Hoje começamos uma série de contos de ficção bem quentes que meu cérebro podre de tanto ficar por aqui (haha!!) imaginou que vocês iam gostar. Espero que entretenham e esquentem muito vocês. Foi pra isso que foram escritos.Nunca pensei, quando minha cunhada ligou naquela tarde, que as coisas iam acabar do jeito que acabaram. Talvez se eu tivesse imaginado, teria impedido, mas não foi assim, e Lucas veio passar uns meses em casa pra terminar os estudos.
Lucas, o filho da irmã da Estela, minha mulher, um rapaz de 25 anos, magrinho e de modos suaves, que mora numa cidade do interior da Província de Buenos Aires, pra onde se mudaram há anos por causa de uma transferência de trabalho do pai dele.
Faltavam duas provas pra ele se formar em Direito. Ele fez uma carreira meteórica, já que é muito bom aluno. Alugou um apartamento durante a faculdade, mas como agora só faltavam essas provas, oferecemos pra ele vir pra casa pra não gastar à toa pelo pouco tempo que ia ficar aqui.
Se dava muito bem com minha filha Lúcia, a prima dele de 19 anos, e ia ficar no quarto do meu filho Ariel, que tá viajando a estudo pelos EUA.
Lucas, já instalado na minha casa, ficou deslumbrado com duas coisas: minha filha, que com seus 19 anos e a paixão pelo hóquei forjou um físico espetacular, especialmente pernas e raba, e minha mulher, que aos 42 anos se mantém em forma e conserva muito bem aquele corpo que me apaixonou quando jovem, um belo par de peitos e uma raba que nem vou comentar.
De noite, estudava até tarde no quarto dele e aproveitava os momentos em que dormíamos pra nos observar do escuro... a esse nível de obsessão ele tinha chegado.
Uma noite, ouviu barulhos do meu quarto e se aproximou na surdina. Eu e Estela estávamos nos pegando ferozmente. Costumamos ter um sexo muito intenso, somos dois tarados incorrigíveis e isso mantém viva nossa paixão.
Eu tava deitado na cama e Estela tava grudada na minha pica, chupando do jeito que só ela sabia. Eu gemia, e Lucas, sem perceber, já tinha tirado a pica dele e começou a bater uma suavemente. Estela montou em mim, e Lucas via extasiado a bunda dela subindo e descendo na minha rola, graças ao clarão da luz que entrava pela janela. Estela gemia, eu... Jadeava e Lucas se acabava na punheta até não aguentar mais e gozou vários jatos grossos de porra que recolheu na mão pra não deixar provas.
Toda noite que ouvia barulhos vindo do meu quarto, Lucas fazia o trajeto até a porta pra nos espionar e se satisfazer na punheta.
O que Lucas não percebeu é que tinha sido descoberto pela Lucia, que decidiu se aproveitar da situação.
Uma noite, ela deixou um abajur com uma luz fraca, se pelou e, de bruços, meteu a mão na boceta e começou a se masturbar. Lucas, vendo o clarão, espiou e o espetáculo que viu deixou ele paralisado: Lucy mexendo a raba enorme pra cima e pra baixo enquanto se punhetava e gemia bem devagar... Imediatamente ele começou a se tocar... Tava doidão com a situação, aquela bunda era uma obra-prima e ver ela assim se masturbando fritou a cabeça dele. Lucy continuava gemendo de olhos fechados, certa de que Lucas tava ali com o pau na mão, e isso a deixava mais excitada... Quando Lucy gozou, um gemido abafado saiu da boca dela e a bunda dela tremeu no ritmo dos espasmos. Lucas explodiu numa porra enorme que mal conseguiu segurar entre os dedos e vazou pra não ser descoberto.
Essa brincadeira de voyeurismo tinha fritado a cabeça de Lucas, e ele só esperava a noite pra invadir nossa intimidade e se satisfazer.
