Aqui começam os relatos de Carlos e como ele convence a putinha da sobrinha dele a dar pra ele quantas vezes ele quiser.
Me chamo Carlos, tenho 53 anos e, entre vários sobrinhos e sobrinhas, tenho uma sobrinha de 18, quase 19 anos, chamada María Victoria, mas que todo mundo conhece como Vicky.
A Vicky deve ter uns 1,65m, pele morena, cabelo castanho, um sorriso lindo, pescoço bonito, peitos generosos e empinados, uma bunda gostosa, pernas lindas, tudo isso numa mina que pratica esporte há anos.
Além disso, Vicky é minha afilhada.
Faz um tempo que notei que, nos encontros de família, ela ficava me encarando enquanto eu conversava com outras pessoas na mesa. No começo, não liguei, mas como a atitude se repetiu, fiquei meio desconfortável, com medo de que alguém mais percebesse.
O tempo foi passando, mas com a insistência dela, comecei a olhar pra ela com outros olhos. Descobri um brilho diferente no olhar dela, fiquei maravilhado com os peitos dela, com a bunda, com as pernas, com o pescoço e com a boca; mas tinha medo de estar enganado ou de passar por um velho idiota por causa do flerte de uma garota que estivesse só de zoação.
Os meses foram passando, até que uma tarde eu trombei com ela na rua, bem na entrada do prédio onde tenho meu escritório — trabalho por conta própria. A gente se cumprimentou com um beijo na bochecha, trocamos umas palavras (os olhos dela brilhavam), e aí ouviu-se um trovão forte, enquanto começavam a cair umas gotonas de chuva.
Eu falei: "Vamos entrar, senão a gente vai se molhar. Aqui tenho meu escritório." "Aqui?", ela perguntou. "Sim, aqui", respondi.
Entramos no prédio, chamei o elevador, subimos e, enquanto subia, notei a respiração dela meio ofegante, e ela não parava de me olhar nos olhos.
Chegamos no andar, abri a porta do escritório, entramos, tranquei a porta com a chave, acendi as luzes e falei: "Entra", apontando pro fundo, onde tenho minha sala privada.
Ela foi na minha frente, e eu fui atrás, admirando aquela bunda firme que se mexia por baixo de um vestido de verão, de algodão ou algo assim, e que deixava adivinhar uma fio-dental minúscula.
Entramos na sala privada, e pela janela dava pra ver uma chuva forte. e a chuva barulhenta, puxei uma cadeira pra ela, passei pro outro lado da minha mesa, liguei o PC e ofereci um café, ela aceitou.
Servi os dois cafés e comecei a abrir os e-mails, deletei mensagens sem importância e enquanto lia e respondia os outros, Vicky bebericava o café devagar e acendeu um cigarro.
Não sabia que você fumava, falei, ela respondeu: Em casa não faço porque meu pai me mata; olhei pra ela enquanto falava e ela continuava com os olhos brilhando e agora, com os lábios também brilhantes como se tivesse passado a língua. Terminei com os e-mails, acendi um cigarro também e, olhando pra janela, exclamei: Que chuva danada!, parece que você não vai conseguir ir embora, ela respondeu: Se não te incomoda, tio, fico até passar. Sem problemas, falei, mas você vai ficar entediada, ela me olhou e disse suavemente: Não acredito, tio.
Ela se levantou da cadeira, pegou as xícaras de café, foi até a cozinha pequena, lavou elas e voltou pro meu escritório, sentou e, como quem não quer nada, disse: Os filmes pornô que você deve ter assistido aqui sozinho!, respondi: Nada disso, e perguntei rápido: Você quer ver?, Ah, tio, que vergonha, Vergonha? exclamei, mas se sou seu tio e ainda por cima seu padrinho.
