Reconexão
Fazia dois dias que a tempestade tinha arrasado tudo por onde passou. Dois dias sem luz, sem nada fresco na geladeira, sem a distração da TV, da música, nada. E agora a onda de calor, sufocante, sem uma gota de vento, o ar denso, úmido, pesado.
O corte de energia tinha se espalhado pelo corpo dela. Os movimentos ficavam lentos, arrastados. O único refúgio que ela encontrava era o frescor da sombra, no quarto dela, as persianas abaixadas na hora da sesta, estirada na cama esperando no meio do tédio… esperando a reconexão com o mundo e com a energia dela.
Em algum momento da tarde bateram na porta, ela se levantou, ajeitou a camisa suada com a lentidão dos movimentos que a dominavam desde que o calor começou… o sufoco, e foi até a porta.
Ao abrir o portão, encontra um homem de semblante sério, voz grave e uma boca sensual mal disfarçada por uma barba por fazer. Ele se apresenta como o enviado da empresa de energia elétrica — Boa tarde, senhora, estamos procurando o corte… o transformador da esquina… ela não entendeu direito o que aquele homem explicou, mas ele pedia permissão para entrar na casa dela e verificar alguma coisa, uma conexão… o fio que passa pelo jardim dela.
Algo despertou dentro dela, sem pensar em nada, ela o fez entrar. Os olhos do homem mal a percorreram enquanto ele procurava com o olhar a saída para o jardim. Foi para lá que ela o guiou, enquanto um calor interno a invadia, um calor que não tinha nada a ver com o abafamento do ambiente.
O homem pediu permissão para usar uma escada que apoiou contra um dos muros, ela não sabe se respondeu com gestos ou palavras, aquela voz a atravessou e a fez vibrar por dentro como um raio de energia elétrica. Ela contemplou o homem trabalhar, empoleirado na escada, manuseando ferramentas e se comunicando pelo rádio com outras vozes, com outros homens como aquele que estariam repetindo essa cena em outros jardins, talvez em outras mulheres.
—Senhora, me alcança um copo d'água, por favor? — foram as palavras que ela ouviu e a tiraram do torpor, dos devaneios.
Ela foi até a cozinha buscar a água, mas a mente já tinha disparado. Voltou ao jardim, se aproximou do homem e estendeu o braço para que ele pegasse o copo. O toque quase imperceptível na pele do outro religou algo na energia dela. Sem pensar no que fazia, se colocou entre a escada e a parede, ficando de frente para o rosto dele, sentindo toda a virilidade que imaginava enxergar nele. O homem olhou pra ela de cima e tentou pegar o copo, mas ela encarou os olhos dele e, ignorando o que ele queria, soltou o botão da calça de trabalho.
Segurando firme no cinto largo, usou a boca e os dentes pra abaixar o zíper da calça. A escada balançou, ele quis descer, mas ela mandou ele ficar parado, ali em cima. Começou a beijar a barriga do homem, desenhando com a língua a borda do elástico da cueca enquanto, por baixo do tecido fino, via crescer diante dos olhos o volume que procurava.
De novo com os dentes, pegou o elástico e puxou pra baixo, deixando aparecer metade da piroca, que se mostrava grossa e crescendo. O cheiro do homem a invadiu, apoiou as mãos na escada e começou a lamber a piroca que se oferecia pela metade, presa na roupa. Ele quis tirar tudo, descer, mas ela repetiu com voz rouca: — Fica aí, quieto.
Continuou lambendo e beijando o membro que se afogava entre a roupa, o calor, a boca dela. Uma das mãos soltou a escada e libertou o homem da prisão, baixando as roupas até os joelhos. Acariciou os ovos, inchados, quentes, suados, pegou a piroca com a mão e passou os dedos em círculos na cabeça, depois colocou na boca e chupou devagar, sem deixar entrar tudo de uma vez.
De vez em quando se afastava uns centímetros e olhava a obra, escolhia um ponto do pau do homem e dirigia as carícias, os beijos pra lá. Percorreu o tronco com mordidinhas suaves, os dedos dele rondavam entre os testículos, se movendo, explorando, provando, brincava com a presa que tava totalmente entregue ao jogo. O homem respirava ofegante, murmurava alguma coisa, ela não ligou, só queria continuar sugando aquela energia que tinha criado.
Quando percebeu que o homem não ia aguentar muito mais, tirou a camisa, segurou firme a pica com a boca e deixou ela entrar inteira, usou a boca pra chupar, e em dois ou três movimentos sentiu a tensão final, a voz do homem dizendo vou encher você, vou gozar. Ela tirou a pica da boca e deixou o jato de porra esguichar nos peitos dela, na barriga.
Antes que o homem pudesse reagir ou falar mais alguma coisa, enquanto a pica ereta, vermelha, inchada ainda soltava umas gotas de gozo, ela ajeitou a camisa, passou o dorso da mão no rosto e se afastou.
Antes de entrar em casa, disse: — Por favor, quando terminar me avisa que eu saio. O homem já não importava mais, ela tinha conseguido a reconexão dela.
Fazia dois dias que a tempestade tinha arrasado tudo por onde passou. Dois dias sem luz, sem nada fresco na geladeira, sem a distração da TV, da música, nada. E agora a onda de calor, sufocante, sem uma gota de vento, o ar denso, úmido, pesado.
