Bom dia a todos os leitores da Poringa, tenho uma paixão por saber das experiências eróticas e sexuais das pessoas e isso me ajuda a crescer em imaginação e talento 🙂 Devo dizer que o relato que vou descrever agora eu escrevi há alguns anos atrás e postei em alguns sites parecidos com este. Já meio desatualizado, lembro dele com muito carinho porque tudo aconteceu de verdade, sem aumentar. Sem mais delongas, vou contar minha história:
A Fantasia do Barnie
Esta é a primeira de tantas histórias que me animo a contar. As razões de por que não fiz isso antes, não sei. Embora não seja a mais ousada de todas, o que vou relatar agora marcou, para o bem ou para o mal, um ponto de referência na minha pessoa diante de um grupo de amigos e, por que não, de pessoas que acabaram descobrindo o que estava rolando.
Essa história aconteceu mais ou menos 6 anos atrás, quando eu tinha 23 anos. O começo da história é assim: Um dia encontrei um conhecido meu que me pediu um favor, para dar umas dicas de como chegar numa mina que ele tinha conhecido pelo icq ou latinchat (não lembro). Na época, eu ficava zoando ele, perguntando se ela era feia e tal, até que ele disse que talvez eu a conhecesse, porque ela morava num bairro perto do meu, tipo umas 6 quadras da minha casa. A parada é que eles chegaram a se conhecer, mas foi só uma vez, porque a tal mina não achou ele nem um pouco legal. Na hora, ele veio chorando pra mim, e eu só ri. Entramos na internet e foi aí que eu me fiz passar por ele e conversei com ela. Percebi então que entre ela e eu conhecíamos muitas pessoas em comum. De tal forma que, sem meu amigo saber (pelo menos no começo), ela e eu nos conhecemos e tivemos uma boa química.
Vanessa, que é o nome dela, era uma mina de 19 anos, magrinha, não tinha muita bunda, mas tinha uns peitos bons e o melhor de tudo é que ela se achava modelo, era animadora de festas. infantis e, como pude perceber na hora, era uma vigarista de vitrine. Naquela época, eu tava há 6 meses com uma namorada, a Karen, que na teoria se achava mais esperta que eu, mas que, também com seus 19 anos e depois de estudar a vida inteira em colégio de freiras, não conseguia superar a malandragem que já corria nas minhas veias há muito tempo.
Aconteceu então que, como era de se esperar na juventude, eu comia a Karen, minha namorada, todo dia, menos nos domingos e nos dias de menstruação dela. Ela era uma faminta por sexo, a menina da casa, a filha mais nova que tinha acabado de entrar na faculdade, mas eu fui transformando ela na puta que era, aos poucos. Mandava ela de volta pra casa despenteada, com resto de porra no cabelo e no corpo, a calcinha encharcada de suco dela e bem dolorida de tudo que ela, masoquistamente, deixava eu fazer. Consegui que ela chupasse minha pica na rua, e também que deixasse eu passar a mão, e, como era costume entre a gente, enfiar o dedo no cu dela e, depois de eu cheirar, passar no nariz dela. Tanto que chegou um dia em que ela não sentia mais nojo de cheirar o próprio cu, mas, depois de cheirar meu dedo, chupava ele e a gente se beijava.
Todo dia eu deixava a Karen pontualmente em casa, 9 da noite, o horário combinado entre ela e a família. Voltando pra casa, eu tinha que passar pelo bairro da Vanessa, até que um dia a gente se encontrou e ficou conversando. No fim da noite, a gente se enroscou num beijo que foi o prelúdio de tudo que viria. Foi um beijo apaixonado, onde, depois de tanto acariciar ela, acabei passando a mão na bunda dela e encostando minha pica na buceta dela. Ela gemeu e se grudou ainda mais em mim. Naquela noite, a gente trocou telefones, e no dia seguinte ela me ligou de manhã com uma desculpa pra eu acompanhar ela. Ela não disse aonde, mas lembro que no caminho inteiro a gente ficou se passando a mão.
