Fala, pessoal! Tô deixando mais um conto meu aqui, espero que vocês curtam. Comentários e estrelinhas são sempre bem-vindos. Valeu!Minha amiga e minha namorada.Esta é a história de como minha amiga Pauli ajudou minha namorada a me botar chifre. Conheci a Pauli há muitos anos num bar e naquela mesma noite a gente já tava se acabando na caminha dela. Continuar falando da Pauli daria vários contos, a única coisa que dá pra dizer é que com ela pude desabafar desde o início minhas fantasias de ser corno, já que na terceira noite que a gente ia se encontrar depois de se conhecer, chego na casa dela e vejo um carro estacionado, um cara dirigindo e ela dentro. Falei pro taxista parar mais na frente, a Pauli ficou mais um tempinho, e depois desceu, não cheguei a ver se beijava o cara ou se tavam fazendo alguma coisa, mas a excitação que me deu ao ver a Pauli com outro macho, e conhecendo o quanto ela é putinha, não me deixou dúvida de que alguma coisa tinha rolado. Quando subi, perguntei e a única resposta que ela deu foi: - Me perdoa? E depois repetiu: - É, você me perdoa. Começou a chupar meu pau e meu cu e me fez esquecer do mundo. Depois desse episódio, ela começou a me contar tudo que fazia com outros caras, a me mostrar as mensagens que mandavam pra ela, como não era minha namorada nem ia ser, já não me incomodava em nada, aliás, bem pelo contrário, me dava um tesão danado saber que ela tava dando pra vários caras por aí. Ainda me lembro como me excitava ficar dormindo na casa dela e lá pelas seis ou sete da manhã ouvir o celular dela tocar, de algum cara ligando pra comer ela e ela não atendia porque tava comigo, mas com certeza daria pra ele se eu não tivesse ali.
Apesar de foder como os deuses, as coisas não davam pra um relacionamento sério com ela, eu sentia que ela me queria, mas muitas coisas não batiam, e não só porque ela era muito puta com outros caras, mas outras coisas que ela tinha que não vêm ao caso. Foi assim que fui conhecendo mais gente e conheci a Patrícia, que em alguns meses virou minha namorada, e parei de ver a Pauli com o tempo, embora sempre sentisse falta da performance dela na cama.
Com a Patri já No começo, a parada na cama tava bem ruim, até que a gente começou a compartilhar fantasias, entre elas meu desejo de ser corno, embora eu não tivesse coragem de botar em prática, eu ficava inventando situações o tempo todo. A gente via com a Patri uns filmes pornô, muitos deles sobre cuckold. Minha namorada ficava toda molhada com as pirocas grandes, os negões, as brincadeiras de humilhação. Ela me confessou que tava com vontade de algum negão daqueles arrebentar a buceta dela pela primeira vez, se masturbava todo dia pensando em negões grandões e pausudos e na puta que ela seria com um macho daqueles na cama. Eu ficava louco ouvindo ela e a gente acabava transando que nem dois animais enquanto ela se fazia de puta arrombada.
Um dia a Pauli me ligou pra saber como eu tava. A verdade é que vieram um monte de lembranças na cabeça e me deu vontade de repetir aquelas experiências, então fui visitar ela. Quando cheguei, perguntei como ela tava, o que tava fazendo da vida, e todas aquelas coisas que se falam depois de um tempo.
— E com os homens, como é que cê tá? Tá com alguém? — perguntei.
— Não, tô sozinha, bom, na verdade, tô dando pra um stripper faz umas duas semanas — ela respondeu.
— Um stripper? Hahahaha, e a pica dele é grande de verdade ou não?
— Olha, esse tem, 23 centímetros — ela falou com cara de safada, eu fervia de tesão — Tenho um vídeozinho que a gente gravou junto, quer ver? — ela perguntou.
Eu disse que sim na hora.
