Jorgelina Fasset é uma profissional de 29 anos, casada há pouco mais de 6 meses. Ela tem uma carreira de sucesso, fruto de um estudo universitário dedicado, com o qual obteve média geral de 9,20.
É uma das gerentes mais jovens da empresa, tendo entrado como jovem profissional há 4 anos. Durante muito tempo, foi a mulher dos sonhos de muitos na empresa. Há cerca de seis meses,
Com cabelo castanho, magra, 1,75m de altura e uma figura esbelta, Jorgelina se transformou (depois do casamento) no desejo de muitos que dariam pelo menos um ano de suas vidas por uma noite com ela.
É o desejo de muitos homens que a queriam na cama, e a inveja de muitas mulheres que gostariam de ter um corpo como o dela. Ela sabe que é gostosa, mas não é histérica; pelo contrário, seu alto nível de extroversão e carisma com as pessoas é inversamente proporcional à sua fidelidade.
Nunca se poderia dizer que Jorgelina é uma provocadora de pica ou que "o que aconteceu com ela foi merecido". Mas a vida às vezes é injusta e, no caso dela, pregou uma peça suja.
Chegando dezembro, a empresa organizou a festa de fim de ano em um dos melhores hotéis da cidade. Todos os anos, como em toda empresa, os comentários do dia seguinte à festa eram sempre sobre "quem comeu quem".
Sobre Jorgelina, pouco se falava, porque ela saía cedo da festa, dizendo com um sorriso: "Sou como a Cinderela… tem hora que tenho que voltar pra casa."
No ano passado, por causa do casamento, Jorgelina não foi à festa, e isso não passou despercebido por ninguém.
Este ano, ela não pôde mais recusar, e se preparou como nos anos anteriores: com uma produção caprichada na roupa, maquiagem e cabelo. Nada pomposo, talvez porque tudo, até o pano mais simples, ficava bem nela.
Mas este ano ia ser diferente.
A festa começou cedo, como um happy hour. onde, 5 Gerentes de Divisão tinham a firme intenção de realizar o desejo de possuí-la por uma noite. E tinham preparado uma armadilha que a levaria a um caminho sem volta.
Só Jorge Pettrallia (um dos 5 homens citados) sentou-se à mesa com ela: ao lado dela, mas constantemente falando com outras pessoas da mesa. Quase como se a presença dela fosse irrelevante.
Assim que se levantaram para as primeiras danças, Jorge, alegando uma torção no tornozelo que o impedia de dançar, ficou sozinho na mesa e, sem que ninguém visse, misturou o conteúdo de um envelope de Ecstasy finamente processado na taça de champanhe de Jorgelina, na dele, e na de Esteban Gonsalez, um gerente de filial que estava sentado do outro lado dela.
Mesmo que ele errasse a taça, Jorgelina tomaria a droga que iniciaria seu caminho para a perdição.
Quando a maioria chegou à mesa, avançaram sobre suas respectivas taças por causa da sede que tinham. Ela estava radiante, feliz… e com sede. Bebeu da taça dela e esperou por mais. Jorge derrubou de propósito a taça de champanhe dele, fazendo parecer um mero acidente. E como Esteban ainda estava dançando, ele oferece a taça dele a Jorgelina, dizendo: — "Toma essa daqui, que você tá com sede, afinal o Esteban não tá. Agora vou pedir uma pra mim e outra pra ele."
Enquanto Jorgelina tomava a segunda taça "preparada", Jorge tratou de conseguir outra taça para Esteban e depois disse a todos: — "Me desculpem, mas a dor no tornozelo tá me matando, além disso já é quase uma da manhã, melhor eu ir pra casa."
Na frente de todos, Jorge foi pra casa naquela hora, quando na verdade só passou pela mesa dos quatro amigos de farra, para ir até um quarto. Em menos de meia hora, os 4 restantes e sob diferentes desculpas, saíram da mesa onde estavam.
Jorge se refugiou na suíte 924, esperando que a festa começasse.
