A taxista gostosa

Fui visitar minha avó e acabei me atrasando um pouco, já não achava táxi. Os que passavam não iam pro lado que eu precisava, e como eu tava com gente, não me levavam. Já tava preocupada porque não conseguia ir embora. Fiquei pensando que, se não desse pra ir, teria que voltar e ficar na casa da minha avó, mas a verdade é que não queria ficar, porque no dia seguinte tinha um monte de coisa pra fazer. Mas, se não tivesse outro jeito, teria que encarar…

Os táxis passavam lotados, e os que paravam não queriam me levar. Todos iam pro centro, e eu tava indo pra saída pegar um ônibus pra Granada…

Decidi caminhar até a pracinha pra ver se tinha mais sorte por lá, já que os táxis paravam mais ali… Depois de duas quadras, cheguei na pracinha, mas nada de sorte. Já tava decidida a voltar quando um táxi parou vazio. Entrei antes que alguém me passasse a perna, e já que tava dentro, ele teria que me levar, mesmo que cobrasse um pouco mais. Sorte que eu tava com um dinheiro extra…

— Desculpa, mas não tô de serviço. Só parei porque quero comprar uma comida típica…

— Por favor, me leva até a saída. Vou pegar o busão pra Granada e ninguém quer me levar. Já tô há mais de uma hora esperando e nada. Me fala quanto cê cobra pra me levar…

— Já te falei que não tô de serviço. Desce, por favor…

— Tá bom, me desculpa…

Desci desiludida, já tava conformada em voltar ou então caminhar os 5 km de distância. Porque, mesmo que fosse mais longo, eu caminharia, já que não podia dar o luxo de falhar com minha mãe. Prometi que ia fazer uns mandados pra ela e ia cumprir…

Acho que era melhor ter caminhado desde que comecei a esperar táxi, com certeza já teria chegado… Comecei a andar, procurando as ruas mais iluminadas e movimentadas, porque não queria arriscar ser assaltada. Caminhei num passo rápido, olhei no relógio e calculei que no máximo levaria uma hora. Me apressei mais. Passei o dia inteiro pra cima e pra baixo e tava cansada pra Minha cabeça tava doendo e meu corpo já queria chegar em casa e cair na cama…

Depois de uns 45 minutos andando, cheguei na rua que levava direto pra estrada onde passavam os micro-ônibus que iam pras diferentes cidades… Sorri ao ver o semáforo lá longe, já faltavam só três quarteirões e eu chegava… Um taxi buzinou, eu me afastei porque pensei que tava muito no meio da rua, mas ele continuou até parar e uma mulher falou comigo…

- Depois de tudo, você veio andando mesmo…

- É, e como cê vê, já tô quase chegando, então não preciso de carona pra lugar nenhum… (respondi meio agressiva enquanto ia embora, porque aquilo era uma zoação: ela não quis me trazer antes e agora que eu tô chegando, para só pra me falar isso)

- Ei, me desculpa pelo que aconteceu antes, mas beleza, tô indo pra Granada e poderia te levar…

- … (não respondi nada e continuei andando; ela entrou num supermercado que ficava no meio do quarteirão)

Finalmente cheguei na saída e os micro-ônibus passavam lotados de gente, nenhum parava, mas eu já tava lá, então era só esperar passar um que me levasse…

Já tinham se passado uns 20 minutos e nada de passar nada, e tinha muita gente esperando, quando um taxi parou. O povo correu pra perguntar pra onde ele ia e quanto custava, mas vi todo mundo voltar pros lugares onde estavam antes. Olhei direito e era o mesmo taxi…

- Sobe, que hoje é domingo e o transporte não passa tão seguido, cê vai ficar um tempão esperando. Olha só quanta gente esperando igual a você, e acho difícil você conseguir entrar antes deles. Então você teria que esperar até não ter tanta gente pra poder pegar um…

- Olhei pra toda aquela gente e era muita mesmo. Ela tava certa, eu ia demorar pra conseguir pegar um micro-ônibus que me levasse… (subi meio sem convicção, mais pela necessidade de chegar em casa)

- Coloca o cinto de segurança…

- ….. (não falei nada e só coloquei)

- Onde exatamente você fica?

- Me deixa no quilômetro 39

- E depois você tem que andar?