Quando vi o vídeo, não conseguia acreditar, a puta da Pauli enfiava o pauzão do stripper de 23 cm, que eram reais, na boquinha dela, depois subia em cima e começava a bombar, a bunda da Pauli em primeiro plano cavalgando aquela piroca enorme me deixava a mil, e sem pedir permissão eu tirei a rola e comecei a bater uma, não conseguia parar. Num momento, ele começou a meter no cu dela enquanto ela uivava, a qualquer hora eu ia gozar que nem um verdadeiro punheteiro desenfreado. A Pauli não gostou muito, me fez parar a punheta, a gente foi pra cama e começou a transar a quatro mãos. Eu perguntava pra ela como o striper tinha comido ela, e ela me mostrava, me fazendo mudar de posição. Quando terminamos de transar, não conseguia tirar o vídeo da cabeça, e me veio uma ideia sacana. Pauli me deu abertura pra falar quando perguntou: — Você ainda tá namorando? — Tô — respondi — e sabe o quê? Eu queria que seu novo macho, o striper, comesse minha namorada e arrombasse a bunda dela! — Hummm, a gente teria que apresentar eles então — ela disse com um sorriso malicioso. Isso me deixou mais excitado, não sei se o motivo de Pauli apoiar que o novo macho dela comesse minha namorada era me separar dela ou o quê, mas o fato é que a ideia me fascinava, e comecei a pensar em como fazer praquele macho comer minha namorada. Seriam meus primeiros chifres, pelo menos dos que eu ficasse sabendo, e minha namorada merecia aquele striper, que pelo que deu pra ver no vídeo, além de uma piroca enorme, tinha um corpo muito bom, com um pouco de pelo no peito e sabia perfeitamente como arrombar um cu. Era o que minha namorada precisava, e minha amiga tava disposta a me ajudar a me transformar num corno manso. Decidimos que ela ia contar pro striper no próximo encontro deles. Meu medo era que minha namorada descobrisse que a gente tinha combinado tudo com a Pauli, porque ela sabia da existência dela e se descobrisse que eu ainda tinha qualquer tipo de contato com a Pauli, ia tudo pro caralho. Então a gente optou pelo seguinte: Pauli, quando estivesse com o striper, ia entrar no Facebook da minha namorada e mostrar umas fotos, dizendo que odiava ela ou algo assim, que aquela gostosa era a namorada de um cara que tinha ficado com ela e que ela tinha certeza de que a mina tava dando chifre no cara e queria contar, mas não tinha provas. Naquele momento, ela ia dizer pro striper pra ele começar a dar em cima dela pelo Facebook e ver se conseguia começar a comer ela. Obviamente, não ia falar nada sobre mim, e por outro lado, ia fazer o striper jurar que em hipótese alguma ia contar que ela tinha dado a ideia. mandou.
Me despedi da Pauli e segui minha vida normal, até que tinha até esquecido do assunto, quando recebo uma ligação dela:
— Oi, tenho novidades sobre o que a gente conversou da última vez! — Quando ela falou isso, lembrei na hora e fiquei de pau duro na mesma hora.
— Vou te contar várias coisas: o striper amou sua namorada, já adicionou ela no Face e eles tão conversando quase todo dia. Mais ainda, ele tem várias fotos postadas no perfil dele de cueca boxer e slip, sua namorada já elogiou ele e eles tiveram várias conversas de putaria — a Pauli contava toda animada e excitada.
— Sério mesmo??? — não conseguia acreditar.
— Sim, sim, acho que é questão de dias só pra eles se encontrarem. Você vai viajar na quarta, não vai? — perguntou a Pauli.
— Sim, como você sabe? — não tinha contado pra quase ninguém.
— Sua namorada contou pro striper, acho que é nessa época que eles vão se ver.
Uiii, era tudo verdade, uma mistura de excitação e ciúme começou a me invadir por dentro, sentia a pica que ia explodir.
— Mais ainda, o striper me passou as conversas que eles têm no chat, sua namorada se derrete toda em elogios pra ele. Ela faz um pouco a santinha, dizendo que tá namorando e essas coisas, mas acho que isso é inevitável, chifre garantido!, como você queria, hahahaha — a Pauli ria.
Fui ver minha namorada, e começamos a transar. No meio, falamos das fantasias de sempre, mas dessa vez ela não falou de um negão, e sim de um cara de 1,90m, moreno, com um pouco de pelo no peito e uma pica grande, que comia ela sem parar e metia no cu dela: ela tava me descrevendo o striper. Tudo se encaixava, tudo era real.
— Você gostaria de ser comida por um cara assim? — perguntei.
— Sim, sim, quero ser comida e dar o cu pra um cara assim. — ela completou.
Não aguentei mais, gozei na hora.
— Você vai na quarta afinal? — ela perguntou.
— Sim, volto só na segunda.
— Nossa, só na segunda? Vou sentir sua falta! — disse enquanto me abraçava docemente — Muitos dias pra ficar sozinha e com tesão, vou ter que arrumar alguém! Hahahaha — ela completou em tom de brincadeira, mas eu sabia que tava longe de ser piada.
Na terça, a Pauli me ligou, confirmou: quarta à noite o stripper ia jantar na casa da minha namorada, já tava tudo engatilhado. Na quarta à tarde, passei pra dar um oi, e em cima da mesa tinha um pacote com lingerie nova.
— Olha o que comprei — disse minha namorada, me mostrando uma tanga, um sutiã e umas cintas-liga.
— Cinta-liga? Nossa, que delícia, sabia que eu amo, quando vamos estrear? — perguntei me fazendo de besta, enquanto pensava: “já era, até roupa ela comprou pra me chifrar, a putinha”.
— Vou usar quando você voltar, bom, quem sabe eu estreio antes se tiver muito necessitada, hahahaha — respondeu. A filha da puta tava contando tudo que realmente ia fazer num tom de brincadeira pra se achar.
Me despedi com um beijão na boca da minha namorada, ela podia sentir meu tesão e até disse: — O que você tem, tá tão fogoso?
Fui embora sabendo que na próxima vez que visse minha namorada, ia estar com uns chifres enormes na testa. Não conseguia tirar da cabeça o que imaginava que tava rolando: o stripper indo na casa dela, ela esperando ele com a lingerie que comprou pra ele, tudo isso. Não resisti à tentação e liguei pra ela. Uma, duas, três vezes: ninguém atendeu. Com certeza naquele exato momento, ela já tava se revirando e gozando com o pauzão do novo macho dela. Bati uma com as cenas que passavam na minha cabeça e dormi, não sem antes ter que tomar quase uma garrafa de vinho, senão seria impossível.
