Passei muito tempo fantasiando em dividir minha parceira, só de imaginar a Carla sendo duplamente penetrada já me deixava louco. Em várias transas, onde o homem pensa com a pika e a mulher com a buceta, eu falava nisso e a gente entrava na brincadeira, mas nunca passava disso. Depois ela até me recriminava, dizendo que eu queria que outros comessem ela e que ela só queria ficar comigo.
Uma noite, uns amigos vieram jantar em casa (Esteban e Cecilia, Marcos e Melina, o inevitável Juan — o único solteiro e sem pressa — e, claro, Carla e eu). Por causa do álcool, as conversas foram ficando cada vez mais quentes. Depois de várias horas, os dois casais foram embora e só sobrou o Juan, que parecia não ter nada melhor pra fazer.
Eu olhava pra Carla como quem diz "quando é que esse filho da puta vai embora? Tô muito tarado e preciso te comer AGORA". Já a Carla se divertia com todas as histórias que o Juan nunca se cansava de contar.
Num momento em que o Juan foi ao banheiro, me joguei na Carla e beijei ela de boca aberta pra ela sentir meu tesão. Ela, meio excitada também, respondeu na hora, pegou na minha pika por cima da calça e falou: "Deixa ela dura assim, que eu tó explodindo. Assim que o Juan for embora, não vou te deixar nem respirar."
— Juan: Acho que tô sobrando aqui!
— Eu: Pois é, se ligou.
— Carla: Não seja idiota, amor, ele tá te zoando, Juan!
— Juan: Não, sério, já tava indo.
— Eu: Era brincadeira, Juan!
— Carla: É, fica mais um pouco. Se a gente quiser fazer alguma coisa depois, vai ter tempo de sobra. (Ela me olhou e sorriu.)
Voltamos pras histórias até que, num momento, a Carla começou a me tocar com a mão por baixo da mesa (eu já não aguentava mais) e falei alto pra ela parar, senão eu comia ela ali mesmo. Carla ficou vermelha de vergonha, e o Juan só disse: "Por mim, não tem problema!" O álcool me deu coragem, e comecei a beijar a Carla, apertar os peitos dela e passar a mão por baixo da saia. Ela se deixou levar. Levar e Juan só ficava olhando. Tirei a camiseta e o sutiã dela, deixando as tetas gostosas dela à mostra. Depois, mandei ela ficar de pé e tirar tudo. Ela se ajoelhou, baixou minha calça e começou a chupar minha pica com tanta vontade que até parecia outra pessoa. Minha mente viajava, mas ainda não tinha coragem de convidar o Juan, até que ela disse: "Coitadinho, chama ele ou manda embora, porque a gente tá fazendo ele sofrer."
Bastou um olhar para o Juan começar a se despir. Fomos pro quarto, e a Carla começou a chupar a pica do Juan enquanto eu chupava a buceta e o cu dela. Falei pro Juan deitar, e a Carla montou nele e começou a sentar gostoso. Olhei um pouco e fiz ela se inclinar sobre ele, empinando a bundinha dela pra fora. Lubrifiquei com minha saliva enquanto via uma pica entrando e saindo da buceta da Carla. Ajeitei a ponta e enfiei até o fundo. Ficamos uns segundos parados, esperando a bunda da Carla se acostumar com minha pica, e começamos a comer ela os dois, sem dó.
Nunca tinha visto a Carla tão louca. Ela não gemia mais, gritava.
— Carla: Me comam assim, seus filhos da puta!
— Encham de porra!
— Que bom que é ter duas picas dentro!
— Que puta que eu sou!
Gozamos praticamente os três juntos, e caímos exaustos na cama. Acordei no outro dia e me vi sozinho. Só se ouvia o barulho do chuveiro. Cheguei perto do banheiro, pensando em encontrar só a Carla, e qual foi minha surpresa? O Juan tava comendo ela no chuveiro.
— Eu: Acho que já fomos pro caralho.
— Carla: Desculpa, amor, mas fiquei com vontade de mais pica e você tava dormindo.
— Juan: Qual é, mano, vai ficar puto agora depois do que rolou ontem?
— Carla: Você não sabe que pica boa que ele tem, não consigo resistir.
