Este é meu primeiro post, sou Mario de Mar del Plata.
A história é verdadeira, levemente modificada pra não queimar ninguém.
No começo dos anos 90, com uns 22 ou 23 anos, trabalhava numa loja que vendia artigos de cirurgia, reabilitação e ortopedia na minha cidade natal, Mar del Plata. A maioria dos clientes era idosos ou crianças, e de vez em quando algum atleta procurando joelheiras ou munhequeiras, que tinham acabado de chegar as de neoprene importadas, uma novidade pra época.
E foi assim que chegou ELA, a melhor flor, uma boneca linda por onde se olhasse: alta, atlética, magra, peitos médios proporcionados, bunda espetacular, pernas perfeitas, jogadora de um clube tradicional da cidade de um esporte que na época não era moda... agora é. Morena, cabelo liso, franja rolinga, 19 anos. Defeitos: seriedade absoluta, zero onda e acompanhada por um namorado jogador de rugby do mesmo clube. Eu tenho quase 1,80m, sou forte, mas do lado dele parecia um anão.
Resumindo, ela veio por uma joelheira, pra voltar a jogar depois de uma lesão no joelho, obviamente. Mandei ela entrar no box e comentei que precisava tirar a medida do joelho, 15 cm acima e 15 cm abaixo, coisa normal, apesar de as joelheiras virem do tamanho 1 ao 5 e alguma serviria, mas era o jeito de trabalhar na época pra justificar o preço. Pra isso, ela teve que tirar a calça jeans, com cara fechada, parecia desconfortável, mas ficou na minha frente só de calcinha branca simples, de algodão. Eu tremia não só as mãos, mas até o sobrenome.
Só pra deixar claro, eu não era um tarado babão, na época tinha namorada, tava transando bem e direto, além de não vacilar nem um pouco no trampo, já que pagava bem, tava aprendendo o ofício, e já tinha uns anos na empresa com vontade de continuar.
Então medi o joelho dela, coxa, panturrilha, anotei. Falei umas coisas tentando ser simpático, zero onda. Mandei ela girar (Ela estava de pé), tomei mais algumas medidas de leve, e a bunda dela ficou a centímetros de mim, tava morrendo!! Não dava pra ter aquela bunda perfeita tão perto e não fazer nada. Durasso pra caralho, não tive outra opção a não ser falar que já deu, que ela se vestisse que com aquelas medidas a gente ia fazer a joelheira dela.
Quando de relance vejo dentro do tênis dela um suplemento, que se usa quando alguém tem uma perna levemente mais curta que a outra, o que é imperceptível a olho nu, se for menos de um cm, como era o caso. Improvisei, e falei que tinha percebido que ela tinha uma pequena diferença entre as pernas e que isso podia ter causado a lesão dela (muita conversa fiada) e que o recomendável era ela se medir de novo pra ver se a diferença não tinha aumentado. Bastante papo técnico prendeu a atenção dela e eu falei pra ela se controlar de novo, que eu podia medir por estimativa mas que precisava de placas pra ser preciso.
Ela, mantendo a seriedade, mas um pouco mais simpática, falou que ficaria mais tranquila se eu tirasse as medidas. E eu comecei uma tortura prazerosa e masoquista. Medi do quadril ao chão, do glúteo, da parte interna da coxa, roçando a virilha dela, apoiando a mão aqui e ali, excitado não sabia mais o que inventar. Ela imutável, séria, uma boneca, mas de porcelana — o menor sinal, o menor gesto. Quando terminei a medição, falei que tava tudo bem, perfeita, que com certeza a lesão foi por causa do jogo, por acaso. "Fico mais tranquila", ela disse, "porque eu tava sentindo dor na cintura, além do joelho, vou voltar a ver o médico." "Aha", falei ou pensei, "que punheta que eu vou bater, tenho a melhor raba que já vi na vida e não posso fazer nada, assim que ela sair vou me acabar de tanto bater punheta no banheiro pelo menos", pensei.
