Carne Asada - El Gran Culo de mi Cuñada

[Como vocês sabem, minha cunhada é gêmea da minha mina. Ela é baixinha, tem 1,55m, pele branca, cabelo castanho liso, peitos pequenos, mas com um bumbum generoso, grande e macio. Mas bem, isso vocês já sabem por relatos anteriores.

Tudo começou num fim de semana em que um dos meus amigos me convidou pra casa dele pra um churrasco. Ele comentou que os outros amigos que ele convidou levariam suas minas, o que me deixou inquieto, já que eu não teria ninguém pra levar. Passou meio dia e recebi uma mensagem no celular. Qual não foi minha surpresa ao ver que era minha cunhada, dizendo que estava muito entediada e perguntando por que eu tinha deixado ela sozinha por um tempo. Bem, de repente me veio à cabeça levá-la pra essa festa como se fosse minha mina. Ninguém ia perceber que não era minha namorada, e sim a irmã dela. Comentei com ela sobre irmos pra festa, e ela topou na hora. Enquanto isso, falei pra ela colocar algo sexy e provocante, já que eu tava com muita vontade de comer ela. Ela aceitou de um jeito bem safado, dizendo: "Você vai ficar de pau duro quando me ver".

Sem mais delongas, passei pra buscá-la na casa de uma amiga dela. Ela estava usando uma saia preta de lycra colada, que deixava à mostra aquele bumbum enorme, carnudo e apertado, como se quisesse escapar da saia. E uma blusa conservadora na cor vinho, semitransparente, deixando ver seus peitinhos pequenos, mas durinhos. Os lábios vermelhos, carnudos e brilhantes, pareciam feitos pra chupar meu pau. O cabelo estava preso. Ela estava fabulosa.

Quando chegamos na festa, todo mundo começou a se cumprimentar. E, como de costume, as meninas ficaram na sala da casa, e os homens, no quintal, assando a carne e tomando uma cerveja. Qual não foi nossa surpresa ao ver que, dos 6 amigos que éramos, só dois tinham levado mina. Sem dar muita importância, ficamos conversando e rindo, passando o tempo. Um dos meus amigos me disse: "Ei, cara, tua mina tá muito gostosa", ao que eu respondi: "Valeu, mano". E ele insistiu: "Sério, ela tá muito gata". Aí todos soltamos uma gargalhada.

E como vocês podem imaginar, minha cunhada... A law não perdia tempo, arrebitando a bunda em pé no balcão da cozinha, deixando aquele rabão à mostra e provocando meus amigos. Por minha parte, eu só curtia o espetáculo e as ereções que o bumbum enorme da minha cunhada causava na gente. Depois de um momento, minha cunhada aparece e me diz: "Meu bem, aqui está o chouriço", quando ouço um murmúrio atrás de mim: "Aqui está o seu" (o mesmo amigo que tinha dito que minha mina estava gostosa). Quando minha cunhada chega com o prato de chouriço, ela pega com a mão e diz: "Que delícia esse chouriço", e provocando meus amigos, fala: "Vou colocar no espeto", inclinando-se um pouco e colocando o pedaço de chouriço bem no fundo do espetador, com um vai e vem daquela carne que deixou todo mundo de pau duro. Não passam nem dois minutos quando um dos meus amigos a agarra pela cintura, bem empinada, e diz: "Cuidado, gata, vai se queimar no espeto", ao que minha cunhada só se endireita e responde: "Obrigada". Ela sai da nossa roda, mas não sem antes nos dar um sorriso com aqueles lábios vermelhos e carnudos. Quanto mais ela se afasta, nenhum de nós tira o olho daquele rabão enorme. Meu amigo, o mesmo que acabou de dar uma segurada nela, me diz: "Cara, não fica bolado, é que ela ia se queimar", ao que eu respondo: "Não se preocupa, eu entendo".

