Verdadeiro amor (com minha irmã)

Esta história é tão absolutamente real quanto inesperada: Vou contar que me chamo Seba, sou de Buenos Aires, Argentina e hoje quero relatar algo que aconteceu comigo há pouco mais de 8 meses. Não peço que compartilhem minha forma de pensar e agir, só quero compartilhar esse momento que marcou a ferro minha vida pra sempre, aquela noite de Janeiro em que soube o que era sentir o desejo mais carnal que pode existir junto com o amor mais puro e sincero que já experimentei, espero que curtam essa, que no fim das contas é uma história de amor real.

Era Janeiro de 2012 e estávamos de férias com o resto da família no litoral argentino, naquele verão, por um motivo ou outro, não consegui ir de férias com meus amigos como fazia quase todo ano e também não fui com a Vanesa (minha namorada na época) porque o casal não estava passando por um bom momento e tínhamos dado uma distanciada pra resolver umas coisinhas, por isso que, finalmente e não muito feliz, me juntei à minha família pra passar uns dias no litoral, minha família é composta pelos meus pais, minha irmã Agustina de 18 e eu que na época tinha 20 anos de idade.

Assim que chegamos no litoral no Sábado, 7 de Janeiro, estávamos bem entediados tanto eu quanto a Agustina, já que nenhum dos dois realmente queria estar passando as férias com a família, na verdade a gente queria estar se divertindo pra caralho com nossos respectivos amigos ou eu, particularmente, queria estar muito melhor com minha namorada, mas naquele ano não deu e a gente tava bem mal-humorado por causa disso.

Naquela noite, minha irmã Agustina queria sair pra balada. Sinceramente, depois de uma viagem bem acidentada e chata, com o cansaço que eu tava, a última coisa que queria era sair pra balada, no entanto, a Agustina era minha irmã mais nova e sempre foi minha fraqueza, estranhamente a gente quase nunca brigava como é quase normal entre irmãos, a gente tinha uma relação muito linda, sempre que a gente se ajudava em tudo e quando um estava mal, o outro apoiava até o fim, tipo, além de irmãos, éramos grandes amigos. enfim, pra não me alongar, pra agus eu não conseguia dizer não, ela queria dar uma desligada e queria se divertir um pouco em alguma balada, então como não tinha ninguém, me pediu pra ir com ela, e como não podia ser diferente, acabei aceitando, mesmo sem sair com ela há muito tempo porque toda vez que a gente ia dançar, eu acabava brigando com algum cara que queria se aproveitar dela, era inevitável já que a agustina sempre foi uma mina muito gostosa e com uma aparência sexy pra qualquer homem, meus amigos, por exemplo, não me deixavam em paz, perguntando toda hora pela minha irmã, chegou um ponto que eu não aguentava mais, porque eu era, como se diz, um irmão muito protetor.

Finalmente chegamos na balada e a agus queria dançar e beber cerveja, algo que eu também curto muito. Fomos pra uma balada maneira, com a intenção de passar um bom tempo e se divertir o máximo possível. Como estávamos de férias, não estávamos na nossa cidade, então ninguém nos conhecia.

Tinha muita mina gata naquela noite quente de verão na balada e desde que cheguei, fiquei de olho nas garotas e pensava que minha irmã arranjasse logo um "amiguinho" pra eu poder tentar pegar alguém também. Mas o tempo passava e minha irmã dispensava candidato um atrás do outro, então num momento eu falei: "ei agus, por que você dispensa todos?" e ela respondeu: "você não viu? são tudo uns tarados de merda e até agora não vi nenhum que me agradasse"... eu tava bem ansioso pra ela arrumar uma companhia pra eu ter liberdade de ação e não ter que deixar ela sozinha, mas o que ela disse me fez rir pra caralho e a gente se acabou de rir por um bom tempo.