Lucy adorava espionar ele, pensando talvez no momento de poder dar pra ele. Sempre teve vontade, mas ela era mais nova; agora, com 19 anos, achou que as coisas estavam mais equilibradas.
Uma noite, com a Estela, a gente tava trepando sem parar, e lá estava Lucas, com o pau na mão, se masturbando. Lucy veio por trás, quietinha, tapou a boca dele e arrastou ele pro quarto dela.
— Então cê tá espionando seus tios enquanto eles transam, hein? — disse Lucy — E se eu for lá e contar?
— Não, pelo amor de Deus, não faz isso!!! — disse Lucas — Foi sem querer, um dia eu vi e não consegui evitar... fiquei excitado... não sabia o que tava fazendo...
Enquanto Lucas se recuperava da Surpresa, ele viu que sua priminha estava com uma camisola bem curta que mal cobria a bunda dela e deixava tudo à mostra a cada movimento. Lucy não estava usando calcinha, e Lucas, mesmo com o pau pra fora, ficou louco de tesão e o membro começou a crescer de novo diante do olhar de Lucy.
— Mas olha só o que meu priminho tinha bem guardado aí!!!!!
Dizendo isso, ela agarrou o pau dele, e Lucas já não conseguiu negar nada.
Ela começou a bater uma punheta pra ele enquanto dizia:
— Era isso que você tava fazendo agora pouco com meus velhos???.... Mmm, acho que vou dar uma provadinha.
E dito isso, deu a maior chupada de pau que Lucas já tinha recebido na vida. Ela acariciava os ovos dele enquanto a língua dela percorria a cabeça do pau e depois engolia tudo de novo até Lucas encher a boca dela de porra.
Depois de deixar o pau bem limpinho, ela disse:
— Vem, agora quero gozar eu. E dito isso, pegou a cabeça dele e enfiou entre as pernas dela. A buceta molhada dela foi logo lambida por Lucas até fazê-la gozar entre espasmos e gemidos.
— Bom, agora dormir que amanhã tem que acordar cedo, disse Lucy se despedindo do primo com um beijo doce.
Nem preciso dizer que Lucas não conseguiu pregar o olho. Ele ficou transtornado com o furacão da prima, que não deixou ele reagir.
Os dias seguintes ao encontro com Lucy mudaram o cenário pra Lucas. Ele já não espiava mais, e Lucy agia como se nada tivesse acontecido, o que deixava ele pirado. Ele queria mais, e por outro lado começou a olhar pra Estela com olhos mais quentes... sabia que não ia ser nada fácil a tia dele aceitar transar com ele, quase impossível, mas não queria perder a chance de tentar.
Uma manhã, ele encontrou a tia sozinha de roupão, preparando o café da manhã. Ela reclamava de uma dor nos ombros, e ele foi por trás e começou a massagear a tia suavemente. Estela gemia de prazer com as massagens, e isso deixou Lucas louco. Os dois de pé, Lucas massageando a tia por trás, e enquanto ela relaxava, ele a segurava com o corpo... em uma palavra, ele comeu ela. tava apoiando, mas com desculpas, ha!
A pica do Lucas tava sem controle e o corpo morno da Estela, junto com o perfume dela, fazia ele voar alto.
— Que massagem boa que você tá me dando, onde aprendeu? — perguntou Estela.
— Pesquisei na internet e tenho um pouco de jeito, sempre gostei de saber fazer e fica bom, né? — respondeu o sobrinho.
— Show! — disse Estela —, que tal deitar na cama pra você me massagear melhor?
Lucas não acreditava no que a tia tava propondo, mas tinha que ficar esperto e não se deixar levar pelo tesão, um passo em falso e ele pagaria caro.
Demorou cinco minutos pra chegar depois que a tia foi pro quarto e encontrou ela deitada de bruços, sem roupão, tinha abaixado a camisola até a cintura deixando as costas de fora, sem sutiã. A camisola dela era curta pra caralho, e a raba monumental dela se erguia, deixando claro que ela tava usando uma fio dental mínima bem enfiada.
