Meus desejos de ser a mulher dele VII

Um silêncio bruto se fez sentir, muito forte naquela tarde.
Eu, vestida como toda uma mulher, e pra piorar, com a roupa dela, a roupa da irmã do Joaquin,
e ao mesmo tempo, tinha o Joaquin gozando dentro da minha tiny ass, com a presença da irmã dele,
me observando. Senti definitivamente que estava perdida, tinha chegado a hora de pensar na possibilidade
de sumir ou sair totalmente do armário e assumir minha nova identidade.
Todos esses pensamentos passavam pela minha cabeça, enquanto o Joaquin meio que fazia o pau dele pulsar dentro da minha tiny ass,
expelindo as últimas gotinhas de sêmen que restavam. Tudo era silêncio, o Joaquin de pé e eu de quatro
no sofá da família, com a tanga puxada, os lábios pintados e uma peruquinha, meus peitinhos estavam
rosados de tanto roçar e maltrato. E ali estava ela, a irmã do Joaquin, muda, sem reação.
Por nossa vez, a gente também estava igual, não sabia o que fazer, nem o que dizer, até que finalmente, a Jéssica, a irmã dele,
optou por ir buscar um guardanapo e colocar por baixo do meu pintinho, porque tinham caído umas gotinhas
do meu sêmen no sofá.
Sem dizer uma palavra, deixou o guardanapo. Quando retirou a mão, mal roçou meu pintilin, percebeu,
se aterrorizou, ficou louca, e foi embora sem falar nada.
— Joaquin, o que a gente faz? — foi a primeira coisa que eu disse.
— Pra começar, vai lavar essa tiny ass, se vestir como um homenzinho e depois a gente conversa. Só falta
chegar mais alguém — respondeu o Joaquin.
Fui em direção ao banheiro, totalmente desarrumada, a peruca bagunçada, os lábios desbotados, muito
abatida. E quando estava no caminho do corredor, ouvi alguém me chamando baixinho. Olhei pro lado,
era a Jéssi me chamando do quarto dela, com a porta entreaberta. Como ela me chamou baixinho e não me chamou pelo nome,
pensei que devia ter algo importante e secreto pra me dizer. Então me aproximei com cuidado, sem o Joaquin me ver,
e numa voz bem suave, falei: — Jéssi, espera que eu vou me... trocar e já volto...
Nono! entra! rápido!, respondo.
Ao entrar no quarto dela, ela estava sentada na cama, se vestiu leve, um shortinho de algodão branco e uma camisetinha também de algodão, pelo que vi, não estava de sutiã.
Me diz, Jessi? O que você precisa? Tô meio desconfortável com essa situação...
Bem... Pra começar, vamos esconder essa coisinha, ela disse, e num movimento simples, pegou meu pintinho e enfiou dentro da calcinha fio dental.
Como você gosta de ser chamada? ela perguntou...
Olha, Jessi, a verdade é que nunca pensei nisso, o fato é que tô muito envergonhado, não daria pra eu ir trocar de roupa e a gente conversar depois, nós três, com seu irmão. respondi.
Acho que você não tá em condições de ditar regras, nem de se sentir envergonhado, na verdade, envergonhada deveria estar eu, e mesmo assim tô aqui tentando te ajudar... Agora, me diz como você gosta de ser chamada, ela perguntou.
Sem pensar, falei: adoraria me chamar Micaela.
Beleza, Mica, vamos ver, vira de costas...
Eu viro de costas, e sinto as mãos dela, aquelas mãos delicadas, pegando as pontas da calcinha fio dental e ajustando pra tampar todo meu buraquinho anal, aquela sensação me fez lembrar daquela manhã em que praticamente fui estuprado, enquanto alguém enfiava o pau na minha bunda, outra mão me batia uma punheta, aquela mão parecia ser a da Jessi.
Jessi ajeitou bem a calcinha fio dental, mas parecia que tava demorando, enquanto passava a mão doce uma vez e outra na minha bunda, e cada vez mais, cada vez mais, se aproximava do buraquinho anal, como se procurasse alguma coisa, nessa altura meu pintinho já tava excitado, eu tava vestido de mulherzinha e sendo acariciado pela dona das roupas, finalmente, Jessi enfiou o dedo indicador no meu buraquinho e disse: que bundinha linda, além disso, totalmente dilatada, parece que não é a primeira vez que você tem relação com meu irmão, vamos ver, Mica, vira de frente e me olha, nessa hora, meu pintinho tava totalmente durinho, parecia o pintinho de um cachorrinho. Coloradinho, pequenininho e peludinho, dava pra ver o relevo por cima da tanga...
Opa! O que rolou aqui? Tem um volume estranho aqui, Mica, temos que fazer alguma coisa. Deixa eu ver o que posso fazer...