Já era quinta ao meio-dia quando acordei, e nem sinal da minha namorada, ela nem tinha retornado minha ligação, então liguei de novo, dessa vez ela atendeu.
— Oi! Como você tá? — disse ela
— Bem, e você?
— Excelente — a resposta dela me deu um pouco nos nervos.
— Sem mim e “excelente”?
— Hahahaha, sim, verdade, no trabalho. Se quiser, a gente fala mais tarde, me liga cedo. — porque hoje à noite vou ao cinema com a Priscila.
— Ok, beijo.
— Tchau.
A real é que fiquei na minha, cheguei cansado no hotel, deitei na cama e capotei. Quando acordei, já era umas 22h, mesmo sabendo que minha mina ia pro cinema, liguei pra ela, afinal, se não tivesse ido, ela ia atender. Nada de nada. Deve estar no… cinema? Hum, resolvi confirmar e liguei pra Priscila.
— Oi, Marcelo! O que cê tá fazendo, a que devo a honra? – atendeu a Priscila na hora.
— Ué, desculpa, nada a ver, me enganei, queria ligar pra Patri mas acabei ligando pra você, como você tá abaixo na lista de contatos, errei sem querer – e esperei a resposta dela.
— Ah, tá bom, nem sei onde ela anda, você não tá na casa dela?
— Não, não, tô viajando a trabalho e vou ficar até o fim de semana aqui, e você?
— Fazendo compras no supermercado, então é isso, vou nessa, um beijo – ela disse.
— Outro, tchau e desculpa o erro.
Pronto, era óbvio que tudo com a stripper tinha ido bem demais, e com certeza naquele momento minha mina ainda tava curtindo a nova rola dela. Liguei de novo pra ela, e nada. Voltei pro hotel, tive que bater mais uma punheta com as imagens do vídeo, mas no lugar da Pauli, era minha mina a protagonista.
Sexta-feira ao meio-dia, meu celular toca: meu amorzinho.
— Oi, meu love, como cê tá?
— Muito bem, felizmente, melhor do que nunca, hahaha – ela respondeu.
“E claro, parece que teu novo macho te atendeu bem, e duas noites seguidas” – pensei.
— Vi suas chamadas perdidas, tava no cinema, como te falei, depois ficou muito tarde pra te ligar – ela comentou.
— Ah, verdade, tinha esquecido, foi com a Priscila, né?
— Sim, sim, depois fomos tomar umas e ficou super tarde – ela mentiu.
— Ah, tá bom.
— Você volta na segunda-feira, afinal?
— Sim, sim.
— Que pena, tô com saudade, meu love! – disse a corna.
— Bom, já vou voltar, enquanto isso, se diverte, não fica entediada – falei.
— Hahaha, isso é que não, bom, vou indo, um beijo, e se comporta, cuidado com as minas!
“Que filha da puta” – pensei. mas a única coisa que respondi foi com uma gargalhada e me despedi.
Na sexta, terminei tudo relacionado ao meu trabalho e pensei em dar uma "surpresa" pra minha namorada, voltando na mesma sexta, mas antes de decidir, liguei pra Pauli:
— Oi Pauli, como cê tá?
— Bem, e você?
— Bem, sabe por que tô ligando?
— Imagino, cê deve querer novidades, e eu TENHO pra contar, e muitas... — ela disse
— Então conta
— Bom, o Germán me ligou, é assim que chama o stripper, já se viram duas vezes, ele disse que sua namorada se entregou sem problemas, que é uma puta gostosa, que ficou louca com o pau dele e com o corpo dele, que várias vezes falou: "é bem maior que o do meu namorado", coisa que eu confirmo porque conheço os dois, "que nunca tinha sido comida assim", e mais um monte de coisa. Olha, a verdade é que sua namorada pra ele foi mais fácil que tabuada de dois, ele disse que é uma puta fogosa, bem boazinha, que não parava de pedir mais e mais, que falava que era escrava dele, que fizesse o que quisesse com ela. O Germán gostou muito da sua namorada, disse que vai continuar comendo ela até se cansar, e agora tá planejando fazer a Booty, acha que no próximo encontro vai desvirgar a Booty dela, cê tá me ouvindo? — perguntou Pauli
Eu tava a mil, não acreditava que tudo tinha sido tão rápido, sentia um tesão do caralho imaginando a Patri com o novo macho dela, mas por outro lado o ciúme e o medo começavam a me invadir.
— Sim, sim — respondi
— Bom, era isso que você queria, já conseguiu, agora cê é corno de verdade, parabéns, cê gosta de se sentir corno? — perguntou maldosamente
— Hummm, sei lá, olha, depois te ligo, ok?
— Bom, olha que esse favor você vai ter que pagar do jeito que eu gosto, com uma boa transa, lembra que eu arrumei tudo pra sua namorada ser comida por outro, quando cê vai vir me comer?
