Minha cunhada gostosa
Isso aconteceu uns dias atrás, me excita muito porque é coisa do meu fetiche recém-descoberto por roupa íntima, além da minha atração pela minha cunhada. Ela me chama carinhosamente de "irmãozinho" e eu adoro. Ela é 10 anos mais velha que eu e me fascina o jeito dela de ser mulher: brincalhona, carinhosa e mais velha, o que a torna muito, muito sexy.
Uns dias atrás, minha namorada, que trabalha comigo, trouxe o carro da irmã dela pro trabalho. Saímos pra pegar umas coisas e, enquanto eu dirigia o carro, ela me pediu pra procurar algo atrás do banco. Quando enfiei a mão atrás do banco do motorista, toquei num volume, mas não identifiquei o que era, e senti na mão algo molhado e meio viscoso. Um momento depois, minha namorada me disse pra procurar atrás do banco do outro lado, porque o que eu tinha sentido era a roupa da minha cunhada. Ela sempre me atraiu e, de repente, fiquei nervoso, mas enquanto dirigia, sem pensar, levei a mão ao nariz e então pude sentir e cheirar pela primeira vez o cheiro dos sucos da buceta gostosa da minha cunhada. Imediatamente fiquei com uma ereção duríssima que não baixou por vários minutos.
Mais tarde, enquanto todo mundo estava ocupado, escapei pro carro pra pegar a maravilha da calcinha fio dental molhada da minha cunhada, que eu tinha cheirado mais cedo, e levei pro banheiro pra poder colocar no rosto e ter uma ereção forte e me masturbar. Abri minha calça pra tirar meu pau bem duro e colocar a calcinha com os sucos da minha irmãzinha no rosto. Dava pra sentir o molhado e o viscoso, o cheiro era uma verdadeira delícia.
Quanto mais eu cheirava, mais me excitava. Minha taradice chegou ao ponto de desejar lamber o lado molhado pela bucetinha úmida dela e até cheirar o lado delicioso onde descansa o cuzinho apertado, enrugadinho e rosado dela. E lamber também. Enquanto fazia isso, meu pau ficava cada vez mais e mais duro. Deixei escapar alguns gemidos até gozar e jorrar uma boa quantidade de esperma. Quando gozei, ouvi baterem na porta. porta. Me apressei pra guardar a calcinha gostosa no bolso da calça pra poder devolver pro monte de roupa, e quando abri a porta fiquei gelado de susto. Era minha cunhada, que tinha vindo pegar o carro dela.
Ela me olhava com raiva, mas com os olhos ardendo de vontade, vendo toda minha porra espalhada e falou - olha aqui, filho da puta, se você vai ficar se divertindo cheirando minhas calcinhas, é justo que pelo menos eu também me divirta, então se prepara pra cheirar a mesma coisa, mas mais quente e molhada, porque você vai fazer isso da minha rachinha agora mesmo e prepara a porra, irmãozinho, porque eu quero muita há muito tempo - Ela entrou no banheiro e começou a abaixar a calça quando levantou a perna no banco e eu meti a mão entre as coxas dela, pra minha alegria já estavam os sucos dela escorrendo e deixando tudo cheio daquele cheiro gostoso de sexo. Ela tirou a calça e falou - tira a calcinha com a boquinha e me come... - eu tava morrendo de prazer lambendo aquela buceta deliciosa, vendo como os fios de saliva e os sucos dela se esticavam entre minha língua e os lábios da buceta dela e como o clitóris inchava e ficava duro, ela começou a gemer e a lubrificar mais, e quando gozou mais forte e minha cara ficou cheia dos sucos dela, ela me puxou e a gente se beijou desesperadamente, com as línguas trocando lambidas e aquele gostinho gostoso de rachinha. A cara dela ficou toda melada dos sucos dela e ela tirou alguns pelinhos da rachinha dela da minha boca. Ela levou as mãos pro meu pau e começou a acariciar, começou a sair aquele líquido transparente enquanto ela falava umas putarias e passava a língua nos lábios, e eu falei - ainda tem mais pra comer, irmãzinha, deixa eu te fazer gozar mais - ela cedeu e eu virei ela de costas e inclinei ela pra frente, deixando aquele rabão pra eu comer, apertando as nádegas comecei a abrir o cuzinho dela beijando e mordendo, e quando cheguei no centro do cuzinho rosado, apertadinho e pulsando, sem aguentar mais, meti a língua.