Carlos Bentevecchia, era agora o encarregado de seguir" o alvo. Ele chamou Jorgelina pra dançar pra que a droga se misturasse mais rápido no corpo dela e ela virasse presa fácil rapidinho.
E foi isso mesmo. Não passaram duas músicas e Jorgelina olhou pro Carlos e disse: "Sabe?, não tô me sentindo muito bem… vou pedir um Uber pra me levar pra casa". Carlos concordou e falou: "OK, mas se você não tá bem, deixa eu te acompanhar até você pegar o carro". – "OK, obrigada", disse ela com um sorriso de gratidão e sedução.
Ela mesma ligou pra empresa de táxi e prometeram um carro em meia hora. Sentados no lobby do hotel, Jorgelina já mal conseguia articular as palavras e a mistura da droga com champanhe tinha deixado ela quase dormindo.
Foi aí que entrou em ação Julián Galves (o terceiro dos cinco), que chega num carro alugado azul, parecido com um táxi. Carlos disse: – "Chegou seu carro, Jor" e ela andou com dificuldade até ele. A droga já tinha afetado quase todos os sentidos dela. Tanto que nem reconheceu o Julián como motorista. Deu o endereço da casa dela e só fechou os olhos pra ver se melhorava.
Julián deu várias voltas com o carro, até que Jorgelina tava quase apagada. Nessa hora, ele meteu o carro pro estacionamento subterrâneo e parou perto do elevador mais longe, onde tava Lisandro (o quarto dos 5 caras). Ele abriu a porta traseira do carro e tirou Jorgelina, que tava murmurando umas palavras sem sentido, e entrou com ela no elevador.
Apertou o 9º andar. E de lá foi pro quarto 924, onde esperavam Jorge e Nicolás (o 5º homem).
A suíte tava com pouca luz. Levaram Jorgelina pro quarto e o próprio Julián começou a tirar a roupa dela. Aos poucos, as roupas dela iam caindo no chão. Blazer, blusa, sapatos e calças. Ficou de calcinha e sutiã, jogada no meio da cama, só pra Julián chamar os outros 4 parceiros pra verem ela pela última vez semi-vestida. Pareciam 5 lobos. famintos, se lambendo de olho na próxima refeição.
Depois que os 4 foram pra sala, Julián terminou de despir a Jorgelina, abriu as pernas dela, passou um gel lubrificante na buceta dela e começou a meter devagar. Ela balbuciava umas coisas sem sentido, mas ainda parecia meio fora de si.
Em 10 minutos, Julián tinha enchido a buceta dela de porra, sem ela perceber nada. Mal abriu a porta do quarto, Jorge tomou o lugar do Julián e, levantando as pernas dela, meteu nela aproveitando a lubrificação do gel e a boa descarga de porra que ela já tinha levado.
Assim, Jorgelina foi recebendo um e outro, que em posições diferentes realizaram o sonho da vida deles.
Em pouco mais de meia hora, a mina tinha a matriz e a buceta completamente cheias da porra dos 5 colegas de trabalho dela.
Talvez tudo tivesse terminado aí. Mas o Nicolás tinha trazido mais droga pra fazer a noite render. Começou colocando a Jorgelina de barriga pra cima (feito uma putinha, né) e, ajudado por uns colegas que tapavam a boca e uma narina dela, fizeram ela cheirar umas carreiras de cocaína.
Isso fez a Jorgelina acordar quase de repente, mas só pra revirar os olhos quase incrédula e muda. Não acreditava que tava pelada, com a parte de dentro das coxas banhada de porra e totalmente tonta. 5 caras rodeavam ela. Não sabia onde tava. Quase não tinha noção do que tava rolando.
Carlos falou baixinho no ouvido dela: "é só um sonho, aproveita". E a Jorgelina respondeu com um sorrisinho leve. Por um momento, ela achou que era só um sonho mesmo, e que, feito uma Cinderela, já tava deitada na cama dela do lado do marido.