A noite foi avançando, e depois de tomar várias Cervejas, todo mundo já tava completamente sem vergonha no baile e o clima começava a ficar muito bom! A música tava incrível e todo mundo dançando e cantando alto. Sinceramente, a coisa tava ficando muito boa... Só que, claro, aquela não tava sendo minha melhor noite em termos de pegação, e por isso, no final, pra não deixar ela sozinha lá e pra não ficar parado olhando os outros dançarem e se divertirem, peguei a Agus pela mão e levei ela pra pista. "Vamo pra pista que isso aqui ficou do caralho", falei, e ela topou. Com certeza, naquele momento, não era o que ela imaginava como uma noite de puta diversão. Ela pensou: "Ah, agora tenho que dançar com meu irmão, que 'divertido'", mas fazer o quê, naquela hora não tinha opção e eu não ia ficar sentado. Então passei a noite toda dançando com minha irmã, que também não tinha encontrado até ali um cara que realmente interessasse ela pra sair pra dançar.

Com o passar da noite, a Agus já tava mostrando o efeito do álcool. Nós, longe de ficar noiados por não ter encontrado alguém interessante, dançávamos e nos divertíamos como nunca. Éramos um puta casal na pista. Finalmente, estávamos curtindo a companhia um do outro.

Lá pras três da manhã, enquanto dançávamos, algo mudou em mim. De repente, comecei a olhar pra Agustina como nunca tinha feito antes. Embora já tivéssemos saído pra dançar várias vezes, sempre íamos com amigos e, lógico, eu não ia pros bailes pra dançar com minha irmã. Se ao longo do tempo a gente tinha dançado algumas músicas juntos uma vez ou outra, não era costume, e muito menos ficar a noite inteira dançando juntos, o que logicamente leva a um certo contato físico. O fato é que eu não tava olhando pra Agustina como minha irmã de sangue, mas sim como a mulher gostosa que ela é. O cabelo castanho lindo dela, os lábios insinuantes, a pele morena, a alegria, a frescura, a doçura e o corpo maravilhoso. Mas ela tava tão entregue à A dança e a diversão que ele nem percebeu.

Fiquei umas três músicas dançando e olhando pra ela como se fosse qualquer outra mina numa pegada, mas ao mesmo tempo sentia um remorso fodido pelo que tava rolando comigo. Tava dançando com uma das minas mais gostosas que tavam no baile, era a inveja de vários caras que tavam ali, claro que nunca imaginaram que eu era irmão dela. O fato é que aquela mina com uns movimentos tão sexys na pista, que eu tava cada vez mais afim, era exatamente minha irmã mais nova, aquela por quem eu daria minha vida e que amo pra caralho. Então resolvi bancar o otário e me desculpar comigo mesmo, falando que já tinha bebido muito álcool e tava viajando nos meus pensamentos.

Mas aí a música mudou e, de um som agitado, estranhamente colocaram uns lances lentos, bem românticos. Na hora, logicamente, paramos de dançar e fomos pro balcão tomar uns drinques. No entanto, eu me sentia tão estranhamente bem naquela noite que, mesmo nunca tendo dançado música lenta com ela, e aproveitando que tava tocando um som que ela amava, resolvi perguntar se ela não queria dançar aquela música comigo. Ela hesitou um pouco e depois falou: "Desde quando você gosta tanto de dançar comigo, hein?" — pergunta seguida de uma risadinha inocente que nem imaginava as paradas que eu já tava sentindo naquele ponto.

Finalmente, a Agus aceitou e disse: "Beleza, então vamos. Nunca imaginei que você quisesse dançar um lento comigo, mas não vejo nada de errado nisso. Além do mais, adoro essa música, então bora..."

Ela não tinha problema nenhum em dançar um lento comigo. Que problema podia ter? Nenhum. Eu era o irmão do coração dela, a gente tinha uma confiança foda entre nós, nos amávamos pra caralho e a noite tava pedindo aquilo que no começo parecia estranho, mas no fim não tinha nada de errado em si.

Fomos pra pista de novo e começamos a dançar o lento juntos. Sei lá... mas naquele momento eu senti algo muito forte, como se estivesse ficando romântico. SIM, COM A MINHA IRMÃ!!, eu tava com medo do que tava acontecendo comigo, mas ao mesmo tempo me sentia como poucas vezes tinha me sentido com uma garota, então eu agarrei ela pela cintura e a gente dançou. De repente minha cabeça virou um turbilhão de sentimentos confusos, nessa altura eu começava a perder o controle sobre meus atos e minhas sensações de medo pela situação davam lugar ao impulso do momento. Meu pensamento definitivamente começou a girar em torno da minha irmã e do tesão que seria poder transar com ela. Já era impossível parar de desejá-la e de observar disfarçadamente cada centímetro do corpo dela. Eu tava nas nuvens!... por um lado, naquele momento eu sentia uma atração física por ela que jamais imaginei, e por outro eu amava ela como não amava ninguém mais na face da terra, Agustina sempre foi tudo pra mim e sempre teve um laço muito forte entre nós, mas nunca antes tinha passado pela minha cabeça amá-la de outra forma que não fosse como simples irmãos, algo perturbador tava acontecendo comigo.