Já não ligavam pra mais nada. Continuavam trepando como se eu não estivesse ali. Carla não parava de gemer e de dar um orgasmo atrás do outro. Juan se aproveitava e metia cada vez mais forte, até que mandou ela se abaixar e gozou na boca dela. Ela engoliu tudo. chupo até deixar ela brilhando.
- Carla: Vem, love, não fica com vontade, olha que durinha que tá o teu pau.
Eu me aproximei já meio nublado e quando fui pegar ela, ela me parou e começou a me bater uma punheta.
- Carla: Desculpa, love, mas tô cansada e, pra ser sincera, tá doendo a minha buceta. Teu amigo não cansa nunca, antes de você acordar já tinha me comido umas duas vezes a mais!
- Juan: Eu, eu vou nessa que tô super apertado, e já sabem, quando precisarem de mim é só chamar que tô à disposição, hein, verdade, curti pra caralho.
A Carla terminou de me bater uma, enxaguou a mão e saiu sorrindo do chuveiro.
- Carla: Toma um banho, love, assim a gente vai comer alguma coisa por aí.
- Eu: Carla, a gente precisa conversar.
- Carla: Cê tem razão, love, nem te agradeci, foi uma delícia, e pensar que eu não queria, então a gente vai repetir mais vezes.
- Eu: Mas Carla, você não entende.
- Carla: Entendo sim, love, quem acho que não entende é você, isso foi você quem procurou, então não quero que fale mais nada, ok? Já era.
- Eu: Ok. Mas… você quer continuar comigo, né?
- Carla: sim, idiota, eu te amo e te adoro, e é só com você que eu faço amor, isso foi só sexo, mesmo que eu tenha adorado.
- Eu: Bom, foi uma experiência diferente, só isso.
- Carla: sim, love, não se preocupa mais, ah, ia esquecendo, quinta-feira o Juan vem à tarde e fica pra jantar.
- Eu: Mas eu chego do trabalho às 9 da noite.
- Carla: Já sei, love, mas vou deixar alguma coisa pra você, vai, toma banho assim a gente sai.
Ela fechou a porta e foi isso, fiquei pensando na merda que tinha feito, tinha acordado uma fera que não ia mais dormir. Tinha dois caminhos: deixar tudo como estava ou vazar.
Hoje em dia ainda chego em casa e, quando beijo a Carla, sinto o gosto de sêmen na boca dela, não falo nada, fui eu quem procurei.
Uma noite, uns amigos vieram jantar em casa (Esteban e Cecilia, Marcos e Melina, o inevitável Juan — o único solteiro e sem pressa — e, claro, Carla e eu). Por causa do álcool, as conversas foram ficando cada vez mais quentes. Depois de várias horas, os dois casais foram embora e só sobrou o Juan, que parecia não ter nada melhor pra fazer.
Eu olhava pra Carla como quem diz "quando é que esse filho da puta vai embora? Tô muito tarado e preciso te comer AGORA". Já a Carla se divertia com todas as histórias que o Juan nunca se cansava de contar.
Num momento em que o Juan foi ao banheiro, me joguei na Carla e beijei ela de boca aberta pra ela sentir meu tesão. Ela, meio excitada também, respondeu na hora, pegou na minha pika por cima da calça e falou: "Deixa ela dura assim, que eu tó explodindo. Assim que o Juan for embora, não vou te deixar nem respirar."
— Juan: Acho que tô sobrando aqui!
— Eu: Pois é, se ligou.
— Carla: Não seja idiota, amor, ele tá te zoando, Juan!
— Juan: Não, sério, já tava indo.
— Eu: Era brincadeira, Juan!
— Carla: É, fica mais um pouco. Se a gente quiser fazer alguma coisa depois, vai ter tempo de sobra. (Ela me olhou e sorriu.)
Voltamos pras histórias até que, num momento, a Carla começou a me tocar com a mão por baixo da mesa (eu já não aguentava mais) e falei alto pra ela parar, senão eu comia ela ali mesmo. Carla ficou vermelha de vergonha, e o Juan só disse: "Por mim, não tem problema!" O álcool me deu coragem, e comecei a beijar a Carla, apertar os peitos dela e passar a mão por baixo da saia. Ela se deixou levar. Levar e Juan só ficava olhando. Tirei a camiseta e o sutiã dela, deixando as tetas gostosas dela à mostra. Depois, mandei ela ficar de pé e tirar tudo. Ela se ajoelhou, baixou minha calça e começou a chupar minha pica com tanta vontade que até parecia outra pessoa. Minha mente viajava, mas ainda não tinha coragem de convidar o Juan, até que ela disse: "Coitadinho, chama ele ou manda embora, porque a gente tá fazendo ele sofrer."