Ainda lembro que a gente passou pela Avenida Bolívar e viu um hotel. Aí eu perguntei: "Quer sua gozada matinal?" E ela só riu, gostosa. sem dizer nada. Peguei ela pela mão, descemos do ônibus e voltamos as duas quadras que tínhamos passado. Antes de entrar, ela pegou na minha pica e pediu pra eu tratar ela com carinho.
Já no quarto, pedi pra ela me mostrar o corpo nu e ela disse: deita na cama que vou te modelar. Ter uma guria de 19, de vocação safada e com autoestima lá em cima, se achando a mais gostosa, mais do que realmente era, me dava um tesão incrível. Ela tinha um par de peitos lindos, grandes pro corpo dela, empinados, redondos e com os bicos marronzinhos e durinhos. Enquanto ia se despindo, me perguntava se eu tava gostando do que via, e nessa altura eu já tinha tirado a roupa e tava batendo uma. Na hora de tirar a calcinha fio dental, apareceu uma buceta realmente linda e depilada, pequenina e sem muito uso, quase virginal.
O banquete que eu comi naquela manhã: chupei o clitóris dela, usei a buceta e a bunda, os peitos mordiscados e uma trepada violenta pra transformar ela na minha putinha. Mordi as nádegas dela e avisei que, a partir daquele momento, ela era minha puta e de mais ninguém. Selamos o pacto jogando meu gozo na cara dela, porque segundo ela nunca tinha feito daquele jeito. Até hoje lembro do cheiro dela, o cheiro de sexo que saía do corpo, os arranhões que ela deixou em mim e os gemidos que ela soltava. Não acreditava que ela fosse tão inexperiente sexualmente. Ela ficou maravilhada com a chupada de cu que eu dei e isso garantiu a entrega total dela... pelo menos na minha cabeça. Já de tarde, nos despedimos na porta da casa dela com um beijão, lembrando de tudo que rolou. Combinamos de nos ver à noite, depois das 9. Fui embora assim, com cheiro de outra mulher, pra casa da Karen, minha namorada, e senti um tesão do caralho quando ela chupou minha pica com gosto de buceta de outra mina. Enfim, foi o começo de fazer muitos exercícios pra ficar em forma e dar três gozadas por dia pra cada uma das minhas duas putinhas.
Um domingo, a Vanessa me ligou. a me pedir por favor pra acompanhar ela numa festa infantil, já que tinha medo de ir sozinha com uma amiga. Na hora combinada, cheguei na casa dela e a gente carregou as coisas num táxi. De repente, a amiga dela saiu e, puta merda, era uma gostosa, usava um jeans apertadíssimo, cinturinha, um rabão e peitos pequenos mas bem redondinhos. Chegamos na matinê e, depois das apresentações, o pai de família mandou a gente subir pro segundo andar, mostrando um quarto com banheiro incluso onde a gente podia deixar as coisas e se preparar pro show. Eu, todo bonzinho, dei três viagens pro primeiro andar pra carregar as mochilas, deixando o equipamento lá. Me fazendo de machão, comecei a fazer as conexões do som quando minha docinha armadilha chegou no meio da escada e me chamou no Instagram pra subir. Já no quarto, com a porta fechada, ela tirou de um saco a cabeça de um boneco do Barney e colocou em mim sem pedir, eu falei: "nem fodendo!" Aí ela tirou o corpo do boneco de outro saco e disse com voz de comando: "se fantasia."