As músicas passavam e, com ela agarrada pela cintura, abraçados junto com outros casais no meio da pista, a gente começou a falar um pouco de tudo, besteiras, mas os rostos bem perto um do outro porque a música tava tocando bem alta. Cada vez que a gente aproximava os rostos, eu sentia o hálito dela, excitante, quentinho, e os lábios dela atraentes cada vez mais perto dos meus. Cada segundo que passava fazia nossos rostos se aproximarem mais e mais. Ao mesmo tempo, o abraço mudou e eu cada vez puxava ela mais pra perto e encaixava ela no espaço que meus braços e pernas formavam. Ela parecia estar muito à vontade, na verdade não era estranho a gente ser carinhoso um com o outro, sempre fomos muito afetuosos, mas claramente pra mim naquele momento as coisas estavam sendo diferentes. Depois, enquanto Nós dançávamos, eu aproximei meu rosto do dela e perguntei: "Tá se divertindo, Agus?" Ela respondeu: "Tô me divertindo pra caramba, fazia tempo que não me divertia tanto assim." Eu olhei fixo pra ela e falei: "Sabe que eu te amo muito, maninha?" "Sei, e eu também te amo, maninho", ela disse.

A situação era muito estranha. Pra quem olhasse de fora, parecíamos um casal prestes a se pegar, em vez de irmãos.

Minha excitação crescia a cada instante, e o que mais me deixava louco era que ela parecia não perceber o que tava rolando. Pra ela, tudo era normal e inocente, éramos dois irmãos muito carinhosos demonstrando afeto um pelo outro e só. Enquanto isso, do meio da pista, eu via a porta e me imaginava saindo por ela com minha irmã rumo a alguma praia deserta, andando e beijando ela como se fosse minha namorada mais amada!

Finalmente, chegaria o momento chave da noite. Em um momento da dança, a Agus se afasta um pouco de mim e diz: "Que noite linda que a gente tá tendo, nunca imaginei que ia me divertir tanto num balada só com você... Valeu por me fazer companhia, você é o melhor irmão do mundo, te amo demais." E logo depois disso, ela se aproximou de mim e me deu aquele beijão habitual na bochecha, mas isso não seria importante se não fosse pelo que aconteceu depois do beijo na bochecha: o inesperado. Ela virou pra mim e dessa vez me deu um selinho. Me deixou gelado! Não sabia o que fazer nem o que dizer, me pegou totalmente de surpresa. Meu reflexo foi perguntar com a voz trêmula: "O que cê tá fazendo, Agus?" Ela respondeu sem frescura: "Nada, te dei um selinho, só isso." "Qual o problema? Por acaso amigos não dão selinhos hoje em dia?" "Não fica bravo, fiz na esportiva, a gente se ama, tá se divertindo pra caramba e não tem ninguém que nos conhece aqui, não vejo qual poderia ser o problema"... Eu não sabia o que fazer. Por um lado, se eu tinha alguma intenção de que rolasse algo entre a gente, aquele era o momento pra me jogar. Mas ao mesmo tempo... Eu me confundia com a atitude dela de "não aconteceu nada, é normal"... depois de alguns segundos, criei coragem de novo pra falar com ela e disse: "você tem razão, não tem nada de errado". Aí veio um abraço muito carinhoso, que durou vários segundos, mas juro que pra mim foi uma eternidade porque naqueles segundos eu tava tomando a decisão que podia foder minha vida e minha relação com a Agustina pra sempre...