Enquanto conversávamos, abri o explorer, procurei um filme pornô, apertei o Play e falei: Vicky, vem, senta na minha cadeira pra ver melhor, me levantei, ela sentou e eu fiquei de pé atrás do encosto.-
Na tela do monitor, uma suposta madrastra seduzia o enteado sentados num sofá, pegava na mão dele e fazia ele passar pela buceta, depois amassava a cock por cima da calça, abria o zíper, tirava a cock e começava a lamber e chupar.
Nessa altura, Vicky respirava fundo e eu tava com a cock duríssima.
Tirei minhas mãos do encosto e apoiei nos ombros dela, ela não disse nada, apertei de leve os ombros, subi um pouco as mãos e acariciei o pescoço dela. Ela quieta e muda, só respirava fundo e dava pra ver os peitos dela se mexendo no ritmo da respiração. Deslizei minhas mãos devagar, puxei as alças do vestido dela que caíram pro lado, Vicky quieta passava as mãos nas próprias pernas. Abaixei as alças do sutiã dela e, nessa hora, ela se arqueou olhando pra cima de mim. A cara dela mostrava um tesão do caralho. Levei as mãos pros peitos dela, tirei eles das taças do sutiã e comecei a acariciar, massageando os bicos que estavam durinhos, enquanto fazia isso, me inclinei e beijei o pescoço dela. Deslizei uma das mãos até a virilha dela e passei a mão na buceta por cima da saia. Ela abriu um pouco as pernas, levantei a saia e meti a mão na calcinha fio dental, tava toda molhada e a buceta dela bem quente. Sem parar de acariciar a buceta, com a outra mão abri minha calça e tirei a pica pra fora. Fiquei de pé do lado dela, Vicky virou a cabeça, olhou pra pica e falou: Tio, que pica enorme! Cê gosta? Tá dura assim por sua causa e é toda sua, falei baixinho. Ela pegou minha pica com as mãos, puxou a pele pra trás, deixando a cabeça roxa no ar, brilhando com meus fluidos.
Passou a ponta da língua no buraquinho da cabeça, depois por toda a ponta enquanto passava a mão nas minhas bolas e, finalmente, olhando nos meus olhos, enfiou o máximo que conseguiu na boca. Boca cheia de saliva e bem quente, segurei a cabeça dela por trás pra puxar ela mais pra perto de mim.
Ela chupava minha pica com muita vontade, como se quisesse engolir de verdade, a saliva escorria pelo canto dos lábios, ela mandava muito bem, minha pica entrava e saía da boca dela no ritmo dos movimentos da cabeça. Tirei a pica da boca dela, beijei ela, língua com língua enquanto acariciava a buceta de novo, peguei ela pelos braços e coloquei de pé, abracei ela enfiando a pica entre as pernas dela, amassando a bunda, beijei os peitos dela, chupei eles ao mesmo tempo que passava a mão em tudo: buceta e cuzinho.
Vicky gemia, respirava fundo, as bochechas dela ficaram vermelhas de tanto tesão. Tirei minha camisa, a calça, a cueca. Boxer, e terminei de despir ela, que quieta esperava eu tomar a iniciativa. Fiz ela sentar no sofá, levantei as pernas dela pra colocar em cima da mesa, me ajoelhei, abri a buceta dela com meus dedos, e comecei a lamber o clitóris dela e chupar os sucos dela, enquanto com uma mão amassava os peitos dela, ela se arqueava e gemia, até que disse gaguejando: tio, não sabia que você era assim. O que mais vai me fazer? Respondi: de tudo.
Me levantei, peguei ela pelas mãos, levantei e ordenei baixinho que ela ficasse de joelhos no sofá, inclinei ela pra frente pra ela se apoiar no encosto, abri as nádegas dela e comecei a chupar o cu dela e enfiar dedos na buceta dela, ela esticou uma mão pra trás acariciando minha cabeça dizendo: Ai tio, ai tio...
Me ergui, passando a pica pela racha do cu dela, de cima pra baixo, até que enfiei na buceta, empurrando devagar, fui penetrando naquela buceta apertada e suculenta. Vicky entre suspiros dizia ahhhhhh... ahhhhhh... tio, nunca me comeram assim, continua, mais, mais...