— Mmmm, não sei, não sei, depois te ligo. Beijos — e desliguei
Mais decidido do que nunca, peguei a estrada de volta, direto pra casa da minha namorada, já era de noite. Antes liguei pra ela no telefone, e ela não atendeu. Eu tinha um jogo de chaves, e decidi subir, todo doido e pronto pra encarar o que viesse, abri a porta do apartamento dela, e não vi nada, mas ouvi, primeiro uns gemidos que me enlouqueceram e de repente:
- Assim, assim, macho, assim, come a sua puta assim, buceta, por favor buceta, não para, come a sua puta que precisa desse pau na buceta, me come, me come do jeito que você sabe, papai!!!!
A porta estava entreaberta, segurando a respiração fui me aproximando, e vi o cara metendo de quatro na sua puta, que era nada mais nada menos que minha namorada. Fiquei paralisado, o pau ia explodir, tirei o pau e comecei a bater uma com aquele espetáculo: minha namorada mais puta do que nunca, com outro macho, gritando um monte de putaria, e o cara metendo sem piedade, com toda a raiva. Nisso ouço minha namorada: assim, goza dentro de mim, papai, enche com seu leite, papai, por favor. Ouvi o berro do cara e um grito da minha namorada, acompanhando ele no orgasmo. Ele ficou largado em cima dela.
- Que quente que é seu leite, papai - isso me surpreendeu, ele tinha comido ela sem camisinha? E claro, se tinha comido a Pauli sem camisinha também! Que filho da puta, encheu ela de leite também.
- Gostou, puta? É mais quente que o do corno? – perguntou o Germán.
- Sim, mais quente e muito mais quantidade, adoro – respondeu minha namorada toda putinha.
Ao ouvir essas palavras dela, gozei sem fazer barulho, fui pra sala e sentei no sofá. Liguei pra ela de novo, dessa vez atendeu. Com a voz o mais baixo possível, falei:
- Oi meu amor, tô na sua casa, sentado na sala, por favor vem, não tô bravo, já sei de tudo.
Nisso apareceu minha namoradinha, tava pálida de susto, fiz sinal pra ela sentar do meu lado, abracei ela e comecei a beijar ela desesperadamente na boca, enfiando minha língua até a garganta dela.
- Para, para, eu, eu acabei de transar com outro e chupei o pau dele —Também me disse, tímida.
—Já sei, meu amor, já sei. Me dá um beijo, não se preocupa.
Ela abriu bem a boca, e de repente a língua dela invadiu a minha. Foi um beijo longo, longo. Ela tava curtindo aquele beijo tanto quanto eu.
Nisso, lá do quarto, o Germán perguntou se tava tudo bem, e ela respondeu que sim, que já voltava, que ele ficasse lá.
—Quero te explicar...
—Você não tem nada pra explicar, só deixa eu meter um pouquinho — supliquei.
—Tá bom, mas coloca uma camisinha. De agora em diante, vamos ter que usar camisinha. Só vou fazer sem camisinha com o homem que tá no meu quarto. Ele é meu macho agora, e você, meu namorado — ela disse, bem segura de si.
Peguei uma camisinha e coloquei. Meti nela. A buceta dela tava bem dilatada e esticada, e com a camisinha eu sentia muito pouco atrito, e ela também.
—Tá me sentindo, meu amor?
—Não, pra ser sincera, tô sentindo muito pouco. Meu novo macho tem o pau bem grande!
Isso me excitou ainda mais. Metia inteiro, e ela quase não sentia nada. Eu ouvia o barulho dos fluidos batendo, mistura da porra que o novo macho tinha deixado nela com a umidade da buceta dela, que com certeza era por causa da foda anterior. Gozei de novo.
—Gostou, corno? — ela disse, me beijando na testa.
—Sim, meu amor!
—Então, viu? Nossa fantasia se realizou. Agora você é corno, e vai continuar sendo, sabia? O Germán me deixa louca, mas você é meu namorado e eu te amo. Agora preciso que você vá pra sua casa e me deixe sozinha com ele. A gente tem que conversar, e além disso, hoje ele quer me fazer no cuzinho. Você concorda?
—Sim, meu amor. Que ele te coma bem o rabo e encha de porra! — incentivei. — Quando terminarem, me liga, por favor. Quero jantar com você como qualquer casal de namorados.
—Sim, quando meu macho for embora, te ligo. Você vem jantar e eu conto tudo. Vamos ter que ver qual vai ser seu papel agora na nossa relação. O lugar que você ocupava antes na minha cama, agora é de outro, mas não no meu coração. Saí da casa da minha namorada e, como a sessão se estendeu por horas, voltei de novo bem tarde. Minha namorada tinha acabado de tomar banho e estava me esperando com um creminho pra eu passar na bunda dela. Foi muito gostoso ver como tinham deixado o cu dela aberto; ao passar o creme no buraco, tive que tirar a pica e bater uma punheta, que minha namorada celebrou. Ela me contou tudo com detalhes, que assim que fizeram contato pelo face o cara já tinha deixado ela toda molhada, que já vinha decidida a começar a transar com outro ou outros há meses, por causa das coisas que a gente conversava na cama.
