Histórias... - CAP1 - Flertando com a Maturidade

Bom, meus caros, nesta tarde de greve, fiquei melancólico e uma lembrança velha e gostosa invadiu minha mente. Como vocês já sabem, estou revisitando minha juventude em histórias curtas e gostosas de imagens, sensações e, acima de tudo, cor de tesão. Foi assim que um dia, depois de vários ataques telefônicos — porque antes de existir internet, Facebook e essas paradas novas, existiam as linhas telefônicas de contato — e como vocês já sabem, na minha timidez e um pouco de burrice, era sempre mais fácil se esconder atrás de uma voz, bem impostada e um pouco de papo bom. Foi assim que, noite após noite, eu mergulhava num mundo novo e colorido, cheio de oportunidades e vozes que eram minha diversão até o sono me vencer.

Foi assim que uma noite conheci uma voz encantadora, cheia de prazer e desejo, uma dama que com certeza já tinha seus anos e suas carnes, mas que transbordava experiência e calor em cada palavra. Assim, nossas mensagens iam e vinham, e nosso tesão aumentava a cada instante. Foi quando se fez ouvir... DEUSA GORDA, com sua voz sensual, quer ter uma conversa privada com você. Claro que aceitei na hora, e uma porta se abriu para um mundo cheio de esplendor. A DEUSA em questão era uma mulher gostosa de quarenta e tantos anos, enquanto eu era um moleque de apenas vinte. A voz dela arrepiava minha pele, e o papo dela, meu desejo. Ela tinha tanta vontade de conhecer minha vida quanto eu de conhecer a cama dela — pra que enrolar por trás de imagens poéticas? Ela sabia disso, mas se divertia com meus rodeios sobre detalhes da existência dela. Assim, os minutos viraram horas, e as horas encontraram a manhã. Entre risadas e depois de falar de família, trabalho e vontades, surgiu um caloroso: — NENE, você me conquistou de verdade... tá afim de a gente se ver? Não sabia se era o sono, o tesão apertado contra minha cavalheirice ou o fato de que tinha amanhecido, os passarinhos cantando e parecia que nenhum de nós dois tinha notado. O fato é que obviamente aceitei. O encontro foi marcado para o sábado às... noite, na casa dela... jantar, comida e filmes eram o programa a princípio, obviamente todo mundo adivinha que outras intenções obscuras e úmidas estavam escondidas por trás.
Isso foi numa quinta-feira, na sexta continuamos mergulhando numa relação interessante. Ganhando calor, sedução, minhas palavras e meus desejos pareciam adormecê-la e deixá-la levar por um instinto que pulsava entre as pernas dela, embora ela não deixasse transparecer. Assim, as horas foram passando uma a uma, meu desejo, como certamente o dela, foi crescendo, e ainda mais a vontade de ir pela primeira vez na casa de uma desconhecida, abordá-la e até tentar o que fosse pra ficar lá.

A hora marcada bateu no meu relógio e me peguei tocando a campainha do interfone. A voz dela soou mais doce e quente do que antes, depois de um — SIM, QUEM É... liberou o acesso após meu nome com um — SOBE, ÚLTIMO ELEVADOR DO FUNDO. Meus passos e meus pensamentos galopavam juntos, cada andar naquele elevador era interminável... chegando ao andar, abri a clássica porta sanfonada do elevador que me deixou num corredor comprido e escuro, uma porta entreaberta deixava ver uma luz no fim dos meus passos...

Parei na entrada e mal deixei meus nós dos dedos baterem na madeira da porta... ouvi um — ENTRA, LINDO, ENTRA... e abrindo devagar a porta, o espetáculo me desmontou.

Caro Leitor — certamente você deve estar se perguntando por que não imaginei uma clássica emboscada onde minha segurança e a da minha carteira estavam em jogo. Pois bem, tenho que te dizer e lembrar que eu tinha 20 anos, uma idade onde a gente busca a segurança da entreperna de uma dama, tantas damas quanto possível, e não tanto a integridade física ou material, como é lógico e natural. Ou seja, pensar com a pica e não com a cabeça.

