Faz uns 10 anos, quando ainda era casada, tive meu primeiro amante.
Ele era meu melhor amigo e o único homem do qual meu ex-marido não tinha ciúmes, então ele estava sempre em casa e me ligava até de madrugada pra dizer o quanto me desejava, e ele nunca desconfiou. Então isso foi o fator principal pra que, aos poucos e depois de muito tempo e insistência, ele começasse a quebrar minha vontade e despertar meus desejos mais profundos.
Compartilhamos amizade, carinho e confiança desde uns 15 anos atrás, antes mesmo de eu conhecer meu ex-marido. Mas ele, sendo casado, nunca me disse nada, nem eu a ele. Mas a atração e o bem que a gente passava juntos, seja conversando ou trocando olhares sempre que podia, tornava cada momento especial.
Com o tempo, vi que ele realmente traía a mulher dele, mas como já estava com meu ex-marido, não me meti na vida dele. Decidi seguir vivendo a minha. Mas quando me casei, ele ficou magoado e, a partir daí, começou a me procurar e me ligar descaradamente. Ele me confessou o que sempre sentiu por mim e nunca teve coragem de dizer antes. Mas aquela atração, somada à confiança e ao carinho, era mútua e ficava cada vez mais forte e evidente. Tanto que, naquela época, ele tinha uma amante que me procurou pra reclamar e pra saber o que realmente existia entre nós. Obviamente, convenci ela de que era só carinho e amizade, mas como ela era mais velha que a gente, não confiou muito e parou de sentir ciúmes dele, mas exigiu que ele se afastasse de mim, me vendo como uma ameaça.
Foi isso que me motivou a finalmente dar um SIM. Aceitei ser sua. Aceitei, sem medir as consequências, realizar os dois desejos que estavam nos consumindo e que, por respeito, a gente não realizava.
Naquela altura, o respeito pelo que foi meu marido já não existia mais. Entre ciúmes irracionais, brigas, muitos conflitos e infidelidades da parte dele, eu não sentia remorso em fazer ou devolver, em parte, o que ele me fazia. 🙎♂️
Sempre nos encontrávamos e no meu carro começávamos a nos apalpar, a nos tocar, a nos beijar e a nos excitar tanto que, mesmo vestidos e sem penetração ou contato direto com a pele, a gente molhava pra caralho. Ele chegava todo duro pra foder a esposa dele em meu nome, ou corria pra amante dele pra fazer o mesmo. Da minha parte, foram os momentos em que eu transei com mais vontade com meu ex-marido, mas desejando o outro, pensando que ele seria meu amante pra vida toda. Pensar que já são mais de 10 anos e o desejo, a vontade e a paixão continuam vivos, mas com mais alcance, porque a experiência em mim cresceu. De uma garota inexperiente, que não sabia aproveitar o sexo e não sabia o que era ter um orgasmo, me tornei a grande puta que adora sexo, gulosa e insaciável, multiorgásmica e bem arrecha e cachonda. Isso faz ele derreter e aproveitar mais de mim quando eu quero, porque sou eu quem chama ele quando me dá vontade de saborear a pele e o gosto dele.
Bom, voltando ao passado: depois de tantas noites de excitação, desejos extremos e muita vontade, marcamos um dia, mas que nervosismo me inundava. Não sabia se era possível ir além, mas a vontade falava mais alto. Queria provar ele, queria sentir ele, queria ver do que eu seria capaz de fazer e de chegar com ele. Meu segundo homem sexualmente falando, porque casei virgem e achava que sexo era obrigação e parte de ser mulher e esposa. Até aquele momento, não curtia muito porque sentia uma certa dor. Essa dorzinha me deixava com um pouco de receio de me sentir penetrada por ele. Não sabia como eu reagiria. Sabia que a vontade mútua existia e a excitação no máximo me pegava só com os beijos dele, as carícias, a respiração ofegante e os beijos, mas faltava o mais importante: o roçar da pele quente e fervendo de tanta vontade contida por muitos anos.
Naquela tarde de encontro, me deixei levar por ele, porque não sabia o que fazer. Ele me beijou e tocou como antes, me deixando bem excitada. Começou a tirar minha roupa e, ao me notar... Totalmente molhada, me deito com carinho e ele começa a meter. Eu, com medo, pedia pra ele ir devagar, mas como não sentia nenhuma dor, só prazer, deixei ele tomar as rédeas de tudo que ia rolar. Era tão gostoso sentir ele finalmente, sentir o pau dele, o que eu tanto tinha desejado, e sentir o prazer que ele me dava. Sentir pela primeira vez o tesão que era transar e o quanto delicioso e viciante aquilo podia se tornar.
Adorei aquele primeiro encontro e por anos fomos amantes frequentes, embora aos poucos meu corpo e minha buceta fossem pedindo mais. Então comecei a dar chance pra outros super amigos, com quem, de forma parecida, existiam anos de amizade, carinho, confiança e atração mútua. E até hoje eles também são meus amantes casuais, como o da história. Mas o mais gostoso é que eles estão sempre aqui pra mim.