Já tava decidido... assim que nos soltamos do abraço e enquanto voltávamos a dançar juntos, olhei fixo nos olhos dela e falei sem muita enrolação:
"Eu te amo, Agustina" (só pra esclarecer, a gente sempre falava que se amava, mas como irmãos, obviamente). E ela, como de costume, respondeu: "eu também te amo, irmãozinho"... e na hora eu abracei ela mais forte e encostei meu corpo no dela, sem mais nem menos, afastei um fio de cabelo que cobria parte do rosto dela e beijei ela na boca... o beijo devia ter uns dez segundos quando, com medo do que podia acontecer, separei minha boca da dela, abri os olhos e esperei a reação dela. Ela me olhou meio surpresa e, num tom baixo pra ninguém ouvir o que a gente tava falando, disse com a voz nervosa:
"E isso, Seba? O que a gente tá fazendo?" E eu respondi:
"O que a gente sente agora, Agus".
"Mas a gente é irmão, Seba, isso não é igual a um selinho"... claramente ela tava se sentindo muito culpada, mas tinha alguma coisa que não deixou ela ficar brava com o que tava rolando, e isso me abriu as portas pra me deixar levar pelo que eu sentia naquele momento. Então perguntei:
"Você me quer, Agustina?"
"Claro que te quero! Eu te amo, te adoro, mas como irmão", ela disse. Na hora, me aproximei um pouco mais e sussurrei no ouvido dela:
"Você é minha irmã e eu te quero mais que tudo no mundo, a última coisa que eu quero é te ver mal, sabia?"
"Eu sei, e por isso te quero do jeito que te quero", ela respondeu... sem mais, tomei a palavra de novo e falei:
"Vamos fazer o que sentimos", nos olhamos nos olhos com certo medo e aconteceu... eu me aproximei decidido e coloquei meus lábios novamente nos dela, só que dessa vez nossas bocas se juntaram com vontade e, enquanto nos beijávamos, ambas as bocas iam se abrindo um pouco mais pra dar passagem às nossas línguas. Não podia acreditar! Tava pegando minha própria irmã no meio de uma balada, nunca antes tinha sentido tanta excitação. Tinha minha irmã abraçada, e a gente se beijava na frente de todo mundo como se fôssemos o casal mais gostoso de todos, literalmente a gente tava se acabando no meio da pista, aquele beijo que parecia eterno simbolizava o imenso amor que eu sinto pela minha irmã e o que ela sente por mim, mas também, pelo menos naquela noite, a gente se desejava, era evidente que sem ter procurado chegamos num ponto em que nosso amor de irmãos naquela noite tinha virado paixão e luxúria.

A gente tava experimentando o gostinho delicioso do proibido e acho que isso acendeu na hora a luxúria entre nós dois. No fim do beijo, nos olhamos um pro outro buscando cumplicidade e de fato encontramos, dessa vez foi ela que me abraçou e sussurrou no meu ouvido: "não sei se tá certo o que a gente fez, mas eu gostei".

Depois a música mudou, e deu tempo de pedir uma última cerveja pra cada um, que a gente levou pro carro depois de pagar.

Saímos, excitados e sabendo o que é fazer algo proibido na frente de todo mundo!! E ninguém falar nada ; um prazer que muito poucos podem ter na vida!! Rumo à casa onde a gente tava ficando, aproveitando que a avenida segue ao longo da praia e uma lua linda, descemos do carro na escuridão depois de estacionar atrás de umas árvores e fomos pra uma praiazinha deserta tomar o resto das nossas cervejas. Sentamos e na hora comecei a beijá-la, dessa vez de forma selvagem, nesse ponto os dois sabiam muito bem o que estavam fazendo. e nos excitava muito.
Tinha na minha frente uma mina de 18 anos que arrasava, sim, era a Agustina, minha irmã, mas isso já não me incomodava, pelo contrário, sabia que estávamos vivendo algo único, estávamos mostrando o imenso amor que sentimos um pelo outro de outra forma, e isso era muito excitante pra nós dois...

Já estávamos a mil quando desci as duas mãos, acariciando as nádegas dela e seguindo as curvas do corpo até tocar nos peitos lindos dela. Passei a mão por cima da blusa e acariciei eles. Na mesma hora, ela começou a acariciar minha pica e, enquanto tentava tirar ela do zíper, sussurrava: "nunca pensei que isso ia acontecer, mas juro que não me arrependo, Seba, te amo"
"e eu também, irmãzinha", respondi, enquanto sentia a mão direita da Agustina tocar minha pica, que já tava a mil naquela altura... Fervia de vontade de descer e meter no paraíso, naquela caverna proibida, então deitei ela na areia, sem soltar, e comecei a percorrer todo o corpo lindo dela devagar. O perfume dela e o cheiro da pele me excitavam ainda mais. Depois, tirei a regatinha que ela tava usando e o sutiã, pela primeira vez via a Agustina pelada na minha frente...