Enquanto dois seguravam ela pelos ombros, Carlos se colocou atrás dela e, passando o gel no cu, enfiou devagar, mas sem parar, o dedo indicador inteiro, até o nó.
Ela soltou um gemido de incômodo. Dava pra ver que o cu dela era virgem, mas um dedo já... No final das contas, ele é tão largo quanto um pequeno tolete, e o incômodo não era pela distensão do cu, mas por sentir um pedaço de carne entrando por trás.
Carlos tirou o dedo e começou a enfiar a cabeça da pica. Jorgelina estremeceu, mas os dois que a seguravam apertaram mais forte e não deixaram ela se mexer nem gritar.
Assim que a cabeça já estava acomodada no reto dela, de uma vez ele enfiou o resto, o que fez a garota soltar um chorinho baixo, já começando a perceber o que tava rolando. O efeito da droga impedia ela de gritar. Já tinham soltado ela, e agora só restava Carlos, que segurando ela de leve pela cintura, metia mais de 16 centímetros de uma pica larga o bastante pra alargar o cu dela.
Igual da outra vez, cada um deles foi enchendo a buceta dela de porra, um por um, tomando cuidado pra porra do anterior não vazar, e assim, quando o último terminou, Jorgelina – quase sem querer – por causa do ar acumulado na barriga com tanta metida, soltou uns peidos acompanhados de porra. O último já tava meio amarronzado.
Jorgelina conseguia falar "chega… chega", mas quase num sussurro.
Viraram ela na cama, de barriga pra cima, e enquanto Nicolás dobrava as pernas dela pra cima, Julián se posicionou perto da cabeça dela, enfiando a pica na boca dela, que ofereceu pouca resistência.
Nicolás começou a comer ela pelo cu, e quando ela reclamou, a pica do Julián calou as palavras que saíam da boca dela. Nicolás começou a trocar de buraco à vontade. Três enfiadas na buceta, outras no cu, e assim por diante. Assim que ela sentiu a pica trocando de buraco sem critério, tirou a boca da pica do Julián e pediu quase implorando: – "Por favor, não troca de buraco, pelos dois, não, que eu vou ficar louca. pegar uma cistite".
Lisandro apareceu então no quarto com uma seringa minúscula. Enquanto Nicolás segurava o pé esquerdo dela com força, ele injetou cocaína numa veia perto do tornozelo.
Foram os últimos momentos de lucidez dela. Logo em seguida, ela desmaiou, quase no mesmo instante em que Julián mandava os últimos restos de porra na garganta dela.
Nicolás já não tinha mais sêmen pra dar, então teve a ideia de enfiar o pau até o fundo do cu dela, dobrar as pernas dela, e começou a mijar nos intestinos dela.
A ideia de Nicolás pegou no resto dos 4, que pegaram o corpo imóvel da garota como um mictório no qual descarregaram mais de meio litro de urina cada um.
Depois de três horas, os 5 não só tinham realizado a fantasia deles, como também tinham desvirginado ela analmente e terminado com uma perversão digna do Marquês de Sade.
Seis horas depois, Jorgelina acordou por causa do sol que entrava por uma das janelas do quarto. Sentia a cabeça explodindo, e mal conseguiu se levantar um pouco, sentiu a dor na buceta e no cu.
Ela segurou a barriga, por causa das cólicas que começou a sentir. Quando se sentou na cama, viu com muito nojo que, ao redor da buceta dela, os lençóis estavam molhados e completamente manchados de porra.
Começou a se arrastar pra fora da cama pra tentar descer, e notou também que do cu tinha vazado porra, um pouco de merda líquida e algumas auréolas amarelas coloriam o lençol. As cólicas já estavam insuportáveis.
Correu pro banheiro, tentando segurar a quantidade de merda líquida que em poucos instantes esvaziou as tripas dela. Nem o cheiro fedorento da merda dela misturada com a urina dos colegas fez ela imaginar que tinha sido objeto de uma enorme lavagem humana.