De novo, minha cunhada se aproxima da gente, oferecendo agora um picolé: "Querem um picolé? Porque o calor tá insuportável", enquanto o tal picolé entra e sai da boca dela com uma precisão e estímulo incríveis pra gente. Enquanto ela chupava o picolé como se fosse uma das nossas picas, um dos meus amigos fala: "Aqui está seu chouriço, te dou ou deixo mais um pouquinho?", já com luxúria, ao que minha cunhada responde: "Como quiser, meu bem", dando a ele ânimos safados e sem parar de chupar aquele picolé que entrava e saía agora com mais força da boca dela. Eu, por minha vez, respondo: "Não, deixa aí quentinho, é assim que ela gosta". Nesse momento, o picolé, que já estava mais que derretido, cai, e ela se abaixa para... pegar o exenden deixando ver os peitos pros outros, que não tiram o olho dela.

A carne já está no fogo e não tem volta, minha cunhada insiste em excitar meus amigos. Depois de comer e beber à vontade, chamo ela em particular e digo: "Já sei o que você tá fazendo, e se vamos fazer, tem que ser direito. Deixa eles excitados, mas não seja muito óbvia, ok?" Ela me responde: "Só tô me divertindo e fico excitada vendo os outros me desejarem. Te incomoda?" Respondo: "Não, mas não exagera, ok?" Ela responde: "Tá, tá, beleza."

Qual não é minha surpresa quando um dos nossos amigos vai embora - era o único que tinha levado a namorada. Ficamos só eu, cinco amigos e minha cunhada. Vamos pra sala, bebemos um pouco de tequila, a música começa a aumentar assim como a tequila, e do nada meus amigos começam a comentar como a gente se soltava, o que fazíamos, o que bebíamos, o que fumávamos. Aí um deles, o dono da casa, diz: "Esperem". Ele saca um pipe pequeno com um pouco de maconha. Um dos nossos amigos se opõe, dizendo: "Já tô muito bêbado, melhor eu ir". Chamamos um táxi e, sem perder tempo, colocamos ele no carro. Minha cunhada se ofereceu pra acompanhá-lo. Ele a abraçou e deixou a mão cair em um dos peitos dela, e minha cunhada não fez nada. Ela, por sua parte, o segurava pela cintura com um braço e com o outro massageava o pau dele, que tinha ficado semi ereto por causa do álcool. Minha cunhada aproveitava a ereção dele, esfregando por cima da calça. Isso ficou bem óbvio, porque meus amigos não tiravam o olho dela.

Voltando pra sala, onde estava a música, a bebida e o pipe cheio de erva, decidimos fumar um pouco. Meu amigo, o dono da casa, disse pra minha cunhada: "Você vai ser a primeira a fumar". Minha cunhada vira pra mim como se eu fosse o namorado dela e diz: "Meu amor, deixa eu fumar?" Enquanto isso, os outros não conseguiam tirar o olho da minha cunhada. Eles estavam que nem zumbis esperando que eu fumasse para dar início a algo que já dava pra ver que ia rolar. Eu respondi: "Se você quiser, sim". Depois que ela fumou, os outros foram seguindo e depois chegou a minha vez, mas eu não dei muita bola porque tinha que cuidar da minha cunhada.

Passou das 2 da manhã, um dos meus amigos pegou no sono e alguém comentou: "Mais um caído — ele que se foda". Aí percebi que todo mundo tava rindo e se divertindo. Meu amigo, aquele que já tinha dado uma olhada na minha cunhada antes no churrasco, se atreve e solta: "Que rabão hein, gata". Aí ficou aquele silêncio por uma fração de segundo, e minha cunhada responde: "Obrigada — é o que meu amor sempre diz, né, amor?". E eu completei: "Sim, ela tem um rabão mesmo, grande e durinho". Meu amigo, que era o dono da casa, aproveitou e jogou no ar: "Deixa a gente apertar?". Minha cunhada, já no clima da festa, me pergunta com uma voz de putinha: "Amor, deixa seu amigo apertar minha bunda?". Eu só balanço a cabeça que sim. Minha cunhada se afasta de mim, vira de costas na frente do meu amigo e coloca uma mão na própria bunda, fazendo círculos naquele rabão. Depois de algumas massagens naquela bunda suculenta, ela se abaixa, coloca as duas mãos do meu amigo no seu culote e pergunta: "Não tá uma delícia?", olhando nos olhos dele. Meu amigo balança a cabeça confirmando.

