Minha cunhada recebeu hoje a notícia de que o bebê que ela espera de 6 meses vai ser uma menina. Na família, estamos todos muito felizes, e eu, com esse gatilho, lembrei do que aconteceu alguns anos atrás, quando eu namorava minha mina há pouco mais de dois anos.
Era a Noite da Nostalgia aqui no Uruguai, uma noite em que praticamente todo mundo sai. Saem tanto jovens quanto velhos. Toca música retro e música atual. Bebe-se muito álcool. Tem festas em baladas e festas em casarões grandes.
Foi justamente para uma dessas festas que fomos eu, minha mina, minha cunhada (solteira na época), uma amiga da minha mina, o namorado da amiga e a prima da amiga.
A mais gostosa de todas, quase modelo, eu diria, é a prima da amiga, mas essa, espero, é história para outro relato.
O foco desse relato é minha cunhada. Na data da festa, minha cunhada tinha acabado de fazer 18 anos, já que o aniversário dela é 14/8 e, para quem não sabe, a Noite da Nostalgia é 24/8. Minha cunhada é uma garota normal, baixinha, cheinha sem ser gorda, olhos azuis e loira. Em parte por ser cheinha e em parte por herança, ela tem uns peitões enormes, mas o que mais se destaca é a bundinha redondinha e durinha de jogar hóquei.
A festa era no jardim de um casarão enorme, no bairro de Carrasco, perto da casa da minha mina, que mora em Punta Gorda. Era uma festa com open bar de álcool (vodka, rum, fernet e champanhe).
Como consequência da pouca idade, da falta de costume de beber e do open bar, minha cunhada rapidamente ficou bêbada, passando por todas as fases: primeiro ficou alegre, depois ficou carente e, por fim, bateu o baixo astral.
A história é assim: eu e minha mina somos muito sexuais e adoramos transar em público. Por isso, dançando no meio da pista, começamos a nos pegar, comecei a apalpar os peitos dela, uma coisa levou à outra e terminamos com ela com a mão dentro da minha calça e as minhas debaixo do vestido dela. Quando já não aguentávamos mais de tesão, fomos pra um lugar afastado atrás de uns arbustos e começamos a transar de pé, fiz minha namorada apoiar as mãos na parede da casa, e começamos a meter. O que me excita em transar em público é a possibilidade de sermos vistos, e por isso fico olhando pra todos os lados pra ver se alguém nos descobriu, é nisso que, depois de um tempo metendo forte e sem parar, vejo minha cunhada nos olhando pasma. Fiz sinal pra ela não falar nada e ir embora. Ela obedeceu parte das minhas ordens, pois ficou calada mas olhando. Fiquei meio nervoso mas no final consegui gozar. Quando isso aconteceu, minha cunhada sumiu da minha vista. Eu e minha namorada arrumamos a roupa e voltamos pra amiga dela e o pessoal, mas a irmã não estava.
Minha namorada preocupada porque a irmã dela tava bêbada e porque não via ela há um tempão começou a procurar, eu acompanhei, até que num momento eu falei, não se preocupa que eu continuo procurando, você volta pros seus amigos que já deixou eles largados pra caramba.
Continuei procurando e depois de um tempo encontrei ela saindo de uns banheiros químicos que tinham no jardim. Fui encontrar com ela e perguntei como tava, ela disse que tinha vomitado e que agora tava um pouco melhor. Falei pra ela sentar e pegar um ar que eu traria um copo d'água, fui buscar o prometido e entreguei pra ela.
Depois disso sugeri voltarmos pra pista pra ficar com nossos amigos e ela me pediu se podíamos ficar dançando um tempo fora da área coberta onde estavam nossos amigos já que queria pegar mais um ar.