Fiquei perplexo e perguntei: "aqui na frente de vocês?" Ela respondeu que sim e, pra me tranquilizar, disse que era assim mesmo nessas matinês, que muitas vezes não dava tempo, então homens e mulheres tinham que se trocar no mesmo ambiente. Meu rosto se abriu num sorriso e eu falei: "e você, tá esperando o quê?" Ela começou a se despir e eu virei pra amiga e perguntei: "e você?" A amiga sorriu e juro que nunca vou esquecer a cena em que ela desabotoou o jeans e mostrou uma calcinha lindíssima. Também nunca vou esquecer a cena de ver duas moças de calcinha e sutiã tirando das mochilas as roupas, que não eram nada além de minissaias e blusinhas curtas, pareciam mais um par de putas. Elas estenderam os uniformes na cama e se posicionaram cada uma de um lado meu, segurando os pés do (agora sim, bendito) Barney, e me pediram pra tirar a calça e os sapatos. Eu, nem lento nem preguiçoso, em menos de 5 segundos já tava pelado. com a pica toda dura apontando pra cima. Elas riram e eu falei “essas tão querendo vara”. Me apoiei na cintura das duas minas e rapidamente minhas mãos desceram pros cuzinhos delas ainda frios. A amiga me olhou e suspirou, aí nós três rimos e eu comecei a esfregar elas ao mesmo tempo, enquanto enfiava o dedo na pussy da minha armadilha, beijava a amiga dela e acariciava a bunda dela pra ganhar confiança, logo soltei minha armadilha pra provar carne nova.
Rapidamente tirei o sutiã da amiga e baixei a calcinha dela pra acariciar a pussy dela. A Vanessa, minha armadilha, encostou os peitos nas minhas costas e começou a me punhetar enquanto apontava minha pica na direção da pussy da amiga dela que eu tava masturbando. Naquele exato momento sublime, o pai de família bateu na porta perguntando se a gente precisava de alguma coisa. O que mais eu podia pedir naquele momento? Pois nada! Vanessa, responde você que eu vou pegar essa sua amiga agora. Não ouvi o que a Vanessa disse porque eu levantei a amiga dela no colo e enfiei direto na minha pica, tava segurando ela pela bunda tão gostosa que se mexia e de vez em quando eu chupava e mordia os peitos dela. Não passou nem 5 minutos quando a Vanessa nos obrigou a parar, mostrando pra mim e pra amiga dela que ela já tinha se trocado e que ia descer pra escolher a música e acertar os detalhes com o pai de família. Quando fechou a porta, a amiga dela começou a se trocar e me falou pra eu entrar no boneco do Barnie, eu ainda tava duro como nunca e ela disse “não seja tarado, já vai ter hora pra mais”. Me ajudou a me trocar e me deu as instruções: “você tem que descer depois que a gente gritar Barnie 5 vezes”. Fiquei no quarto duro e fantasiado, aí abri a porta pra escutar ou esperar os 20 ou 30 minutos que iam demorar pra me chamar, decidi depois voltar pro quarto e tirar meus cigarros da calça jeans.
Era cômico me ver com a cabeça do Barnie na mão e fumando meu cigarro pós-polvo quando uma senhora subiu e começou a ri da cena e então conseguiu me dizer que ninguém fumava naquela casa, então era melhor eu me trancar no quarto pra ninguém ficar incomodado e que ela me avisaria quando fosse a hora de descer pra “atuar”. Que surpresa eu tive ao ver as mochilas abertas das minhas duas animadoras e ver as calcinhas fio dental delas ali. Peguei as duas calcinhas e comecei a cheirar, mas não conseguia bater uma por causa da fantasia. Dava pra sentir o cheiro de duas bucetas e dois cuzinhos, era incrível! Então coloquei elas como máscara, algo bem comum pra nós homens, as tiras do fio dental atrás das orelhas e a parte da buceta e do cu direto no nariz. Coloquei a cabeça do Barney por cima e esperei o chamado. Kkkk… quem já se fantasiou sabe que a visibilidade é quase nula ou pelo menos difícil. Desci e comecei a fazer umas merdas de Barney e a coisa mais safada da minha vida: ficar atrás das duas vadias e ver os dois cuzinhos se mexendo e balançando as minissaias e shorts, com a certeza de que ninguém ia perceber, e ainda por cima cheirando as bucetas e os cuzinhos delas, porque não esquece que as duas calcinhas estavam na minha cara! De vez em quando, era olhar pras convidadas, mães, irmãs ou sei lá quem dos kids ali presentes e estar com o pau duro como nunca. Felizmente a fantasia do Barney tinha uma barriga enorme… Kkkk.