Ela entrou no chuveiro, sentou, e abriu a torneira. A água começou a limpar o corpo dela, enquanto um pequeno soluço se transformou num ataque de Choro que durou mais de meia hora.
Quando começou a secar o corpo, sentiu uma dor forte ao passar a toalha na bunda. Passou então um dedo no cu e descobriu, assustada, que seu pequeno buraquinho anal parecia agora uma roseta inchada (o que confirmava que tinha sido comida no rabo por várias pessoas, embora não conseguisse determinar quantos nem quem).
Vestiu-se rapidamente e não teve coragem de ir primeiro para casa, com medo de que o marido percebesse o que tinha acontecido.
Chegou no trabalho e, do escritório, ligou pra casa, pedindo desculpas ao marido por não ter ligado antes. "Fiquei dormindo na casa da Micaela", foi a desculpa. E, dada a boa reputação dela, o marido acreditou, principalmente quando ela disse: "não tava me sentindo bem, acho que comi alguma coisa que me fez mal e não queria te incomodar tão tarde. Juro que não vai acontecer de novo. Te amo."
Jorgelina desligou o telefone e a cabeça ainda tava a mil. Lembrava de ter entrado no remise e de várias pessoas comendo ela no cu e na boca, mas não conseguia entender direito o que tinha rolado.
Ligou pra agência de remise pra saber, e disseram que o carro tinha chegado no hotel em 20 minutos, mas que não a encontraram.
Na desesperação pra fugir, não tinha reparado no número do quarto, só lembrava que tava num andar alto, mas não sabia qual.
O quinteto sexual tinha coberto todos os rastros que poderiam levar até eles. Todos tinham um álibi, e provavelmente nada faria sentido pra Jorgelina.
Por um tempo, Jorgelina procurou com os olhos algum olhar cúmplice ou quase delator de quem tinha sido seus algozes.
Como 5 cavalheiros, nenhum deles trocou um olhar a mais e guardaram pra si a lembrança daquela noite de prazer, provavelmente esperando a próxima festa de fim de ano.
É uma das gerentes mais jovens da empresa, tendo entrado como jovem profissional há 4 anos. Durante muito tempo, foi a mulher dos sonhos de muitos na empresa. Há cerca de seis meses,
Com cabelo castanho, magra, 1,75m de altura e uma figura esbelta, Jorgelina se transformou (depois do casamento) no desejo de muitos que dariam pelo menos um ano de suas vidas por uma noite com ela.
É o desejo de muitos homens que a queriam na cama, e a inveja de muitas mulheres que gostariam de ter um corpo como o dela. Ela sabe que é gostosa, mas não é histérica; pelo contrário, seu alto nível de extroversão e carisma com as pessoas é inversamente proporcional à sua fidelidade.
Nunca se poderia dizer que Jorgelina é uma provocadora de pica ou que "o que aconteceu com ela foi merecido". Mas a vida às vezes é injusta e, no caso dela, pregou uma peça suja.
Chegando dezembro, a empresa organizou a festa de fim de ano em um dos melhores hotéis da cidade. Todos os anos, como em toda empresa, os comentários do dia seguinte à festa eram sempre sobre "quem comeu quem".
Sobre Jorgelina, pouco se falava, porque ela saía cedo da festa, dizendo com um sorriso: "Sou como a Cinderela… tem hora que tenho que voltar pra casa."
No ano passado, por causa do casamento, Jorgelina não foi à festa, e isso não passou despercebido por ninguém.
Este ano, ela não pôde mais recusar, e se preparou como nos anos anteriores: com uma produção caprichada na roupa, maquiagem e cabelo. Nada pomposo, talvez porque tudo, até o pano mais simples, ficava bem nela.
Mas este ano ia ser diferente.
A festa começou cedo, como um happy hour. onde, 5 Gerentes de Divisão tinham a firme intenção de realizar o desejo de possuí-la por uma noite. E tinham preparado uma armadilha que a levaria a um caminho sem volta.