As palavras dela me deixaram no limite, eu segurava ela pela cintura e dava umas fodas violentas, batendo nas nádegas dela que balançavam a cada golpe de pica, assim ficamos um tempo, até que ela disse: Vou gozar, tio, vou gozar... Enterrei até o fundo e fiquei lá, enquanto Vicky gozava entre espasmos.
Tirei a pica, ela sentou, beijei ela na boca, beijo longo de língua, depois ofereci a pica, ela pegou, começou a lamber e chupou, sugando com força, até que eu disse: Vou gozar... Ela enfiou a pica o máximo que pôde na boca, e ali literalmente explodi, ela fechou os lábios pra engolir meu leite, engoliu tudo e chupou pra tirar até a última gota do leite.
Ofereci um cigarro pra ela, acendi um pra mim, sentei numa cadeira, e fumamos quietinhos, relaxando.
Terminamos o cigarro, ela se levantou, disse: tio, vou no banheiro, foi e eu olhei ela ir embora, sem poder. acreditar no que tinha acontecido, e ao mesmo tempo olhando pra bunda dela, pensando que um dia ia ser minha.
Quando voltou do banheiro, ofereci um uísque. "Tem, tio?" "Sim, me dá um com gelo." Fui até o frigobar, servi dois uísques com gelo, voltei pro privê, bebemos de vagar, em pé. Peguei ela pela cintura, puxei pra perto, beijei ela na boca, no pescoço, e acariciava as nádegas dela. Ela se esfregou em mim, a pica começou a endurecer de novo. Ela acariciou, segurou, apertou na mão, olhou nos meus olhos, se ajoelhou e começou a chupar de novo.
Ela deu um boquete do caralho, a pica entrava e saía da boca dela toda molhada de saliva. Enfiava até a garganta e tirava devagar, sugando. Eu tava duro de novo e com vontade de comer ela de novo.
Coloquei ela de pé e mandei ela se ajoelhar numa das cadeiras sem braço que tenho pros clientes. Ela segurou no encosto, de pernas abertas e com a bunda empinada. Ajoelhei atrás, abri a racha e comecei a chupar o cu dela, lambendo e sugando enquanto enfiava dedos na buceta e esfregava o clitóris.
Vicky balbuciava algo que não dava pra entender e respirava pesado. Levantei e enfiei a pica na buceta dela até o talo, segurei na cintura e meti com tudo. Em cada estocada violenta, eu sentia a cabeçona da minha pica bater no fundo da buceta dela, toda molhada de fluidos, e a cada golpe ela soltava um "ahhhh..." parecido com um gemido.
"Tio, me dá mais, me dá mais..."
E eu dava mais, e minha sobrinha empurrava pra trás, acompanhando meus movimentos.
Tirei a pica daquela buceta encharcada, passei pela racha do cu e bati na bunda dela com a pica.
"Vicky, vamos trocar", falei.
"Sim, tio."
Ela levantou, eu sentei na cadeira. "Vem, sobe."
"Sim, tio."
Ela montou de pernas abertas, enfiando a pica na buceta dela. Buceta ardente e suculenta, agarrei ela pelo rabo e ela começou a cavalgar enquanto eu beijava o pescoço dela. Cavalgava com o pau enfiado, se movendo em círculos, gemia rouco.
- Caralho, tio, você me deixa louca.
Suspirou fundo, cavalgava mais forte, quase com violência, eu sentia o pau queimando com os sucos quentes dela.
De repente, começou a tremer, respirando como se estivesse roncando.
- Me abraça forte, tio.
Abracei ela com força, ela me beijou na boca e disse baixinho:
- Gozei, tio.
Começou a gozar, cavalgava, gemia e ofegava.
Não parava, ficava quase sem fôlego, cravava as unhas nas minhas costas e continuava se mexendo, a respiração dela era um gemido contínuo. Isso durou minutos, não sei quantos, eu estava surpreso.