Enquanto isso, meu outro amigo, aquele que já tinha dado uma olhada nela antes, já tá com o pau pra fora, batendo uma vendo a cena dela se abaixando pra ter aquele rabão enorme apalpado. Depois de um momento, meu amigo anfitrião pergunta: "Tô sentindo sua calcinha. Deixa eu ver?". De novo, ela vira pra mim e pergunta com voz de putinha: "Amor, deixo seu amigo ver minha calcinha?". E eu digo: "Sim, mas daqui". Coloco ela em cima da mesa onde a gente deixava os drinks e falo: "Assim vai ser melhor". Meus amigos já estão com os paus pra fora, se masturbando de leve no embalo do rebolado da minha cunhada. Por sua vez, minha cunhada continua dançando na mesa, balançando aquele tremendo rabo que parece que vai estourar a saia. O movimento do quadril dela é fenomenal. Aos poucos, ela vai levantando a saia, deixando à vista aquelas nádegas brancas e macias como veludo, uma bunda grande igual à da Alexis Texas. O minúscuo fio dental azul celeste some entre suas nádegas. Ela dança de cima para baixo, mostrando aquele rabão enorme para meus amigos e para mim. Sua boca vermelha, a língua umedecendo os lábios, como se estivesse pedindo meu pau na boca.

Um dos meus amigos diz: "Não dá pra ver seu fio dental, sua rabuda não deixa a gente ver". Ao que ela se posiciona de quatro, abaixa a cabeça até encostar a cara na mesa, levanta a bunda, arqueando mais que o normal, e diz para meu amigo: "Vê direito". Abre suas tremendas nádegas e deixa eles verem o fio do fio dental, assim como sua bocetinha e seu ânus rosado. Meus amigos não acreditam no que estão vendo. Uma das melhores bundas que já viram, umas nádegas de fábula enfiadas num minúsculo fio dental azul celeste. O anfitrião me diz: "Que rabão gostoso sua mina tem, cara, como eu queria comer ela". Enquanto isso, meu outro amigo se masturba vendo aquela maçã tremenda na frente dos olhos. Minha cunhada se levanta, olha para os dois e diz: "Gostam do que estão vendo?", com a saia na cintura, exibindo aquele rabão, sendo acariciado pelas próprias mãos.

Tomei coragem e disse: "Tira a saia, devagar, e dá uma vista melhor da sua bunda pra eles, minha vida". Ao que ela obedece sem resistência. Quando começa a abaixar a saia, dando a bunda de vista para meus amigos, um deles começa a tocar suas nádegas de novo, agora amassando aquele rabão enorme, e diz: "Não fode, que cuzão gostoso do caralho sua puta tem, mano". Isso deixou minha cunhada a mil por hora, que, sem complicações, balançou a bunda quase na cara dele.

Depois disso, eu disse: "Tira meu pau pra fora e chupa". Ela já estava a mil. Demorei mais para falar do que ela para fazer. Ela se ajoelhou dando o bunda pros meus amigos de ladinho pra que pudessem apreciar como ela chupava meu pau de cima a baixo, puxando e sugando o pré-gozo que saía da minha cabeça, ao mesmo tempo que enfiava meu pau até querer vomitar, ficou assim uns dois minutos e quase tirando o pau da boca ela pergunta: "gostam do que tão vendo?", meus amigos estavam boquiabertos com a cara de puta que minha cunhada tava fazendo pra eles, pensando que era minha mina, só balançavam a cabeça dizendo que sim, de novo ela enfia meu pau na boca e começa a chupar agora esfregando a bucetinha já molhada por cima da calcinha, mamando meu pau, esfregando a bucetinha, gemendo e olhando pros meus amigos.