- Isso não tem importância, melhor me dizer quanto vai me cobrar…

- Não tem importância…

- Tá bom, quando chegarmos você me fala… — e isso aí é o quê…?

- Umas cervejas… quer?

- Não bebo, obrigada, e você não devia beber já que está dirigindo…

- Só tomei uma e isso não me afeta em nada, tô acostumada a beber muito mais, então não dá nada, você vai chegar sã e salva em casa, não se preocupa..

- E por que você bebe essas…? O que sentem quando têm tanto licor no corpo…?

- Tô estressada, queria relaxar um pouco…

- Essa não é uma boa maneira de relaxar…

- Não…? E qual é uma boa maneira de me relaxar…?

- Bom, acho que uma massagem ou um banho com água morna…

- Então me acompanha até em casa e faz eu relaxar…

- Desculpa, mas isso não é possível…

- Bom, então já que você tá no banco de trás, que tal me dar uma massagenzinha nos ombros…

- Oi, acho que não foi só uma cerveja que você tomou, porque dá pra ver que você tá bêbada….

- Kkkkkk você tem razão, tomei 5, mas não se preocupa, como vê eu dirijo muito bem…

- Eu não tô tão segura assim, acho que se eu pular pela janela e quebrar uns ossos, pelo menos ficaria viva, porque se você bater em alguma coisa, duvido que eu sobreviva…

- Kkkkkk que exagerada você é…. Mas vamos, não fica enrolando e me dá a massagem….

- Tá bom…mas fica registrado que vou fazer porque não aguento mais sua insistência, senão não faria…

- Oi, não tô te obrigando a nada, se não quiser, não faz, ok… (eu a vi meio brava e reparei bem nela, era uma mulher muito gostosa e muito elegante, que estranho ser taxista)

- Vamos, não fica brava… (falei enquanto colocava as mãos nos ombros dela)

- Uuufff que mãos tão gostosas, é uma delícia… um pouco mais de pressão, por favor…

- Assim…?

- Sim, assim fica muito bom. bem…
- Que bom que você gostou, viu como não precisa beber pra relaxar…
- Se eu soubesse antes, teria deixado você subir sem perguntar hahahaha – ai, isso doeu um pouco…
- Desculpa, querida, achei que você queria mais pressão – falei sorrindo (porque tinha apertado de propósito pra parar a risada dela debochada)
- De qualquer jeito, é uma delícia…
- Que bom que você gostou… (respondi e fiquei olhando o rosto dela, já que com as luzes acesas dava pra ver bem… era uma mulher linda demais… Meu Deus, que mulher, parecia um anjo caído do céu, eu tava fascinada com tanta beleza, um sonho realizado…)
- Oi!!!! Você tá aí…?
- Desculpa, fiquei pensando que já quase chegamos no lugar onde eu desço…
- É, falta pouco… Mas me diz, qual é seu nome…? (ela pegou minha mão e levou até o decote…)
- Hã, eu me chamo… (Não conseguia acreditar que ela mesma levou minha mão pros peitos dela, até meu nome eu tinha esquecido…)
- Você se chama…? (ela perguntou de novo, sorrindo)
- Estela Duarte, pra te servir…
- Eu sou Diana Sálame, muito prazer, Estela… (disse enquanto apertava a mão dela sobre a minha, porque mesmo com a mão nos peitos dela, eu não ousava mexer)
- O prazer é meu… (falei enquanto começava a apalpar os peitos dela por cima da roupa)
- Você gosta dos meus peitos?
- Sim, eles são lindos, acho que não cabem na minha mão…
- Vamos descobrir… (ela estacionou num lugar sem casas e apagou as luzes, levantou a blusa e colocou minhas mãos nos peitos dela…) – E agora, o que acha, cabem ou não…?
- Do jeito que eu pensei, não cabem… mas é gostoso demais apalpar eles…
- Sabe, eu não curto mulheres, mas não sei o que tá rolando comigo e você, sinto como se te conhecesse há uma vida inteira e você me atrai pra caralho…
- Eu curto, mas nunca fiquei com nenhuma… e muito menos com alguém tão linda que nem você…
- Sabe, faz tempo que não transo… Faz 3 anos que meu namorado me traiu. No fim, descobri que ele gostava de homens e só me usava pra manter as aparências diante da família dele. A gente ia até casar, mas faltando uma semana pro casamento, eu peguei ele no escritório se beijando e passando a mão num cara… Aquilo me destruiu, tudo foi cancelado e desde então nunca mais fiquei com ninguém…