Começamos a dançar e nessa área a música era mais moderna, misturavam techno com cumbia e reggaeton, minha cunhada começou a mostrar sinais de melhora já que começou a dançar com vontade, e eu percebia que, no meu entender, acidentalmente ela roçava a bunda gostosa dela no meu pacote, depois de três vezes comecei a armar barraca na calça e minha cunhada percebeu na vez seguinte. Ela se esfregou em mim e perguntou, sarcástica: "Já não bastou o que rolou mais cedo?". Fiz que não entendi, mas quando vi que minha cunhada continuava se esfregando, comecei a agarrar ela pela cintura e apertar com vontade. Ela me olhava e sorria. Aí, sem eu esperar, ela virou e me deu um beijão na boca. Por reflexo, me afastei e olhei pra ela com cara de "que porra você tá fazendo?", mas devolvi o beijo na hora. Trocamos mais uns beijos curtos e eu já tava de novo a milhão. Perguntei: "Aonde você quer chegar com isso tudo?" E a resposta dela foi sublime... "No mesmo lugar onde você comeu minha irmã." Pensei comigo: "Tô sonhando? Isso é real? Será que ela tá me testando?" Quando pensei nessa última pergunta, também falei na minha cabeça: "Se ela tá me testando, já era, perdi como na guerra." Usei a desculpa de que não tinha camisinha pra ver o que ela dizia, e ela respondeu com um tom de preocupação: "Eu não me cuido, você não consegue umas camisinhas?" Olhei pra ela e falei: "Tamo num baile, pra quem você quer que eu peça?"... Ela pensou por uns segundos, me pegou pela mão e me levou pro lugar onde, uma hora e meia antes, eu tinha comido a irmã dela. Incrédulo, falei: "Sem camisinha não vou te comer." E a resposta dela, mesmo sem palavras, foi bem eficaz: ela baixou minha calça, minha cueca e começou a me chupar. Depois de um tempo, ela disse: "Agora é sua vez." E quando eu ia começar a chupar a buceta dela, ela falou: "Não, não, chupa meu cu, chupa bem porque você vai meter." Eu não acreditava!!! Tava num sonho. Minha namorada na época ainda não me dava a bunda. Então comecei a chupar o cu dela como um desesperado. Depois de 10 minutos trabalhando aquele buraquinho apertado, ela me puxou pelo cabelo e me levantou, me olhou com cara de ódio e disse: "Devagar, porque sou virgem." Quando ouvi essas palavras, quase gozei. Tava num sonho que não queria acordar. Comecei devagar a tentar colocar a ponta, e ela começou a reclamar. Falei: "Aguenta um pouquinho que depois você vai gozar." Continuei fazendo... força e cuspindo no cu dela até finalmente conseguir meter tudo, fiquei um tempinho parado pra ela se acostumar e depois comecei com um vai e vem bem devagar, quando ela começou a gozar acelerei e em questão de umas poucas estocadas enchi o cu dela de porra. Ela me olhou como quem diz "já acabou?" e eu respondi com outro olhar tipo "e o que você quer que eu faça?". Claramente irritada, ela bufou um pouco, ajeitou as roupas e voltamos pra onde estavam nossos amigos. Minha namorada perguntou onde a gente tinha ido e dissemos que na parte aberta tomando um ar pra ela se sentir melhor, e ficou por isso. O namorado da amiga começou a me olhar com cara de safado, acho que ele viu ou desconfia de algo, mas nunca tive coragem de perguntar pra não confirmar se era só suspeita.
Depois dessa festa, a relação com minha cunhada mudou, e a gente transou várias vezes, conseguindo compensar minha performance ruim da primeira vez.
Depois ela arrumou um namorado e nunca mais rolou nada, e agora ela espera uma menina. Mesmo assim, não perco a esperança de um dia reviver os velhos tempos.
Desculpa pelo textão, mas comecei a escrever e não queria parar.
Espero que tenha sido do agrado de vocês.
Um abraço grande pra toda a comunidade.
Era a Noite da Nostalgia aqui no Uruguai, uma noite em que praticamente todo mundo sai. Saem tanto jovens quanto velhos. Toca música retro e música atual. Bebe-se muito álcool. Tem festas em baladas e festas em casarões grandes.
Foi justamente para uma dessas festas que fomos eu, minha mina, minha cunhada (solteira na época), uma amiga da minha mina, o namorado da amiga e a prima da amiga.
A mais gostosa de todas, quase modelo, eu diria, é a prima da amiga, mas essa, espero, é história para outro relato.
O foco desse relato é minha cunhada. Na data da festa, minha cunhada tinha acabado de fazer 18 anos, já que o aniversário dela é 14/8 e, para quem não sabe, a Noite da Nostalgia é 24/8. Minha cunhada é uma garota normal, baixinha, cheinha sem ser gorda, olhos azuis e loira. Em parte por ser cheinha e em parte por herança, ela tem uns peitões enormes, mas o que mais se destaca é a bundinha redondinha e durinha de jogar hóquei.
A festa era no jardim de um casarão enorme, no bairro de Carrasco, perto da casa da minha mina, que mora em Punta Gorda. Era uma festa com open bar de álcool (vodka, rum, fernet e champanhe).
Como consequência da pouca idade, da falta de costume de beber e do open bar, minha cunhada rapidamente ficou bêbada, passando por todas as fases: primeiro ficou alegre, depois ficou carente e, por fim, bateu o baixo astral.
A história é assim: eu e minha mina somos muito sexuais e adoramos transar em público. Por isso, dançando no meio da pista, começamos a nos pegar, comecei a apalpar os peitos dela, uma coisa levou à outra e terminamos com ela com a mão dentro da minha calça e as minhas debaixo do vestido dela. Quando já não aguentávamos mais de tesão, fomos pra um lugar afastado atrás de uns arbustos e começamos a transar de pé, fiz minha namorada apoiar as mãos na parede da casa, e começamos a meter. O que me excita em transar em público é a possibilidade de sermos vistos, e por isso fico olhando pra todos os lados pra ver se alguém nos descobriu, é nisso que, depois de um tempo metendo forte e sem parar, vejo minha cunhada nos olhando pasma. Fiz sinal pra ela não falar nada e ir embora. Ela obedeceu parte das minhas ordens, pois ficou calada mas olhando. Fiquei meio nervoso mas no final consegui gozar. Quando isso aconteceu, minha cunhada sumiu da minha vista. Eu e minha namorada arrumamos a roupa e voltamos pra amiga dela e o pessoal, mas a irmã não estava.
