bebidas, papo, histórias de putaria, zoeira. Obviamente, eu me sentia um peixe fora d'água, de um poço bem distante, mas de repente, desse poço surgiu uma flor. Sim, uma verdadeira flor de puta, uma mina do caralho. Não sei quantas punhetas eu bati Feito depois, em casa, pensando naquela mulher, quantas gozadas eu devo ter dado na minha esposa. Naquele momento, o poço era meu, o incentivo pra Nico comer ela era unânime, e ele se recusava, não queria trair a Lore, um baita corno manso e ainda por cima viado pra segurar a vontade de foder aquela gostosa.
Eu olhava pra todos e ninguém fazia nada além de incentivar o Nico. De repente, me levanto e falo: "Acho que falta um empurrãozinho". E com isso, vocês me vissem em cima da gostosa, beijando a boca dela e despindo ela na frente de todo mundo. Não demorou muito pros outros se juntarem à festa, exceto o Nico, que não entendia razões. Era inacreditável como essa mulher engolia cada pau que aparecia na frente dela, e tenho que admitir que um deles tinha um troço que merecia um monumento, uma coisa monstruosa, que ela simplesmente escondeu na boca, inteiro e sem engasgar, algo digno de filme pornô. Enquanto ela se virava pra chupar cada pau que cruzava seu caminho, eu me encarreguei de chupar bem chupada a buceta dela, o bum, não me importei se ela era puta ou se tinha alguma coisa (depois fiquei vários dias com muito medo, mas por sorte fiz exames e não deu nada). Me dediquei a lamber cada centímetro da buceta dela, e quando ela já tava bem preparada, falei pro Nico: "Vai, vem, não seja bobo, isso vai ficar aqui e é a última vez que você vai aproveitar solteiro, depois você vai ter tempo pra ser fiel". Parece que ele só tava esperando a gente insistir de novo, porque levantou de uma vez do sofá e se posicionou atrás da magrinha, durou uns dois minutos, pra variar. Depois disso, foi uma hora de rodízio entre os 4, e aos poucos a gente ia caindo. A gostosa deu conta de derrubar todo mundo, e foi embora bem cheinha, satisfeita, mas com força pra mais. Que gostosa, por Deus, nada era suficiente pra ela.
Aquela noite terminou e eu me preparei pra ir pra casa, mas no meio do caminho sinto que me chamam. Parei a moto e, pra minha grande surpresa, era a Lorena. Ela me perguntou como foi o Despedida do Nico e ela me chamou pra tomar um drink com uma amiga, já que a despedida dela também tinha acabado. Tava perto do lugar, então fui. A amiga da Lorena se chama Éyummy, uns 25 anos, loira, peitão bom mas pouca bunda, mas ainda assim dá pra dizer que é uma gatinha bem bonita. A gente tomou algo e a Lorena começou a reclamar da amiga por não ter contratado um stripper. Ela se desculpou, falando que achou que a Lorena não ia gostar muito da ideia, pelo visto não conheciam a faceta de puta da amiga dela. A Lorena me olha e fala: "Juan, e se você fizer uma dancinha?". Eu olhei pra ela e ri um pouco, aí ela respondeu: "Fala sério, eu sei que você não tem medo". Era um desafio e não pude recusar. Teve hora que até eu achava graça do que tava fazendo, mas dava pra ver na cara delas que, apesar da brincadeira, a temperatura tava subindo. E quando a Lorena veio na minha direção e começou a baixar minha cueca e chupar minha pica, a amiga dela ficou de olhos arregalados com o espetáculo que tava vendo. A Lorena tava mais puta do que nunca, e a amiga não aguentou a vontade de se juntar a nós. Não sei de onde tirei ânimo e força depois de ter transado umas horas antes, mas a resposta é que meu corpo aguenta. Sou jovem e nunca nego sexo, por mais cansado que esteja. E enquanto uma me chupava, a outra se acomodava na minha cara fazendo eu chupar a buceta dela, e quando uma me cavalgava a outra se masturbava. Num momento, a excitação nos dominou, a gente já tava louco. Elas se beijavam sem frescura, se chupavam, se apalpavam. Passei pelas bucetas delas, pelas bocas, e também passei pelos cus. Meu gozo ficou impregnado nos rostos delas e nos cabelos. Graças a ter transado antes, tive muito mais resistência do que o normal, então me orgulho em dizer que dei conta das duas, e que elas mal deram conta de mim. Senti vários orgasmos nas duas, e isso me faz sentir mais que satisfeito.
Voltei pra casa, e dois dias depois a Lorena casou. Me convidaram pra festa, mas eu não podia continuar. negligenciando minha mulher e também não tive coragem de olhar pra nenhum dos dois, então não fui, mas quando a Lore voltou da lua de mel, o primeiro que ela procurou foi o mestre, pra próxima vez.
Espero que vocês gostem do que faço, uso um vocabulário vulgar, porque prefiro fazer vocês se sentirem parte disso, obrigado… comentem, e deixem seus conselhos pra eu melhorar sempre!!!
8 comentários - Lorena casou e eu não podia faltar
Muy bueno el relato !
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
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