Isso tudo aconteceu há dois anos. O Germán continua comendo ela uma vez por semana, e ela já tem mais dois amantes. Eu sou totalmente fiel, e nunca mais comi minha amiga Pauli de novo, embora às vezes a gente saia os três: Pauli, minha namorada e eu (Elas ficaram amigas porque várias vezes o Germán curtiu com as duas). Quando saímos, elas duas sempre pegam alguém, e eu vou dormir em casa e bater uma punheta como um bom cuck.
Apesar de foder como os deuses, as coisas não davam pra um relacionamento sério com ela, eu sentia que ela me queria, mas muitas coisas não batiam, e não só porque ela era muito puta com outros caras, mas outras coisas que ela tinha que não vêm ao caso. Foi assim que fui conhecendo mais gente e conheci a Patrícia, que em alguns meses virou minha namorada, e parei de ver a Pauli com o tempo, embora sempre sentisse falta da performance dela na cama.
Com a Patri já No começo, a parada na cama tava bem ruim, até que a gente começou a compartilhar fantasias, entre elas meu desejo de ser corno, embora eu não tivesse coragem de botar em prática, eu ficava inventando situações o tempo todo. A gente via com a Patri uns filmes pornô, muitos deles sobre cuckold. Minha namorada ficava toda molhada com as pirocas grandes, os negões, as brincadeiras de humilhação. Ela me confessou que tava com vontade de algum negão daqueles arrebentar a buceta dela pela primeira vez, se masturbava todo dia pensando em negões grandões e pausudos e na puta que ela seria com um macho daqueles na cama. Eu ficava louco ouvindo ela e a gente acabava transando que nem dois animais enquanto ela se fazia de puta arrombada.
Um dia a Pauli me ligou pra saber como eu tava. A verdade é que vieram um monte de lembranças na cabeça e me deu vontade de repetir aquelas experiências, então fui visitar ela. Quando cheguei, perguntei como ela tava, o que tava fazendo da vida, e todas aquelas coisas que se falam depois de um tempo.
— E com os homens, como é que cê tá? Tá com alguém? — perguntei.
— Não, tô sozinha, bom, na verdade, tô dando pra um stripper faz umas duas semanas — ela respondeu.
— Um stripper? Hahahaha, e a pica dele é grande de verdade ou não?
— Olha, esse tem, 23 centímetros — ela falou com cara de safada, eu fervia de tesão — Tenho um vídeozinho que a gente gravou junto, quer ver? — ela perguntou.
Eu disse que sim na hora.
Quando vi o vídeo, não conseguia acreditar, a puta da Pauli enfiava o pauzão do stripper de 23 cm, que eram reais, na boquinha dela, depois subia em cima e começava a bombar, a bunda da Pauli em primeiro plano cavalgando aquela piroca enorme me deixava a mil, e sem pedir permissão eu tirei a rola e comecei a bater uma, não conseguia parar. Num momento, ele começou a meter no cu dela enquanto ela uivava, a qualquer hora eu ia gozar que nem um verdadeiro punheteiro desenfreado. A Pauli não gostou muito, me fez parar a punheta, a gente foi pra cama e começou a transar a quatro mãos. Eu perguntava pra ela como o striper tinha comido ela, e ela me mostrava, me fazendo mudar de posição. Quando terminamos de transar, não conseguia tirar o vídeo da cabeça, e me veio uma ideia sacana. Pauli me deu abertura pra falar quando perguntou: — Você ainda tá namorando? — Tô — respondi — e sabe o quê? Eu queria que seu novo macho, o striper, comesse minha namorada e arrombasse a bunda dela! — Hummm, a gente teria que apresentar eles então — ela disse com um sorriso malicioso. Isso me deixou mais excitado, não sei se o motivo de Pauli apoiar que o novo macho dela comesse minha namorada era me separar dela ou o quê, mas o fato é que a ideia me fascinava, e comecei a pensar em como fazer praquele macho comer minha namorada. Seriam meus primeiros chifres, pelo menos dos que eu ficasse sabendo, e minha namorada merecia aquele striper, que pelo que deu pra ver no vídeo, além de uma piroca enorme, tinha um corpo muito bom, com um pouco de pelo no peito e sabia perfeitamente como arrombar um cu. Era o que minha namorada precisava, e minha amiga tava disposta a me ajudar a me transformar num corno manso. Decidimos que ela ia contar pro striper no próximo encontro deles. Meu medo era que minha namorada descobrisse que a gente tinha combinado tudo com a Pauli, porque ela sabia da existência dela e se descobrisse que eu ainda tinha qualquer tipo de contato com a Pauli, ia tudo pro caralho. Então a gente optou pelo seguinte: Pauli, quando estivesse com o striper, ia entrar no Facebook da minha namorada e mostrar umas fotos, dizendo que odiava ela ou algo assim, que aquela gostosa era a namorada de um cara que tinha ficado com ela e que ela tinha certeza de que a mina tava dando chifre no cara e queria contar, mas não tinha provas. Naquele momento, ela ia dizer pro striper pra ele começar a dar em cima dela pelo Facebook e ver se conseguia começar a comer ela. Obviamente, não ia falar nada sobre mim, e por outro lado, ia fazer o striper jurar que em hipótese alguma ia contar que ela tinha dado a ideia. mandou.