"Pra quando vocês podem ficar com a joelheira pronta?", ela perguntou. Era um sábado, 10 da manhã, a gente fechava à uma. Uma última esperança: "Vem um pouco antes da gente fechar que eu termino ela na oficina, mas até uma e meia eu tô", completei de puro babão" e deixa teu namorado na jaula, pensei, mas não falei, óbvio. Ok, ele disse: se der, venho hoje, senão, só segunda. Foi embora... Bati uma punheta no banheiro com a mão que tinha apalpado a flor mais gostosa. Peguei a joelheira, servia um número 3, preparei os folhetos, a nota fiscal e o recibo. Uma e meia não sobrou ninguém no negócio, fechamos a cortina americana. Fiquei mais um tempinho, ela chegou apressada, uma e trinta e nove. Sozinha e acelerada: "obrigada por esperar, tá pronta, né?" "Sim, claro, mas experimenta aí", me arrisquei. "Mas você deve querer ir embora, não quero te atrapalhar..." "De jeito nenhum", etc., etc. Mandei ela entrar no box grande, onde provavam próteses e aparelhos mais complexos. Tinha espelhos, uma maca, barras paralelas, etc. Ela tirou o jeans, ajudei com a joelheira, andou, foi e voltou, tudo certo. "Beleza", disse, "sinto que tá segura". Ajudei a tirar, perguntei pelo namorado: "foi jogar, tinha partida". "E a cintura, dói muito? Puxa, exatamente onde?" Ela se levantou, tocou da cintura até o começo da raba e disse: "aqui". Toquei as vértebras onde ela disse, ela reclamou, e pedi pra deitar na maca. "Não tá legal, não quero te fazer perder mais tempo, depois vou no médico", disse. "Sem problema, deita", comecei uma espécie de massagem e de novo o boneco subindo. Subia e descia com as mãos pelas costas, soltei o sutiã e fui descendo cada vez mais, chegando cada vez mais perto da raba. Pensei mil coisas: talvez a gatinha faça isso inocente e eu vou longe demais e arrumo confusão, me vi demitido do trampo ou apanhando de uma horda de jogadores de rugby. Não sabia como continuar, ela nem um gesto, nada. Mas o tesão falava mais alto, me arrisquei e devagar puxei a calcinha dela até a metade da raba e com os polegares massageei o começo da fenda, subi pra cintura, descia mais um pouco a calcinha e me aproximava mais pra baixo, até que a calcinha deixou a raba toda de fora e a buceta mais linda aparecendo. Já com os dedos praticamente roçando o cu. Apoiei a palma na base da cintura dela e falei: "É aqui que mais te dói, né?" Ela concordou. A outra mão deslizei entre as pernas dela e que se dane tudo. Enquanto movia em círculos a palma da mão esquerda na base da cintura, com a direita agarrei bem a buceta dela, suave mas decidido, e só aí veio o primeiro gesto: ela separou levemente as pernas e vi as mãos dela se agarrarem na maca. Uns movimentos e o dedo entrou suavemente na umidade. Uns segundos a mais de carícias na entreperna e fui com a boca, levantei ela suavemente pelo quadril e ela cedeu, sem dizer palavra, levantando a raba e abrindo mais as pernas. Comecei a lamber e chupar o cu e a buceta, um e outro. Tava excitado e contente, feliz, que boneca gostosa! E em que circunstância. Ela toda molhada, mas tinha perdido aquela segurança e dava pra ver o nervosismo. Coloquei ela de pé, debruçada na maca, com as pernas abertas, tipo de quatro mas em pé. Passei saliva no amigo e meti... que momento maravilhoso, graças à punheta de um tempo atrás, consegui comer ela por um bom tempo. Ela se agarrava na maca e gemia, e só falou, e lembro até hoje: "NÃO SEI COMO CHEGAMOS NISSO, MAS QUERO QUE VOCÊ SAIBA QUE NÃO SOU UMA PUTA." Textual. Já falei: "Se fosse uma puta, nem teria olhado pra você. Você é uma mulher gostosa." Que foda, linda, com a excitação nem pensei em camisinha, nem gravidez, nem aids, nem nada, porque gozei dentro num pico de prazer. Depois ela foi pro banheiro, entrei pra passar umas toalhas. Ela sentada no vaso, me agachei e dei o primeiro beijo nela. Ela ficou vermelha, chupei a boca dela. "Começamos ao contrário", ela disse, "os beijos de sobremesa." Peguei ela pela mão e levei pro box, joguei uns colchonetes, olhei pra ela de novo e sim, era perfeita. E o segundo foi na posição tradicional, comendo a boca dela e olhando nos olhos. A frieza tinha desaparecido. Tô contando que a história é real, e não sei se com o tempo idealizei, mas naqueles anos foi a melhor. Melhor flor... de longe.
A história é verdadeira, levemente modificada pra não queimar ninguém.