Diante de mim se erguia uma mulher exatamente como o nick dela dizia: DEUSA GORDA, enfiada numa camisola de gaze preta transparente, uma linda gordinha na casa dos quarenta, que, como eu tinha dito antes, estava entrada em anos e em carnes, a A dureza dos peitos dela, com os bicos já roçados, arrepiou minha virilha e deixou ela dura na hora. O resto eu não lembro direito, mas mais ou menos foi assim: fechei a porta atrás de mim, boquiaberto com o espetáculo, larguei minha sacolinha da Blockbuster com os filmes no chão e me joguei em cima da mulher, gritando: "neguinha, tu é um tesão!"... A gente se comeu de boca, as línguas brigavam que nem criança entrando e saindo de uma boca pra outra, e as mãos se distraíam com peitos, pau, costas, camisa.
Já na cama — não me perguntem como cheguei lá, mas a ideia era chegar — ouvi um: "é a primeira vez que me despem tão rápido..." E depois disso, me enfiei entre as pernas dela, dando um prazer infinito pros lábios rosados da buceta dela...
Minha língua deslizava entre as dobras, e os tremores dela me incentivavam a me mexer mais e mais, pra dentro e pra fora, até que o prazer dela cresceu, ganhou espaço e níveis, até chegar, depois de um grito estrondoso, ao orgasmo. Eu tava muito excitado, e ela mais ainda.
Queria fazer de tudo, mas o corpo dela limitava. Mas, toda vez que ela me pegava, a boca dela era um deleite rodeando meu pau, e mais ainda as mãozinhas macias e gordinhas dela, que faziam movimentos sem parar que me deixavam em êxtase...
Os peitos dela, com os bicos já roçados, eram o jantar mais gostoso depois de cada ato de punheta, indo ou voltando. Assim passamos umas duas horas até levantarmos da cama e irmos pra sala nos refrescar um pouco... A liberdade de andar pelado me deu uma perspectiva nova sobre o que é curtir o corpo e a liberdade de não ter frescura nem tabu. Do meu lado, tinha uma mulher que, de fato, tinha muita experiência — não só sexual, mas física e mental. Perdão, também sexual, sem dúvida. Naquela noite, aprendi a curtir ao lado de quem quer que seja, e permitir que a outra pessoa faça o mesmo: respeitar e esperar o que ela precisa pra se sentir à vontade, e assim andar pelados e satisfeitos, sem medo, sem vergonha, só com a vontade de aproveitar. confortavelmente.
Nem preciso dizer que foi uma grande noite e também uma grande descoberta... as milf eram a minha praia. Aquela senhora tinha confessado se sentir seduzida pela minha conversa e pela minha elegância, e que sem dúvida minha alta voltagem encoberta tinha agitado as águas dos seus instintos mais baixos.
Uma ideia rondava minha mente no caminho de volta pra casa, naquela madrugada... o que vem depois pode ser melhor?

Obrigado.

7 comentários - Histórias... - CAP1 - Flertando com a Maturidade

Muy bueno Héctor, pocos detalles para mi gusto y para lo que te he leído, pero siempre es un placer leer tus memorias...
Ahora me pregunto.... lo que siguió, fue mejor??
Te dejo puntos y recomiendo...
Besote
muy buena la historia, corregiría algo la redacción, seguí escribiendo
Lo que más me gustó de tus relatos, correcciones incluidas, pero muy lindo y se pudo ver lo emocionante y ardiente del encuentro, no te apures en terminarlo pronto y dale tiempo las emociones, pero sinceramente me gustó mucho.
puntos
Gracias me alegro ver tus comentarios y tu puntuacion... besos.
Ahi fueron mis puntos muy buenos relato cuando sale el libro