UM RELATO QUENTEA esposa do meu melhor amigo
Não sei quando começou. Só posso dizer que, aos poucos, fui me dando conta de que olhava mais para ela. Olhava o corpinho dela, pequeno mas bem torneado, as mãozinhas dela, os pezinhos, os lábios finos e sensuais, tão bem desenhados. Os olhos castanhos, o nariz perfeito, o rostinho lindo. A bunda expressiva, as pernas bem feitas... enfim, quem tô descrevendo é a esposa do meu amigo, Nora, com seus 28 anos, bem mais nova que a minha esposa.
Os primeiros sinais de que algo tava rolando entre a gente foram os olhares trocados, nos almoços em família, na casa do meu amigo. Os olhares cúmplices começaram a se encher de pequenas perguntas, safadinhas, nervosas, brincalhonas: — O que cê tá olhando? Em que cê tá pensando? Ia me falar alguma coisa? Tem alguma coisa no meu rosto? — As respostas eram na mesma linha: — Nada, só olhando; sim, muita coisa quero dizer, mas mais pra frente... E silêncio... E sorrisos cúmplices.
Começamos a fase dos roçados. Dos joelhos debaixo da mesa, como naquela vez que fomos num Pub, com meu amigo e minha esposa, numa mesa pequena e senti o joelho dela encostando na minha coxa... Foi nesse momento que ela disse que gostava de ficar comigo, porque eu fazia ela rir e relaxar... Naquela noite, meus apetites eróticos começaram com a Nora.
Dois fatos não deixaram dúvida: alguma coisa tava rolando entre a gente.
Primeiro, quando levei ela no meu carro pra casa de uns amigos, ela me explicou que meu amigo era muito ciumento e que até tinha ciúmes de mim.
— Por quê? — perguntei, nervoso.
— Bom, porque falo muito de você... Até pras minhas amigas... comentei como você é.
— E como eu sou?
— Simpático...
Ela me abraçou, me deu um beijo no canto dos lábios... e saiu do carro.
A segunda foi na casa do meu amigo... Ela se preparava pra sair (eu e meu amigo íamos ficar)... num momento, subi pro banheiro do segundo andar... A porta tava aberta e ela de roupa íntima... uma fio dental azul celeste da porra... Que rabo!... Que pernas!... Ela de costas pra mim. Olhava pelo espelho... e começou a sorrir, com cumplicidade, daquele jeito que te deixa louco de tesão... Me aproximei e falei: — Você é muito gostosa, por onde quer que se olhe. Ela deu uma gargalhada, correu pro quarto e fechou a porta.
A situação continuou, com cada vez mais aproximações e brincadeirinhas... Começamos a conversar por um bom tempo quando nossos casamentos se juntavam... Até que em um momento imaginei uma experiência swinger... mas minha mulher nunca tinha simpatizado com meu amigo e, bom, não rolou.
Começamos a nos ligar direto... depois os e-mails... e começamos a trocar mensagens todo santo dia. Os assuntos iam até o limite... e, como era de se esperar, acabaram em temas sexuais.
Foi aí que ela me confessou que se sentia insatisfeita sexualmente... que meu amigo cada vez a satisfazia menos e que quase não transavam. Numa dessas conversas, ela me confessou que se masturbava.
— E como? — me animei a perguntar.
— Bom, de várias formas... kkkk... — Gosto de me divertir no chuveiro, com meus dedos e o sabonete, me penetrando... São muitas maneiras... você gosta?
— Tudo... consigo te imaginar.
Num e-mail ela me perguntou se eu me masturbava... e eu respondi que contaria ao vivo e a cores.
Mas as coisas se precipitaram. Num fim de semana, ficamos eu e minha esposa na casa dela... já que meu amigo ia viajar e a Nora não queria ficar sozinha... Bom, acordei no domingo e minha esposa disse que ia na casa da mãe e voltava ao meio-dia... Desci pro térreo e fui pra cozinha.
Quando entro, minha surpresa me acorda de vez... Lá estava ela... em cima de uma escada frágil, com seu pijaminha-shortinho, mostrando as pernas e aquela bunda de matar...
— Me segura, que eu posso cair! — quase gritando.
Seguro ela pela cintura e a bunda dela fica na altura do meu rosto... um pedaço de gostosura, com a cintura que eu apertava... um cheiro delicioso, de mulher no cio...
Apertava a cintura dela... aproximei minha boca das coxas dela... e pronto, tudo se desencadeou... comecei a beijá-las, dava uns Mordiscos no começo das nádegas dela e eu sentia como ela se tensionava...