No começo dos anos 90, com uns 22 ou 23 anos, trabalhava numa loja que vendia artigos de cirurgia, reabilitação e ortopedia na minha cidade natal, Mar del Plata. A maioria dos clientes era idosos ou crianças, e de vez em quando algum atleta procurando joelheiras ou munhequeiras, que tinham acabado de chegar as de neoprene importadas, uma novidade pra época.
E foi assim que chegou ELA, a melhor flor, uma boneca linda por onde se olhasse: alta, atlética, magra, peitos médios proporcionados, bunda espetacular, pernas perfeitas, jogadora de um clube tradicional da cidade de um esporte que na época não era moda... agora é. Morena, cabelo liso, franja rolinga, 19 anos. Defeitos: seriedade absoluta, zero onda e acompanhada por um namorado jogador de rugby do mesmo clube. Eu tenho quase 1,80m, sou forte, mas do lado dele parecia um anão.
Resumindo, ela veio por uma joelheira, pra voltar a jogar depois de uma lesão no joelho, obviamente. Mandei ela entrar no box e comentei que precisava tirar a medida do joelho, 15 cm acima e 15 cm abaixo, coisa normal, apesar de as joelheiras virem do tamanho 1 ao 5 e alguma serviria, mas era o jeito de trabalhar na época pra justificar o preço. Pra isso, ela teve que tirar a calça jeans, com cara fechada, parecia desconfortável, mas ficou na minha frente só de calcinha branca simples, de algodão. Eu tremia não só as mãos, mas até o sobrenome.
Só pra deixar claro, eu não era um tarado babão, na época tinha namorada, tava transando bem e direto, além de não vacilar nem um pouco no trampo, já que pagava bem, tava aprendendo o ofício, e já tinha uns anos na empresa com vontade de continuar.
Então medi o joelho dela, coxa, panturrilha, anotei. Falei umas coisas tentando ser simpático, zero onda. Mandei ela girar (Ela estava de pé), tomei mais algumas medidas de leve, e a bunda dela ficou a centímetros de mim, tava morrendo!! Não dava pra ter aquela bunda perfeita tão perto e não fazer nada. Durasso pra caralho, não tive outra opção a não ser falar que já deu, que ela se vestisse que com aquelas medidas a gente ia fazer a joelheira dela.
Quando de relance vejo dentro do tênis dela um suplemento, que se usa quando alguém tem uma perna levemente mais curta que a outra, o que é imperceptível a olho nu, se for menos de um cm, como era o caso. Improvisei, e falei que tinha percebido que ela tinha uma pequena diferença entre as pernas e que isso podia ter causado a lesão dela (muita conversa fiada) e que o recomendável era ela se medir de novo pra ver se a diferença não tinha aumentado. Bastante papo técnico prendeu a atenção dela e eu falei pra ela se controlar de novo, que eu podia medir por estimativa mas que precisava de placas pra ser preciso.
Ela, mantendo a seriedade, mas um pouco mais simpática, falou que ficaria mais tranquila se eu tirasse as medidas. E eu comecei uma tortura prazerosa e masoquista. Medi do quadril ao chão, do glúteo, da parte interna da coxa, roçando a virilha dela, apoiando a mão aqui e ali, excitado não sabia mais o que inventar. Ela imutável, séria, uma boneca, mas de porcelana — o menor sinal, o menor gesto. Quando terminei a medição, falei que tava tudo bem, perfeita, que com certeza a lesão foi por causa do jogo, por acaso. "Fico mais tranquila", ela disse, "porque eu tava sentindo dor na cintura, além do joelho, vou voltar a ver o médico." "Aha", falei ou pensei, "que punheta que eu vou bater, tenho a melhor raba que já vi na vida e não posso fazer nada, assim que ela sair vou me acabar de tanto bater punheta no banheiro pelo menos", pensei.