Pegou os óculos de "secretária", que com certeza não têm grau nenhum, abaixou só um pouquinho minha tanga
e, olhando nos meus olhos, enfiou meu pintinho e minhas bolinhas tudinho dentro da boca dela, minhas partezinhas
lá dentro pareciam uma lagoinha bem quentinha, tinha muita saliva ali, e a línguinha dela era realmente
doce e macia, até minhas bolinhas de codorna estavam na boquinha dela, e ela me olhava com tanta doçura, tava me excitando pra caralho,
de repente, ela manda eu abrir as pernas, e com uma mão começa a apalpar minha bunda, enfiando primeiro 1 dedo,
depois 2 e depois três, e com a outra mão ela se acariciava o clitóris, eu me senti pasma, o que a
Jessi tava fazendo tava me dando muito tesão, pra minha surpresa ainda maior, o Joaquin entra pela porta e vê aquela cena...
Sem dizer nada, fica do meu lado e põe pra fora a pica enorme dele, apontando pra cara da irmã. "Chupa, Jessi", ele fala...
Jessi tira minhas bolinhas e meu pintinho da boca, e engole aquele tronco monstruoso inteirinho, o irmão aperta a nuca dela
e até faz ela lacrimejar. Jessi me fala: "Aqui, Mica, igual uma putinha..." apontando pra buceta dela, queria que eu chupasse
toda a xaninha dela, e foi o que eu fiz. Ajoelhei no chão e comecei a chupar toda a boceta dela enquanto ela
chupava o pau do irmão.
Ela gemia muito, era um gemido bem suave, a gente tava vivendo uma experiência muito gostosa, quando Jessi me manda
deitar na caminha igual uma porquinha. Eu obedeço, fico de quatro, meu pintinho aparece por cima da tanga, e meus biquinhos
do sutiã que eu tava, Joaquin enfia o pau na minha boca, de novo aquele pau gostoso enchendo minha boca,
Jessi vai até uma das gavetas dela, faz barulho, pega alguma coisa, coloca. Era um cinto com um consolo...
Ela fica atrás de mim e começa a me comer, me socava Tapas na bunda, ela dizia "Micaela, sua puta", a porca
Micaela come de todos os lados, porquinha suja, você gosta de vestir minhas roupinhas? Puta! Você é muito puta e nojenta,
e eu adoro, sabe que agora você vai ser nossa empregadinha, né? Quando eu disser MICA, quero você na hora, porquinha!
Olha que bundinha linda que você tem, minha porquinha, pede porra pro meu irmão, vai! Pede a porra!...
Numa manobra bem sutil, fiquei de barriga pra cima olhando na cara da Jessi enquanto ela me comia, Joaquin coloca
o pau dele na minha boca e eu tocava os peitos da Jessi, a carinha da Jessi era linda, parecia que
ela sentia que o pênis de plástico era real, era o pau dela, eu estava realmente submissa, dominada, dava uns gemidinhos,
bem femininos, Jessi me perguntou se eu gozava, respondi que sim, timidamente...
Com as mãos macias dela, pegou minha pistolinha e começou a masturbar...
Que mão angelical, com que doçura pegava meu pintinho, Joaquin usava minha boca como se fosse uma buceta, ou um cu...
Joaquin me usava, Jessi me curtia... Finalmente Joaquin esporrou a cara toda de porra, e nessa hora
Jessi estava espremendo meu pintinho no momento em que saíram microgotinhas de porra, caindo nas minhas bolinhas,
Jessi se abaixou e chupou minhas bolinhas, bebendo as microgotinhas de lá...
Joaquin vai embora na hora e eu fico exausta, com a calcinha fio dental quase rasgada de tanto esticar, Jessi espalha
toda a porra do Joaquin no meu corpo, me agradece, e me manda ficar de bruços...
Quando fico de bruços, ela se deita de bruços em cima de mim, mas com a cara na minha bunda, começa a me beijar e lamber docemente
a cavidade anal, era uma sensação realmente quente, sentia amor, minha bundinha pulsava, mas com a saliva quente e doce dela
essas pulsações viravam magia, Jessi tinha a melhor linguinha do planeta, eu acho...
Depois de uns instantes, ela mandou eu ir tomar banho, me deu o roupão dela e disse que depois do banho eu fosse pro quarto dela...
Quando entro no quarto, Tinha várias roupas em cima da cama, e ela me disse: "Mica, veste o que mais te agradar, quero conhecer um pouco do teu gosto, assim compro roupa pra nós duas... Vejo que gostas muito de renda", ela falou... Peguei, claro, as peças íntimas de renda, depois uma legging azul celeste e por cima uma blusinha bem confortável...

