Escravizada e humilhada em público, um conto

PRIMEIRA PARTE: escravizada e humilhada em público

Pela primeira vez em muito tempo, graças a uns parentes que levaram nossa filha, eu e minha esposa tivemos um fim de semana longo para ficar sozinhos. Aluguei um quarto de hotel longe da nossa cidade e fomos pra lá.

Faz tempo que tenho a fantasia de escravizar sexualmente minha esposa; vou descrevê-la: ela é descendente de asiáticos, tem 1,55m, é gordinha, peitos bons, quadril largo e pernas grossas, cabelo preto, ondulado e comprido até a cintura, rosto bonito e de menina. Normalmente é tranquila, obediente, submissa e com uma paciência típica de orientais. Nos instalamos no quarto e depois de tomar banho, ela saiu enrolada numa toalha. Começamos a tomar cerveja, sabendo que ela tem pouca resistência ao álcool e fica tonta rápido. Daí a pouco, quando os efeitos do álcool começaram a aparecer, pedi pra ela sentar e juntar as mãos nas costas, amarrando os pulsos com uma corda até deixar bem presos. Depois de enfiar uma calcinha fio dental na boca dela, amordacei com um par de meias dela, tirei a roupa dela e a fiz deitar no chão, amarrando os pés. Só nesse momento eu disse que queria ter ela o fim de semana inteiro amarrada e pelada. Foi excitante ver ela jogada no chão, mexendo mãos e pés tentando se soltar, até que depois de uns minutos ela ficou quieta, entregue, pronta pra ser abusada.

Como tava calor e o meio-dia tava bonito, peguei ela pelos pés e arrastei pro jardim pra pegar sol e de quebra exibir ela em público. Tinha outros casais descansando e depois de explicar que era uma amiga e que eu tinha ela como escrava, deixei ela lá. Deitada de barriga pra cima na grama, mostrando os peitões, a buceta depilada e o corpo todo branquinho e lisinho. Não consegui fazer nada, ela só ficou ali parada, sem se mexer. Mesmo não tendo sido machucada durante a hora e pouco que ficou naquela situação, foi apalpada, beijada, fotografada. Me chamou a atenção que as mulheres eram as mais interessadas em abusar dela: sentavam em cima, batiam na bunda dela, chamavam de *slut*, xingavam e tratavam ela com muito desprezo. Eu adorei ver elas tratando ela assim, feito uma escrava, e mais ainda vendo como ela ficava sem reagir, como se tivesse aceitado a escravidão. Depois de um tempo, levei ela pro quarto, onde ela ficou jogada na cama de bruços. Aí me preparei pra me divertir com aquele corpo que tava inteirinho à minha disposição. Passei um tempão enfiando os dedos no cu dela, na buceta e lambendo os peitos. Não resisti à tentação de dar umas palmadas na bunda dela e apalpar ela de forma agressiva, apertando os peitos. Mordi o pescoço dela enquanto enfiava os dedos na buceta, mexendo e puxando os lábios e o clitóris.

3 comentários - Escravizada e humilhada em público, um conto

Lindo morbo 🤤

esclavizada y humillada en publico, un relato

yo pasé y comenté tu post, vos pasaste y comentaste el mío?