A intensa luz da lua que entrava pelas amplas janelas da sala mostravam com muita clareza a figura muito bem formada da executiva que se divertia sobre as sedas confortáveis do seu amplo leito, os movimentos de alguns sonhos raros haviam desordenado as sábanas brancas e mostravam-se perfeitamente suas formas voluptuosas envoltas naquela roupa interior de encaixe tão sexy com a qual tanto fantasiavam os homens deseosos de possuí-la. Algumas gotas de suor desciam desde sua fina testa até seus voluptuosos seios, não lograva conciliar o sono e nesse momento decidiu pôr-se de pé e aproximar-se um pouco às janelas para desfrutar do ar fresco do verão que movia delicadamente sua bela cabeleira, sem sequer pensar na figura que a admirava desde a escuridão da sala, aqueles olhos intrusos não perdiam detalhe da anatomia voluptuosa da executiva que se levava as mãos à cabeça para arregalar o cabelo fazendo com que a imagem fosse demasiado excitante. Assim parada frente à janela estirando as pernas mostrava aquela bela bunda em sua máxima expressão. Com esse movimento de quadris que hipnotizava a qualquer um que a visse, a executiva voltou ao seu leito para tratar de descansar. Aquel indivíduo soube se mover com tanta cuidado que não se ouviu nenhum ruído na sala, não pôde conter suas ansiedades de tocar aquele corpo infernal que se encontrava a alguns metros... A executiva apenas sentiu mãos arrugadas que lhe tapavam a boca com muita força, ela não soube o que fazer só tratou de se desvencilhar mas a força do velho era superior... - Te lembra da minha bela? - Sussurrou com uma voz ronca desde atrás da executiva, promete-me que não gritarás e não te passará nada, não quero fazer-te mal. E após que a executiva assentisse com a cabeça ligeiramente a força do velho foi diminuindo até retirar-lhe as mãos da boca e levá-las para sua cintura, abraçando-a e empurrando-a em direção a ele. A executiva pôde... Sentir a excitação daquele velho no meio de sua linda bunda. Sentia que aquela prenda íntima estava manchada pela violência do velho agressor. - O que você quer de mim, senhor Muñoz? - Perguntei com medo a executiva. - Você sabe o que eu quero, doçura... sinta como eu tenho você - disse atraiendo seu corpo delineado para o meu. - Todos os dias me aquecem com esses trajes que se aderem tanto à bunda. - Deixe-me tocar um pouco. - Disse com voz rouca e entrecortada o velho, sem poder ocultar sua nervosismo. - A executiva se sentiu estranha, como se quisesse que o velho continuasse, não entendia por que ela, uma mulher tão limpa, pudesse estar sentindo aquilo que considerava muito sujo, enquanto as mãos do velho não perdiam tempo e acariciavam aquele lindo Culo que ainda mantinha a diminuta prenda de encaixe. - A executiva não pode mais e voluntariamente colocou os braços sobre a cama estirando as pernas e arqueando a espalda, em sua cabeça ressoavam as palavras não faça isso, não faça isso, não faça isso, mas seu corpo dizia outra coisa... o velho não pode crer o que estava acontecendo e sem perder tempo, fazendo de lado a diminuta prenda que às alturas se encontrava bastante molhada, localizou toda sua virilidade em um único golpe na cavidade mais cobiçada da executiva. Escutou-se um leve gemido - Uuummmmmm Aaaaahhhhhhh Aaaaahhhhhhhhhh---Siiiiii Diiioosss Siii Asiiii Siiii Aaaaahhhhhhhhh Aaaaahhhhhhhhhh, fez sua longa cabelera para trás e arqueou a mais que pôde a espalda de maneira involuntária, se deixava levar por o que sentia seu corpo, ela não exercia domínio sobre aquelas formas voluptuosas. O velho começou com um mete e saca infernal, como se a vida lhe fosse em aquele instante, estava se agarrando à mulher mais desejada de toda empresa, talvez de toda cidade. Dos finos lábios da executiva apenas podiam escutar gemidos – Aaaahhhhhhh Aaaahhhhhh Aaaaahhhhhhh, Aaaahhhhhh, Aaaahhhhhh, ao som das investidas do velho, não. Podia acreditar o que estava sucedendo em sua sala, ela entregada ao prazer e aquele velho penetrando-a desde atrás, era uma imagem lembrável - Os voluptuosos seios se moviam ao som daquele ato que para ela havia sido sujo há alguns instantes e agora era o mais delicioso que havia sentido... O velho acelerou suas investidas e com isso aumentaram os gritos da executiva Aaaayyyyy Aaaayyyy... Siiii Asiiii Cogeme Asiii Siiii Aaaayyyyyy Aaaaayyyyyyyy Diiioosss Siiii Asiiii Aaaayyyyyyy Aaaayyyyyyyyy Maaas Dameee Maass Aaaayyyy Aaaayyyyy até que em um momento pensou tocar o céu quando teve um tremendo orgasmo Aaaaaaahhhhhhhhhhh Aaaaaaahhhhhhhhhhhh... Aaaaaaahhhhhhhh Aaaaahhhhhhhhhhhh todos seus sentidos desapareciam, era uma sensação incrível, nunca antes havia sentido tal coisa... Pum Pum Pum... Tía está acordada???, golpeava preocupado aquele rapaz pensando que lhe teria acontecido algo à sua deliciosa tia, era raro que garantisse a porta. - Nesse momento nossa bela executiva despertou do seu letargo e pondo-se a bata saiu rapidamente para abrir a porta de sua sala. - Estou bem, caro, não te preocupes, dizia a Martín, seu sobrinho, acariciando-lhe a cabelos louros... - Tía espera fora um senhor, disse que é da empresa onde você trabalha... - A executiva acelerou o pulso, pensou em distrair o Sr. Muñoz fazendo com que o rapaz lhe dissesse que não estava em casa, mas decidiu ser forte e enfrentar o problema e tratando de dissimular seu nervosismo disse Está bem, caro, faça-o passar e espere. O rapaz, sem antes apreciar a beleza da sua tia através daquela bata semi-transparente que lhe chegava por cima das coxas, saiu correndo. A doce executiva se encontrava em grande problema, precisava planificar o que faria, precisava evitar que seu sonho se tornasse realidade, poderá lograr?... havia chegado o momento de saber. Sandra dirige-se ao living acompanhada de Martín, seu sobrinho, ao chegar Vá ao Sr. Muñoz sentado em um dos Sillones com as pernas cruzadas esperando a Sandra –Bom Dia, Sr. Muñoz, qual é o motivo do seu honorável visita? Decia Sandra ao chegar ao living –Vim terminar de solucionar o inconveniente de ontem na empresa, pois se ficasse em evidência seria muito prejudicial para si e para a empresa com um tratado tão importante prestes a fechar disse Sr. Muñoz a Sandra que olhava com os olhos de preocupação ante a situação que lhe acabara de originar Apenas no início do dia –Desculpe um momento, Sr. Muñoz, disse Sandra –-Como não. Sem saber o que fazer dirigiu-se ao seu sobrinho e disse –Martin, podes me deixar um pouco sozinha com o Sr. para falar alguns temas da empresa apenas termine vou buscar-te e desayunaremos juntos –Dale, tia, não há drama respondeu Martin dirigindo-se a sua quarto passando pela cozinha para recolher alguns refrescos para entreter o estômago pois tinha o pressentimento de que essa reunião iria ser um pouco mais longa do que se poderia imaginar Sua Tia Sandra.
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