Já tava no paraíso e achei que era só isso, quando de repente a Vanessa fala pras crianças: “Já voltamos, vamos dar uma pausa de 25 minutos” e depois de uma música de axé bahia, subimos pro segundo andar. Quando entrei de novo no quarto com minhas duas vadias suadas, com o coração acelerado e por que não, excitadas igual a mim, tranquei a porta e quando virei, vi elas sentadas na cama. Tirei a cabeça do Barney, esquecendo das calcinhas delas, e elas, ao me verem, riram e me chamaram de doente, tarado, pervertido, porco e não sei mais quantas coisas. Levantaram e tiraram minha fantasia, então eu mandei elas ficarem de quatro na beirada da cama. mas sem antes tirar a bermuda. Fiquei comendo uma alternadamente enquanto batia punheta pra outra, aí pensei, é agora ou nunca, enfiei no cu da minha gostosa Vanessa e avisei que ela não podia gritar.
Foi uma sensação simplesmente deliciosa, um tesão absoluto e uma lembrança que vou guardar pra sempre. A amiga dela perguntou o que tava rolando e Vanessa respondeu: “ele tá me comendo no cu”. A amiga questionou: “você não era virgem de cu?” E Vanessa respondeu: “era, mas esse viado me deixou com tanto tesão, pega desprevenida e numa situação que não posso fazer nada, ou você quer que a festa inteira fique sabendo?” A amiga começou a rir sem controle e falou: “arrebenta o cu dessa puta que sempre falou que ia guardar pra quem casasse com ela”. E foi o que fiz, comi o cu dela de um jeito que não só nós dois curtimos, mas a amiga, que eu nunca parei de bater punheta, chegou perto do cu da Vanessa e disse: “que aroma gostoso, mistura de pica, buceta e cu no ar”.
Tirei minha pica do cu da Vanessa e a amiga lambeu, aí entendi que ela também queria um pedaço no cu. Dilatei o esfíncter da amiga ao mesmo tempo que aproveitava o cu delicioso da Vanessa, até que me afastei, deixei ela descansar e secar as lágrimas, e parti pro cu dessa outra mina que eu nunca tinha visto na vida e tava me entregando o que tinha de mais íntimo numa orgia que eu nunca planejei.
Ela, longe de gritar, começou a cantarolar uma música de axé bahia e fazia a coreografia com minha pica dentro do cu dela. Num momento em que Vanessa me olhava, ela disse: “eu quero esse leite do meu marido no meu cu, não no dessa puta sem vergonha”. A amiga respondeu: “o leite fica no meu cu, porque quero estrear ele bem”. Resolvi o problema do melhor jeito: coloquei as duas de quatro e enfiei no cu da Vanessa, gozei um pouco e me concentrei pra segurar, tirei a pica e tampei. meu dedo, fui então pro cu da amiga e enfiei pra gozar o que restava de porra. Inacreditavelmente, as duas ficaram com uma bela porção de sêmen no cu e eu com minha primeira orgia com umas minas que mal tinham saído da adolescência.
Semanas depois, eu tava por acaso um dia na frente da casa dela umas 11 da noite e vi ela saindo com a mãe, que a colocou num táxi. Qual é a estranheza nisso? É que ela também tinha um namorado há meses, eu nunca soube dele, assim como minha putinha Vanessa não sabia da minha namorada Karen… até aquela noite.
Esse relato, queridos leitores, é só a ponta do iceberg da minha relação de amantes com a Vanessa. Se essa história alimentar o tesão de vocês, espero os comentários pra continuar contando, por exemplo, como foi que a Vanessa cuidou de contar pra Karen sobre a gente, ou como eu comi a tia da Vanessa, uma coroa de trinta e poucos, peituda e com cara de safada, ou também… suspense!