De repente, respirou fundo, relaxou, os braços caíram para os lados e a cabeça dela caiu para trás. Segurei com uma das mãos e com o outro braço a mantive firme.
Respirava fundo e quase normalmente, abriu os olhos, sorriu.
- Tio, não sei o que aconteceu comigo, não conseguia parar de gozar e quase desmaiei, faltava ar.
- Talvez você tenha tido pequenos orgasmos seguidos.
- Não sei, é a primeira vez, talvez seja porque com seu pau me sinto preenchida, sinto que você enche minha buceta e que chega no fundo.
Me beijou na boca, se levantou e foi para o banheiro.
Servi dois uísques, que tomamos devagar, saboreando, enquanto fumávamos em silêncio.
Devem ter passado cinco ou dez minutos, não sei, ela deu um pequeno gole no uísque, se ajoelhou entre minhas pernas, pegou meu pau, passou a língua na cabeça, colocou na boca e começou a chupar muito bem. Eu não tinha gozado antes, então rapidamente meu pau ficou duro como ferro. Ela, com movimentos rápidos de cabeça, metia e tirava da boca. Já sentia que ia gozar, coloquei uma mão na cabeça dela, Vicky adivinhou, enfiou o pau o mais fundo que pôde na boca e eu explodi.
Ela engoliu toda a porra, se lambendo. limpou a rola com a língua, se levantou, me beijou na boca.
- Tio, já parou de chover, tenho que ir pra faculdade.
Ela se vestiu, me cumprimentou e foi embora.
Foi assim que terminou nosso primeiro encontro.
Esses encontros se repetiam uma ou duas vezes por semana, conforme nossas ocupações permitiam, cada vez mais quentes, safados e cheios de luxúria.
Se ela tem tempo, me manda uma mensagem com um "Quero", e eu respondo com um "OK" ou um "Não", dependendo da situação, e às vezes vamos pra um Motel, pra transar com mais conforto.
Aos poucos fui ensinando outras coisas, pra moldá-la morbidamente, pra transformá-la quase na minha escrava sexual, num objeto dos meus instintos mais baixos, numa puta obediente.
A Vicky deve ter uns 1,65m, pele morena, cabelo castanho, um sorriso lindo, pescoço bonito, peitos generosos e empinados, uma bunda gostosa, pernas lindas, tudo isso numa mina que pratica esporte há anos.
Além disso, Vicky é minha afilhada.
Faz um tempo que notei que, nos encontros de família, ela ficava me encarando enquanto eu conversava com outras pessoas na mesa. No começo, não liguei, mas como a atitude se repetiu, fiquei meio desconfortável, com medo de que alguém mais percebesse.
O tempo foi passando, mas com a insistência dela, comecei a olhar pra ela com outros olhos. Descobri um brilho diferente no olhar dela, fiquei maravilhado com os peitos dela, com a bunda, com as pernas, com o pescoço e com a boca; mas tinha medo de estar enganado ou de passar por um velho idiota por causa do flerte de uma garota que estivesse só de zoação.
Os meses foram passando, até que uma tarde eu trombei com ela na rua, bem na entrada do prédio onde tenho meu escritório — trabalho por conta própria. A gente se cumprimentou com um beijo na bochecha, trocamos umas palavras (os olhos dela brilhavam), e aí ouviu-se um trovão forte, enquanto começavam a cair umas gotonas de chuva.
Eu falei: "Vamos entrar, senão a gente vai se molhar. Aqui tenho meu escritório." "Aqui?", ela perguntou. "Sim, aqui", respondi.
Entramos no prédio, chamei o elevador, subimos e, enquanto subia, notei a respiração dela meio ofegante, e ela não parava de me olhar nos olhos.
Chegamos no andar, abri a porta do escritório, entramos, tranquei a porta com a chave, acendi as luzes e falei: "Entra", apontando pro fundo, onde tenho minha sala privada.