O corte de energia tinha se espalhado pelo corpo dela. Os movimentos ficavam lentos, arrastados. O único refúgio que ela encontrava era o frescor da sombra, no quarto dela, as persianas abaixadas na hora da sesta, estirada na cama esperando no meio do tédio… esperando a reconexão com o mundo e com a energia dela.
Em algum momento da tarde bateram na porta, ela se levantou, ajeitou a camisa suada com a lentidão dos movimentos que a dominavam desde que o calor começou… o sufoco, e foi até a porta.
Ao abrir o portão, encontra um homem de semblante sério, voz grave e uma boca sensual mal disfarçada por uma barba por fazer. Ele se apresenta como o enviado da empresa de energia elétrica — Boa tarde, senhora, estamos procurando o corte… o transformador da esquina… ela não entendeu direito o que aquele homem explicou, mas ele pedia permissão para entrar na casa dela e verificar alguma coisa, uma conexão… o fio que passa pelo jardim dela.
Algo despertou dentro dela, sem pensar em nada, ela o fez entrar. Os olhos do homem mal a percorreram enquanto ele procurava com o olhar a saída para o jardim. Foi para lá que ela o guiou, enquanto um calor interno a invadia, um calor que não tinha nada a ver com o abafamento do ambiente.
O homem pediu permissão para usar uma escada que apoiou contra um dos muros, ela não sabe se respondeu com gestos ou palavras, aquela voz a atravessou e a fez vibrar por dentro como um raio de energia elétrica. Ela contemplou o homem trabalhar, empoleirado na escada, manuseando ferramentas e se comunicando pelo rádio com outras vozes, com outros homens como aquele que estariam repetindo essa cena em outros jardins, talvez em outras mulheres.
—Senhora, me alcança um copo d'água, por favor? — foram as palavras que ela ouviu e a tiraram do torpor, dos devaneios.
Ela foi até a cozinha buscar a água, mas a mente já tinha disparado. Voltou ao jardim, se aproximou do homem e estendeu o braço para que ele pegasse o copo. O toque quase imperceptível na pele do outro religou algo na energia dela. Sem pensar no que fazia, se colocou entre a escada e a parede, ficando de frente para o rosto dele, sentindo toda a virilidade que imaginava enxergar nele. O homem olhou pra ela de cima e tentou pegar o copo, mas ela encarou os olhos dele e, ignorando o que ele queria, soltou o botão da calça de trabalho.
Segurando firme no cinto largo, usou a boca e os dentes pra abaixar o zíper da calça. A escada balançou, ele quis descer, mas ela mandou ele ficar parado, ali em cima. Começou a beijar a barriga do homem, desenhando com a língua a borda do elástico da cueca enquanto, por baixo do tecido fino, via crescer diante dos olhos o volume que procurava.
De novo com os dentes, pegou o elástico e puxou pra baixo, deixando aparecer metade da piroca, que se mostrava grossa e crescendo. O cheiro do homem a invadiu, apoiou as mãos na escada e começou a lamber a piroca que se oferecia pela metade, presa na roupa. Ele quis tirar tudo, descer, mas ela repetiu com voz rouca: — Fica aí, quieto.
Continuou lambendo e beijando o membro que se afogava entre a roupa, o calor, a boca dela. Uma das mãos soltou a escada e libertou o homem da prisão, baixando as roupas até os joelhos. Acariciou os ovos, inchados, quentes, suados, pegou a piroca com a mão e passou os dedos em círculos na cabeça, depois colocou na boca e chupou devagar, sem deixar entrar tudo de uma vez.
De vez em quando se afastava uns centímetros e olhava a obra, escolhia um ponto do pau do homem e dirigia as carícias, os beijos pra lá. Percorreu o tronco com mordidinhas suaves, os dedos dele rondavam entre os testículos, se movendo, explorando, provando, brincava com a presa que tava totalmente entregue ao jogo. O homem respirava ofegante, murmurava alguma coisa, ela não ligou, só queria continuar sugando aquela energia que tinha criado.
Quando percebeu que o homem não ia aguentar muito mais, tirou a camisa, segurou firme a pica com a boca e deixou ela entrar inteira, usou a boca pra chupar, e em dois ou três movimentos sentiu a tensão final, a voz do homem dizendo vou encher você, vou gozar. Ela tirou a pica da boca e deixou o jato de porra esguichar nos peitos dela, na barriga.
Antes que o homem pudesse reagir ou falar mais alguma coisa, enquanto a pica ereta, vermelha, inchada ainda soltava umas gotas de gozo, ela ajeitou a camisa, passou o dorso da mão no rosto e se afastou.
Antes de entrar em casa, disse: — Por favor, quando terminar me avisa que eu saio. O homem já não importava mais, ela tinha conseguido a reconexão dela.
10 comentários - Reconexão
Me encanto!
Gracias por compartir
Caliente relato, muy bien escrito y lamentablemente poco apreciado...
Pero ánimo! Ojalá varios mas pasen y aprecien tu laburo, que es de primera linea!
Van 5 puntinessssss
http://www.poringa.net/comunidades/relatistas-p/
Este fue genial!...