Tinha um gosto delicioso, é a bunda mais gostosa que já comi, enchi de saliva com minha boca e Eu enfiei a língua no cu dela, tentando penetrar com a ponta pra sentir o gosto por dentro. Ela se arrepiou toda e falou: "mas que filho da puta você é, hein? Que gostoso, você lambe minha buceta de trás, lambe mais" — e ela mesma abriu as nádegas pra minha boca entrar mais fundo, quando senti que ela se mexeu de repente e gozou gostoso pra caralho, molhando a roupa que a gente nem tinha tirado do lado, e ficou no chão toda melada com o próprio cheiro. Ela disse: "levanta e me dá uma prova do meu próprio gostinho" — quando fiz isso, ela me beijou, roubando todos aqueles sabores deliciosos que eu tinha provado do cu dela. Ela pegou na minha pica e falou: "que delícia que você tem, maninho, tem camisinha? Porque eu quero ela dentro" — mas não tinha camisinha, então ela disse: "vamos ficar aqui com vontade de você me comer" — aí eu respondi que podia comer ela pelo cu e deixar meu leite lá dentro. Ela disse que não fazia anal porque achava que doía, mas que eu chupasse mais um pouco o cu dela e, se preparasse bem, talvez deixasse eu meter só a cabecinha. Depois de um tempo chupando o cu dela, lambendo gostoso e fazendo aquele barulho de chupada tão gostoso, ela mesma falou pra eu deixar ela enfiar um dedo no cu. Ela fez isso, gemeu de prazer e dor, e me deu o dedo pra chupar, lambendo gostoso.
Eu tava igual um bicho no cio, louco pra comer ela por trás, quando ela disse: "maninho, enfia devagarzinho a cabecinha da sua pica e me faz feliz, só faz com cuidado porque você vai me estrear" — isso me deixou ainda mais doido. Comecei a fazer e ela reclamava e falava: "espera, para" — ofegava e gemia e me empurrava, mas eu não recuava e ela reclamava mais. O cu dela pulsava, apertando minha pica com força. A maquiagem dos olhos começou a escorrer um pouco com lágrimas, mas ela também não fazia nada pra tirar minha pica do cuzinho dela. Então eu falei: "deixa eu tirar e meter de novo, maninha, pra você gozar" — e ela respondeu: "que filho da puta você é! Me tem comida pelo cu e ainda quer mais! Mas vai, já que a gente tá nessa, quero que você arrebente e grite gostoso de prazer. então comecei a meter e tirar e meter e tirar meu pau no cu dela, ela aguentava e reclamava, e continuavam brotando lágrimas do rosto dela e sucos entre as pernas dela, ela se masturbava com a mão na bucetinha dela. Até que comecei a puxar o cabelo dela e agarrar as lindas e enormes tetas que ela tem, com bicos como cerejas e aréolas grandes, embora seja uma mulher gordinha e peituda, ela tem pouca bunda e dá pra meter fundo nela, o que causa muito prazer, e comecei a entrar mais e mais e mais até que aos poucos o esfíncter dela foi cedendo e meu pau entrava mais e mais até minhas bolas roçarem na bunda dela e ela dizia: —que delícia de ovos se espatifando na minha raba, esfrega eles, esfrega eles, maninho! Me come pelo cu, maninho! Me faz sentir sua e me come, enche meu cu de porra! Enche! Quero que seu esperma escorra pra fora do meu cu e lambuze minha bunda, me ama pelo cu— continuei assim até que, ao sentir os sucos dela escorrendo pelas minhas bolas, gozei dentro da bunda apertada dela e o esperma branco e transparente saía do cu dela escorrendo pelas coxas, virei ela e comecei a lamber a buceta dela de novo porque ainda tava com vontade dela. Assim ela gozou duas vezes deliciosas, me molhando até a camisa polo que eu tava usando. Ela nunca chupou um pau de homem porque acha que é humilhante e a educação da minha sogra é firme quanto a isso. Mas ela me pediu