Ela foi na minha frente, e eu fui atrás, admirando aquela bunda firme que se mexia por baixo de um vestido de verão, de algodão ou algo assim, e que deixava adivinhar uma fio-dental minúscula.
Entramos na sala privada, e pela janela dava pra ver uma chuva forte. e a chuva barulhenta, puxei uma cadeira pra ela, passei pro outro lado da minha mesa, liguei o PC e ofereci um café, ela aceitou.
Servi os dois cafés e comecei a abrir os e-mails, deletei mensagens sem importância e enquanto lia e respondia os outros, Vicky bebericava o café devagar e acendeu um cigarro.
Não sabia que você fumava, falei, ela respondeu: Em casa não faço porque meu pai me mata; olhei pra ela enquanto falava e ela continuava com os olhos brilhando e agora, com os lábios também brilhantes como se tivesse passado a língua. Terminei com os e-mails, acendi um cigarro também e, olhando pra janela, exclamei: Que chuva danada!, parece que você não vai conseguir ir embora, ela respondeu: Se não te incomoda, tio, fico até passar. Sem problemas, falei, mas você vai ficar entediada, ela me olhou e disse suavemente: Não acredito, tio.
Ela se levantou da cadeira, pegou as xícaras de café, foi até a cozinha pequena, lavou elas e voltou pro meu escritório, sentou e, como quem não quer nada, disse: Os filmes pornô que você deve ter assistido aqui sozinho!, respondi: Nada disso, e perguntei rápido: Você quer ver?, Ah, tio, que vergonha, Vergonha? exclamei, mas se sou seu tio e ainda por cima seu padrinho.
Enquanto conversávamos, abri o explorer, procurei um filme pornô, apertei o Play e falei: Vicky, vem, senta na minha cadeira pra ver melhor, me levantei, ela sentou e eu fiquei de pé atrás do encosto.-
Na tela do monitor, uma suposta madrastra seduzia o enteado sentados num sofá, pegava na mão dele e fazia ele passar pela buceta, depois amassava a cock por cima da calça, abria o zíper, tirava a cock e começava a lamber e chupar.
Nessa altura, Vicky respirava fundo e eu tava com a cock duríssima.
Tirei minhas mãos do encosto e apoiei nos ombros dela, ela não disse nada, apertei de leve os ombros, subi um pouco as mãos e acariciei o pescoço dela. Ela quieta e muda, só respirava fundo e dava pra ver os peitos dela se mexendo no ritmo da respiração. Deslizei minhas mãos devagar, puxei as alças do vestido dela que caíram pro lado, Vicky quieta passava as mãos nas próprias pernas. Abaixei as alças do sutiã dela e, nessa hora, ela se arqueou olhando pra cima de mim. A cara dela mostrava um tesão do caralho. Levei as mãos pros peitos dela, tirei eles das taças do sutiã e comecei a acariciar, massageando os bicos que estavam durinhos, enquanto fazia isso, me inclinei e beijei o pescoço dela. Deslizei uma das mãos até a virilha dela e passei a mão na buceta por cima da saia. Ela abriu um pouco as pernas, levantei a saia e meti a mão na calcinha fio dental, tava toda molhada e a buceta dela bem quente. Sem parar de acariciar a buceta, com a outra mão abri minha calça e tirei a pica pra fora. Fiquei de pé do lado dela, Vicky virou a cabeça, olhou pra pica e falou: Tio, que pica enorme! Cê gosta? Tá dura assim por sua causa e é toda sua, falei baixinho. Ela pegou minha pica com as mãos, puxou a pele pra trás, deixando a cabeça roxa no ar, brilhando com meus fluidos.
Passou a ponta da língua no buraquinho da cabeça, depois por toda a ponta enquanto passava a mão nas minhas bolas e, finalmente, olhando nos meus olhos, enfiou o máximo que conseguiu na boca. Boca cheia de saliva e bem quente, segurei a cabeça dela por trás pra puxar ela mais pra perto de mim.