Um dos meus amigos me diz: "cara, não aguento mais" – se levanta e me fala: "vou comer ela, vou enfiar meu pau todinho". Eu respondo: "relaxa, mano, senta e curte". O outro amigo que tava excitado se levanta e fala: "é, temos que comer ela". Do mesmo jeito eu falo: "relaxa, mano, curte".

Minha cunhada se levanta e me pergunta com voz de puta já bem quente: "meu amor, deixa eu chupar o pau dos seus amigos?" e eu respondo: "sim, se é o que você quer". Meus dois amigos tiram a calça depressa e sentam pelados da cintura pra baixo, minha cunhada se levanta com um tesão da porra entre as pernas, contorna a mesa, se ajoelha dando as costas pra nós três, desabotoa a calça do nosso amigo que tá dormindo e começa a chupar o pau que tava bem mole, meu amigo fala: "nossa, sua mulher gosta mesmo de chupar pau". Meu outro amigo, puto porque não chegou no lugar dele, senta na mesa das bebidas e começa a amassar as nádegas dela, ao mesmo tempo que fala: "gosta desse pau, gosta de sentir ele entre suas bundas, ohh!!! que rabo gostoso, puta do caralho" enquanto coloca entre as nádegas da minha cunhada o pau dele e esfrega de cima a baixo roçando o cuzinho rosadinho com o pau e deixando minha cunhada ainda mais excitada, que diz pra ele: "sim, que pau bom". Você tem pra enfiar tudo na minha bucetinha, bem apertadinha mmm ¡!! – que gostoso sentir você dentro – e volta a chupar o pau do nosso amigo que já está dormindo no sofá e não dá sinal de vida.

Percebo que meu amigo, sem perguntar nada pra mim e pra minha cunhada, começa a puxar a calcinha minúscula azul celeste da minha cunhada pro lado e começa a esfregar a cabeça do pau na bucetinha molhada dela, enquanto minha cunhada está distraída tentando levantar o pênis flácido do meu amigo que já está dormindo no sofá. Ele continua esfregando como se fosse enfiar o pau, fazendo com que os lábios da vagina da minha cunhada comecem a se dilatar e quase entrando metade da cabeça do pau do meu amigo. Nisso, eu a levanto rápido antes que meu amigo a penetre e digo: "Vem aqui, gata". Ela se desorienta e me pergunta: "O que foi?" Não tinha percebido que tinha metade da cabeça do pau do meu amigo quase dentro. Meu amigo se levanta e diz: "Wow, que rabo gostoso sua mina tem". Minha cunhada responde: "E você nem viu como eu rebolo", dando uma palmada na própria bunda com um baita tapão.

Sem pensar, ela vem até mim, pega meu pau, senta em cima dele sempre deixando aquele rabão à mostra pros meus amigos, e começa a rebolar de um jeito infernal, pra cima e pra baixo, de um lado pro outro, enfiando e tirando meu pau completamente e deixando eles verem sua bucetinha molhada. Ficou assim por um bom tempo, até que eu a viro de lado no sofá onde estávamos, abro suas pernas e enfio meu pau todo. Ela só solta uma expressão de dor gostosa "humm ¡!!", o que me deixa ainda mais excitado e começo a bombar sua buceta mais rápido e forte. Começo a sentir que vou gozar, tiro meu pau, ela pega com a mão e começa a chupar, engolindo toda a porra que jorra. Percebo que meus amigos se aproximam dela e ?????

CONTINUARA. . .

9 comentários - Carne Asada - El Gran Culo de mi Cuñada

muy buena la historia man...espero y no tardes en subir la segunda parte..saludos!! :buenpost:
Muy bueno, te dejaría puntos pero ya me los gasté, revisa el mio a ver q te parece http://www.poringa.net/posts/relatos/2305766/Mi-cunada-me-deseaba-en-secreto---1era-parte.html
muy caliente tu relato.....!!! te voy a dejar puntos cuando termines...jeje. es decir: continuará....