A Fantasia do Barnie
Esta é a primeira de tantas histórias que me animo a contar. As razões de por que não fiz isso antes, não sei. Embora não seja a mais ousada de todas, o que vou relatar agora marcou, para o bem ou para o mal, um ponto de referência na minha pessoa diante de um grupo de amigos e, por que não, de pessoas que acabaram descobrindo o que estava rolando.
Essa história aconteceu mais ou menos 6 anos atrás, quando eu tinha 23 anos. O começo da história é assim: Um dia encontrei um conhecido meu que me pediu um favor, para dar umas dicas de como chegar numa mina que ele tinha conhecido pelo icq ou latinchat (não lembro). Na época, eu ficava zoando ele, perguntando se ela era feia e tal, até que ele disse que talvez eu a conhecesse, porque ela morava num bairro perto do meu, tipo umas 6 quadras da minha casa. A parada é que eles chegaram a se conhecer, mas foi só uma vez, porque a tal mina não achou ele nem um pouco legal. Na hora, ele veio chorando pra mim, e eu só ri. Entramos na internet e foi aí que eu me fiz passar por ele e conversei com ela. Percebi então que entre ela e eu conhecíamos muitas pessoas em comum. De tal forma que, sem meu amigo saber (pelo menos no começo), ela e eu nos conhecemos e tivemos uma boa química.
Vanessa, que é o nome dela, era uma mina de 19 anos, magrinha, não tinha muita bunda, mas tinha uns peitos bons e o melhor de tudo é que ela se achava modelo, era animadora de festas. infantis e, como pude perceber na hora, era uma vigarista de vitrine. Naquela época, eu tava há 6 meses com uma namorada, a Karen, que na teoria se achava mais esperta que eu, mas que, também com seus 19 anos e depois de estudar a vida inteira em colégio de freiras, não conseguia superar a malandragem que já corria nas minhas veias há muito tempo.
Aconteceu então que, como era de se esperar na juventude, eu comia a Karen, minha namorada, todo dia, menos nos domingos e nos dias de menstruação dela. Ela era uma faminta por sexo, a menina da casa, a filha mais nova que tinha acabado de entrar na faculdade, mas eu fui transformando ela na puta que era, aos poucos. Mandava ela de volta pra casa despenteada, com resto de porra no cabelo e no corpo, a calcinha encharcada de suco dela e bem dolorida de tudo que ela, masoquistamente, deixava eu fazer. Consegui que ela chupasse minha pica na rua, e também que deixasse eu passar a mão, e, como era costume entre a gente, enfiar o dedo no cu dela e, depois de eu cheirar, passar no nariz dela. Tanto que chegou um dia em que ela não sentia mais nojo de cheirar o próprio cu, mas, depois de cheirar meu dedo, chupava ele e a gente se beijava.
Todo dia eu deixava a Karen pontualmente em casa, 9 da noite, o horário combinado entre ela e a família. Voltando pra casa, eu tinha que passar pelo bairro da Vanessa, até que um dia a gente se encontrou e ficou conversando. No fim da noite, a gente se enroscou num beijo que foi o prelúdio de tudo que viria. Foi um beijo apaixonado, onde, depois de tanto acariciar ela, acabei passando a mão na bunda dela e encostando minha pica na buceta dela. Ela gemeu e se grudou ainda mais em mim. Naquela noite, a gente trocou telefones, e no dia seguinte ela me ligou de manhã com uma desculpa pra eu acompanhar ela. Ela não disse aonde, mas lembro que no caminho inteiro a gente ficou se passando a mão.
