Este relato dedico a uma grande amiga que tenho, me desculpa pela demora, andei com problemas de inspiração ultimamente. Sabe o quanto eu te amo, pequena.Mica voltava da escola como qualquer outro dia, dias em que sempre era questionada pelas amigas, já que todas tinham namorado menos ela. Nunca tinha namorado ou saído com ninguém, e elas começavam a achar que ela era lésbica. Mas o que elas não sabiam é que Mica tinha um segredo, um segredo enorme. Finalmente chegava em casa, pra continuar sua rotina diária: lavar roupa, preparar o jantar. Mas a rotina não terminava aí, ainda tinha mais, aquela rotina secreta que ela não ousava contar pra ninguém. Escondida, enquanto o pai não estava, ela entrava no quarto dele, se deitava na cama procurando o cheiro do pai, se embriagando nele. Embora Mica sempre acabasse se envergonhando disso, não conseguia parar, de se excitar com o aroma daquela pessoa que ela amava. Sim, esse era o segredo dela: ela amava secretamente o próprio pai, e desde então, toda tarde entrava escondida no quarto dele pra se masturbar na cama dele. Naquele dia, seguiu sua rotina como qualquer outro, se deitando na cama do pai e deixando que suas mãos buscassem sua entreperna, se deixando levar, embriagada pelo cheiro do pai. Tão concentrada nisso que não ouviu o barulho da porta da casa se abrindo, nem os passos de alguém subindo as escadas. Ela acelerava o ritmo das mãos na sua buceta, soltando gemidos de prazer, que não a deixaram ouvir alguém abrindo a porta. Ela continuava, sem perceber que naquele dia em particular tinha um espectador, que olhava como ela se perdia no prazer que sentia. Até que da boca de Mica saiu um leve grito de prazer, anunciando o orgasmo que estava sentindo. Tentando controlar a respiração, abriu os olhos devagar pra descobrir que seu pai não parava de olhar pra ela, como se estivesse hipnotizado. De repente, o pai saiu do quarto sem dizer uma palavra. Mica começou a se sentir profundamente envergonhada e, tentando arrumar a roupa, saiu do quarto do pai pra se trancar no dela. dele. Ao fechar a porta, ela sente a respiração muito ofegante, e que a entreperna dela está toda molhada, que sente uma excitação maior que nos outros dias e não consegue evitar começar a se masturbar pensando em como o pai dela olhava. As mãos dela massageavam a entreperna sem controle, não conseguiu evitar soltar gemidos de prazer quando gozou brutalmente enquanto as pernas não aguentaram mais e ela se deixou cair no chão. Naquele dia, ela tomou uma decisão: tinha que seduzir o pai, não aguentava mais, então começou a bolar um plano para seduzi-lo. Desde aquele dia, ela passou a andar em casa com roupa justa, sem sutiã, não perdia nenhuma oportunidade de mostrar os peitos através do decote, abraçá-lo por trás para que os peitos se apertassem contra as costas dele, ou quando se despedia dele, tentar beijá-lo o mais perto da boca possível. Tudo isso começou a causar muita confusão no pai, que se sentia dividido entre dois sentimentos opostos, já que ficava muito excitado com a filha, mas por outro lado se sentia culpado por isso. Naquele dia, os dois estavam comendo no salão como qualquer outro dia, o pai tentava só olhar para a comida porque inconscientemente não conseguia parar de ver como os peitos da filha se marcavam naquela blusa justa de alcinha que ela tinha vestido. A excitação dele já era tanta que aguentar a tentação de ter aquela mulher gostosa em casa mostrando os encantos o tempo todo fazia com que ele quase sempre ficasse de pau duro o dia inteiro. Naquele dia, ele decidiu se trancar no escritório para pensar em outra coisa. Estava sentado no sofá do escritório tentando se concentrar em ler o jornal, quando a paz da leitura foi interrompida pelo barulho da porta sendo aberta. Quando ele levantou o olhar, sentiu um arrepio percorrer o corpo todo e o cérebro não deixava ele raciocinar o que estava vendo. A filha entrou no quarto vestida só com uma camisola rosa que realçava as curvas do corpo sensual dela, aproveitando que o Papai estava paralisado. Ela caminhou lentamente em direção a ele, rebolando sensualmente o corpo, até chegar no pai e, num movimento rápido, sentou no colo dele. Com as mãos, abraçou a nuca do pai. Aproximou devagar o rosto do dele, até que os lábios se encontraram num beijo apaixonado, um beijo lascivo que mostrava ao pai o quanto ela o desejava. Um beijo que durou mais de dez minutos. Mica desceu do colo do pai e se ajoelhou na frente dele para tirar seu precioso pênis para fora. Aquele pênis com que ela tanto sonhara finalmente estava nas mãos dela: duro, inchado e muito quente. Sem dizer uma palavra e sob o olhar atônito do pai, ela começou a chupar com grande maestria. Não demorou muito para deixar aquele pênis maravilhoso que tanto desejava em forma. Parou um instante para levantar o olhar e encontrar o do pai. Os dois se olharam por um segundo. Não houve palavras, mas os dois entenderam o que ia acontecer. Mica se ajeitou, ficando por cima do pai, para apontar o pênis dele na entrada da buceta dela. Devagar, começou a descer o quadril, deixando que entrasse lentamente. O pai sentiu o himen da filha se romper, indicando que ele era o primeiro a dar o love na sua amada filha. Os dois estavam presas da luxúria e da paixão. Seus corpos se moviam em uníssono. Os gemidos enchiam o ambiente. Mica já mexia o quadril sem controle, avisando que logo ia gozar. Ela também sentia que o pai logo ia gozar, porque o pênis dele estava cada vez mais inchado. Os dois se abraçaram com todas as forças no momento em que gozaram juntos, e depois Mica desabou em cima do pai. Não tinham dito uma única palavra, mas sabiam que suas vidas tinham acabado de mudar e que nunca mais seriam as mesmas.
4 comentários - Mica, a puta do incesto