Me despedi da Pauli e segui minha vida normal, até que tinha até esquecido do assunto, quando recebo uma ligação dela:
— Oi, tenho novidades sobre o que a gente conversou da última vez! — Quando ela falou isso, lembrei na hora e fiquei de pau duro na mesma hora.
— Vou te contar várias coisas: o striper amou sua namorada, já adicionou ela no Face e eles tão conversando quase todo dia. Mais ainda, ele tem várias fotos postadas no perfil dele de cueca boxer e slip, sua namorada já elogiou ele e eles tiveram várias conversas de putaria — a Pauli contava toda animada e excitada.
— Sério mesmo??? — não conseguia acreditar.
— Sim, sim, acho que é questão de dias só pra eles se encontrarem. Você vai viajar na quarta, não vai? — perguntou a Pauli.
— Sim, como você sabe? — não tinha contado pra quase ninguém.
— Sua namorada contou pro striper, acho que é nessa época que eles vão se ver.
Uiii, era tudo verdade, uma mistura de excitação e ciúme começou a me invadir por dentro, sentia a pica que ia explodir.
— Mais ainda, o striper me passou as conversas que eles têm no chat, sua namorada se derrete toda em elogios pra ele. Ela faz um pouco a santinha, dizendo que tá namorando e essas coisas, mas acho que isso é inevitável, chifre garantido!, como você queria, hahahaha — a Pauli ria.
Fui ver minha namorada, e começamos a transar. No meio, falamos das fantasias de sempre, mas dessa vez ela não falou de um negão, e sim de um cara de 1,90m, moreno, com um pouco de pelo no peito e uma pica grande, que comia ela sem parar e metia no cu dela: ela tava me descrevendo o striper. Tudo se encaixava, tudo era real.
— Você gostaria de ser comida por um cara assim? — perguntei.
— Sim, sim, quero ser comida e dar o cu pra um cara assim. — ela completou.
Não aguentei mais, gozei na hora.
— Você vai na quarta afinal? — ela perguntou.
— Sim, volto só na segunda.
— Nossa, só na segunda? Vou sentir sua falta! — disse enquanto me abraçava docemente — Muitos dias pra ficar sozinha e com tesão, vou ter que arrumar alguém! Hahahaha — ela completou em tom de brincadeira, mas eu sabia que tava longe de ser piada.
Na terça, a Pauli me ligou, confirmou: quarta à noite o stripper ia jantar na casa da minha namorada, já tava tudo engatilhado. Na quarta à tarde, passei pra dar um oi, e em cima da mesa tinha um pacote com lingerie nova.
— Olha o que comprei — disse minha namorada, me mostrando uma tanga, um sutiã e umas cintas-liga.
— Cinta-liga? Nossa, que delícia, sabia que eu amo, quando vamos estrear? — perguntei me fazendo de besta, enquanto pensava: “já era, até roupa ela comprou pra me chifrar, a putinha”.
— Vou usar quando você voltar, bom, quem sabe eu estreio antes se tiver muito necessitada, hahahaha — respondeu. A filha da puta tava contando tudo que realmente ia fazer num tom de brincadeira pra se achar.
Me despedi com um beijão na boca da minha namorada, ela podia sentir meu tesão e até disse: — O que você tem, tá tão fogoso?
Fui embora sabendo que na próxima vez que visse minha namorada, ia estar com uns chifres enormes na testa. Não conseguia tirar da cabeça o que imaginava que tava rolando: o stripper indo na casa dela, ela esperando ele com a lingerie que comprou pra ele, tudo isso. Não resisti à tentação e liguei pra ela. Uma, duas, três vezes: ninguém atendeu. Com certeza naquele exato momento, ela já tava se revirando e gozando com o pauzão do novo macho dela. Bati uma com as cenas que passavam na minha cabeça e dormi, não sem antes ter que tomar quase uma garrafa de vinho, senão seria impossível.
Já era quinta ao meio-dia quando acordei, e nem sinal da minha namorada, ela nem tinha retornado minha ligação, então liguei de novo, dessa vez ela atendeu.
— Oi! Como você tá? — disse ela
— Bem, e você?
— Excelente — a resposta dela me deu um pouco nos nervos.
— Sem mim e “excelente”?
— Hahahaha, sim, verdade, no trabalho. Se quiser, a gente fala mais tarde, me liga cedo. — porque hoje à noite vou ao cinema com a Priscila.
— Ok, beijo.
— Tchau.
A real é que fiquei na minha, cheguei cansado no hotel, deitei na cama e capotei. Quando acordei, já era umas 22h, mesmo sabendo que minha mina ia pro cinema, liguei pra ela, afinal, se não tivesse ido, ela ia atender. Nada de nada. Deve estar no… cinema? Hum, resolvi confirmar e liguei pra Priscila.
— Oi, Marcelo! O que cê tá fazendo, a que devo a honra? – atendeu a Priscila na hora.
