Meu nome é Gabriel, sou de Santa Fé, capital, tenho 27 anos, estudante universitário (sim, ainda estudo), atualmente estou solteiro...
Tudo começou quando faltavam dois anos pra minha maioridade... eu ia bem na escola, mas meu problema sempre foi inglês... era junho e eu tinha duas provas pendentes... pra piorar, minha namorada tinha viajado de intercâmbio por 6 meses... imagina, a gente transava todo dia... e do nada, sem nada, aos 16 anos.
Então pensei: essa é a hora de me ligar, e comecei com aulas particulares de inglês... foram meus pais que ligaram pra mulher... A MULHER!!! Não era como as que a gente vê por aqui, nem como as dos contos... era uma mulher de uns 45 anos, solteirona, 1,49m de altura, 90 quilos... era gordinha... não redonda, mas imagina que era cheinha... cabelo liso, morena, de rosto não era bonita, parecia que tinha chupado um limão, e tinha o maldito costume de usar jeans 6 tamanhos menores do que o ajustado... literalmente abria a buceta dela em duas...
Mas enfim, a primeira semana foi normal, sem nenhuma insinuação... Eu tinha o último horário e ela sempre estava de mau humor... mas na semana seguinte, peguei o primeiro horário... às 8h (que puta sorte) pensei... mas isso mudaria minha juventude... Na primeira manhã... radiante, recém-tomada banho, de decote... os peitos dela, embora pequenos, eram uma loucura... Na segunda manhã... toquei a campainha e nada, de novo nada, e depois de 15 minutos ela sai... dormindo, de camisola pra me receber... ela usava um sutiã de renda onde os mamilos apareciam... uma mini calcinha fio dental tamanho bebê, suponho, porque se perdia naquela bunda enorme... e uma espécie de casaco transparente...
Imagina... minha ereção foi instantânea... e foi impossível disfarçar... ela percebeu... porque quando cumprimentei, meu pau roçou na barriga dela... então ela me disse:
— Gabi... entra no quarto que eu me troco e já vou.
— Tá bom, Bilma... desculpa ter te acordado...
— Gabi... te incomoda se eu ficar de camisola? É que é tão confortável assim... -- não, Bilma... sua casa está bem.
Assim a aula foi passando... mas aconteceram coisas estranhas, tipo ela esfregar muito os peitos no meu rosto, ou se abaixar descaradamente mostrando a raba, e até fez um café da manhã com porra, dizendo que era viciada em porra.... nessa altura, minha ereção já estava impossível de disfarçar... eu pedia aos berros que o turno acabasse...
mas enfim, terminou....
— Bem, Gabi, fim da hora... vou me trocar que o Marcos está chegando...
— Tá bem, profe... sem problemas pra mim... a senhora tá bonita (falei sem acreditar no que dizia)
— Obrigada, Gabi, por me olhar assim na minha idade, e me lisonjeia ainda mais que você goste e que uma mulher como eu te excite
— De nada, profe... tchau, e me desculpe... pelo que aconteceu
— Tchau, Gabi... amanhã a gente resolve isso...
Essa frase ficou gravada em mim... o dia inteiro... me acabei na punheta lembrando daquela aula...
No outro dia, toquei a campainha e ela saiu... Totalmente vestida... com um moletom grande... imenso... e bem velho... manchado de água sanitária... e uma calça combinando, também grande...
Fomos pro refeitório... e notei o mau humor dela...
— AS AULAS ACABARAM AQUI, SEU VIADO...
— Por que, profe? O que aconteceu?
— VOCÊ É UM VIADO DE MERDA FICANDO EXCITADO COMIGO... POSSO SER SUA MÃE... AS AULAS ACABAM AQUI E JÁ VOU CHAMAR SEUS PAIS... E NÃO PENSA QUE SUA NAMORADINHA NÃO VAI FICAR SABENDO
— Mas, profe... entenda... não foi de propósito... faço o que a senhora quiser, mas vamos continuar, senão me matam
— Olha, Gabi... não tem solução... no máximo, se você me fizer um favor, posso não contar nada, mas das aulas esquece...
— Mas, profe... não... Preciso estudar... tá bem... Que favor?
— Mover um móvel, mas espera que vou esvaziar ele e te chamo...
Ela entrou no quarto, fechou a porta e demorou umas meia hora... me chamou...
— VEM CÁ, SEU VIADO DE MERDA... ANDA LOGO
— Que velha filha da puta, pensei, e fui...
Ao abrir o quarto, vejo ela deitada de costas, nua, com as pernas abertas... a buceta molhada e os peitos caídos pra cada lado, e ela diz: — VIADO, VEM CHUPAR... VAI APRENDER O ORAL... A PARTIR DE AGORA, VOCÊ É MEU ESCRAVO...