Bastou um olhar para o Juan começar a se despir. Fomos pro quarto, e a Carla começou a chupar a pica do Juan enquanto eu chupava a buceta e o cu dela. Falei pro Juan deitar, e a Carla montou nele e começou a sentar gostoso. Olhei um pouco e fiz ela se inclinar sobre ele, empinando a bundinha dela pra fora. Lubrifiquei com minha saliva enquanto via uma pica entrando e saindo da buceta da Carla. Ajeitei a ponta e enfiei até o fundo. Ficamos uns segundos parados, esperando a bunda da Carla se acostumar com minha pica, e começamos a comer ela os dois, sem dó.
Nunca tinha visto a Carla tão louca. Ela não gemia mais, gritava.
— Carla: Me comam assim, seus filhos da puta!
— Encham de porra!
— Que bom que é ter duas picas dentro!
— Que puta que eu sou!
Gozamos praticamente os três juntos, e caímos exaustos na cama. Acordei no outro dia e me vi sozinho. Só se ouvia o barulho do chuveiro. Cheguei perto do banheiro, pensando em encontrar só a Carla, e qual foi minha surpresa? O Juan tava comendo ela no chuveiro.
— Eu: Acho que já fomos pro caralho.
— Carla: Desculpa, amor, mas fiquei com vontade de mais pica e você tava dormindo.
— Juan: Qual é, mano, vai ficar puto agora depois do que rolou ontem?
— Carla: Você não sabe que pica boa que ele tem, não consigo resistir.
Já não ligavam pra mais nada. Continuavam trepando como se eu não estivesse ali. Carla não parava de gemer e de dar um orgasmo atrás do outro. Juan se aproveitava e metia cada vez mais forte, até que mandou ela se abaixar e gozou na boca dela. Ela engoliu tudo. chupo até deixar ela brilhando.
- Carla: Vem, love, não fica com vontade, olha que durinha que tá o teu pau.
Eu me aproximei já meio nublado e quando fui pegar ela, ela me parou e começou a me bater uma punheta.
- Carla: Desculpa, love, mas tô cansada e, pra ser sincera, tá doendo a minha buceta. Teu amigo não cansa nunca, antes de você acordar já tinha me comido umas duas vezes a mais!
- Juan: Eu, eu vou nessa que tô super apertado, e já sabem, quando precisarem de mim é só chamar que tô à disposição, hein, verdade, curti pra caralho.
A Carla terminou de me bater uma, enxaguou a mão e saiu sorrindo do chuveiro.
- Carla: Toma um banho, love, assim a gente vai comer alguma coisa por aí.
- Eu: Carla, a gente precisa conversar.
- Carla: Cê tem razão, love, nem te agradeci, foi uma delícia, e pensar que eu não queria, então a gente vai repetir mais vezes.
- Eu: Mas Carla, você não entende.
- Carla: Entendo sim, love, quem acho que não entende é você, isso foi você quem procurou, então não quero que fale mais nada, ok? Já era.
- Eu: Ok. Mas… você quer continuar comigo, né?
- Carla: sim, idiota, eu te amo e te adoro, e é só com você que eu faço amor, isso foi só sexo, mesmo que eu tenha adorado.
- Eu: Bom, foi uma experiência diferente, só isso.
- Carla: sim, love, não se preocupa mais, ah, ia esquecendo, quinta-feira o Juan vem à tarde e fica pra jantar.
- Eu: Mas eu chego do trabalho às 9 da noite.
- Carla: Já sei, love, mas vou deixar alguma coisa pra você, vai, toma banho assim a gente sai.
Ela fechou a porta e foi isso, fiquei pensando na merda que tinha feito, tinha acordado uma fera que não ia mais dormir. Tinha dois caminhos: deixar tudo como estava ou vazar.
Hoje em dia ainda chego em casa e, quando beijo a Carla, sinto o gosto de sêmen na boca dela, não falo nada, fui eu quem procurei.
3 comentários - carla y mi fantasia