E aí, como vocês podem ver, esse é meu primeiro post e quero mostrar algo que saiu da minha imaginação com um toque de realidade. Espero que gostem e, por favor, me deem suas opiniões.
Lá vai:
Tudo começou numa tarde no meio da semana, o clima tava bem tranquilo e eu voltava do horário do almoço. Entrei no prédio e, estranhamente, o corredor dos elevadores estava vazio. Aproveitando a chance, apertei o botão do 9º andar pra subir pro escritório. Aí, quase fechando a porta, chega uma mina absurdamente gostosa, com uma calça branca justa que deixava ver a fio dental verde-azulada dela, umas coxas deliciosamente torneadas, um quadril marcante e (se eu não falar assim, eu fico doente) uma bunda que convoca os instintos mais baixos do homem. Continuei subindo o olhar e vi um tronco esculpido pelos deuses, e mais pra cima... a morte!!! Um decote que mostrava um par de montes cheios de vida, um tom de pele bronzeado e textura fina. Naquela hora, a única coisa que passava pela minha cabeça era um milhão de desculpas pra puxar conversa, conhecê-la; meu ego tarado só gritava: "Vai fundo!, faz ela tua!, come ela agora mesmo!!!"
Mas consegui segurar meus instintos e continuei observando: um rosto angelical e um olhar intenso e penetrante que não tirava de mim. O elevador subia e, com aquele olhar, fiquei petrificado, como um guerreiro diante do olhar da Medusa. Ela não parava de brincar com os lábios, como se pedisse pra eu mordê-los. O cabelo castanho dela se espalhava pelos ombros e caía sobre os peitos, convidando a ver o paraíso que estava por baixo, e eu ali, sem conseguir mover um dedo.
Fechei os olhos e, de repente, ela apertou o botão de parada de emergência do elevador e se jogou em mim, ofegante de tesão. Me beijou com tanta intensidade que não restava dúvida do que ia rolar... Sem tempo (nem vontade) de reagir, ela abriu o zíper da minha calça e puxou o volume que já tava excitado desde que vi ela. Ela soltou meu pau da embalagem com as mãos macias e não deu pra evitar o aumento da excitação que sentiu ao tocar ele, firme, pronto pro que viesse e ainda por cima super lubrificado. Os dedos dela escorregavam na lubrificação natural do meu pau e não demorou, ela me empurrou contra a parede do elevador, se agachou e começou a chupar, chupar e chupar... com toda a força e luxúria que tinha. Era tão gostoso e agressivo ao mesmo tempo que tive que parar ela pra não gozar tão rápido, ela entendeu e continuou beijando o resto do meu corpo, enquanto me tirava a calça e o resto.
Peguei ela pelos braços pra levantar e comecei a beijar os peitos dela que estavam quase estourando os botões da blusa que segurava eles; libertei eles da pressão o mais rápido que pude pra poder saborear os deliciosos mamilos duros dela e dar umas mordidinhas enquanto minhas mãos deslizavam pra baixo pra desabotoar a calça e lutar um pouco pra tirar ela. A calcinha fio dental dela, transbordando da emoção que a buceta dela tava com o encontro, também foi tirada pra poder brincar com os lábios dela. Enquanto continuava saboreando os peitos firmes dela, passava meus dedos entre os lábios dela, roçando devagar o clitóris enquanto ela começava a gemer baixinho, como com medo de alguém ouvir, eu também enlouqueço com a lubrificação de uma buceta, então fui descendo devagar, beijando a pele dela no caminho pro êxtase da buceta dela, rodeando o umbigo até chegar naquela área, manjar dos deuses, depilada de fresco, lisinha e molhada já pela brincadeira das minhas mãos; continuei descendo fazendo minha língua percorrer o caminho final devagar até o clitóris dela, chupei ele e ouvi um gemido de desespero pela vontade que ela tava enquanto me dizia "continua, continua por favor, não para", continuei pela linha que separa os lábios dela até chegar naquela abertura que fascina a gente, e enfiei minha língua pra depois tirar e comecei a chupar, brincar, introduzir e lamber ela até fazer sair seu néctar, acompanhado de uma rebolada e gemidos deliciosos da parte dela.
Eu tinha conseguido, tinha obtido um orgasmo autêntico de uma deusa encarnada.
Ela me pediu para levantar, e eu obedeci na hora, e imediatamente virou de costas e se inclinou, se apoiando na parede do elevador enquanto esfregava as nádegas no meu pau, procurando deixá-lo entre aqueles dois manjares suculentos. Quando conseguiu, começou a se mover pra cima e pra baixo, me masturbando com a bunda dela de um jeito que eu nunca tinha imaginado, ofegante ainda parou e pediu: "Me penetra, enfia até o fundo, me faz tua!!" De novo obedeci, enquanto com as mãos dela guiava meu pau pra dentro da buceta dela e, uma vez encaminhado, com a luxúria e o desejo que eu também tinha de penetrá-la, empurrei o corpo com toda força contra ela, e ela soltou um grito que terminou de novo num gemido, dizendo "assim, me dá" enquanto se inclinava pra se entregar toda. Peguei ela pela cintura e comecei o trabalho "entra-sai" com força e um pouco devagar.