Eu fiquei parado, sem saber o que fazer... fui pego de surpresa, não me mexi... nisso ela se levanta e com um cinto me bate no corpo... SEU FILHO DA PUTA... VOCÊ É MEU, CHUPA... me jogou na cama e sentou literalmente na minha cara... CHUPA, CARA... ENGole ESSE CALDO... DESDE ONTEM QUE EU TÔ PELADA DE TESÃO... DE AGORA EM DIANTE VOCÊ VAI CHUPAR TODO DIA... eu só chupava, sem saber o que fazer... minha pica tava dura pra caralho... e levantei as mãos pra tocar nos peitos dela... ERROOOOO... QUE PORRA VOCÊ TÁ FAZENDO... NÃO MANDEI VOCÊ FAZER ISSO e me deu um tapa violento... TIRA A ROUPA E COLOCA ISSO... jogando uma coleira e um colar de cachorro... eu fiz, e quando ela viu minha pica dura, deu um tapa no meu pau... me fazendo doer... pensei que isso ia acalmar minha ereção, mas foi pior... ela percebeu meu tesão e me levou pro banheiro, mijou no meu peito... O QUE CÊ TÁ FAZENDO... ME LIMPA OU ACHA QUE EU SOU UMA PORCA?... não, senhora, eu disse... e levei outro tapa... NÃO, PROFESSORA, decide... NÃO, PROFE... e fui pegar papel... mais um tapa... COM A LÍNGUA, SEU BURRO... QUE BURRO VOCÊ É... e assim comecei a chupar... ela era multiorgásmica e gozava como uma gostosa... cansei de beber os sucos dela... depois, sem forças, ela me levou pra cama dela e se jogou... ME COME, CARA, TIRA ATÉ A ÚLTIMA GOTA DE PORRA... foi assim que comi ela várias vezes...
depois fui embora... pensando que nunca mais voltaria... passaram duas aulas e ela ligou, dizendo que eu não tinha ido mais...
meus pais, putos, me obrigaram a voltar... e aí tudo foi diferente
quando cheguei, ela me despiu, colocou a coleira em mim e me obrigou a chupar a buceta dela, já bem peluda nessa altura, nunca mais mijou em mim, felizmente, mas eu tinha que engolir os orgasmos dela até ficar sem forças... depois tinha que comer ela... e ainda pagar a sessão... assim por mais 15 dias... todo santo dia...
o resultado foi... que me ferrei na matéria... troquei de professora, mas continuei visitando ela até os 23 anos... sempre a mesma rotina... foi assim que me viciei em chupar bucetas e em milfs.... essa foi minha estreia com as milf... nada de outro mundo... talvez meio chato... mas bem molhada
Tudo começou quando faltavam dois anos pra minha maioridade... eu ia bem na escola, mas meu problema sempre foi inglês... era junho e eu tinha duas provas pendentes... pra piorar, minha namorada tinha viajado de intercâmbio por 6 meses... imagina, a gente transava todo dia... e do nada, sem nada, aos 16 anos.
Então pensei: essa é a hora de me ligar, e comecei com aulas particulares de inglês... foram meus pais que ligaram pra mulher... A MULHER!!! Não era como as que a gente vê por aqui, nem como as dos contos... era uma mulher de uns 45 anos, solteirona, 1,49m de altura, 90 quilos... era gordinha... não redonda, mas imagina que era cheinha... cabelo liso, morena, de rosto não era bonita, parecia que tinha chupado um limão, e tinha o maldito costume de usar jeans 6 tamanhos menores do que o ajustado... literalmente abria a buceta dela em duas...
Mas enfim, a primeira semana foi normal, sem nenhuma insinuação... Eu tinha o último horário e ela sempre estava de mau humor... mas na semana seguinte, peguei o primeiro horário... às 8h (que puta sorte) pensei... mas isso mudaria minha juventude... Na primeira manhã... radiante, recém-tomada banho, de decote... os peitos dela, embora pequenos, eram uma loucura... Na segunda manhã... toquei a campainha e nada, de novo nada, e depois de 15 minutos ela sai... dormindo, de camisola pra me receber... ela usava um sutiã de renda onde os mamilos apareciam... uma mini calcinha fio dental tamanho bebê, suponho, porque se perdia naquela bunda enorme... e uma espécie de casaco transparente...
Imagina... minha ereção foi instantânea... e foi impossível disfarçar... ela percebeu... porque quando cumprimentei, meu pau roçou na barriga dela... então ela me disse:
— Gabi... entra no quarto que eu me troco e já vou.
— Tá bom, Bilma... desculpa ter te acordado...
— Gabi... te incomoda se eu ficar de camisola? É que é tão confortável assim... -- não, Bilma... sua casa está bem.
Assim a aula foi passando... mas aconteceram coisas estranhas, tipo ela esfregar muito os peitos no meu rosto, ou se abaixar descaradamente mostrando a raba, e até fez um café da manhã com porra, dizendo que era viciada em porra.... nessa altura, minha ereção já estava impossível de disfarçar... eu pedia aos berros que o turno acabasse...
mas enfim, terminou....