pra comer ela de novo pelo cu, mas queria que eu gozasse nas tetonas dela. Fiz isso, ao entrar de novo no cu dela, ela gemeu muito gostoso e muito alto, e meti no cu dela muitas vezes e com força, ela já só gritava coisas pra me excitar e fazer eu meter mais forte: —maninho, me ama, me come com amor, enche minhas entranhas com tua carne e me dá a porra, você é meu macho jovem e eu sua leoa venenosa— e assim continuamos até que, quase gozando, só deu tempo de tirar o pau da raba dela pra ejacular nas tetas dela. Ela gemeu de prazer e começou a chupar as próprias tetas desesperadamente, todo o esperma que conseguiu, depois Com as mãos, recolhi o resto e chupei os dedos. Ela me disse: —Você tem mais? — e eu respondi que sim. Ela disse que nunca tinha feito aquilo, mas que estava com vontade de chupar minha rola para espremer todo o leite. E fez isso com um prazer inacreditável. Ela me perguntava toda hora se eu estava sentindo dor com os dentes e, verdade, doía um pouco, mas eu estava tão excitado que só pensava na minha cunhada, minha irmã mais nova, 10 anos mais nova que eu, chupando minha rola e via o olhar excitado dela, cheio de luxúria, e como ela ficava louca. Nesses pensamentos, gozei, e ela engoliu todo o sêmen, limpando os lábios.
Eu ainda queria vê-la e ouvi-la gemer, então torturei ela lambendo a bucetinha e o cu por mais uns 20 minutos, enquanto ela continuava lubrificando. De repente, ela disse: —Já! Vou mijar, chega! — e ela pedia para parar, mas eu disse que não importava, que era a ejaculação dela. Ela me olhou incrédula e, de repente, soltou um jorro enorme de líquido branco que tentou segurar com a mão. Se molhou toda e disse que nunca tinha sentido nada igual, que pensou que fosse mijar. Ela ainda estava com tesão e me perguntou se eu tinha mais leite. Eu disse que não achava, e ela perguntou se eu queria continuar fodendo ela. Eu disse que sim, e ela falou: —Me fode de frente, faz amor comigo, faz com amor porque somos irmãozinhos e você me ama, eu gosto de você, você quer me foder e vai me penetrar como meu marido, como se quisesse me engravidar, e você vai ser o segundo a me foder assim, já que foi o primeiro a estrear meu cuzinho apertado. — Então, sem camisinha, entrei na buceta dela, naquelas carnes gostosas, e comecei a sentir um calor incrível na minha rola. Além disso, as contrações da buceta dela me deixavam mais louco a cada vez, parecia que ela fazia de propósito, tentando me foder com força com a buceta.
Eu a levantei e a encostei na parede, e a fodi de pé por um tempo. Ela me segurava com as pernas e sussurrava no meu ouvido para eu fazer com amor e com força, que ela estava desejando muito. Muito, ela gozou gostoso e arranhou minhas costas em cada gemido delicioso até que de repente tive que levantá-la quase de um pulo pra deixar jorrar um esguicho de porra que bateu na buceta dela e fez ela gritar de medo e de tesão.
Ela gritou pra mim – tirou a tempo? – eu disse que sim. Ela me limpou e falou continua, continua me comendo, e ficamos assim de pé até que ela teve a última gozada deliciosa, que eu sentia escorrendo pelas minhas bolas.
Foi delicioso, o cheiro de sexo nunca esteve tão presente. E foi minha primeira vez com minha irmãzinha, foi a primeira vez dela no cu, e o primeiro oral que ela fez. E foi minha primeira vez sem camisinha. Só com ela eu fiz sem camisinha. Mas mais que tudo, foi a primeira vez que ela sentiu aquela sensação de urinar que a ejaculação feminina provoca.
Desde então, a gente procura jeitos, momentos e métodos mais safados pra fazer o amor de irmãozinhos.
Abraços!