Ainda lembro que a gente passou pela Avenida Bolívar e viu um hotel. Aí eu perguntei: "Quer sua gozada matinal?" E ela só riu, gostosa. sem dizer nada. Peguei ela pela mão, descemos do ônibus e voltamos as duas quadras que tínhamos passado. Antes de entrar, ela pegou na minha pica e pediu pra eu tratar ela com carinho.
Já no quarto, pedi pra ela me mostrar o corpo nu e ela disse: deita na cama que vou te modelar. Ter uma guria de 19, de vocação safada e com autoestima lá em cima, se achando a mais gostosa, mais do que realmente era, me dava um tesão incrível. Ela tinha um par de peitos lindos, grandes pro corpo dela, empinados, redondos e com os bicos marronzinhos e durinhos. Enquanto ia se despindo, me perguntava se eu tava gostando do que via, e nessa altura eu já tinha tirado a roupa e tava batendo uma. Na hora de tirar a calcinha fio dental, apareceu uma buceta realmente linda e depilada, pequenina e sem muito uso, quase virginal.
O banquete que eu comi naquela manhã: chupei o clitóris dela, usei a buceta e a bunda, os peitos mordiscados e uma trepada violenta pra transformar ela na minha putinha. Mordi as nádegas dela e avisei que, a partir daquele momento, ela era minha puta e de mais ninguém. Selamos o pacto jogando meu gozo na cara dela, porque segundo ela nunca tinha feito daquele jeito. Até hoje lembro do cheiro dela, o cheiro de sexo que saía do corpo, os arranhões que ela deixou em mim e os gemidos que ela soltava. Não acreditava que ela fosse tão inexperiente sexualmente. Ela ficou maravilhada com a chupada de cu que eu dei e isso garantiu a entrega total dela... pelo menos na minha cabeça. Já de tarde, nos despedimos na porta da casa dela com um beijão, lembrando de tudo que rolou. Combinamos de nos ver à noite, depois das 9. Fui embora assim, com cheiro de outra mulher, pra casa da Karen, minha namorada, e senti um tesão do caralho quando ela chupou minha pica com gosto de buceta de outra mina. Enfim, foi o começo de fazer muitos exercícios pra ficar em forma e dar três gozadas por dia pra cada uma das minhas duas putinhas.
Um domingo, a Vanessa me ligou. a me pedir por favor pra acompanhar ela numa festa infantil, já que tinha medo de ir sozinha com uma amiga. Na hora combinada, cheguei na casa dela e a gente carregou as coisas num táxi. De repente, a amiga dela saiu e, puta merda, era uma gostosa, usava um jeans apertadíssimo, cinturinha, um rabão e peitos pequenos mas bem redondinhos. Chegamos na matinê e, depois das apresentações, o pai de família mandou a gente subir pro segundo andar, mostrando um quarto com banheiro incluso onde a gente podia deixar as coisas e se preparar pro show. Eu, todo bonzinho, dei três viagens pro primeiro andar pra carregar as mochilas, deixando o equipamento lá. Me fazendo de machão, comecei a fazer as conexões do som quando minha docinha armadilha chegou no meio da escada e me chamou no Instagram pra subir. Já no quarto, com a porta fechada, ela tirou de um saco a cabeça de um boneco do Barney e colocou em mim sem pedir, eu falei: "nem fodendo!" Aí ela tirou o corpo do boneco de outro saco e disse com voz de comando: "se fantasia."