—Desce!—
A gente se olhou e começou a se beijar com paixão... apertávamos nossos corpos, eu fazia ela sentir meu pau, duro pra caralho contra a barriga dela... comecei a levantar a camisola dela e a beijar os peitos dela... mmmm que delícia, os bicos dela estavam duros, empinados... do jeito que dava, comecei a baixar a calça do meu pijama... peguei a mão dela e levei na minha piroca... sem mais, ela começou a me bater uma punheta.
—Tá gostando? —é sua... quero que você chupe ele...
Ela continuou me masturbando, enquanto me beijava e gemia...
—A gente tá louco— ela fala... Sentou no móvel da cozinha enquanto abaixava a camisola dela e eu pude ver a buceta gostosa dela... depiladinha... delicada.
Comecei a beijar as coxas dela... e fui percorrendo cada pedaço de pele até que... mmmm eu chupei esses lábios...
—AI!!!... calma, louco, por favorrrrrr... me chupa forrrrte!!...—
Comecei a chupar o clitóris dela... durinho... molhado... rosadinho... a gente tava como possuído, era um tesão acumulado... que vinha desde um tempo...
—Vamos pra cima, gostosa... vamos pra minha cama...!!—
Subimos nos tocando, ela no meu pau e eu na bunda dela... ela correu pra cama... ficou de quatro, com a bundinha dela me olhou por cima do ombro...
—Por favor, papai... enfia em mim!!
Mas eu queria aproveitar aquela delícia... e comecei a lamber aquela bunda gostosa... a passar a língua na buceta dela... ela se contorcia... —Seu filho da puuuuta... pelo amorrr!!... ahggggg...ahg—
Continuei chupando aquela delícia... enquanto comecei a dedar ela... a buceta dela tava molhada... e com os próprios sucos dela lubrifiquei o buraquinho da bundinha dela... com um dedo na buceta e outro no cu dela... ela não parava de gemer.
—Ahhhh... Ahhhh... Ahhhh... assiiiiiiim... ayyyyy... siiiiiim, papaiiiiiii—
Beijei as nádegas dela e me levantei... fui pro lado da cama e aproximei meu pau daqueles peitos gloriosos e esfreguei neles... batia nos bicos com a cabeça do meu pau... até que ela pegou no meu pau e falou: —Quero chupar você... gosto do seu pau... desde que te vi no banheiro... mmmmm me dá, sim?-
Ela começa a chupar minha pica de um jeito espetacular, me fazia sentir em outro planeta.
- Ummmmm... como tu chupa, gata... come a pica!!
- Cê gosta, papai... me dá pica, amoooorrr...
Depois de um boquete foda... ela me deita na cama, se levanta e diz: - Quero montar em você... quero essa pica dentro de mim...
E aí começa uma cavalgada impressionante... os peitos dela pulavam e ela gemia, e eu tinha que me segurar pra não encher a buceta dela de porra... ela continuava em cima da minha pica, entrando e saindo...
- Como tu se mexe, mamãe... como eu queria te foderrrr...
- Siiim... papai... cê gosta de como eu te fodo?!
E assim até que eu a coloco de lado, tipo colherinha... e penetro aquela buceta... - Ummm, que gostosa tu tá, mamãe...
A gente continuou um tempo num ritmo gostoso... se curtindo... se sentindo... Todo esse tempo se desejando e agora a gente se dava prazer... sem ligar pra ser infiel... nada, éramos só nós dois e o resto do mundo...
A gente continuava a todo vapor... ela gemia... - Ahhhggg... Ai... Ai... siiiiiim... assim, papai!!
- Cê gosta, bebeeee?
- Siiiiiiim... agggg... assim...
- Quer minha colitaaaaaa...? - faz a cola pra mim... amoooor...
Claro que com uma proposta dessas e com a tesão, eu não hesitei... comecei a lubrificar o buraquinho dela com saliva e o próprio fluido dela... até que entraram dois dedos e dilatei o cuzinho dela... - Siiim, vaiii... me dá, papai... arrebenta meu cuzinho... Amoooorrrr!!... ajeitei a cabeça da minha pica e comecei a pressionar... custou um pouco, mas passou a cabeça e aí dei um minuto pra ela se acostumar com o cuzinho e começamos uma fodida impressionante...
mas a tesão era tanta que logo eu não aguentava mais segurar a porra... - Vou gozar em você... amoooorrr
- Siiiiiiiiim... papaitooooo... me dá... sua porra no cuzinho... enche ele, amorrrr!!!
E eu enchi aquele rabo lindo que ela tem... ficamos abraçados... nos beijando... nos acariciando.
A gente se levantou e foi tomar banho junto... antes que minha esposa chegasse. Aí me diz que a gente era louco... mas que fazia anos que não gozava tanto... a gente se beijou... e começou a pensar em como ser amantes escondidos da minha mulher e do meu melhor amigo.
Bom, espero que tenham curtido.