Minha namorada preocupada porque a irmã dela tava bêbada e porque não via ela há um tempão começou a procurar, eu acompanhei, até que num momento eu falei, não se preocupa que eu continuo procurando, você volta pros seus amigos que já deixou eles largados pra caramba.
Continuei procurando e depois de um tempo encontrei ela saindo de uns banheiros químicos que tinham no jardim. Fui encontrar com ela e perguntei como tava, ela disse que tinha vomitado e que agora tava um pouco melhor. Falei pra ela sentar e pegar um ar que eu traria um copo d'água, fui buscar o prometido e entreguei pra ela.
Depois disso sugeri voltarmos pra pista pra ficar com nossos amigos e ela me pediu se podíamos ficar dançando um tempo fora da área coberta onde estavam nossos amigos já que queria pegar mais um ar.
Começamos a dançar e nessa área a música era mais moderna, misturavam techno com cumbia e reggaeton, minha cunhada começou a mostrar sinais de melhora já que começou a dançar com vontade, e eu percebia que, no meu entender, acidentalmente ela roçava a bunda gostosa dela no meu pacote, depois de três vezes comecei a armar barraca na calça e minha cunhada percebeu na vez seguinte. Ela se esfregou em mim e perguntou, sarcástica: "Já não bastou o que rolou mais cedo?". Fiz que não entendi, mas quando vi que minha cunhada continuava se esfregando, comecei a agarrar ela pela cintura e apertar com vontade. Ela me olhava e sorria. Aí, sem eu esperar, ela virou e me deu um beijão na boca. Por reflexo, me afastei e olhei pra ela com cara de "que porra você tá fazendo?", mas devolvi o beijo na hora. Trocamos mais uns beijos curtos e eu já tava de novo a milhão. Perguntei: "Aonde você quer chegar com isso tudo?" E a resposta dela foi sublime... "No mesmo lugar onde você comeu minha irmã." Pensei comigo: "Tô sonhando? Isso é real? Será que ela tá me testando?" Quando pensei nessa última pergunta, também falei na minha cabeça: "Se ela tá me testando, já era, perdi como na guerra." Usei a desculpa de que não tinha camisinha pra ver o que ela dizia, e ela respondeu com um tom de preocupação: "Eu não me cuido, você não consegue umas camisinhas?" Olhei pra ela e falei: "Tamo num baile, pra quem você quer que eu peça?"... Ela pensou por uns segundos, me pegou pela mão e me levou pro lugar onde, uma hora e meia antes, eu tinha comido a irmã dela. Incrédulo, falei: "Sem camisinha não vou te comer." E a resposta dela, mesmo sem palavras, foi bem eficaz: ela baixou minha calça, minha cueca e começou a me chupar. Depois de um tempo, ela disse: "Agora é sua vez." E quando eu ia começar a chupar a buceta dela, ela falou: "Não, não, chupa meu cu, chupa bem porque você vai meter." Eu não acreditava!!! Tava num sonho. Minha namorada na época ainda não me dava a bunda. Então comecei a chupar o cu dela como um desesperado. Depois de 10 minutos trabalhando aquele buraquinho apertado, ela me puxou pelo cabelo e me levantou, me olhou com cara de ódio e disse: "Devagar, porque sou virgem." Quando ouvi essas palavras, quase gozei. Tava num sonho que não queria acordar. Comecei devagar a tentar colocar a ponta, e ela começou a reclamar. Falei: "Aguenta um pouquinho que depois você vai gozar." Continuei fazendo... força e cuspindo no cu dela até finalmente conseguir meter tudo, fiquei um tempinho parado pra ela se acostumar e depois comecei com um vai e vem bem devagar, quando ela começou a gozar acelerei e em questão de umas poucas estocadas enchi o cu dela de porra. Ela me olhou como quem diz "já acabou?" e eu respondi com outro olhar tipo "e o que você quer que eu faça?". Claramente irritada, ela bufou um pouco, ajeitou as roupas e voltamos pra onde estavam nossos amigos. Minha namorada perguntou onde a gente tinha ido e dissemos que na parte aberta tomando um ar pra ela se sentir melhor, e ficou por isso. O namorado da amiga começou a me olhar com cara de safado, acho que ele viu ou desconfia de algo, mas nunca tive coragem de perguntar pra não confirmar se era só suspeita.
Depois dessa festa, a relação com minha cunhada mudou, e a gente transou várias vezes, conseguindo compensar minha performance ruim da primeira vez.
Depois ela arrumou um namorado e nunca mais rolou nada, e agora ela espera uma menina. Mesmo assim, não perco a esperança de um dia reviver os velhos tempos.
Desculpa pelo textão, mas comecei a escrever e não queria parar.
Espero que tenha sido do agrado de vocês.
Um abraço grande pra toda a comunidade.
3 comentários - Me cogí a mi cuñada