"Pra quando vocês podem ficar com a joelheira pronta?", ela perguntou. Era um sábado, 10 da manhã, a gente fechava à uma. Uma última esperança: "Vem um pouco antes da gente fechar que eu termino ela na oficina, mas até uma e meia eu tô", completei de puro babão" e deixa teu namorado na jaula, pensei, mas não falei, óbvio. Ok, ele disse: se der, venho hoje, senão, só segunda. Foi embora... Bati uma punheta no banheiro com a mão que tinha apalpado a flor mais gostosa. Peguei a joelheira, servia um número 3, preparei os folhetos, a nota fiscal e o recibo. Uma e meia não sobrou ninguém no negócio, fechamos a cortina americana. Fiquei mais um tempinho, ela chegou apressada, uma e trinta e nove. Sozinha e acelerada: "obrigada por esperar, tá pronta, né?" "Sim, claro, mas experimenta aí", me arrisquei. "Mas você deve querer ir embora, não quero te atrapalhar..." "De jeito nenhum", etc., etc. Mandei ela entrar no box grande, onde provavam próteses e aparelhos mais complexos. Tinha espelhos, uma maca, barras paralelas, etc. Ela tirou o jeans, ajudei com a joelheira, andou, foi e voltou, tudo certo. "Beleza", disse, "sinto que tá segura". Ajudei a tirar, perguntei pelo namorado: "foi jogar, tinha partida". "E a cintura, dói muito? Puxa, exatamente onde?" Ela se levantou, tocou da cintura até o começo da raba e disse: "aqui". Toquei as vértebras onde ela disse, ela reclamou, e pedi pra deitar na maca. "Não tá legal, não quero te fazer perder mais tempo, depois vou no médico", disse. "Sem problema, deita", comecei uma espécie de massagem e de novo o boneco subindo. Subia e descia com as mãos pelas costas, soltei o sutiã e fui descendo cada vez mais, chegando cada vez mais perto da raba. Pensei mil coisas: talvez a gatinha faça isso inocente e eu vou longe demais e arrumo confusão, me vi demitido do trampo ou apanhando de uma horda de jogadores de rugby. Não sabia como continuar, ela nem um gesto, nada. Mas o tesão falava mais alto, me arrisquei e devagar puxei a calcinha dela até a metade da raba e com os polegares massageei o começo da fenda, subi pra cintura, descia mais um pouco a calcinha e me aproximava mais pra baixo, até que a calcinha deixou a raba toda de fora e a buceta mais linda aparecendo. Já com os dedos praticamente roçando o cu. Apoiei a palma na base da cintura dela e falei: "É aqui que mais te dói, né?" Ela concordou. A outra mão deslizei entre as pernas dela e que se dane tudo. Enquanto movia em círculos a palma da mão esquerda na base da cintura, com a direita agarrei bem a buceta dela, suave mas decidido, e só aí veio o primeiro gesto: ela separou levemente as pernas e vi as mãos dela se agarrarem na maca. Uns movimentos e o dedo entrou suavemente na umidade. Uns segundos a mais de carícias na entreperna e fui com a boca, levantei ela suavemente pelo quadril e ela cedeu, sem dizer palavra, levantando a raba e abrindo mais as pernas. Comecei a lamber e chupar o cu e a buceta, um e outro. Tava excitado e contente, feliz, que boneca gostosa! E em que circunstância. Ela toda molhada, mas tinha perdido aquela segurança e dava pra ver o nervosismo. Coloquei ela de pé, debruçada na maca, com as pernas abertas, tipo de quatro mas em pé. Passei saliva no amigo e meti... que momento maravilhoso, graças à punheta de um tempo atrás, consegui comer ela por um bom tempo. Ela se agarrava na maca e gemia, e só falou, e lembro até hoje: "NÃO SEI COMO CHEGAMOS NISSO, MAS QUERO QUE VOCÊ SAIBA QUE NÃO SOU UMA PUTA." Textual. Já falei: "Se fosse uma puta, nem teria olhado pra você. Você é uma mulher gostosa." Que foda, linda, com a excitação nem pensei em camisinha, nem gravidez, nem aids, nem nada, porque gozei dentro num pico de prazer. Depois ela foi pro banheiro, entrei pra passar umas toalhas. Ela sentada no vaso, me agachei e dei o primeiro beijo nela. Ela ficou vermelha, chupei a boca dela. "Começamos ao contrário", ela disse, "os beijos de sobremesa." Peguei ela pela mão e levei pro box, joguei uns colchonetes, olhei pra ela de novo e sim, era perfeita. E o segundo foi na posição tradicional, comendo a boca dela e olhando nos olhos. A frieza tinha desaparecido. Tô contando que a história é real, e não sei se com o tempo idealizei, mas naqueles anos foi a melhor. Melhor flor... de longe.
17 comentários - Yo tuve la mejor flor.
Si te gustan los relatos, pasá por los míos, son del estilo.
La cruce en algun boliche, mardel en invierno es chico, saludo bien pero siempre acompañada del novio.