Agora os gemidos dela não eram mais silenciosos, ecoavam claros com o som do elevador, o que me excitou ainda mais e comecei a fazer movimentos de vai e vem em círculos, ainda forte mas cada vez mais rápido. Ela se endireitou um pouco e eu aproveitei pra subir as mãos e acariciar os peitos dela sem parar o movimento. Sentia como entre gemidos e ofegos a respiração dela acelerava enquanto eu beijava o pescoço dela e acelerei ainda mais meus movimentos até sentir que as pernas dela perdiam a força em outro orgasmo, mas dessa vez não foi sozinho, foi acompanhado porque ao mesmo tempo eu estava gozando dentro dela. Ouvi os últimos gemidos enquanto saíam as últimas gotas do meu pau e depois disso o silêncio reinou enquanto aproveitávamos os últimos momentos um dentro do outro e fechando os olhos pra gravar o momento nas nossas mentes...
Abrimos os olhos enquanto nos separávamos devagar e sem dizer Sem dizer uma palavra, pegamos nossas roupas e nos vestimos. Ela religou o elevador e, ao chegar no andar dela, só me deu um beijo suave na boca, falando com voz doce e baixa: "Obrigada", enquanto eu fechava os olhos para aproveitar aquele beijo que, bem sabia, seria o último...
De repente, uma campainha tocou, estávamos no nono andar (meu destino) e abri os olhos...
Tudo tinha passado na minha mente, numa viagem da minha cabeça exageradamente louca eu tinha feito minha aquela mulher que estava na minha frente, enquanto ela só me olhava, com um sorriso safado como se soubesse exatamente o que eu tinha imaginado. Desci do elevador e, com a cabeça cheia de reclamações por não ter dito uma palavra pra ela e percebendo que meu amigo, aquele brincalhão que se esconde atrás da braguilha, também chorava de agonia por não ter conhecido nossa acompanhante gostosa, a própria calça estava tensa pelo empurrão e ao mesmo tempo com uma marca molhada da emoção por tudo que passou na minha cabeça. Era bom demais pra ser verdade...
Bom, isso foi tudo por enquanto, espero que tenham gostado, por favor me deem seus comentários e se isso causou alguma coisa em vocês (preguiça, tesão, tédio, vontade, etc.). Abraços e tenham um excelente dia 😃
Lá vai:
Tudo começou numa tarde no meio da semana, o clima tava bem tranquilo e eu voltava do horário do almoço. Entrei no prédio e, estranhamente, o corredor dos elevadores estava vazio. Aproveitando a chance, apertei o botão do 9º andar pra subir pro escritório. Aí, quase fechando a porta, chega uma mina absurdamente gostosa, com uma calça branca justa que deixava ver a fio dental verde-azulada dela, umas coxas deliciosamente torneadas, um quadril marcante e (se eu não falar assim, eu fico doente) uma bunda que convoca os instintos mais baixos do homem. Continuei subindo o olhar e vi um tronco esculpido pelos deuses, e mais pra cima... a morte!!! Um decote que mostrava um par de montes cheios de vida, um tom de pele bronzeado e textura fina. Naquela hora, a única coisa que passava pela minha cabeça era um milhão de desculpas pra puxar conversa, conhecê-la; meu ego tarado só gritava: "Vai fundo!, faz ela tua!, come ela agora mesmo!!!"
Mas consegui segurar meus instintos e continuei observando: um rosto angelical e um olhar intenso e penetrante que não tirava de mim. O elevador subia e, com aquele olhar, fiquei petrificado, como um guerreiro diante do olhar da Medusa. Ela não parava de brincar com os lábios, como se pedisse pra eu mordê-los. O cabelo castanho dela se espalhava pelos ombros e caía sobre os peitos, convidando a ver o paraíso que estava por baixo, e eu ali, sem conseguir mover um dedo.
Fechei os olhos e, de repente, ela apertou o botão de parada de emergência do elevador e se jogou em mim, ofegante de tesão. Me beijou com tanta intensidade que não restava dúvida do que ia rolar... Sem tempo (nem vontade) de reagir, ela abriu o zíper da minha calça e puxou o volume que já tava excitado desde que vi ela. Ela soltou meu pau da embalagem com as mãos macias e não deu pra evitar o aumento da excitação que sentiu ao tocar ele, firme, pronto pro que viesse e ainda por cima super lubrificado. Os dedos dela escorregavam na lubrificação natural do meu pau e não demorou, ela me empurrou contra a parede do elevador, se agachou e começou a chupar, chupar e chupar... com toda a força e luxúria que tinha. Era tão gostoso e agressivo ao mesmo tempo que tive que parar ela pra não gozar tão rápido, ela entendeu e continuou beijando o resto do meu corpo, enquanto me tirava a calça e o resto.