Enquanto tudo isso rolava, lembrava de todos os momentos lindos que vivemos juntos durante a vida toda, desde que éramos pequenos até aquele instante incrível que estávamos vivendo juntos. Estávamos prestes a fazer amor, estávamos muito excitados, mas, por incrível que pareça, eu ainda via ela como minha irmãzinha do coração, aquela com quem brincávamos desde pequenos, com quem compartilhei grande parte da minha vida. Naquele momento, meu amor pela Agustina era tão grande ou maior que a excitação que sentia, não ia fazer amor com uma mina qualquer, estava prestes a fazer amor com minha própria irmã e queria dar o melhor de mim, ia dar o melhor de mim pra que essa fosse a melhor noite de sexo e amor das nossas vidas.

Então, depois de nos abraçar semi pelados e trocar vários beijinhos Mas eu virei ela e beijei todas as costas dela. Longas, com um canal no meio que me sugeria descer devagar até a bunda dela. Enquanto descia, não parava de acariciar com uma mão um dos peitos dela. Ela me deixava no controle da situação enquanto me acariciava com a ternura que só minha irmã podia me acariciar numa situação tão quente quanto aquela. Ao chegar na cintura dela, com as duas mãos puxei ela pra mim, colocando ela de quatro e aproveitando ao máximo cada segundo, comecei a tirar devagar, ao mesmo tempo, a mini e a tanga que ela tava usando, bem devagar, e dizendo que amava ela e a desejava...

Aos poucos, comecei a beijar entre as nádegas dela, pensar que ia beijar o clitóris da Agustina me deixou a mil! Tava excitado como nunca na minha vida tinha estado e então, cheguei naquele centro de prazer, cheirava limpo, a sexo proibido e a amor verdadeiro; ao chegar, estiquei a língua e comecei a lamber com o amor e a dedicação que só minha irmã merecia, ela me ajudava com as mãos separando as bandas da bunda dela, o perfume do prazer tava me deixando louco, já queria sentir ela, sentir ela toda, fazer ela minha e provar os sucos dela, a saliva dela, o amor dela, os medos dela, os desejos dela; já não aguentava mais. A gente suava, gemia, se sentia mais irmãos do que nunca, tava se curtindo e se amando como ninguém podia imaginar, nem a gente mesmo. Ela gemia do jeito mais doce e mais gostoso que já vi até hoje, não era só sexo, tinha algo mais, tinha amor verdadeiro.

Ela me dizia: "não sei como a gente chegou nisso, mas hoje à noite sou sua, Seba, te amo", era incrível pra mim ter aquela doçura que é minha irmã sendo a maior putinha pra mim, se entregando por completo a um amor tão real quanto proibido.

"Hoje à noite é toda nossa, irmãozinho", ela me dizia com a voz entrecortada pela excitação do momento. Então, sem parar de lamber ela por todos os lados, me movi pro lado dela pra poder enfiar o Dedo polegar da minha mão na buceta dela, que derramava líquidos de deuses, e não sem antes acariciar aquele par de pernas gostosas que Deus deu pra ela. Enfiei o dedo rápido, porque tava com pressa de lubrificar com os sucos dela pra tirar devagar e agora enfiar lentamente o dedo indicador e médio na buceta dela ao mesmo tempo que acariciava o cu dela com o polegar lubrificado, de um jeito que depois de alguns minutos, quando ela começou a se aproximar do gozo e pra ajudar, enfiei o polegar dentro do cu dela e, ao sentir, ela se apoiou, tentando ajudar, dando espaço pra aquele instrumento de prazer. Depois que enfiei o dedo inteiro, com os outros dois que ainda estavam fora, acariciei o clitóris dela e, pra meu prazer, senti como ela tava gozando, gemendo, tentando apertar meus dedos com as pernas e tentando receber meu polegar no fundo da buceta dela, se apoiando só com a mão direita e com a esquerda me forçando a aproximar meu rosto pra me dar o beijo mais molhado daquela noite. Nem preciso dizer que foi a sensação mais estranha e excitante da minha vida, tava provando os sucos vaginais da minha própria irmã, tava louco de tesão por ela e disposto a ficar um ano inteiro naquele lugar fazendo amor com ela se fosse possível.

