Julia sempre foi uma moça recatada e meio tímida na aparência, mas eu sempre desconfiei que, por trás daquela carinha bonita, ela curtia umas paradas mais extremas.
Fazia um tempo que eu pensava em como fazer minha mulher se soltar completamente na cama… Ela já era boa nisso, aquele corpaço, umas tetas enormes junto com uma bunda que pedia tapas na hora de arrombar me deixava louco. Mas eu ainda não tinha encontrado como acender a faísca que precisava pra transformar a Julia na puta mais safada da cidade.
Um dia, lendo uns contos na internet, tive uma ideia. Por que não pagar minha mulher por sexo? Ela nunca escondeu que gostava de lingerie picante, e pensei que talvez pudesse rolar algo…
Na noite seguinte, decidi comprar uma garrafa de vinho boa pra embebedar ela e testar. Durante o jantar, comentei o que achava de putas, e ela ficou puta da vida, achando que eu ia contar que tava traindo ela com vagabundas. Rapidão, me levantei, peguei ela pela cintura e falei que queria que ela fosse minha puta particular. Ela ficou branca, e aos poucos comecei a contar como queria fazer nossa ceninha…
Na noite seguinte, tava sozinho em casa e liguei pro número da Julia:
— Oi, Laeticia, você tá livre hoje à noite?
— Tô sim, gostosa, o que cê quer? — respondeu minha mulher com um sotaque safado.
— Vi seu anúncio no jornal e quero confirmar que por 50 euros você faz boquete e transa.
— Hum, sim, é verdade, e por mais 50 eu deixo enfiar no cu…
Naquela hora, fiquei louco, não tinha falado nada sobre cu, ela tava se comportando de verdade como uma puta, já não era mais um papel… eu sentia.
— Beleza, 100 euros, mas quero você aqui agora, que preciso descarregar minha pica antes da minha mulher chegar.
O plano era que ela chegasse vestida como ela mesma tinha escolhido, vindo do escritório…
Em 10 minutos, a campainha tocou.
— Oi, sou a Laeticia.
— Entra.
Abri a porta e me deparei com alguém que eu não conhecia! Minha mulher tava de óculos escuros, os lábios cobertos de batom, uma gabardina até o chão e uns saltos altíssimos.
— Antes de tudo… quero resolver a parada do dinheiro
-Sim, sim, já vou pegar os cem euros.. Respondi alucinado
-Vão ser mais vinte do táxi.
-Como assim mais vinte? O combinado era que custava 100 e eu só tinha isso-
-Você não queria que eu viesse rápido.
-Sim, sim, -fiquei puto da vida mas no final paguei aquela mulher que eu já não reconhecia..
Quando paguei, ela tirou a gabardina. Fiquei de cara, ela tava de sutiã pornô, mostrando os bicos que estavam durinhos. Tava de fio-dental preto minúsculo e meia arrastão que apertavam aquele rabão.
Naquela hora senti a pica prestes a explodir. Avancei nela mas ela me parou na hora.
-Desculpa, moleque, mas quero que você lave a pica, não como sem a pica lavada.
Deus, eu tinha pedido uma puta e tinha uma puta de verdade. Naquela hora decidi jogar o jogo 100% também.
Beleza, gostosa, mas quero que você mesma lave, te dou mais 100 euros e não enche mais o saco com a parada do dinheiro.
-Tá bom, ela falou
Trouxe uma bacia com água quente e ela sentou, pegou uma esponja e começou a lavar minha pica toda dura.
Depois de um tempo falei que queria que ela me chupasse. Eu sabia que ela gostava mas não imaginava o quanto.
Ela pegou minha pica com uma mão e minhas bolas com a outra e, de cócoras na minha frente, esticou a língua e começou a lamber que nem uma louca. Chupou e chupou, enfiei até o fundo forçando ela a engasgar e, longe de se afastar, continuava chupando. Parei na hora que vi que ia gozar. Tinha pago caro demais por aquela puta e não queria desperdiçar.
Apontei onde ficava a cama e mandei ela deitar.
-Quero que você se masturbe na minha frente e pegue as bolinhas chinesas e enfie no seu cu.
Ali ela tava brincando com fogo, não gostava das bolinhas nem de se tocar mas, longe de recuar, me falou:
-Você manda, sou sua hoje à noite
-Sim e vai fazer o que eu mandar, rabuda.
–Essa resposta deixou ela louca. Começou a gemer, chupou as bolinhas e enfiou uma por uma enquanto eu ficava na frente olhando.
Falei pra ela Ela se ajoelhou de quatro, olhando no espelho. Fiquei atrás e enfiei meu pau de uma vez, ela gritou de prazer como nunca antes. Comecei a meter forte, gritando: "Toma, foxy, cê gosta, hein!!"
Ela tava louca, tão molhada que nem sentia a própria buceta. Nisso, enquanto tava metendo, tirei as bolas chinesas e me preparei pra trocar de buraco — que era o plano desde o começo.
Pra não deixar ela pensar, tirei o pau rápido e enfiei no cu ainda dilatado, sem vaselina nem nada, no pelo. Ela gritou de dor, mas mandou eu não parar, adorava sentir meu pau no cu dela.
Tava quase gozando, mas guardei o melhor pro final. Tirei o pau daquele cu todo vermelho e falei:
— Vira, gostosa, quero que você limpe meu pau.
Ela tava possessa. Se virou, enfiei o pau na boca dela e comecei a gozar. Antes de soltar tudo, tirei o pau e joguei uma porrada na cara dela, os dois gritando de prazer.