- Sinto muito, mas não pensa nisso agora… (nessa altura, ela já tinha passado pro banco de trás comigo e levantado minha camiseta…)

- Cê tem razão, me desculpa… (falei e dei um beijo nela na boca…)

Depois disso, a gente só se beijou… Ela começou a descer pelo meu pescoço, a posição tava meio desconfortável, então ela pediu pra eu deitar e eu obedeci, deixando ela fazer o que queria… Pra ser sincera, era uma delícia. Ela foi descendo com beijos molhados da minha boca até chegar nos meus peitos — uma sensação maravilhosa que eu nunca imaginei sentir na vida…

Ela continuou beijando meus peitos até que colocou um dos meus biquinhos na boquinha linda dela… Se antes já era incrível, agora tava 10 vezes mais gostoso, e eu não consegui segurar um gemido quando sentiu uma mordidinha no outro mamilo.

- Te machuquei, bebê?

- Não, pelo contrário, foi bem gostoso…

- Quer que eu continue?

- Sim, por favor, continua…

Como resposta, ela voltou a beijar meus peitos e depois foi descendo pela minha barriguinha até chegar no meu umbigo, brincou um pouco enfiando a língua e beijando ele… Seguiu o caminho e, mesmo sendo meio desconfortável pra nós duas — já que eu tava meio deitada na porta do lado direito e ela deitada no banco —, ela me surpreendeu ao desabotoar minha calça jeans…

- Bebê, tira ela, por favor…

- Espera, princesa… (levei as mãos até a borda da calça e puxei tudo pra baixo, levando junto minha calcinha fio dental…)

Ela voltou a beijar meus peitos, mas dessa vez tinha a mão entre minhas pernas, tocando minha buceta…

- É tão gostoso te tocar, você tá toda molhadinha e assim depiladinha… Sinto meus dedos escorregando, querem entrar em você, bebê... me deixa entrar...?

- Sou sua, faz de mim o que quiser, princesinha...

Desci direto pra minha buceta que tava bem molhadinha, dei um gritinho ao sentir a boquinha dela dando beijinhos no meu clitóris e nos meus lábios, pra depois começar a me chupar devagar. Já não conseguia segurar meus gemidos, ela fazia cada vez mais rápido, então não demorei muito pra ter meu primeiro orgasmo. Foi algo muito especial, acho que tava no céu... ela continuava lambendo e chupando meu clitóris e eu ainda não tinha me recuperado direito quando senti um dos dedos dela entrando em mim...

- Ai, princesa, tá doendo, tira por favor...

- Ssssshhh, calma, bebê, já vai passar...

Ela começou a mexer o dedo bem devagar até eu parar de sentir dor e dar lugar ao prazer... realmente era uma delícia... ela chupava meu botãozinho enquanto me penetrava bem devagar, gostoso... me fez gozar duas vezes e fiquei super exausta... depois limpou meus suquinhos e subiu pra me dar um beijo na boca com gosto de mim...

- Por que você não me disse que era virgem? (ela falou enquanto se afastava de mim e acendia a luz pra ver a mão dela, que tava igual ao banco, manchada de sangue...)

- Eu gosto muito de você e só me deixei levar, não pensei que isso fosse te importar... Vem, me dá um beijo, sim? (falei sorrindo)

- Não é questão de importar ou não, é que virgindade não se dá pra qualquer um, Estela... e se veste, porque já ficou muito tarde...

Meu sorriso sumiu e, mesmo com uma vontade imensa de chorar, não chorei. Me vesti o mais rápido que pude e não falei mais nada... ela ligou o carro e arrancou. A gente tava a só um quilômetro do lugar onde eu ia descer... ela não disse mais nada...

- Me deixa naquela entrada, por favor, e obrigada por me trazer... (ela parou, peguei minhas coisas e, antes de sair, falei) - Não sou qualquer uma, e me desculpa pelo que aconteceu e por ter manchado seu carro (me levantei e, antes de fechar a porta, tirei (todo o dinheiro que eu tinha e joguei no banco) Toma, pra você se pagar por ter me trazido e pra mandar lavar o carro…

- Não, espera, eu…

Não deixei ela falar nada. Bati a porta e saí correndo… A escuridão da noite daria conta de esconder minhas lágrimas…

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