Um abraço gigante pra todo mundoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Não sei quando começou. Só posso dizer que, aos poucos, fui me dando conta de que olhava mais para ela. Olhava o corpinho dela, pequeno mas bem torneado, as mãozinhas dela, os pezinhos, os lábios finos e sensuais, tão bem desenhados. Os olhos castanhos, o nariz perfeito, o rostinho lindo. A bunda expressiva, as pernas bem feitas... enfim, quem tô descrevendo é a esposa do meu amigo, Nora, com seus 28 anos, bem mais nova que a minha esposa.
Os primeiros sinais de que algo tava rolando entre a gente foram os olhares trocados, nos almoços em família, na casa do meu amigo. Os olhares cúmplices começaram a se encher de pequenas perguntas, safadinhas, nervosas, brincalhonas: — O que cê tá olhando? Em que cê tá pensando? Ia me falar alguma coisa? Tem alguma coisa no meu rosto? — As respostas eram na mesma linha: — Nada, só olhando; sim, muita coisa quero dizer, mas mais pra frente... E silêncio... E sorrisos cúmplices.
Começamos a fase dos roçados. Dos joelhos debaixo da mesa, como naquela vez que fomos num Pub, com meu amigo e minha esposa, numa mesa pequena e senti o joelho dela encostando na minha coxa... Foi nesse momento que ela disse que gostava de ficar comigo, porque eu fazia ela rir e relaxar... Naquela noite, meus apetites eróticos começaram com a Nora.
Dois fatos não deixaram dúvida: alguma coisa tava rolando entre a gente.
Primeiro, quando levei ela no meu carro pra casa de uns amigos, ela me explicou que meu amigo era muito ciumento e que até tinha ciúmes de mim.
— Por quê? — perguntei, nervoso.
— Bom, porque falo muito de você... Até pras minhas amigas... comentei como você é.
— E como eu sou?
— Simpático...
Ela me abraçou, me deu um beijo no canto dos lábios... e saiu do carro.
A segunda foi na casa do meu amigo... Ela se preparava pra sair (eu e meu amigo íamos ficar)... num momento, subi pro banheiro do segundo andar... A porta tava aberta e ela de roupa íntima... uma fio dental azul celeste da porra... Que rabo!... Que pernas!... Ela de costas pra mim. Olhava pelo espelho... e começou a sorrir, com cumplicidade, daquele jeito que te deixa louco de tesão... Me aproximei e falei: — Você é muito gostosa, por onde quer que se olhe. Ela deu uma gargalhada, correu pro quarto e fechou a porta.
A situação continuou, com cada vez mais aproximações e brincadeirinhas... Começamos a conversar por um bom tempo quando nossos casamentos se juntavam... Até que em um momento imaginei uma experiência swinger... mas minha mulher nunca tinha simpatizado com meu amigo e, bom, não rolou.
Começamos a nos ligar direto... depois os e-mails... e começamos a trocar mensagens todo santo dia. Os assuntos iam até o limite... e, como era de se esperar, acabaram em temas sexuais.
Foi aí que ela me confessou que se sentia insatisfeita sexualmente... que meu amigo cada vez a satisfazia menos e que quase não transavam. Numa dessas conversas, ela me confessou que se masturbava.
— E como? — me animei a perguntar.
— Bom, de várias formas... kkkk... — Gosto de me divertir no chuveiro, com meus dedos e o sabonete, me penetrando... São muitas maneiras... você gosta?
— Tudo... consigo te imaginar.
Num e-mail ela me perguntou se eu me masturbava... e eu respondi que contaria ao vivo e a cores.
Mas as coisas se precipitaram. Num fim de semana, ficamos eu e minha esposa na casa dela... já que meu amigo ia viajar e a Nora não queria ficar sozinha... Bom, acordei no domingo e minha esposa disse que ia na casa da mãe e voltava ao meio-dia... Desci pro térreo e fui pra cozinha.
Quando entro, minha surpresa me acorda de vez... Lá estava ela... em cima de uma escada frágil, com seu pijaminha-shortinho, mostrando as pernas e aquela bunda de matar...
— Me segura, que eu posso cair! — quase gritando.
Seguro ela pela cintura e a bunda dela fica na altura do meu rosto... um pedaço de gostosura, com a cintura que eu apertava... um cheiro delicioso, de mulher no cio...
Apertava a cintura dela... aproximei minha boca das coxas dela... e pronto, tudo se desencadeou... comecei a beijá-las, dava uns Mordiscos no começo das nádegas dela e eu sentia como ela se tensionava...