Fiquei perplexo e perguntei: "aqui na frente de vocês?" Ela respondeu que sim e, pra me tranquilizar, disse que era assim mesmo nessas matinês, que muitas vezes não dava tempo, então homens e mulheres tinham que se trocar no mesmo ambiente. Meu rosto se abriu num sorriso e eu falei: "e você, tá esperando o quê?" Ela começou a se despir e eu virei pra amiga e perguntei: "e você?" A amiga sorriu e juro que nunca vou esquecer a cena em que ela desabotoou o jeans e mostrou uma calcinha lindíssima. Também nunca vou esquecer a cena de ver duas moças de calcinha e sutiã tirando das mochilas as roupas, que não eram nada além de minissaias e blusinhas curtas, pareciam mais um par de putas. Elas estenderam os uniformes na cama e se posicionaram cada uma de um lado meu, segurando os pés do (agora sim, bendito) Barney, e me pediram pra tirar a calça e os sapatos. Eu, nem lento nem preguiçoso, em menos de 5 segundos já tava pelado. com a pica toda dura apontando pra cima. Elas riram e eu falei “essas tão querendo vara”. Me apoiei na cintura das duas minas e rapidamente minhas mãos desceram pros cuzinhos delas ainda frios. A amiga me olhou e suspirou, aí nós três rimos e eu comecei a esfregar elas ao mesmo tempo, enquanto enfiava o dedo na pussy da minha armadilha, beijava a amiga dela e acariciava a bunda dela pra ganhar confiança, logo soltei minha armadilha pra provar carne nova.
Rapidamente tirei o sutiã da amiga e baixei a calcinha dela pra acariciar a pussy dela. A Vanessa, minha armadilha, encostou os peitos nas minhas costas e começou a me punhetar enquanto apontava minha pica na direção da pussy da amiga dela que eu tava masturbando. Naquele exato momento sublime, o pai de família bateu na porta perguntando se a gente precisava de alguma coisa. O que mais eu podia pedir naquele momento? Pois nada! Vanessa, responde você que eu vou pegar essa sua amiga agora. Não ouvi o que a Vanessa disse porque eu levantei a amiga dela no colo e enfiei direto na minha pica, tava segurando ela pela bunda tão gostosa que se mexia e de vez em quando eu chupava e mordia os peitos dela. Não passou nem 5 minutos quando a Vanessa nos obrigou a parar, mostrando pra mim e pra amiga dela que ela já tinha se trocado e que ia descer pra escolher a música e acertar os detalhes com o pai de família. Quando fechou a porta, a amiga dela começou a se trocar e me falou pra eu entrar no boneco do Barnie, eu ainda tava duro como nunca e ela disse “não seja tarado, já vai ter hora pra mais”. Me ajudou a me trocar e me deu as instruções: “você tem que descer depois que a gente gritar Barnie 5 vezes”. Fiquei no quarto duro e fantasiado, aí abri a porta pra escutar ou esperar os 20 ou 30 minutos que iam demorar pra me chamar, decidi depois voltar pro quarto e tirar meus cigarros da calça jeans.
Era cômico me ver com a cabeça do Barnie na mão e fumando meu cigarro pós-polvo quando uma senhora subiu e começou a ri da cena e então conseguiu me dizer que ninguém fumava naquela casa, então era melhor eu me trancar no quarto pra ninguém ficar incomodado e que ela me avisaria quando fosse a hora de descer pra “atuar”. Que surpresa eu tive ao ver as mochilas abertas das minhas duas animadoras e ver as calcinhas fio dental delas ali. Peguei as duas calcinhas e comecei a cheirar, mas não conseguia bater uma por causa da fantasia. Dava pra sentir o cheiro de duas bucetas e dois cuzinhos, era incrível! Então coloquei elas como máscara, algo bem comum pra nós homens, as tiras do fio dental atrás das orelhas e a parte da buceta e do cu direto no nariz. Coloquei a cabeça do Barney por cima e esperei o chamado. Kkkk… quem já se fantasiou sabe que a visibilidade é quase nula ou pelo menos difícil. Desci e comecei a fazer umas merdas de Barney e a coisa mais safada da minha vida: ficar atrás das duas vadias e ver os dois cuzinhos se mexendo e balançando as minissaias e shorts, com a certeza de que ninguém ia perceber, e ainda por cima cheirando as bucetas e os cuzinhos delas, porque não esquece que as duas calcinhas estavam na minha cara! De vez em quando, era olhar pras convidadas, mães, irmãs ou sei lá quem dos kids ali presentes e estar com o pau duro como nunca. Felizmente a fantasia do Barney tinha uma barriga enorme… Kkkk.