— Ué, desculpa, nada a ver, me enganei, queria ligar pra Patri mas acabei ligando pra você, como você tá abaixo na lista de contatos, errei sem querer – e esperei a resposta dela.
— Ah, tá bom, nem sei onde ela anda, você não tá na casa dela?
— Não, não, tô viajando a trabalho e vou ficar até o fim de semana aqui, e você?
— Fazendo compras no supermercado, então é isso, vou nessa, um beijo – ela disse.
— Outro, tchau e desculpa o erro.
Pronto, era óbvio que tudo com a stripper tinha ido bem demais, e com certeza naquele momento minha mina ainda tava curtindo a nova rola dela. Liguei de novo pra ela, e nada. Voltei pro hotel, tive que bater mais uma punheta com as imagens do vídeo, mas no lugar da Pauli, era minha mina a protagonista.
Sexta-feira ao meio-dia, meu celular toca: meu amorzinho.
— Oi, meu love, como cê tá?
— Muito bem, felizmente, melhor do que nunca, hahaha – ela respondeu.
“E claro, parece que teu novo macho te atendeu bem, e duas noites seguidas” – pensei.
— Vi suas chamadas perdidas, tava no cinema, como te falei, depois ficou muito tarde pra te ligar – ela comentou.
— Ah, verdade, tinha esquecido, foi com a Priscila, né?
— Sim, sim, depois fomos tomar umas e ficou super tarde – ela mentiu.
— Ah, tá bom.
— Você volta na segunda-feira, afinal?
— Sim, sim.
— Que pena, tô com saudade, meu love! – disse a corna.
— Bom, já vou voltar, enquanto isso, se diverte, não fica entediada – falei.
— Hahaha, isso é que não, bom, vou indo, um beijo, e se comporta, cuidado com as minas!
“Que filha da puta” – pensei. mas a única coisa que respondi foi com uma gargalhada e me despedi.
Na sexta, terminei tudo relacionado ao meu trabalho e pensei em dar uma "surpresa" pra minha namorada, voltando na mesma sexta, mas antes de decidir, liguei pra Pauli:
— Oi Pauli, como cê tá?
— Bem, e você?
— Bem, sabe por que tô ligando?
— Imagino, cê deve querer novidades, e eu TENHO pra contar, e muitas... — ela disse
— Então conta
— Bom, o Germán me ligou, é assim que chama o stripper, já se viram duas vezes, ele disse que sua namorada se entregou sem problemas, que é uma puta gostosa, que ficou louca com o pau dele e com o corpo dele, que várias vezes falou: "é bem maior que o do meu namorado", coisa que eu confirmo porque conheço os dois, "que nunca tinha sido comida assim", e mais um monte de coisa. Olha, a verdade é que sua namorada pra ele foi mais fácil que tabuada de dois, ele disse que é uma puta fogosa, bem boazinha, que não parava de pedir mais e mais, que falava que era escrava dele, que fizesse o que quisesse com ela. O Germán gostou muito da sua namorada, disse que vai continuar comendo ela até se cansar, e agora tá planejando fazer a Booty, acha que no próximo encontro vai desvirgar a Booty dela, cê tá me ouvindo? — perguntou Pauli
Eu tava a mil, não acreditava que tudo tinha sido tão rápido, sentia um tesão do caralho imaginando a Patri com o novo macho dela, mas por outro lado o ciúme e o medo começavam a me invadir.
— Sim, sim — respondi
— Bom, era isso que você queria, já conseguiu, agora cê é corno de verdade, parabéns, cê gosta de se sentir corno? — perguntou maldosamente
— Hummm, sei lá, olha, depois te ligo, ok?
— Bom, olha que esse favor você vai ter que pagar do jeito que eu gosto, com uma boa transa, lembra que eu arrumei tudo pra sua namorada ser comida por outro, quando cê vai vir me comer?
— Mmmm, não sei, não sei, depois te ligo. Beijos — e desliguei
Mais decidido do que nunca, peguei a estrada de volta, direto pra casa da minha namorada, já era de noite. Antes liguei pra ela no telefone, e ela não atendeu. Eu tinha um jogo de chaves, e decidi subir, todo doido e pronto pra encarar o que viesse, abri a porta do apartamento dela, e não vi nada, mas ouvi, primeiro uns gemidos que me enlouqueceram e de repente:
- Assim, assim, macho, assim, come a sua puta assim, buceta, por favor buceta, não para, come a sua puta que precisa desse pau na buceta, me come, me come do jeito que você sabe, papai!!!!
A porta estava entreaberta, segurando a respiração fui me aproximando, e vi o cara metendo de quatro na sua puta, que era nada mais nada menos que minha namorada. Fiquei paralisado, o pau ia explodir, tirei o pau e comecei a bater uma com aquele espetáculo: minha namorada mais puta do que nunca, com outro macho, gritando um monte de putaria, e o cara metendo sem piedade, com toda a raiva. Nisso ouço minha namorada: assim, goza dentro de mim, papai, enche com seu leite, papai, por favor. Ouvi o berro do cara e um grito da minha namorada, acompanhando ele no orgasmo. Ele ficou largado em cima dela.