Isso aconteceu uns dias atrás, me excita muito porque é coisa do meu fetiche recém-descoberto por roupa íntima, além da minha atração pela minha cunhada. Ela me chama carinhosamente de "irmãozinho" e eu adoro. Ela é 10 anos mais velha que eu e me fascina o jeito dela de ser mulher: brincalhona, carinhosa e mais velha, o que a torna muito, muito sexy.
Uns dias atrás, minha namorada, que trabalha comigo, trouxe o carro da irmã dela pro trabalho. Saímos pra pegar umas coisas e, enquanto eu dirigia o carro, ela me pediu pra procurar algo atrás do banco. Quando enfiei a mão atrás do banco do motorista, toquei num volume, mas não identifiquei o que era, e senti na mão algo molhado e meio viscoso. Um momento depois, minha namorada me disse pra procurar atrás do banco do outro lado, porque o que eu tinha sentido era a roupa da minha cunhada. Ela sempre me atraiu e, de repente, fiquei nervoso, mas enquanto dirigia, sem pensar, levei a mão ao nariz e então pude sentir e cheirar pela primeira vez o cheiro dos sucos da buceta gostosa da minha cunhada. Imediatamente fiquei com uma ereção duríssima que não baixou por vários minutos.
Mais tarde, enquanto todo mundo estava ocupado, escapei pro carro pra pegar a maravilha da calcinha fio dental molhada da minha cunhada, que eu tinha cheirado mais cedo, e levei pro banheiro pra poder colocar no rosto e ter uma ereção forte e me masturbar. Abri minha calça pra tirar meu pau bem duro e colocar a calcinha com os sucos da minha irmãzinha no rosto. Dava pra sentir o molhado e o viscoso, o cheiro era uma verdadeira delícia.
Quanto mais eu cheirava, mais me excitava. Minha taradice chegou ao ponto de desejar lamber o lado molhado pela bucetinha úmida dela e até cheirar o lado delicioso onde descansa o cuzinho apertado, enrugadinho e rosado dela. E lamber também. Enquanto fazia isso, meu pau ficava cada vez mais e mais duro. Deixei escapar alguns gemidos até gozar e jorrar uma boa quantidade de esperma. Quando gozei, ouvi baterem na porta. porta. Me apressei pra guardar a calcinha gostosa no bolso da calça pra poder devolver pro monte de roupa, e quando abri a porta fiquei gelado de susto. Era minha cunhada, que tinha vindo pegar o carro dela.
Ela me olhava com raiva, mas com os olhos ardendo de vontade, vendo toda minha porra espalhada e falou - olha aqui, filho da puta, se você vai ficar se divertindo cheirando minhas calcinhas, é justo que pelo menos eu também me divirta, então se prepara pra cheirar a mesma coisa, mas mais quente e molhada, porque você vai fazer isso da minha rachinha agora mesmo e prepara a porra, irmãozinho, porque eu quero muita há muito tempo - Ela entrou no banheiro e começou a abaixar a calça quando levantou a perna no banco e eu meti a mão entre as coxas dela, pra minha alegria já estavam os sucos dela escorrendo e deixando tudo cheio daquele cheiro gostoso de sexo. Ela tirou a calça e falou - tira a calcinha com a boquinha e me come... - eu tava morrendo de prazer lambendo aquela buceta deliciosa, vendo como os fios de saliva e os sucos dela se esticavam entre minha língua e os lábios da buceta dela e como o clitóris inchava e ficava duro, ela começou a gemer e a lubrificar mais, e quando gozou mais forte e minha cara ficou cheia dos sucos dela, ela me puxou e a gente se beijou desesperadamente, com as línguas trocando lambidas e aquele gostinho gostoso de rachinha. A cara dela ficou toda melada dos sucos dela e ela tirou alguns pelinhos da rachinha dela da minha boca. Ela levou as mãos pro meu pau e começou a acariciar, começou a sair aquele líquido transparente enquanto ela falava umas putarias e passava a língua nos lábios, e eu falei - ainda tem mais pra comer, irmãzinha, deixa eu te fazer gozar mais - ela cedeu e eu virei ela de costas e inclinei ela pra frente, deixando aquele rabão pra eu comer, apertando as nádegas comecei a abrir o cuzinho dela beijando e mordendo, e quando cheguei no centro do cuzinho rosado, apertadinho e pulsando, sem aguentar mais, meti a língua.