— Bem, Gabi, fim da hora... vou me trocar que o Marcos está chegando...
— Tá bem, profe... sem problemas pra mim... a senhora tá bonita (falei sem acreditar no que dizia)
— Obrigada, Gabi, por me olhar assim na minha idade, e me lisonjeia ainda mais que você goste e que uma mulher como eu te excite
— De nada, profe... tchau, e me desculpe... pelo que aconteceu
— Tchau, Gabi... amanhã a gente resolve isso...
Essa frase ficou gravada em mim... o dia inteiro... me acabei na punheta lembrando daquela aula...
No outro dia, toquei a campainha e ela saiu... Totalmente vestida... com um moletom grande... imenso... e bem velho... manchado de água sanitária... e uma calça combinando, também grande...
Fomos pro refeitório... e notei o mau humor dela...
— AS AULAS ACABARAM AQUI, SEU VIADO...
— Por que, profe? O que aconteceu?
— VOCÊ É UM VIADO DE MERDA FICANDO EXCITADO COMIGO... POSSO SER SUA MÃE... AS AULAS ACABAM AQUI E JÁ VOU CHAMAR SEUS PAIS... E NÃO PENSA QUE SUA NAMORADINHA NÃO VAI FICAR SABENDO
— Mas, profe... entenda... não foi de propósito... faço o que a senhora quiser, mas vamos continuar, senão me matam
— Olha, Gabi... não tem solução... no máximo, se você me fizer um favor, posso não contar nada, mas das aulas esquece...
— Mas, profe... não... Preciso estudar... tá bem... Que favor?
— Mover um móvel, mas espera que vou esvaziar ele e te chamo...
Ela entrou no quarto, fechou a porta e demorou umas meia hora... me chamou...
— VEM CÁ, SEU VIADO DE MERDA... ANDA LOGO
— Que velha filha da puta, pensei, e fui...
Ao abrir o quarto, vejo ela deitada de costas, nua, com as pernas abertas... a buceta molhada e os peitos caídos pra cada lado, e ela diz: — VIADO, VEM CHUPAR... VAI APRENDER O ORAL... A PARTIR DE AGORA, VOCÊ É MEU ESCRAVO...
Eu fiquei parado, sem saber o que fazer... fui pego de surpresa, não me mexi... nisso ela se levanta e com um cinto me bate no corpo... SEU FILHO DA PUTA... VOCÊ É MEU, CHUPA... me jogou na cama e sentou literalmente na minha cara... CHUPA, CARA... ENGole ESSE CALDO... DESDE ONTEM QUE EU TÔ PELADA DE TESÃO... DE AGORA EM DIANTE VOCÊ VAI CHUPAR TODO DIA... eu só chupava, sem saber o que fazer... minha pica tava dura pra caralho... e levantei as mãos pra tocar nos peitos dela... ERROOOOO... QUE PORRA VOCÊ TÁ FAZENDO... NÃO MANDEI VOCÊ FAZER ISSO e me deu um tapa violento... TIRA A ROUPA E COLOCA ISSO... jogando uma coleira e um colar de cachorro... eu fiz, e quando ela viu minha pica dura, deu um tapa no meu pau... me fazendo doer... pensei que isso ia acalmar minha ereção, mas foi pior... ela percebeu meu tesão e me levou pro banheiro, mijou no meu peito... O QUE CÊ TÁ FAZENDO... ME LIMPA OU ACHA QUE EU SOU UMA PORCA?... não, senhora, eu disse... e levei outro tapa... NÃO, PROFESSORA, decide... NÃO, PROFE... e fui pegar papel... mais um tapa... COM A LÍNGUA, SEU BURRO... QUE BURRO VOCÊ É... e assim comecei a chupar... ela era multiorgásmica e gozava como uma gostosa... cansei de beber os sucos dela... depois, sem forças, ela me levou pra cama dela e se jogou... ME COME, CARA, TIRA ATÉ A ÚLTIMA GOTA DE PORRA... foi assim que comi ela várias vezes...
depois fui embora... pensando que nunca mais voltaria... passaram duas aulas e ela ligou, dizendo que eu não tinha ido mais...
meus pais, putos, me obrigaram a voltar... e aí tudo foi diferente
quando cheguei, ela me despiu, colocou a coleira em mim e me obrigou a chupar a buceta dela, já bem peluda nessa altura, nunca mais mijou em mim, felizmente, mas eu tinha que engolir os orgasmos dela até ficar sem forças... depois tinha que comer ela... e ainda pagar a sessão... assim por mais 15 dias... todo santo dia...
o resultado foi... que me ferrei na matéria... troquei de professora, mas continuei visitando ela até os 23 anos... sempre a mesma rotina... foi assim que me viciei em chupar bucetas e em milfs.... essa foi minha estreia com as milf... nada de outro mundo... talvez meio chato... mas bem molhada
3 comentários - Mi primera madura
que no se entere la profe! jum!