- Que quente que é seu leite, papai - isso me surpreendeu, ele tinha comido ela sem camisinha? E claro, se tinha comido a Pauli sem camisinha também! Que filho da puta, encheu ela de leite também.
- Gostou, puta? É mais quente que o do corno? – perguntou o Germán.
- Sim, mais quente e muito mais quantidade, adoro – respondeu minha namorada toda putinha.
Ao ouvir essas palavras dela, gozei sem fazer barulho, fui pra sala e sentei no sofá. Liguei pra ela de novo, dessa vez atendeu. Com a voz o mais baixo possível, falei:
- Oi meu amor, tô na sua casa, sentado na sala, por favor vem, não tô bravo, já sei de tudo.
Nisso apareceu minha namoradinha, tava pálida de susto, fiz sinal pra ela sentar do meu lado, abracei ela e comecei a beijar ela desesperadamente na boca, enfiando minha língua até a garganta dela.
- Para, para, eu, eu acabei de transar com outro e chupei o pau dele —Também me disse, tímida.
—Já sei, meu amor, já sei. Me dá um beijo, não se preocupa.
Ela abriu bem a boca, e de repente a língua dela invadiu a minha. Foi um beijo longo, longo. Ela tava curtindo aquele beijo tanto quanto eu.
Nisso, lá do quarto, o Germán perguntou se tava tudo bem, e ela respondeu que sim, que já voltava, que ele ficasse lá.
—Quero te explicar...
—Você não tem nada pra explicar, só deixa eu meter um pouquinho — supliquei.
—Tá bom, mas coloca uma camisinha. De agora em diante, vamos ter que usar camisinha. Só vou fazer sem camisinha com o homem que tá no meu quarto. Ele é meu macho agora, e você, meu namorado — ela disse, bem segura de si.
Peguei uma camisinha e coloquei. Meti nela. A buceta dela tava bem dilatada e esticada, e com a camisinha eu sentia muito pouco atrito, e ela também.
—Tá me sentindo, meu amor?
—Não, pra ser sincera, tô sentindo muito pouco. Meu novo macho tem o pau bem grande!
Isso me excitou ainda mais. Metia inteiro, e ela quase não sentia nada. Eu ouvia o barulho dos fluidos batendo, mistura da porra que o novo macho tinha deixado nela com a umidade da buceta dela, que com certeza era por causa da foda anterior. Gozei de novo.
—Gostou, corno? — ela disse, me beijando na testa.
—Sim, meu amor!
—Então, viu? Nossa fantasia se realizou. Agora você é corno, e vai continuar sendo, sabia? O Germán me deixa louca, mas você é meu namorado e eu te amo. Agora preciso que você vá pra sua casa e me deixe sozinha com ele. A gente tem que conversar, e além disso, hoje ele quer me fazer no cuzinho. Você concorda?
—Sim, meu amor. Que ele te coma bem o rabo e encha de porra! — incentivei. — Quando terminarem, me liga, por favor. Quero jantar com você como qualquer casal de namorados.
—Sim, quando meu macho for embora, te ligo. Você vem jantar e eu conto tudo. Vamos ter que ver qual vai ser seu papel agora na nossa relação. O lugar que você ocupava antes na minha cama, agora é de outro, mas não no meu coração. Saí da casa da minha namorada e, como a sessão se estendeu por horas, voltei de novo bem tarde. Minha namorada tinha acabado de tomar banho e estava me esperando com um creminho pra eu passar na bunda dela. Foi muito gostoso ver como tinham deixado o cu dela aberto; ao passar o creme no buraco, tive que tirar a pica e bater uma punheta, que minha namorada celebrou. Ela me contou tudo com detalhes, que assim que fizeram contato pelo face o cara já tinha deixado ela toda molhada, que já vinha decidida a começar a transar com outro ou outros há meses, por causa das coisas que a gente conversava na cama.
Isso tudo aconteceu há dois anos. O Germán continua comendo ela uma vez por semana, e ela já tem mais dois amantes. Eu sou totalmente fiel, e nunca mais comi minha amiga Pauli de novo, embora às vezes a gente saia os três: Pauli, minha namorada e eu (Elas ficaram amigas porque várias vezes o Germán curtiu com as duas). Quando saímos, elas duas sempre pegam alguém, e eu vou dormir em casa e bater uma punheta como um bom cuck.
18 comentários - Minha namorada e minha amiga (chifrando à vontade)
Buenisima historia
Muy buen post, gracias por compartir y por calentar
No se, pero como soy yo, me parte al medio el ego jajajaajaj siempre soy el que toma el rol de "Germán" en estas situaciones jajaj
Bueno, te felicito, tenes alto aguante, a mi me partiría al medio el ego y los celos!
Un abrazo y seguí contando todo!
Me encanto el relato de las peliculas porno, tal cual como iba con mi esposa. ella se calentaba mucho con las pornos, yo le preguntaba si le gustaba las pijas que veia pero nunca se animo a decirmelo. Admitia que se calentaba, pero me gusta solo tu pija decia