3º Encontro com a judia gorda (e último)
Depois de muito tempo, volto a escrever entre a punheta que me dá fazer isso e outros rolês, não consegui sentar. Lembram dos relatos anteriores? Uma foda na minha casa e a outra no consultório do meu pai. Bom, esse foi meu último encontro com ela e acho que foi o melhor.
Vou contar: tinham passado umas semanas da última vez que a gente tinha se visto, a gente conversava, mas nunca rolava. Até que um dia ela me manda uma mensagem meio tarada e eu pensei: "é agora". Mas era uma terça-feira, eu nem fodendo tinha a casa sozinha e ela duvidava que eu tivesse a chave do consultório. Não liguei, peguei o carro, fui buscar ela e fui direto pro hotel na Superi e Olazábal. Já enquanto a gente ia pro hotel, ela ficava passando a mão na minha pica e deixava ela dura pra caralho, a safada. Chegamos no hotel, quarto normal. Entramos, mal fechou a porta, eu agarrei ela, encostei na parede de costas pra mim, me apoiei nela, comecei a beijar o pescoço dela enquanto esfregava minha pica no jeans que ela tava usando, e chupava o pescoço dela sem parar, igual um selvagem. Aí baixei a calça dela, tirei a calcinha que ela tava usando. Me agachei, abri as bandas do cu dela e comecei a chupar e cuspir sem parar, depois passava pela buceta e saboreava ela de tão molhadinha que tava. Minha pica não aguentava mais dentro do jeans. Ela se virou, me agarrou pelo cabelo e me jogou na cama, tirou minha camiseta na loucura, baixou minha calça e minha pica saltou pra fora. Ela pegou e começou a chupar sem parar, eu ficava doido, pedia mais e mais. Enquanto minha pica tava na boca dela, ela começou a chupar minhas bolas, isso me deixou louco. Ela percebeu, abriu minhas pernas e começou a chupar meu cu (ai, meu Deus, que sensação incrível), lambia, cuspia, eu não aguentava mais, precisava meter nela. Ela continuou e não me deixava mexer. Até que parou. Eu agarrei ela, joguei na cama, abri as pernas dela e comecei a chupar aquela buceta bem molhada que ela tinha. Até que a Gritando me pedia pra meter, então abri bem os lábios dela e encostava só a pontinha, tirava de leve pra esquentar bem. Fiquei nessa por um tempinho. Até que meti fundo, comecei a bombar igual um louco enquanto colocava o dedo no cu pra sentir, e vi que ela não reclamava. Aí tirei dessa buceta toda molhadinha. E meti no cu de uma vez, porque já tava molhado dos fluidos dela. Comecei a bombar sem parar no cu, tirava de lá e metia na buceta, dava uma aliviada e depois voltava pro cu, assim uma vez e outra. Até que não aguentei mais, tirei, cheguei perto da cara dela e gozei tudo na boquinha, que engoliu tudinho. Depois descansamos um pouco e ela ficou de quatro, eu chupei de novo e meti na buceta, e aí fomos pro chuveirinho, assim o turno inteiro no hotel. Depois disso não transamos mais, somos amigos e tá tudo certo. Mas não rolou mais nada.
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Depois de muito tempo, volto a escrever entre a punheta que me dá fazer isso e outros rolês, não consegui sentar. Lembram dos relatos anteriores? Uma foda na minha casa e a outra no consultório do meu pai. Bom, esse foi meu último encontro com ela e acho que foi o melhor.
Vou contar: tinham passado umas semanas da última vez que a gente tinha se visto, a gente conversava, mas nunca rolava. Até que um dia ela me manda uma mensagem meio tarada e eu pensei: "é agora". Mas era uma terça-feira, eu nem fodendo tinha a casa sozinha e ela duvidava que eu tivesse a chave do consultório. Não liguei, peguei o carro, fui buscar ela e fui direto pro hotel na Superi e Olazábal. Já enquanto a gente ia pro hotel, ela ficava passando a mão na minha pica e deixava ela dura pra caralho, a safada. Chegamos no hotel, quarto normal. Entramos, mal fechou a porta, eu agarrei ela, encostei na parede de costas pra mim, me apoiei nela, comecei a beijar o pescoço dela enquanto esfregava minha pica no jeans que ela tava usando, e chupava o pescoço dela sem parar, igual um selvagem. Aí baixei a calça dela, tirei a calcinha que ela tava usando. Me agachei, abri as bandas do cu dela e comecei a chupar e cuspir sem parar, depois passava pela buceta e saboreava ela de tão molhadinha que tava. Minha pica não aguentava mais dentro do jeans. Ela se virou, me agarrou pelo cabelo e me jogou na cama, tirou minha camiseta na loucura, baixou minha calça e minha pica saltou pra fora. Ela pegou e começou a chupar sem parar, eu ficava doido, pedia mais e mais. Enquanto minha pica tava na boca dela, ela começou a chupar minhas bolas, isso me deixou louco. Ela percebeu, abriu minhas pernas e começou a chupar meu cu (ai, meu Deus, que sensação incrível), lambia, cuspia, eu não aguentava mais, precisava meter nela. Ela continuou e não me deixava mexer. Até que parou. Eu agarrei ela, joguei na cama, abri as pernas dela e comecei a chupar aquela buceta bem molhada que ela tinha. Até que a Gritando me pedia pra meter, então abri bem os lábios dela e encostava só a pontinha, tirava de leve pra esquentar bem. Fiquei nessa por um tempinho. Até que meti fundo, comecei a bombar igual um louco enquanto colocava o dedo no cu pra sentir, e vi que ela não reclamava. Aí tirei dessa buceta toda molhadinha. E meti no cu de uma vez, porque já tava molhado dos fluidos dela. Comecei a bombar sem parar no cu, tirava de lá e metia na buceta, dava uma aliviada e depois voltava pro cu, assim uma vez e outra. Até que não aguentei mais, tirei, cheguei perto da cara dela e gozei tudo na boquinha, que engoliu tudinho. Depois descansamos um pouco e ela ficou de quatro, eu chupei de novo e meti na buceta, e aí fomos pro chuveirinho, assim o turno inteiro no hotel. Depois disso não transamos mais, somos amigos e tá tudo certo. Mas não rolou mais nada.
Abraços
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