O coração dele batia a mil e a pica duríssima dele pulsava pra sair do shortinho de futebol.
Pegou um creme que a tia deu e começou o serviço. A pele morna dela só deixava ele mais louco, e os gemidos leves, quase ronronados, que a tia soltava só pioravam as coisas.
Mas Estela também não tava alheia a tanto tesão, as mãos do sobrinho iam deixando ela com vontade, e ao se entregar pros massagens, a cabeça dela tava em qualquer lugar, além disso, tinha visto a pica dura do sobrinho e isso tinha deixado ela ainda mais excitada.
Uma mulher recatada teria aproveitado um pouco a situação e depois deixado pra lá, mas Estela tinha uma longa história de casos e de meter chifre... eu sabia disso, mas também não tava em posição de reclamar, porque fazia a mesma coisa que ela e não perdoava nenhuma que me desse chance.
Então, disposta a ver até onde ia, começou a brincar com o sobrinho.
— Massageia minhas pernas também, que tão muito cansadas — disse pra testar ele.
Ela levantou um pouco a camisola e deixou bastante da bunda linda à mostra, Lucas começou o serviço. Esse rabo dela deixava ele extasiado, as mãos dele massageavam e, sinceramente, ele temia gozar seco de tanto tesão que tava. As pernas lindas e firmes dela também receberam a atenção deles.
Quando Lucas pediu pra tia se virar, ela levantou um pouco a camisola, cobrindo os peitos de um jeito que não escondia nada. Lucas tava nas nuvens enquanto, por cima da camisola fina, massageava suavemente a barriga dela. Ao mexer a camisola, os peitos dela escaparam e ele viu os biquinhos, durinhos de excitação.
— Uhhh, que mãos que você tem, Luquitas — disse Estela, e Lucas pirou.
Ele foi de novo pras pernas e viu a buceta dela coberta pela calcinha fio dental, bem molhada, provando como a tia tava com tesão. Os dedos dele passavam quase roçando a buceta dela, e ela suspirava. Lucas se arriscou e roçou a buceta com os dedos uma... duas... três vezes, até que Estela não aguentou mais e pegou na rola dele por cima da calça.
— Tia!!! — disse Lucas, mas ela calou ele, puxando a rola pra fora e começando a bater uma pra ele.
Foram dois segundos pra Lucas gozar grosso em cima da tia. Ele não conseguiu segurar tanto tesão.
— Imagino que não vai me deixar assim, né? — disse a tia, e meteu a rola na boca, fazendo ela crescer de novo.
Depois de um boquete bem dado, quando viu que Lucas já tava pronto pra continuar, ela pediu pra ele comer ela com força. Ela ficou de quatro, e Lucas penetrou ela com força, bombando sem parar. Estela rebolava de tesão, adorava ser comida assim, oferecendo a buceta e o rabo pro amante ocasional dela.
Agora ela pediu pra ele enfiar um dedo no cu dela. Lucas molhou um dedo com os fluidos da tia e, devagar, foi enfiando, sempre metendo na buceta dela.
— Arrebenta meu cu com essa rola!!! — disse a tia, e ele tirou da buceta, apresentou na porta do cu dela. Nunca tinha feito um cu... custou pra entrar, mas uma vez lá dentro, sentiu o prazer daquele buraquinho bem apertado.
Ele tava dentro daquele cu tão sonhado!!!! Não Não podia acreditar.
A tia se masturbava pra caralho e gozou forte, os espasmos ordenharam mais o pau dele e acabou enchendo o cu dela de porra branca.
Estela caiu esparramada na cama, do cu dela escorria a porra do sobrinho.
— Luquitas, isso é segredo nosso — disse e deu um beijo gostoso na boca dele. — Se você se comportar, pode ter muito mais.