"Tá linda, Mica. Daqui a pouco meus pais chegam, vão ficar encantados com a 'namoradinha do filhão'..."

"Não, Jessi, não consigo! Não posso ficar vestida assim quando teus pais chegarem. Jessi, não me faz isso, teu irmão já me fez o bastante hoje... me fez sair na rua assim vestida, com a peruquinha e tudo... pelo amor, Jessi..."

"Mica, vai ser o melhor pra todo mundo, você vai ser uma putinha realmente feliz! Vai ser UMA MULHER..."

Os minutos passavam, enquanto isso Jessi me mostrou a coleção dela de consolos, nunca tinha visto aquilo, ela tinha muitos brinquedos...

Era uma verdadeira punheteira, a Jessi. No computador dela, me mostrou centenas de vídeos dela se masturbando, às vezes até na sacada...

"Cunhadinha, nós duas vamos nos dar muito bem, contanto que você faça o que eu mandar. Agora mesmo, quero que você abaixe a legging, afaste a tanga", ela disse... Na hora obedeci, dobrei a parte de cima do corpo, fiquei de pé com os braços apoiados na cama, e ela começou a enfiar as famosas bolinhas chinesas na minha bunda, enquanto com a outra mão acariciava minhas bolinhas, parecia que minhas bolinhas fascinavam ela por parecerem uma bucetinha de tão pequenas que são, primeiro carícias, depois chupava minhas bolinhas e não parava nunca de enfiar aquelas bolinhas...

Ouviu-se a chave na porta de casa... com um puxão forte, Jessi tirou as bolinhas, até hoje lembro daquela sensação e me dá arrepios, ela puxou minha calcinha rápido e guardou as bolinhas, eu terminei de subir a legging e me ajeitei um pouco...

Eram eles, os pais e a outra irmã do Joaquin... Meu coração parou, minha alma também, o que fazer? Sair e encarar eles? Esperar eles no quarto da Jessi, não me deixaram reagir, entraram no quarto pra cumprimentar a Jessi e lá estava eu
com minhas calças azuis, meu cabelinho, minha maquiagem, meus peitinhos seguros por um sutiã...
Encaro primeiro o pai, Raul: Oi, como você está? Raul, prazer, e me dá um beijo na bochecha, como se não me conhecesse, será que não me reconhece? Será que posso brincar com essa identidade?
Veio a Paula, a mãe dele, como você está? seu nome? ela pergunta... Imediatamente a Jessi entra e fala, ela é a Mica, a namorada do Joaquin...
Mas que legal! prazer, um gosto te conhecer, você fica pra jantar, ela me disse... sim, claro, respondi (tentando deixar minha voz mais feminina
e tremendo cada gesto do meu ser). Por último, e com um olhar mais certeiro, me cumprimentou a Agustina, a outra irmã do Joaquin e da Jessi, não sei se foi paranoia ou o quê,
mas com a perna dela roçou meu pintinho, ou pelo menos senti isso, ela me deu um Oi seco e foi embora...
Imediatamente quando todos saíram do quarto, a Jessi fechou a porta, você me deve uma, cunhadinha, ela me disse. E a verdade é que sim,
já me conheceram os pais dela, já conheceram a Mica, a namorada do Joaquin, Mica, que tem vontade de ser a mulher dele...

CONTINUA...Meus desejos de ser a mulher dele
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Meus desejos de ser sua mulher II
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Meus desejos de ser sua mulher VIII
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5 comentários - Meus desejos de ser a mulher dele VII

swan28 +1
Buen relato, creo revisare las partes anteriores
sube la parte 8 porfavor 😨 quiero saber com osigue la historia 😞
me encanto, termine de leer toda la saga y es genial. Besos