Ela chupava minha pica com muita vontade, como se quisesse engolir de verdade, a saliva escorria pelo canto dos lábios, ela mandava muito bem, minha pica entrava e saía da boca dela no ritmo dos movimentos da cabeça. Tirei a pica da boca dela, beijei ela, língua com língua enquanto acariciava a buceta de novo, peguei ela pelos braços e coloquei de pé, abracei ela enfiando a pica entre as pernas dela, amassando a bunda, beijei os peitos dela, chupei eles ao mesmo tempo que passava a mão em tudo: buceta e cuzinho.
Vicky gemia, respirava fundo, as bochechas dela ficaram vermelhas de tanto tesão. Tirei minha camisa, a calça, a cueca. Boxer, e terminei de despir ela, que quieta esperava eu tomar a iniciativa. Fiz ela sentar no sofá, levantei as pernas dela pra colocar em cima da mesa, me ajoelhei, abri a buceta dela com meus dedos, e comecei a lamber o clitóris dela e chupar os sucos dela, enquanto com uma mão amassava os peitos dela, ela se arqueava e gemia, até que disse gaguejando: tio, não sabia que você era assim. O que mais vai me fazer? Respondi: de tudo.
Me levantei, peguei ela pelas mãos, levantei e ordenei baixinho que ela ficasse de joelhos no sofá, inclinei ela pra frente pra ela se apoiar no encosto, abri as nádegas dela e comecei a chupar o cu dela e enfiar dedos na buceta dela, ela esticou uma mão pra trás acariciando minha cabeça dizendo: Ai tio, ai tio...
Me ergui, passando a pica pela racha do cu dela, de cima pra baixo, até que enfiei na buceta, empurrando devagar, fui penetrando naquela buceta apertada e suculenta. Vicky entre suspiros dizia ahhhhhh... ahhhhhh... tio, nunca me comeram assim, continua, mais, mais...
As palavras dela me deixaram no limite, eu segurava ela pela cintura e dava umas fodas violentas, batendo nas nádegas dela que balançavam a cada golpe de pica, assim ficamos um tempo, até que ela disse: Vou gozar, tio, vou gozar... Enterrei até o fundo e fiquei lá, enquanto Vicky gozava entre espasmos.
Tirei a pica, ela sentou, beijei ela na boca, beijo longo de língua, depois ofereci a pica, ela pegou, começou a lamber e chupou, sugando com força, até que eu disse: Vou gozar... Ela enfiou a pica o máximo que pôde na boca, e ali literalmente explodi, ela fechou os lábios pra engolir meu leite, engoliu tudo e chupou pra tirar até a última gota do leite.
Ofereci um cigarro pra ela, acendi um pra mim, sentei numa cadeira, e fumamos quietinhos, relaxando.
Terminamos o cigarro, ela se levantou, disse: tio, vou no banheiro, foi e eu olhei ela ir embora, sem poder. acreditar no que tinha acontecido, e ao mesmo tempo olhando pra bunda dela, pensando que um dia ia ser minha.
Quando voltou do banheiro, ofereci um uísque. "Tem, tio?" "Sim, me dá um com gelo." Fui até o frigobar, servi dois uísques com gelo, voltei pro privê, bebemos de vagar, em pé. Peguei ela pela cintura, puxei pra perto, beijei ela na boca, no pescoço, e acariciava as nádegas dela. Ela se esfregou em mim, a pica começou a endurecer de novo. Ela acariciou, segurou, apertou na mão, olhou nos meus olhos, se ajoelhou e começou a chupar de novo.
Ela deu um boquete do caralho, a pica entrava e saía da boca dela toda molhada de saliva. Enfiava até a garganta e tirava devagar, sugando. Eu tava duro de novo e com vontade de comer ela de novo.
Coloquei ela de pé e mandei ela se ajoelhar numa das cadeiras sem braço que tenho pros clientes. Ela segurou no encosto, de pernas abertas e com a bunda empinada. Ajoelhei atrás, abri a racha e comecei a chupar o cu dela, lambendo e sugando enquanto enfiava dedos na buceta e esfregava o clitóris.