Tinha um gosto delicioso, é a bunda mais gostosa que já comi, enchi de saliva com minha boca e Eu enfiei a língua no cu dela, tentando penetrar com a ponta pra sentir o gosto por dentro. Ela se arrepiou toda e falou: "mas que filho da puta você é, hein? Que gostoso, você lambe minha buceta de trás, lambe mais" — e ela mesma abriu as nádegas pra minha boca entrar mais fundo, quando senti que ela se mexeu de repente e gozou gostoso pra caralho, molhando a roupa que a gente nem tinha tirado do lado, e ficou no chão toda melada com o próprio cheiro. Ela disse: "levanta e me dá uma prova do meu próprio gostinho" — quando fiz isso, ela me beijou, roubando todos aqueles sabores deliciosos que eu tinha provado do cu dela. Ela pegou na minha pica e falou: "que delícia que você tem, maninho, tem camisinha? Porque eu quero ela dentro" — mas não tinha camisinha, então ela disse: "vamos ficar aqui com vontade de você me comer" — aí eu respondi que podia comer ela pelo cu e deixar meu leite lá dentro. Ela disse que não fazia anal porque achava que doía, mas que eu chupasse mais um pouco o cu dela e, se preparasse bem, talvez deixasse eu meter só a cabecinha. Depois de um tempo chupando o cu dela, lambendo gostoso e fazendo aquele barulho de chupada tão gostoso, ela mesma falou pra eu deixar ela enfiar um dedo no cu. Ela fez isso, gemeu de prazer e dor, e me deu o dedo pra chupar, lambendo gostoso.
Eu tava igual um bicho no cio, louco pra comer ela por trás, quando ela disse: "maninho, enfia devagarzinho a cabecinha da sua pica e me faz feliz, só faz com cuidado porque você vai me estrear" — isso me deixou ainda mais doido. Comecei a fazer e ela reclamava e falava: "espera, para" — ofegava e gemia e me empurrava, mas eu não recuava e ela reclamava mais. O cu dela pulsava, apertando minha pica com força. A maquiagem dos olhos começou a escorrer um pouco com lágrimas, mas ela também não fazia nada pra tirar minha pica do cuzinho dela. Então eu falei: "deixa eu tirar e meter de novo, maninha, pra você gozar" — e ela respondeu: "que filho da puta você é! Me tem comida pelo cu e ainda quer mais! Mas vai, já que a gente tá nessa, quero que você arrebente e grite gostoso de prazer. então comecei a meter e tirar e meter e tirar meu pau no cu dela, ela aguentava e reclamava, e continuavam brotando lágrimas do rosto dela e sucos entre as pernas dela, ela se masturbava com a mão na bucetinha dela. Até que comecei a puxar o cabelo dela e agarrar as lindas e enormes tetas que ela tem, com bicos como cerejas e aréolas grandes, embora seja uma mulher gordinha e peituda, ela tem pouca bunda e dá pra meter fundo nela, o que causa muito prazer, e comecei a entrar mais e mais e mais até que aos poucos o esfíncter dela foi cedendo e meu pau entrava mais e mais até minhas bolas roçarem na bunda dela e ela dizia: —que delícia de ovos se espatifando na minha raba, esfrega eles, esfrega eles, maninho! Me come pelo cu, maninho! Me faz sentir sua e me come, enche meu cu de porra! Enche! Quero que seu esperma escorra pra fora do meu cu e lambuze minha bunda, me ama pelo cu— continuei assim até que, ao sentir os sucos dela escorrendo pelas minhas bolas, gozei dentro da bunda apertada dela e o esperma branco e transparente saía do cu dela escorrendo pelas coxas, virei ela e comecei a lamber a buceta dela de novo porque ainda tava com vontade dela. Assim ela gozou duas vezes deliciosas, me molhando até a camisa polo que eu tava usando. Ela nunca chupou um pau de homem porque acha que é humilhante e a educação da minha sogra é firme quanto a isso. Mas ela me pediu pra comer ela de novo pelo cu, mas queria