A vida na minha casa tinha mudado completamente, e tudo por causa do Lucas...
Mas isso é só o começo... aconteceram coisas piores, mas ficam pra próxima parte.
Lucas, o filho da irmã da Estela, minha mulher, um rapaz de 25 anos, magrinho e de modos suaves, que mora numa cidade do interior da Província de Buenos Aires, pra onde se mudaram há anos por causa de uma transferência de trabalho do pai dele.
Faltavam duas provas pra ele se formar em Direito. Ele fez uma carreira meteórica, já que é muito bom aluno. Alugou um apartamento durante a faculdade, mas como agora só faltavam essas provas, oferecemos pra ele vir pra casa pra não gastar à toa pelo pouco tempo que ia ficar aqui.
Se dava muito bem com minha filha Lúcia, a prima dele de 19 anos, e ia ficar no quarto do meu filho Ariel, que tá viajando a estudo pelos EUA.
Lucas, já instalado na minha casa, ficou deslumbrado com duas coisas: minha filha, que com seus 19 anos e a paixão pelo hóquei forjou um físico espetacular, especialmente pernas e raba, e minha mulher, que aos 42 anos se mantém em forma e conserva muito bem aquele corpo que me apaixonou quando jovem, um belo par de peitos e uma raba que nem vou comentar.
De noite, estudava até tarde no quarto dele e aproveitava os momentos em que dormíamos pra nos observar do escuro... a esse nível de obsessão ele tinha chegado.
Uma noite, ouviu barulhos do meu quarto e se aproximou na surdina. Eu e Estela estávamos nos pegando ferozmente. Costumamos ter um sexo muito intenso, somos dois tarados incorrigíveis e isso mantém viva nossa paixão.
Eu tava deitado na cama e Estela tava grudada na minha pica, chupando do jeito que só ela sabia. Eu gemia, e Lucas, sem perceber, já tinha tirado a pica dele e começou a bater uma suavemente. Estela montou em mim, e Lucas via extasiado a bunda dela subindo e descendo na minha rola, graças ao clarão da luz que entrava pela janela. Estela gemia, eu... Jadeava e Lucas se acabava na punheta até não aguentar mais e gozou vários jatos grossos de porra que recolheu na mão pra não deixar provas.
Toda noite que ouvia barulhos vindo do meu quarto, Lucas fazia o trajeto até a porta pra nos espionar e se satisfazer na punheta.
O que Lucas não percebeu é que tinha sido descoberto pela Lucia, que decidiu se aproveitar da situação.
Uma noite, ela deixou um abajur com uma luz fraca, se pelou e, de bruços, meteu a mão na boceta e começou a se masturbar. Lucas, vendo o clarão, espiou e o espetáculo que viu deixou ele paralisado: Lucy mexendo a raba enorme pra cima e pra baixo enquanto se punhetava e gemia bem devagar... Imediatamente ele começou a se tocar... Tava doidão com a situação, aquela bunda era uma obra-prima e ver ela assim se masturbando fritou a cabeça dele. Lucy continuava gemendo de olhos fechados, certa de que Lucas tava ali com o pau na mão, e isso a deixava mais excitada... Quando Lucy gozou, um gemido abafado saiu da boca dela e a bunda dela tremeu no ritmo dos espasmos. Lucas explodiu numa porra enorme que mal conseguiu segurar entre os dedos e vazou pra não ser descoberto.
Essa brincadeira de voyeurismo tinha fritado a cabeça de Lucas, e ele só esperava a noite pra invadir nossa intimidade e se satisfazer.
Lucy adorava espionar ele, pensando talvez no momento de poder dar pra ele. Sempre teve vontade, mas ela era mais nova; agora, com 19 anos, achou que as coisas estavam mais equilibradas.
Uma noite, com a Estela, a gente tava trepando sem parar, e lá estava Lucas, com o pau na mão, se masturbando. Lucy veio por trás, quietinha, tapou a boca dele e arrastou ele pro quarto dela.