—Desce!—
A gente se olhou e começou a se beijar com paixão... apertávamos nossos corpos, eu fazia ela sentir meu pau, duro pra caralho contra a barriga dela... comecei a levantar a camisola dela e a beijar os peitos dela... mmmm que delícia, os bicos dela estavam duros, empinados... do jeito que dava, comecei a baixar a calça do meu pijama... peguei a mão dela e levei na minha piroca... sem mais, ela começou a me bater uma punheta.
—Tá gostando? —é sua... quero que você chupe ele...
Ela continuou me masturbando, enquanto me beijava e gemia...
—A gente tá louco— ela fala... Sentou no móvel da cozinha enquanto abaixava a camisola dela e eu pude ver a buceta gostosa dela... depiladinha... delicada.
Comecei a beijar as coxas dela... e fui percorrendo cada pedaço de pele até que... mmmm eu chupei esses lábios...
—AI!!!... calma, louco, por favorrrrrr... me chupa forrrrte!!...—
Comecei a chupar o clitóris dela... durinho... molhado... rosadinho... a gente tava como possuído, era um tesão acumulado... que vinha desde um tempo...
—Vamos pra cima, gostosa... vamos pra minha cama...!!—
Subimos nos tocando, ela no meu pau e eu na bunda dela... ela correu pra cama... ficou de quatro, com a bundinha dela me olhou por cima do ombro...
—Por favor, papai... enfia em mim!!
Mas eu queria aproveitar aquela delícia... e comecei a lamber aquela bunda gostosa... a passar a língua na buceta dela... ela se contorcia... —Seu filho da puuuuta... pelo amorrr!!... ahggggg...ahg—
Continuei chupando aquela delícia... enquanto comecei a dedar ela... a buceta dela tava molhada... e com os próprios sucos dela lubrifiquei o buraquinho da bundinha dela... com um dedo na buceta e outro no cu dela... ela não parava de gemer.
—Ahhhh... Ahhhh... Ahhhh... assiiiiiiim... ayyyyy... siiiiiim, papaiiiiiii—
Beijei as nádegas dela e me levantei... fui pro lado da cama e aproximei meu pau daqueles peitos gloriosos e esfreguei neles... batia nos bicos com a cabeça do meu pau... até que ela pegou no meu pau e falou: —Quero chupar você... gosto do seu pau... desde que te vi no banheiro... mmmmm me dá, sim?-
Ela começa a chupar minha pica de um jeito espetacular, me fazia sentir em outro planeta.
- Ummmmm... como tu chupa, gata... come a pica!!
- Cê gosta, papai... me dá pica, amoooorrr...
Depois de um boquete foda... ela me deita na cama, se levanta e diz: - Quero montar em você... quero essa pica dentro de mim...
E aí começa uma cavalgada impressionante... os peitos dela pulavam e ela gemia, e eu tinha que me segurar pra não encher a buceta dela de porra... ela continuava em cima da minha pica, entrando e saindo...
- Como tu se mexe, mamãe... como eu queria te foderrrr...
- Siiim... papai... cê gosta de como eu te fodo?!
E assim até que eu a coloco de lado, tipo colherinha... e penetro aquela buceta... - Ummm, que gostosa tu tá, mamãe...
A gente continuou um tempo num ritmo gostoso... se curtindo... se sentindo... Todo esse tempo se desejando e agora a gente se dava prazer... sem ligar pra ser infiel... nada, éramos só nós dois e o resto do mundo...
A gente continuava a todo vapor... ela gemia... - Ahhhggg... Ai... Ai... siiiiiim... assim, papai!!
- Cê gosta, bebeeee?
- Siiiiiiim... agggg... assim...
- Quer minha colitaaaaaa...? - faz a cola pra mim... amoooor...
Claro que com uma proposta dessas e com a tesão, eu não hesitei... comecei a lubrificar o buraquinho dela com saliva e o próprio fluido dela... até que entraram dois dedos e dilatei o cuzinho dela... - Siiim, vaiii... me dá, papai... arrebenta meu cuzinho... Amoooorrrr!!... ajeitei a cabeça da minha pica e comecei a pressionar... custou um pouco, mas passou a cabeça e aí dei um minuto pra ela se acostumar com o cuzinho e começamos uma fodida impressionante...
mas a tesão era tanta que logo eu não aguentava mais segurar a porra... - Vou gozar em você... amoooorrr
- Siiiiiiiiim... papaitooooo... me dá... sua porra no cuzinho... enche ele, amorrrr!!!
E eu enchi aquele rabo lindo que ela tem... ficamos abraçados... nos beijando... nos acariciando.
A gente se levantou e foi tomar banho junto... antes que minha esposa chegasse. Aí me diz que a gente era louco... mas que fazia anos que não gozava tanto... a gente se beijou... e começou a pensar em como ser amantes escondidos da minha mulher e do meu melhor amigo.
Bom, espero que tenham curtido.
Um abraço gigante pra todo mundoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
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