Só Jorge Pettrallia (um dos 5 homens citados) sentou-se à mesa com ela: ao lado dela, mas constantemente falando com outras pessoas da mesa. Quase como se a presença dela fosse irrelevante.
Assim que se levantaram para as primeiras danças, Jorge, alegando uma torção no tornozelo que o impedia de dançar, ficou sozinho na mesa e, sem que ninguém visse, misturou o conteúdo de um envelope de Ecstasy finamente processado na taça de champanhe de Jorgelina, na dele, e na de Esteban Gonsalez, um gerente de filial que estava sentado do outro lado dela.
Mesmo que ele errasse a taça, Jorgelina tomaria a droga que iniciaria seu caminho para a perdição.
Quando a maioria chegou à mesa, avançaram sobre suas respectivas taças por causa da sede que tinham. Ela estava radiante, feliz… e com sede. Bebeu da taça dela e esperou por mais. Jorge derrubou de propósito a taça de champanhe dele, fazendo parecer um mero acidente. E como Esteban ainda estava dançando, ele oferece a taça dele a Jorgelina, dizendo: — "Toma essa daqui, que você tá com sede, afinal o Esteban não tá. Agora vou pedir uma pra mim e outra pra ele."
Enquanto Jorgelina tomava a segunda taça "preparada", Jorge tratou de conseguir outra taça para Esteban e depois disse a todos: — "Me desculpem, mas a dor no tornozelo tá me matando, além disso já é quase uma da manhã, melhor eu ir pra casa."
Na frente de todos, Jorge foi pra casa naquela hora, quando na verdade só passou pela mesa dos quatro amigos de farra, para ir até um quarto. Em menos de meia hora, os 4 restantes e sob diferentes desculpas, saíram da mesa onde estavam.
Jorge se refugiou na suíte 924, esperando que a festa começasse.
Carlos Bentevecchia, era agora o encarregado de seguir" o alvo. Ele chamou Jorgelina pra dançar pra que a droga se misturasse mais rápido no corpo dela e ela virasse presa fácil rapidinho.
E foi isso mesmo. Não passaram duas músicas e Jorgelina olhou pro Carlos e disse: "Sabe?, não tô me sentindo muito bem… vou pedir um Uber pra me levar pra casa". Carlos concordou e falou: "OK, mas se você não tá bem, deixa eu te acompanhar até você pegar o carro". – "OK, obrigada", disse ela com um sorriso de gratidão e sedução.
Ela mesma ligou pra empresa de táxi e prometeram um carro em meia hora. Sentados no lobby do hotel, Jorgelina já mal conseguia articular as palavras e a mistura da droga com champanhe tinha deixado ela quase dormindo.
Foi aí que entrou em ação Julián Galves (o terceiro dos cinco), que chega num carro alugado azul, parecido com um táxi. Carlos disse: – "Chegou seu carro, Jor" e ela andou com dificuldade até ele. A droga já tinha afetado quase todos os sentidos dela. Tanto que nem reconheceu o Julián como motorista. Deu o endereço da casa dela e só fechou os olhos pra ver se melhorava.
Julián deu várias voltas com o carro, até que Jorgelina tava quase apagada. Nessa hora, ele meteu o carro pro estacionamento subterrâneo e parou perto do elevador mais longe, onde tava Lisandro (o quarto dos 5 caras). Ele abriu a porta traseira do carro e tirou Jorgelina, que tava murmurando umas palavras sem sentido, e entrou com ela no elevador.
Apertou o 9º andar. E de lá foi pro quarto 924, onde esperavam Jorge e Nicolás (o 5º homem).
A suíte tava com pouca luz. Levaram Jorgelina pro quarto e o próprio Julián começou a tirar a roupa dela. Aos poucos, as roupas dela iam caindo no chão. Blazer, blusa, sapatos e calças. Ficou de calcinha e sutiã, jogada no meio da cama, só pra Julián chamar os outros 4 parceiros pra verem ela pela última vez semi-vestida. Pareciam 5 lobos. famintos, se lambendo de olho na próxima refeição.