Peguei ela pelos braços pra levantar e comecei a beijar os peitos dela que estavam quase estourando os botões da blusa que segurava eles; libertei eles da pressão o mais rápido que pude pra poder saborear os deliciosos mamilos duros dela e dar umas mordidinhas enquanto minhas mãos deslizavam pra baixo pra desabotoar a calça e lutar um pouco pra tirar ela. A calcinha fio dental dela, transbordando da emoção que a buceta dela tava com o encontro, também foi tirada pra poder brincar com os lábios dela. Enquanto continuava saboreando os peitos firmes dela, passava meus dedos entre os lábios dela, roçando devagar o clitóris enquanto ela começava a gemer baixinho, como com medo de alguém ouvir, eu também enlouqueço com a lubrificação de uma buceta, então fui descendo devagar, beijando a pele dela no caminho pro êxtase da buceta dela, rodeando o umbigo até chegar naquela área, manjar dos deuses, depilada de fresco, lisinha e molhada já pela brincadeira das minhas mãos; continuei descendo fazendo minha língua percorrer o caminho final devagar até o clitóris dela, chupei ele e ouvi um gemido de desespero pela vontade que ela tava enquanto me dizia "continua, continua por favor, não para", continuei pela linha que separa os lábios dela até chegar naquela abertura que fascina a gente, e enfiei minha língua pra depois tirar e comecei a chupar, brincar, introduzir e lamber ela até fazer sair seu néctar, acompanhado de uma rebolada e gemidos deliciosos da parte dela.
Eu tinha conseguido, tinha obtido um orgasmo autêntico de uma deusa encarnada.
Ela me pediu para levantar, e eu obedeci na hora, e imediatamente virou de costas e se inclinou, se apoiando na parede do elevador enquanto esfregava as nádegas no meu pau, procurando deixá-lo entre aqueles dois manjares suculentos. Quando conseguiu, começou a se mover pra cima e pra baixo, me masturbando com a bunda dela de um jeito que eu nunca tinha imaginado, ofegante ainda parou e pediu: "Me penetra, enfia até o fundo, me faz tua!!" De novo obedeci, enquanto com as mãos dela guiava meu pau pra dentro da buceta dela e, uma vez encaminhado, com a luxúria e o desejo que eu também tinha de penetrá-la, empurrei o corpo com toda força contra ela, e ela soltou um grito que terminou de novo num gemido, dizendo "assim, me dá" enquanto se inclinava pra se entregar toda. Peguei ela pela cintura e comecei o trabalho "entra-sai" com força e um pouco devagar.
Agora os gemidos dela não eram mais silenciosos, ecoavam claros com o som do elevador, o que me excitou ainda mais e comecei a fazer movimentos de vai e vem em círculos, ainda forte mas cada vez mais rápido. Ela se endireitou um pouco e eu aproveitei pra subir as mãos e acariciar os peitos dela sem parar o movimento. Sentia como entre gemidos e ofegos a respiração dela acelerava enquanto eu beijava o pescoço dela e acelerei ainda mais meus movimentos até sentir que as pernas dela perdiam a força em outro orgasmo, mas dessa vez não foi sozinho, foi acompanhado porque ao mesmo tempo eu estava gozando dentro dela. Ouvi os últimos gemidos enquanto saíam as últimas gotas do meu pau e depois disso o silêncio reinou enquanto aproveitávamos os últimos momentos um dentro do outro e fechando os olhos pra gravar o momento nas nossas mentes...
Abrimos os olhos enquanto nos separávamos devagar e sem dizer Sem dizer uma palavra, pegamos nossas roupas e nos vestimos. Ela religou o elevador e, ao chegar no andar dela, só me deu um beijo suave na boca, falando com voz doce e baixa: "Obrigada", enquanto eu fechava os olhos para aproveitar aquele beijo que, bem sabia, seria o último...
De repente, uma campainha tocou, estávamos no nono andar (meu destino) e abri os olhos...
Tudo tinha passado na minha mente, numa viagem da minha cabeça exageradamente louca eu tinha feito minha aquela mulher que estava na minha frente, enquanto ela só me olhava, com um sorriso safado como se soubesse exatamente o que eu tinha imaginado. Desci do elevador e, com a cabeça cheia de reclamações por não ter dito uma palavra pra ela e percebendo que meu amigo, aquele brincalhão que se esconde atrás da braguilha, também chorava de agonia por não ter conhecido nossa acompanhante gostosa, a própria calça estava tensa pelo empurrão e ao mesmo tempo com uma marca molhada da emoção por tudo que passou na minha cabeça. Era bom demais pra ser verdade...
Bom, isso foi tudo por enquanto, espero que tenham gostado, por favor me deem seus comentários e se isso causou alguma coisa em vocês (preguiça, tesão, tédio, vontade, etc.). Abraços e tenham um excelente dia 😃
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