— Então cê tá espionando seus tios enquanto eles transam, hein? — disse Lucy — E se eu for lá e contar?
— Não, pelo amor de Deus, não faz isso!!! — disse Lucas — Foi sem querer, um dia eu vi e não consegui evitar... fiquei excitado... não sabia o que tava fazendo...
Enquanto Lucas se recuperava da Surpresa, ele viu que sua priminha estava com uma camisola bem curta que mal cobria a bunda dela e deixava tudo à mostra a cada movimento. Lucy não estava usando calcinha, e Lucas, mesmo com o pau pra fora, ficou louco de tesão e o membro começou a crescer de novo diante do olhar de Lucy.
— Mas olha só o que meu priminho tinha bem guardado aí!!!!!
Dizendo isso, ela agarrou o pau dele, e Lucas já não conseguiu negar nada.
Ela começou a bater uma punheta pra ele enquanto dizia:
— Era isso que você tava fazendo agora pouco com meus velhos???.... Mmm, acho que vou dar uma provadinha.
E dito isso, deu a maior chupada de pau que Lucas já tinha recebido na vida. Ela acariciava os ovos dele enquanto a língua dela percorria a cabeça do pau e depois engolia tudo de novo até Lucas encher a boca dela de porra.
Depois de deixar o pau bem limpinho, ela disse:
— Vem, agora quero gozar eu. E dito isso, pegou a cabeça dele e enfiou entre as pernas dela. A buceta molhada dela foi logo lambida por Lucas até fazê-la gozar entre espasmos e gemidos.
— Bom, agora dormir que amanhã tem que acordar cedo, disse Lucy se despedindo do primo com um beijo doce.
Nem preciso dizer que Lucas não conseguiu pregar o olho. Ele ficou transtornado com o furacão da prima, que não deixou ele reagir.
Os dias seguintes ao encontro com Lucy mudaram o cenário pra Lucas. Ele já não espiava mais, e Lucy agia como se nada tivesse acontecido, o que deixava ele pirado. Ele queria mais, e por outro lado começou a olhar pra Estela com olhos mais quentes... sabia que não ia ser nada fácil a tia dele aceitar transar com ele, quase impossível, mas não queria perder a chance de tentar.
Uma manhã, ele encontrou a tia sozinha de roupão, preparando o café da manhã. Ela reclamava de uma dor nos ombros, e ele foi por trás e começou a massagear a tia suavemente. Estela gemia de prazer com as massagens, e isso deixou Lucas louco. Os dois de pé, Lucas massageando a tia por trás, e enquanto ela relaxava, ele a segurava com o corpo... em uma palavra, ele comeu ela. tava apoiando, mas com desculpas, ha!
A pica do Lucas tava sem controle e o corpo morno da Estela, junto com o perfume dela, fazia ele voar alto.
— Que massagem boa que você tá me dando, onde aprendeu? — perguntou Estela.
— Pesquisei na internet e tenho um pouco de jeito, sempre gostei de saber fazer e fica bom, né? — respondeu o sobrinho.
— Show! — disse Estela —, que tal deitar na cama pra você me massagear melhor?
Lucas não acreditava no que a tia tava propondo, mas tinha que ficar esperto e não se deixar levar pelo tesão, um passo em falso e ele pagaria caro.
Demorou cinco minutos pra chegar depois que a tia foi pro quarto e encontrou ela deitada de bruços, sem roupão, tinha abaixado a camisola até a cintura deixando as costas de fora, sem sutiã. A camisola dela era curta pra caralho, e a raba monumental dela se erguia, deixando claro que ela tava usando uma fio dental mínima bem enfiada.
O coração dele batia a mil e a pica duríssima dele pulsava pra sair do shortinho de futebol.
Pegou um creme que a tia deu e começou o serviço. A pele morna dela só deixava ele mais louco, e os gemidos leves, quase ronronados, que a tia soltava só pioravam as coisas.