Ele era meu melhor amigo e o único homem do qual meu ex-marido não tinha ciúmes, então ele estava sempre em casa e me ligava até de madrugada pra dizer o quanto me desejava, e ele nunca desconfiou. Então isso foi o fator principal pra que, aos poucos e depois de muito tempo e insistência, ele começasse a quebrar minha vontade e despertar meus desejos mais profundos.
Compartilhamos amizade, carinho e confiança desde uns 15 anos atrás, antes mesmo de eu conhecer meu ex-marido. Mas ele, sendo casado, nunca me disse nada, nem eu a ele. Mas a atração e o bem que a gente passava juntos, seja conversando ou trocando olhares sempre que podia, tornava cada momento especial.
Com o tempo, vi que ele realmente traía a mulher dele, mas como já estava com meu ex-marido, não me meti na vida dele. Decidi seguir vivendo a minha. Mas quando me casei, ele ficou magoado e, a partir daí, começou a me procurar e me ligar descaradamente. Ele me confessou o que sempre sentiu por mim e nunca teve coragem de dizer antes. Mas aquela atração, somada à confiança e ao carinho, era mútua e ficava cada vez mais forte e evidente. Tanto que, naquela época, ele tinha uma amante que me procurou pra reclamar e pra saber o que realmente existia entre nós. Obviamente, convenci ela de que era só carinho e amizade, mas como ela era mais velha que a gente, não confiou muito e parou de sentir ciúmes dele, mas exigiu que ele se afastasse de mim, me vendo como uma ameaça.
Foi isso que me motivou a finalmente dar um SIM. Aceitei ser sua. Aceitei, sem medir as consequências, realizar os dois desejos que estavam nos consumindo e que, por respeito, a gente não realizava.
Naquela altura, o respeito pelo que foi meu marido já não existia mais. Entre ciúmes irracionais, brigas, muitos conflitos e infidelidades da parte dele, eu não sentia remorso em fazer ou devolver, em parte, o que ele me fazia. 🙎♂️
Sempre nos encontrávamos e no meu carro começávamos a nos apalpar, a nos tocar, a nos beijar e a nos excitar tanto que, mesmo vestidos e sem penetração ou contato direto com a pele, a gente molhava pra caralho. Ele chegava todo duro pra foder a esposa dele em meu nome, ou corria pra amante dele pra fazer o mesmo. Da minha parte, foram os momentos em que eu transei com mais vontade com meu ex-marido, mas desejando o outro, pensando que ele seria meu amante pra vida toda. Pensar que já são mais de 10 anos e o desejo, a vontade e a paixão continuam vivos, mas com mais alcance, porque a experiência em mim cresceu. De uma garota inexperiente, que não sabia aproveitar o sexo e não sabia o que era ter um orgasmo, me tornei a grande puta que adora sexo, gulosa e insaciável, multiorgásmica e bem arrecha e cachonda. Isso faz ele derreter e aproveitar mais de mim quando eu quero, porque sou eu quem chama ele quando me dá vontade de saborear a pele e o gosto dele.Bom, voltando ao passado: depois de tantas noites de excitação, desejos extremos e muita vontade, marcamos um dia, mas que nervosismo me inundava. Não sabia se era possível ir além, mas a vontade falava mais alto. Queria provar ele, queria sentir ele, queria ver do que eu seria capaz de fazer e de chegar com ele. Meu segundo homem sexualmente falando, porque casei virgem e achava que sexo era obrigação e parte de ser mulher e esposa. Até aquele momento, não curtia muito porque sentia uma certa dor. Essa dorzinha me deixava com um pouco de receio de me sentir penetrada por ele. Não sabia como eu reagiria. Sabia que a vontade mútua existia e a excitação no máximo me pegava só com os beijos dele, as carícias, a respiração ofegante e os beijos, mas faltava o mais importante: o roçar da pele quente e fervendo de tanta vontade contida por muitos anos.
Naquela tarde de encontro, me deixei levar por ele, porque não sabia o que fazer. Ele me beijou e tocou como antes, me deixando bem excitada. Começou a tirar minha roupa e, ao me notar... Totalmente molhada, me deito com carinho e ele começa a meter. Eu, com medo, pedia pra ele ir devagar, mas como não sentia nenhuma dor, só prazer, deixei ele tomar as rédeas de tudo que ia rolar. Era tão gostoso sentir ele finalmente, sentir o pau dele, o que eu tanto tinha desejado, e sentir o prazer que ele me dava. Sentir pela primeira vez o tesão que era transar e o quanto delicioso e viciante aquilo podia se tornar.
Adorei aquele primeiro encontro e por anos fomos amantes frequentes, embora aos poucos meu corpo e minha buceta fossem pedindo mais. Então comecei a dar chance pra outros super amigos, com quem, de forma parecida, existiam anos de amizade, carinho, confiança e atração mútua. E até hoje eles também são meus amantes casuais, como o da história. Mas o mais gostoso é que eles estão sempre aqui pra mim.
7 comentários - mi primer amante