Desde aquela noite, curto mulher e puta ao mesmo tempo sem sair de casa...
Fazia um tempo que eu pensava em como fazer minha mulher se soltar completamente na cama… Ela já era boa nisso, aquele corpaço, umas tetas enormes junto com uma bunda que pedia tapas na hora de arrombar me deixava louco. Mas eu ainda não tinha encontrado como acender a faísca que precisava pra transformar a Julia na puta mais safada da cidade.
Um dia, lendo uns contos na internet, tive uma ideia. Por que não pagar minha mulher por sexo? Ela nunca escondeu que gostava de lingerie picante, e pensei que talvez pudesse rolar algo…
Na noite seguinte, decidi comprar uma garrafa de vinho boa pra embebedar ela e testar. Durante o jantar, comentei o que achava de putas, e ela ficou puta da vida, achando que eu ia contar que tava traindo ela com vagabundas. Rapidão, me levantei, peguei ela pela cintura e falei que queria que ela fosse minha puta particular. Ela ficou branca, e aos poucos comecei a contar como queria fazer nossa ceninha…
Na noite seguinte, tava sozinho em casa e liguei pro número da Julia:
— Oi, Laeticia, você tá livre hoje à noite?
— Tô sim, gostosa, o que cê quer? — respondeu minha mulher com um sotaque safado.
— Vi seu anúncio no jornal e quero confirmar que por 50 euros você faz boquete e transa.
— Hum, sim, é verdade, e por mais 50 eu deixo enfiar no cu…
Naquela hora, fiquei louco, não tinha falado nada sobre cu, ela tava se comportando de verdade como uma puta, já não era mais um papel… eu sentia.
— Beleza, 100 euros, mas quero você aqui agora, que preciso descarregar minha pica antes da minha mulher chegar.
O plano era que ela chegasse vestida como ela mesma tinha escolhido, vindo do escritório…
Em 10 minutos, a campainha tocou.
— Oi, sou a Laeticia.
— Entra.
Abri a porta e me deparei com alguém que eu não conhecia! Minha mulher tava de óculos escuros, os lábios cobertos de batom, uma gabardina até o chão e uns saltos altíssimos.
— Antes de tudo… quero resolver a parada do dinheiro
-Sim, sim, já vou pegar os cem euros.. Respondi alucinado
-Vão ser mais vinte do táxi.
-Como assim mais vinte? O combinado era que custava 100 e eu só tinha isso-
-Você não queria que eu viesse rápido.
-Sim, sim, -fiquei puto da vida mas no final paguei aquela mulher que eu já não reconhecia..
Quando paguei, ela tirou a gabardina. Fiquei de cara, ela tava de sutiã pornô, mostrando os bicos que estavam durinhos. Tava de fio-dental preto minúsculo e meia arrastão que apertavam aquele rabão.
Naquela hora senti a pica prestes a explodir. Avancei nela mas ela me parou na hora.
-Desculpa, moleque, mas quero que você lave a pica, não como sem a pica lavada.
Deus, eu tinha pedido uma puta e tinha uma puta de verdade. Naquela hora decidi jogar o jogo 100% também.
Beleza, gostosa, mas quero que você mesma lave, te dou mais 100 euros e não enche mais o saco com a parada do dinheiro.
-Tá bom, ela falou
Trouxe uma bacia com água quente e ela sentou, pegou uma esponja e começou a lavar minha pica toda dura.
Depois de um tempo falei que queria que ela me chupasse. Eu sabia que ela gostava mas não imaginava o quanto.
Ela pegou minha pica com uma mão e minhas bolas com a outra e, de cócoras na minha frente, esticou a língua e começou a lamber que nem uma louca. Chupou e chupou, enfiei até o fundo forçando ela a engasgar e, longe de se afastar, continuava chupando. Parei na hora que vi que ia gozar. Tinha pago caro demais por aquela puta e não queria desperdiçar.
Apontei onde ficava a cama e mandei ela deitar.
-Quero que você se masturbe na minha frente e pegue as bolinhas chinesas e enfie no seu cu.
Ali ela tava brincando com fogo, não gostava das bolinhas nem de se tocar mas, longe de recuar, me falou:
-Você manda, sou sua hoje à noite
-Sim e vai fazer o que eu mandar, rabuda.
–Essa resposta deixou ela louca. Começou a gemer, chupou as bolinhas e enfiou uma por uma enquanto eu ficava na frente olhando.
Falei pra ela Ela se ajoelhou de quatro, olhando no espelho. Fiquei atrás e enfiei meu pau de uma vez, ela gritou de prazer como nunca antes. Comecei a meter forte, gritando: "Toma, foxy, cê gosta, hein!!"
Ela tava louca, tão molhada que nem sentia a própria buceta. Nisso, enquanto tava metendo, tirei as bolas chinesas e me preparei pra trocar de buraco — que era o plano desde o começo.
Pra não deixar ela pensar, tirei o pau rápido e enfiei no cu ainda dilatado, sem vaselina nem nada, no pelo. Ela gritou de dor, mas mandou eu não parar, adorava sentir meu pau no cu dela.
Tava quase gozando, mas guardei o melhor pro final. Tirei o pau daquele cu todo vermelho e falei:
— Vira, gostosa, quero que você limpe meu pau.
Ela tava possessa. Se virou, enfiei o pau na boca dela e comecei a gozar. Antes de soltar tudo, tirei o pau e joguei uma porrada na cara dela, os dois gritando de prazer.
Desde aquela noite, curto mulher e puta ao mesmo tempo sem sair de casa...
4 comentários - Como ter uma puta sem sair de casa...