Depois de provar a intimidade mais profunda dela e com restos disso na minha boca ardendo de desejo, nos abraçamos e demos um beijo de língua tão longo quanto molhado e excitante.

Depois me joguei na areia, de barriga pra cima, e pedi pra ela se mexer pra realizar algo que sempre me excitou pra caralho: sentir a sensação de uma bunda gostosa na minha cara. Se a isso a gente adiciona que quem ia colocar o cu em cima da minha cara era minha irmã, meus níveis de excitação tavam nas alturas. Beijei as pernas dela e ela finalmente sentou em cima da minha cara, deixando na minha frente o espetáculo mais majestoso que eu poderia ter imaginado.

Tinha a Agus, minha doce e inseparável irmã. menor nua e me oferecendo a bunda morena dela pra eu fazer o que quisesse. Então foi que afundei meu rosto naquela buceta rosadinha com aquele cheiro gostoso da agustina, sentindo o perfume do incesto que não me largava e que fazia meu pau continuar duro como nunca antes, lambendo o clitóris dela, voltando pra bunda e terminando no clitóris, parando, acariciando com uma mão um dos peitos dela e com a outra as pernas e as nádegas.
Em menos de 5 minutos a agus tava gozando de novo, aproveitando ao máximo comigo, vivendo um momento mágico, cristalizando na carne um amor sincero e puro de verdade, curtindo o proibido... enquanto ela estendia a mão pra acariciar meu pau que naquela altura só queria viver dentro dela, tava cheio de vida, completamente louco pra quebrar os medos pra sempre.

Assim que gozou, deitei ela na areia, de barriga pra baixo, e coloquei as pernas dela uma de cada lado dos meus ombros, sentindo que o momento finalmente tinha chegado; era hora de fazer, ela queria, eu desejava, tinha uma confiança cega entre nós e, acima de tudo, éramos irmãos e nos amávamos de verdade, os dois querendo o melhor um pro outro... Decidido e ansioso, coloquei meu pau entre as pernas da agus. Ao sentir, ela gemeu e me puxou pra beijar. Fiquei por cima, ainda sem enfiar tudo, e falei:
"esse vai ser nosso segredo mais lindo, Agustina"
"Te amo, irmãozinho, me fode...", ela disse,... então comecei a penetrar minha irmã, devagar, seguro de controlar a situação, sentindo um prazer indescritível, soltando os dois um gemido lindo e querendo ficar assim a vida toda.

Depois, abaixei as pernas dela dos meus ombros e rapidamente abracei ela, passando meu braço esquerdo por cima do ombro dela e nos beijamos de novo, não lembro de ter beijado uma mina do jeito selvagem e sensual que beijei minha irmã agustina naquela noite, lembro que nos devorávamos vivos, ela deixava escapar um pouco de saliva e eu engolia com um prazer imensurável e vice-versa, ela pedia pra eu deixar minha saliva cair sobre os lábios dela pra ela sentir o gosto primeiro com a língua e depois a gente se beijar selvagemente, trocando nossas salivas. sei lá, em outro momento e com outra pessoa podia ter me parecido meio nojento, mas com minha irmã eu tava disposto a fazer TUDO, e inclusive isso me excitava pra caralho ao fazer com ela.

Ao mesmo tempo, com uma mão eu acariciava a bunda dela do lado direito, esticando a pele ao redor do cu dela e enquanto enfiava a pica até o fundo, cada vez mais rápido e tentando não deixar minhas bolas de fora, apertando meu púbis junto com o dela, cheio de lindos pelinhos pretos, sentindo como é lindo fazer amor desse jeito com alguém que a gente ama de alma, mesmo que seja sua própria irmã de sangue, sentindo os lábios carnudos da buceta dela engolir uma e outra vez com voracidade minha pica prestes a explodir, sentindo o calor da minha irmã que tava quase gozando, sabendo que talvez isso nunca devia ter acontecido e sabendo da inveja que, se soubessem o que tava rolando, muitos teriam pago o que não tinham pra estar como eu tava com agustina, e também daqueles que nunca vão saber o que é o verdadeiro prazer, aquele que se sente ao fazer amor com alguém com todos os sentidos focados nela, mesmo que essa pessoa seja sua irmã. será que isso importa se os dois se atraem fisicamente, se há consentimento de ambas as partes, se não faz mal a ninguém e, principalmente, se se amam como eu e minha irmã nos amamos? pra mim, isso foi, é e será amor verdadeiro. aquele que quebra todas as barreiras.