Mas Estela também não tava alheia a tanto tesão, as mãos do sobrinho iam deixando ela com vontade, e ao se entregar pros massagens, a cabeça dela tava em qualquer lugar, além disso, tinha visto a pica dura do sobrinho e isso tinha deixado ela ainda mais excitada.
Uma mulher recatada teria aproveitado um pouco a situação e depois deixado pra lá, mas Estela tinha uma longa história de casos e de meter chifre... eu sabia disso, mas também não tava em posição de reclamar, porque fazia a mesma coisa que ela e não perdoava nenhuma que me desse chance.
Então, disposta a ver até onde ia, começou a brincar com o sobrinho.
— Massageia minhas pernas também, que tão muito cansadas — disse pra testar ele.
Ela levantou um pouco a camisola e deixou bastante da bunda linda à mostra, Lucas começou o serviço. Esse rabo dela deixava ele extasiado, as mãos dele massageavam e, sinceramente, ele temia gozar seco de tanto tesão que tava. As pernas lindas e firmes dela também receberam a atenção deles.
Quando Lucas pediu pra tia se virar, ela levantou um pouco a camisola, cobrindo os peitos de um jeito que não escondia nada. Lucas tava nas nuvens enquanto, por cima da camisola fina, massageava suavemente a barriga dela. Ao mexer a camisola, os peitos dela escaparam e ele viu os biquinhos, durinhos de excitação.
— Uhhh, que mãos que você tem, Luquitas — disse Estela, e Lucas pirou.
Ele foi de novo pras pernas e viu a buceta dela coberta pela calcinha fio dental, bem molhada, provando como a tia tava com tesão. Os dedos dele passavam quase roçando a buceta dela, e ela suspirava. Lucas se arriscou e roçou a buceta com os dedos uma... duas... três vezes, até que Estela não aguentou mais e pegou na rola dele por cima da calça.
— Tia!!! — disse Lucas, mas ela calou ele, puxando a rola pra fora e começando a bater uma pra ele.
Foram dois segundos pra Lucas gozar grosso em cima da tia. Ele não conseguiu segurar tanto tesão.
— Imagino que não vai me deixar assim, né? — disse a tia, e meteu a rola na boca, fazendo ela crescer de novo.
Depois de um boquete bem dado, quando viu que Lucas já tava pronto pra continuar, ela pediu pra ele comer ela com força. Ela ficou de quatro, e Lucas penetrou ela com força, bombando sem parar. Estela rebolava de tesão, adorava ser comida assim, oferecendo a buceta e o rabo pro amante ocasional dela.
Agora ela pediu pra ele enfiar um dedo no cu dela. Lucas molhou um dedo com os fluidos da tia e, devagar, foi enfiando, sempre metendo na buceta dela.
— Arrebenta meu cu com essa rola!!! — disse a tia, e ele tirou da buceta, apresentou na porta do cu dela. Nunca tinha feito um cu... custou pra entrar, mas uma vez lá dentro, sentiu o prazer daquele buraquinho bem apertado.
Ele tava dentro daquele cu tão sonhado!!!! Não Não podia acreditar.
A tia se masturbava pra caralho e gozou forte, os espasmos ordenharam mais o pau dele e acabou enchendo o cu dela de porra branca.
Estela caiu esparramada na cama, do cu dela escorria a porra do sobrinho.
— Luquitas, isso é segredo nosso — disse e deu um beijo gostoso na boca dele. — Se você se comportar, pode ter muito mais.
A vida na minha casa tinha mudado completamente, e tudo por causa do Lucas...
Mas isso é só o começo... aconteceram coisas piores, mas ficam pra próxima parte.
12 comentários - Uma visita que virou a família do avesso.
te recomiendo y mañana vuelvo por los puntos.
Espectacular el relato, fue grandioso, me calento a morir. Inpresionante¡¡¡