Já tava no paraíso e achei que era só isso, quando de repente a Vanessa fala pras crianças: “Já voltamos, vamos dar uma pausa de 25 minutos” e depois de uma música de axé bahia, subimos pro segundo andar. Quando entrei de novo no quarto com minhas duas vadias suadas, com o coração acelerado e por que não, excitadas igual a mim, tranquei a porta e quando virei, vi elas sentadas na cama. Tirei a cabeça do Barney, esquecendo das calcinhas delas, e elas, ao me verem, riram e me chamaram de doente, tarado, pervertido, porco e não sei mais quantas coisas. Levantaram e tiraram minha fantasia, então eu mandei elas ficarem de quatro na beirada da cama. mas sem antes tirar a bermuda. Fiquei comendo uma alternadamente enquanto batia punheta pra outra, aí pensei, é agora ou nunca, enfiei no cu da minha gostosa Vanessa e avisei que ela não podia gritar.
Foi uma sensação simplesmente deliciosa, um tesão absoluto e uma lembrança que vou guardar pra sempre. A amiga dela perguntou o que tava rolando e Vanessa respondeu: “ele tá me comendo no cu”. A amiga questionou: “você não era virgem de cu?” E Vanessa respondeu: “era, mas esse viado me deixou com tanto tesão, pega desprevenida e numa situação que não posso fazer nada, ou você quer que a festa inteira fique sabendo?” A amiga começou a rir sem controle e falou: “arrebenta o cu dessa puta que sempre falou que ia guardar pra quem casasse com ela”. E foi o que fiz, comi o cu dela de um jeito que não só nós dois curtimos, mas a amiga, que eu nunca parei de bater punheta, chegou perto do cu da Vanessa e disse: “que aroma gostoso, mistura de pica, buceta e cu no ar”.
Tirei minha pica do cu da Vanessa e a amiga lambeu, aí entendi que ela também queria um pedaço no cu. Dilatei o esfíncter da amiga ao mesmo tempo que aproveitava o cu delicioso da Vanessa, até que me afastei, deixei ela descansar e secar as lágrimas, e parti pro cu dessa outra mina que eu nunca tinha visto na vida e tava me entregando o que tinha de mais íntimo numa orgia que eu nunca planejei.
Ela, longe de gritar, começou a cantarolar uma música de axé bahia e fazia a coreografia com minha pica dentro do cu dela. Num momento em que Vanessa me olhava, ela disse: “eu quero esse leite do meu marido no meu cu, não no dessa puta sem vergonha”. A amiga respondeu: “o leite fica no meu cu, porque quero estrear ele bem”. Resolvi o problema do melhor jeito: coloquei as duas de quatro e enfiei no cu da Vanessa, gozei um pouco e me concentrei pra segurar, tirei a pica e tampei. meu dedo, fui então pro cu da amiga e enfiei pra gozar o que restava de porra. Inacreditavelmente, as duas ficaram com uma bela porção de sêmen no cu e eu com minha primeira orgia com umas minas que mal tinham saído da adolescência.
Semanas depois, eu tava por acaso um dia na frente da casa dela umas 11 da noite e vi ela saindo com a mãe, que a colocou num táxi. Qual é a estranheza nisso? É que ela também tinha um namorado há meses, eu nunca soube dele, assim como minha putinha Vanessa não sabia da minha namorada Karen… até aquela noite.
Esse relato, queridos leitores, é só a ponta do iceberg da minha relação de amantes com a Vanessa. Se essa história alimentar o tesão de vocês, espero os comentários pra continuar contando, por exemplo, como foi que a Vanessa cuidou de contar pra Karen sobre a gente, ou como eu comi a tia da Vanessa, uma coroa de trinta e poucos, peituda e com cara de safada, ou também… suspense!
1 comentários - Meu Primeiro Conto: A Fantasia da Barnie