Depois que os 4 foram pra sala, Julián terminou de despir a Jorgelina, abriu as pernas dela, passou um gel lubrificante na buceta dela e começou a meter devagar. Ela balbuciava umas coisas sem sentido, mas ainda parecia meio fora de si.
Em 10 minutos, Julián tinha enchido a buceta dela de porra, sem ela perceber nada. Mal abriu a porta do quarto, Jorge tomou o lugar do Julián e, levantando as pernas dela, meteu nela aproveitando a lubrificação do gel e a boa descarga de porra que ela já tinha levado.
Assim, Jorgelina foi recebendo um e outro, que em posições diferentes realizaram o sonho da vida deles.
Em pouco mais de meia hora, a mina tinha a matriz e a buceta completamente cheias da porra dos 5 colegas de trabalho dela.
Talvez tudo tivesse terminado aí. Mas o Nicolás tinha trazido mais droga pra fazer a noite render. Começou colocando a Jorgelina de barriga pra cima (feito uma putinha, né) e, ajudado por uns colegas que tapavam a boca e uma narina dela, fizeram ela cheirar umas carreiras de cocaína.
Isso fez a Jorgelina acordar quase de repente, mas só pra revirar os olhos quase incrédula e muda. Não acreditava que tava pelada, com a parte de dentro das coxas banhada de porra e totalmente tonta. 5 caras rodeavam ela. Não sabia onde tava. Quase não tinha noção do que tava rolando.
Carlos falou baixinho no ouvido dela: "é só um sonho, aproveita". E a Jorgelina respondeu com um sorrisinho leve. Por um momento, ela achou que era só um sonho mesmo, e que, feito uma Cinderela, já tava deitada na cama dela do lado do marido.
Enquanto dois seguravam ela pelos ombros, Carlos se colocou atrás dela e, passando o gel no cu, enfiou devagar, mas sem parar, o dedo indicador inteiro, até o nó.
Ela soltou um gemido de incômodo. Dava pra ver que o cu dela era virgem, mas um dedo já... No final das contas, ele é tão largo quanto um pequeno tolete, e o incômodo não era pela distensão do cu, mas por sentir um pedaço de carne entrando por trás.
Carlos tirou o dedo e começou a enfiar a cabeça da pica. Jorgelina estremeceu, mas os dois que a seguravam apertaram mais forte e não deixaram ela se mexer nem gritar.
Assim que a cabeça já estava acomodada no reto dela, de uma vez ele enfiou o resto, o que fez a garota soltar um chorinho baixo, já começando a perceber o que tava rolando. O efeito da droga impedia ela de gritar. Já tinham soltado ela, e agora só restava Carlos, que segurando ela de leve pela cintura, metia mais de 16 centímetros de uma pica larga o bastante pra alargar o cu dela.
Igual da outra vez, cada um deles foi enchendo a buceta dela de porra, um por um, tomando cuidado pra porra do anterior não vazar, e assim, quando o último terminou, Jorgelina – quase sem querer – por causa do ar acumulado na barriga com tanta metida, soltou uns peidos acompanhados de porra. O último já tava meio amarronzado.
Jorgelina conseguia falar "chega… chega", mas quase num sussurro.
Viraram ela na cama, de barriga pra cima, e enquanto Nicolás dobrava as pernas dela pra cima, Julián se posicionou perto da cabeça dela, enfiando a pica na boca dela, que ofereceu pouca resistência.
Nicolás começou a comer ela pelo cu, e quando ela reclamou, a pica do Julián calou as palavras que saíam da boca dela. Nicolás começou a trocar de buraco à vontade. Três enfiadas na buceta, outras no cu, e assim por diante. Assim que ela sentiu a pica trocando de buraco sem critério, tirou a boca da pica do Julián e pediu quase implorando: – "Por favor, não troca de buraco, pelos dois, não, que eu vou ficar louca. pegar uma cistite".