que eu gozasse nas tetonas dela. Fiz isso, ao entrar de novo no cu dela, ela gemeu muito gostoso e muito alto, e meti no cu dela muitas vezes e com força, ela já só gritava coisas pra me excitar e fazer eu meter mais forte: —maninho, me ama, me come com amor, enche minhas entranhas com tua carne e me dá a porra, você é meu macho jovem e eu sua leoa venenosa— e assim continuamos até que, quase gozando, só deu tempo de tirar o pau da raba dela pra ejacular nas tetas dela. Ela gemeu de prazer e começou a chupar as próprias tetas desesperadamente, todo o esperma que conseguiu, depois Com as mãos, recolhi o resto e chupei os dedos. Ela me disse: —Você tem mais? — e eu respondi que sim. Ela disse que nunca tinha feito aquilo, mas que estava com vontade de chupar minha rola para espremer todo o leite. E fez isso com um prazer inacreditável. Ela me perguntava toda hora se eu estava sentindo dor com os dentes e, verdade, doía um pouco, mas eu estava tão excitado que só pensava na minha cunhada, minha irmã mais nova, 10 anos mais nova que eu, chupando minha rola e via o olhar excitado dela, cheio de luxúria, e como ela ficava louca. Nesses pensamentos, gozei, e ela engoliu todo o sêmen, limpando os lábios.
Eu ainda queria vê-la e ouvi-la gemer, então torturei ela lambendo a bucetinha e o cu por mais uns 20 minutos, enquanto ela continuava lubrificando. De repente, ela disse: —Já! Vou mijar, chega! — e ela pedia para parar, mas eu disse que não importava, que era a ejaculação dela. Ela me olhou incrédula e, de repente, soltou um jorro enorme de líquido branco que tentou segurar com a mão. Se molhou toda e disse que nunca tinha sentido nada igual, que pensou que fosse mijar. Ela ainda estava com tesão e me perguntou se eu tinha mais leite. Eu disse que não achava, e ela perguntou se eu queria continuar fodendo ela. Eu disse que sim, e ela falou: —Me fode de frente, faz amor comigo, faz com amor porque somos irmãozinhos e você me ama, eu gosto de você, você quer me foder e vai me penetrar como meu marido, como se quisesse me engravidar, e você vai ser o segundo a me foder assim, já que foi o primeiro a estrear meu cuzinho apertado. — Então, sem camisinha, entrei na buceta dela, naquelas carnes gostosas, e comecei a sentir um calor incrível na minha rola. Além disso, as contrações da buceta dela me deixavam mais louco a cada vez, parecia que ela fazia de propósito, tentando me foder com força com a buceta.
Eu a levantei e a encostei na parede, e a fodi de pé por um tempo. Ela me segurava com as pernas e sussurrava no meu ouvido para eu fazer com amor e com força, que ela estava desejando muito. Muito, ela gozou gostoso e arranhou minhas costas em cada gemido delicioso até que de repente tive que levantá-la quase de um pulo pra deixar jorrar um esguicho de porra que bateu na buceta dela e fez ela gritar de medo e de tesão.
Ela gritou pra mim – tirou a tempo? – eu disse que sim. Ela me limpou e falou continua, continua me comendo, e ficamos assim de pé até que ela teve a última gozada deliciosa, que eu sentia escorrendo pelas minhas bolas.
Foi delicioso, o cheiro de sexo nunca esteve tão presente. E foi minha primeira vez com minha irmãzinha, foi a primeira vez dela no cu, e o primeiro oral que ela fez. E foi minha primeira vez sem camisinha. Só com ela eu fiz sem camisinha. Mas mais que tudo, foi a primeira vez que ela sentiu aquela sensação de urinar que a ejaculação feminina provoca.
Desde então, a gente procura jeitos, momentos e métodos mais safados pra fazer o amor de irmãozinhos.
Abraços!
9 comentários - Minha cunhada gostosa
hazte un tiempo y pasa por los mios!
saludos