Vicky balbuciava algo que não dava pra entender e respirava pesado. Levantei e enfiei a pica na buceta dela até o talo, segurei na cintura e meti com tudo. Em cada estocada violenta, eu sentia a cabeçona da minha pica bater no fundo da buceta dela, toda molhada de fluidos, e a cada golpe ela soltava um "ahhhh..." parecido com um gemido.
"Tio, me dá mais, me dá mais..."
E eu dava mais, e minha sobrinha empurrava pra trás, acompanhando meus movimentos.
Tirei a pica daquela buceta encharcada, passei pela racha do cu e bati na bunda dela com a pica.
"Vicky, vamos trocar", falei.
"Sim, tio."
Ela levantou, eu sentei na cadeira. "Vem, sobe."
"Sim, tio."
Ela montou de pernas abertas, enfiando a pica na buceta dela. Buceta ardente e suculenta, agarrei ela pelo rabo e ela começou a cavalgar enquanto eu beijava o pescoço dela. Cavalgava com o pau enfiado, se movendo em círculos, gemia rouco.
- Caralho, tio, você me deixa louca.
Suspirou fundo, cavalgava mais forte, quase com violência, eu sentia o pau queimando com os sucos quentes dela.
De repente, começou a tremer, respirando como se estivesse roncando.
- Me abraça forte, tio.
Abracei ela com força, ela me beijou na boca e disse baixinho:
- Gozei, tio.
Começou a gozar, cavalgava, gemia e ofegava.
Não parava, ficava quase sem fôlego, cravava as unhas nas minhas costas e continuava se mexendo, a respiração dela era um gemido contínuo. Isso durou minutos, não sei quantos, eu estava surpreso.
De repente, respirou fundo, relaxou, os braços caíram para os lados e a cabeça dela caiu para trás. Segurei com uma das mãos e com o outro braço a mantive firme.
Respirava fundo e quase normalmente, abriu os olhos, sorriu.
- Tio, não sei o que aconteceu comigo, não conseguia parar de gozar e quase desmaiei, faltava ar.
- Talvez você tenha tido pequenos orgasmos seguidos.
- Não sei, é a primeira vez, talvez seja porque com seu pau me sinto preenchida, sinto que você enche minha buceta e que chega no fundo.
Me beijou na boca, se levantou e foi para o banheiro.
Servi dois uísques, que tomamos devagar, saboreando, enquanto fumávamos em silêncio.
Devem ter passado cinco ou dez minutos, não sei, ela deu um pequeno gole no uísque, se ajoelhou entre minhas pernas, pegou meu pau, passou a língua na cabeça, colocou na boca e começou a chupar muito bem. Eu não tinha gozado antes, então rapidamente meu pau ficou duro como ferro. Ela, com movimentos rápidos de cabeça, metia e tirava da boca. Já sentia que ia gozar, coloquei uma mão na cabeça dela, Vicky adivinhou, enfiou o pau o mais fundo que pôde na boca e eu explodi.
Ela engoliu toda a porra, se lambendo. limpou a rola com a língua, se levantou, me beijou na boca.
- Tio, já parou de chover, tenho que ir pra faculdade.
Ela se vestiu, me cumprimentou e foi embora.
Foi assim que terminou nosso primeiro encontro.
Esses encontros se repetiam uma ou duas vezes por semana, conforme nossas ocupações permitiam, cada vez mais quentes, safados e cheios de luxúria.
Se ela tem tempo, me manda uma mensagem com um "Quero", e eu respondo com um "OK" ou um "Não", dependendo da situação, e às vezes vamos pra um Motel, pra transar com mais conforto.
Aos poucos fui ensinando outras coisas, pra moldá-la morbidamente, pra transformá-la quase na minha escrava sexual, num objeto dos meus instintos mais baixos, numa puta obediente.
1 comentários - A Saga do Tio Carlos [O Começo]