Lisandro apareceu então no quarto com uma seringa minúscula. Enquanto Nicolás segurava o pé esquerdo dela com força, ele injetou cocaína numa veia perto do tornozelo.
Foram os últimos momentos de lucidez dela. Logo em seguida, ela desmaiou, quase no mesmo instante em que Julián mandava os últimos restos de porra na garganta dela.
Nicolás já não tinha mais sêmen pra dar, então teve a ideia de enfiar o pau até o fundo do cu dela, dobrar as pernas dela, e começou a mijar nos intestinos dela.
A ideia de Nicolás pegou no resto dos 4, que pegaram o corpo imóvel da garota como um mictório no qual descarregaram mais de meio litro de urina cada um.
Depois de três horas, os 5 não só tinham realizado a fantasia deles, como também tinham desvirginado ela analmente e terminado com uma perversão digna do Marquês de Sade.
Seis horas depois, Jorgelina acordou por causa do sol que entrava por uma das janelas do quarto. Sentia a cabeça explodindo, e mal conseguiu se levantar um pouco, sentiu a dor na buceta e no cu.
Ela segurou a barriga, por causa das cólicas que começou a sentir. Quando se sentou na cama, viu com muito nojo que, ao redor da buceta dela, os lençóis estavam molhados e completamente manchados de porra.
Começou a se arrastar pra fora da cama pra tentar descer, e notou também que do cu tinha vazado porra, um pouco de merda líquida e algumas auréolas amarelas coloriam o lençol. As cólicas já estavam insuportáveis.
Correu pro banheiro, tentando segurar a quantidade de merda líquida que em poucos instantes esvaziou as tripas dela. Nem o cheiro fedorento da merda dela misturada com a urina dos colegas fez ela imaginar que tinha sido objeto de uma enorme lavagem humana.
Ela entrou no chuveiro, sentou, e abriu a torneira. A água começou a limpar o corpo dela, enquanto um pequeno soluço se transformou num ataque de Choro que durou mais de meia hora.
Quando começou a secar o corpo, sentiu uma dor forte ao passar a toalha na bunda. Passou então um dedo no cu e descobriu, assustada, que seu pequeno buraquinho anal parecia agora uma roseta inchada (o que confirmava que tinha sido comida no rabo por várias pessoas, embora não conseguisse determinar quantos nem quem).
Vestiu-se rapidamente e não teve coragem de ir primeiro para casa, com medo de que o marido percebesse o que tinha acontecido.
Chegou no trabalho e, do escritório, ligou pra casa, pedindo desculpas ao marido por não ter ligado antes. "Fiquei dormindo na casa da Micaela", foi a desculpa. E, dada a boa reputação dela, o marido acreditou, principalmente quando ela disse: "não tava me sentindo bem, acho que comi alguma coisa que me fez mal e não queria te incomodar tão tarde. Juro que não vai acontecer de novo. Te amo."
Jorgelina desligou o telefone e a cabeça ainda tava a mil. Lembrava de ter entrado no remise e de várias pessoas comendo ela no cu e na boca, mas não conseguia entender direito o que tinha rolado.
Ligou pra agência de remise pra saber, e disseram que o carro tinha chegado no hotel em 20 minutos, mas que não a encontraram.
Na desesperação pra fugir, não tinha reparado no número do quarto, só lembrava que tava num andar alto, mas não sabia qual.
O quinteto sexual tinha coberto todos os rastros que poderiam levar até eles. Todos tinham um álibi, e provavelmente nada faria sentido pra Jorgelina.
Por um tempo, Jorgelina procurou com os olhos algum olhar cúmplice ou quase delator de quem tinha sido seus algozes.
Como 5 cavalheiros, nenhum deles trocou um olhar a mais e guardaram pra si a lembrança daquela noite de prazer, provavelmente esperando a próxima festa de fim de ano.
2 comentários - Festa de fim de ano gostosa!!!!