Quando agus começou a tremer com o gozo dela, coloquei a cabeça dela no meu pescoço pra poder enfiar mais algumas vezes até o fundo, sentindo minha pica mais excitada do que nunca. Quando senti que vinha aquela fonte de vida, branca e grossa, abundante e avançando rápido, avisei logo a agus que ia gozar; aí ela Eu me adiantei e ela pediu pra eu gozar na boca dela; se eu já tava a mil revoluções por segundo, isso me acelerou ainda mais. Ela, sem saber, tava realizando uma das minhas fantasias não cumpridas: gozar na boca de uma garota. E melhor ainda, era completo — ia realizar minha fantasia. A garota era mais que gostosa e, pra completar, era minha própria irmã... Não demorei muito mais e gozei na boquinha linda dela. A sensação, acho que vai ser incomparável; o prazer foi indescritível. Ver ela encher a boca com meu esperma foi o máximo... e a imagem dela me olhando direto nos olhos enquanto chupava minha pica cheia de porra nunca vai sair da minha mente. Foi sublime! Depois, levantei ela e beijei selvagemente. Sem dúvida, esse vai ser o beijo mais maravilhoso e excitante de toda a minha vida. A gente se beijava com fome, entrelaçando nossas línguas cheias do meu esperma, e num pequeno momento de pausa, a gente se olhou de novo nos olhos e, com as bocas escorrendo porra, ela disse: "Te amo, Sebastian". "Te amo, Agustina", eu falei, e a gente se beijou de novo até ficar sem fôlego...

Sem dúvida, essa tinha sido a noite de amor e luxúria mais maravilhosa que eu já vivi na vida, e duvido muito que algo possa superar. Na verdade, não duvido: nada vai superar a inesperada, proibida, irrepetível e maravilhosa noite de amor que vivi com minha irmã Agustina.

Tudo tinha acabado. A gente se deitou um do lado do outro, se beijou romanticamente quase até o amanhecer e depois começamos a volta pra casa, satisfeitos e decididos a guardar nosso lindo segredo.

Hoje minha irmã tem 21 anos e eu 23. Nunca mais transamos, nem nos beijamos na boca, porque nós dois sabemos que aquela noite irrepetível foi o selo de um simples amor de irmãos, que começou no mesmo momento em que ela nasceu, quando eu tinha apenas dois anos de idade, e vai durar até a gente não estar mais nessa terra. O nosso não era carnal; só foi naquela noite porque nós dois sentimos assim, mas mesmo no O momento mais quente juntos, nós dois sabíamos que estávamos nos amando como irmãos que somos e que aquilo não se repetiria, estávamos apenas marcando a ferro e fogo para sempre o nosso amor de irmãos. Por mais difícil que pareça entender, foi assim. Agustina sempre será minha irmã mais nova, aquela guria com quem cresci e compartilhei minha vida desde que me entendo por gente, a quem vou continuar cuidando até o dia em que eu morrer e a quem vou continuar amando incondicionalmente como minha irmã de sangue que é.

Nada mudou para pior depois daquela noite, pelo contrário, nossa relação de irmãos continua tão forte e saudável quanto era antes daquela noite e até poderia garantir que nosso amor inquebrável de irmãos é ainda mais forte agora.

Enfim, essa foi minha história, a história de Sebastián e Agustina (não dou nossos sobrenomes por questões óbvias), dois irmãos como qualquer outro par de irmãos que se amam e se respeitam mutuamente, só que uma noite decidiram demonstrar todo o seu amor de outra forma, muito mal vista pela sociedade, sim, mas da mesma forma terna, excitante e maravilhosa (pelo menos foi para mim).

13 comentários - Verdadeiro amor (com minha irmã)

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