Primeiro, vou contar que minha mãe é uma mulher de pele branca, uns peitos pequenos mas bem gostosos e uma bunda enorme de matar, pra seus 1,70m de altura, faz aquela massa de carne branca e dura se destacar. Posso falar porque já tive a chance de apalpar tudo, junto com umas pernas grossas e com pouca celulite.
O que vou narrar é um acontecimento que começou faz pouco tempo. Eu costumo andar em casa só de shorts de academia bem curtos, ou pelo menos é assim que parece, porque faço muitos exercícios de perna e ainda jogo futebol todo dia. Isso faz com que um volume considerável apareça na minha virilha, o que não passava despercebido pelas mulheres que frequentavam minha casa. Mas me surpreendi quando, um dia, descobri minha mãe me olhando pra essa área mais de uma vez. Isso me deu um tesão enorme.
Desde então, passei a andar só de shorts curtos e sempre com o pau bem duro pra marcar mais do que o normal, porque minha mãe adorava. Mesmo sem falar, dava pra perceber, já que ela arrumava qualquer desculpa pra ficar no meu quarto, puxando conversa sobre assuntos bestas ou pra brincar, e, fingindo disfarçar, tocava no meu volume ou virava de costas, tentando esconder o que a gente tava jogando pra que, quando eu fosse pegar, encostasse meu pacote na bunda enorme dela — coisa que não podia faltar nas sessões de brincadeira dela.
Cada vez ficava mais claro que ela queria ficar sozinha comigo pra brincar ou só pra ver como meu pau marcava. Essas palhaçadas duraram vários meses. Com medo de não saber o que ia rolar se eu confrontasse ela, resolvi entrar na brincadeira até que ela tomasse a iniciativa ou só me usasse pra sentir um negócio de respeito entre as nádegas dela ou pra se deliciar com a vista. Falo isso sabendo que o pau do meu pai não passa de 15cm e é fino — confirmei isso um dia, quando ouvi uns barulhos vindo do quarto dos meus pais e levantei, era umas 2 da manhã. Ao chegar na sala, vejo meu pai completamente pelado e mostrando toda a ereção dele, o que não me chamou muita atenção e só fiquei quieto, sem fazer barulho, e fui pro meu quarto. Depois, ouvi os barulhos de novo, mas só duraram uns minutos, o que foi tão decepcionante, porque eu já tava quase saindo pra tentar espiar. Isso me revelou que minha mãe tava precisando de uma boa foda, onde não fosse só o parceiro dela que aproveitasse.
Nos dias seguintes, fiquei sabendo que meu pai tinha que viajar a trabalho pra uma das filiais da empresa que ficava em outra cidade, então ele ia ficar fora por mais de 15 dias. Ele sugeriu que minha mãe fosse junto pra terem um tempo a sós, mas ela recusou, dizendo que ele ia ficar muito ocupado com o trabalho.
Depois que meu pai foi embora, minha mãe começou a andar pela casa mostrando mais pele do que o normal e com mais vontade de brincar. Quando cheguei do trabalho, a primeira coisa que ela fez foi me cumprimentar de um jeito mais carinhoso, colando o corpo todo no meu e segurando por um bom tempo. Eu peguei ela no colo, coisa que não fazia quando meu pai tava por perto, levei ela até o sofá e deixei ela de um jeito que dava pra ver a calcinha toda. Ela percebeu, mas não ligou. Fiquei olhando por um tempão e depois fui tomar banho.
Quando tava no meu quarto, depois da janta, ela chegou e começamos a conversar sobre coisas minhas: se eu tinha namorada, se me protegia quando transava, quando ia fazer ela ser avó, essas coisas...
A conversa ficou mais quente quando ela tocou no assunto de quantas mulheres já tinham estado naquela cama onde ela tava deitada. Eu respondi que todas que tinham estado lá comigo não queriam ir embora, e geralmente voltavam. Ela me olhou e disse que o tratamento devia ser bom, depois se levantou e me deu um beijo perto dos lábios, falando que ela queria experimentar, mas que era uma pena eu não passar o dia ali.
Eu fiquei com aquilo na cabeça. Boca aberta, pensei que minha mãe tinha se jogado em mim, mas ela reagiu dizendo que precisava de um bom trato nas costas porque estava sentindo um incômodo, e que já que eu tinha falado aquilo, ela queria confirmar. Acho que nem ela mesma acreditou no que disse, pelo jeito travado e nervoso, mas não questionei.
Fiquei sozinho na cama pensando nisso, que já queria experimentar, MAS PENA QUE NÃO ACONTECIA COMIGO NAQUELE DIA. Lembrei que não tinha tirado férias no trabalho, podia pedir e resolver isso.
No dia seguinte, fui trabalhar normal, mas voltei lá pelas dez da manhã. Minha mãe se surpreendeu, mas quando falei que eram só minhas férias, ela se acalmou. Ao mesmo tempo, um sorriso safado se desenhou no rosto dela, o que me animou a dizer que agora não tinha mais desculpa. Ela só respondeu que tudo tem seu tempo.
O dia passou com várias brincadeiras e visitas de amigas dela, que não faziam outra coisa senão provocar, coisa bem normal entre todas elas. Mas quando foram embora, tudo mudou. Minha mãe foi tomar banho e, de dentro do chuveiro, me chamou para pegar a roupa dela, que estava numa cadeira fora do banheiro. Quando peguei e entreguei, vi que entre as roupas estava a calcinha dela, bem pequena para o tamanho dela, rosa e meio transparente na parte da frente. Fiquei olhando quando ela apareceu na porta do chuveiro e disse: "Nunca viu uma assim?" Respondi que sim, mas não numa mulher com um tremendo... Ela me interrompeu e disse: "Tremendo o quê? Se nunca viu um, posso te mostrar." Eu concordei com a cabeça. Ela vestiu a calcinha junto com o sutiã e saiu para me deleitar. Fiquei só olhando, feito um idiota, e pedi para ela se virar. Ela recusou, dizendo que não era o combinado. Fiz cara de menino bonzinho, e ela cedeu, falando que com isso até deixava fazer outras coisas. Palavras que chamaram minha atenção, e eu disse: Tipo, ela só riu e falou: "Se me pegar, eu te conto".
Depois disso, ela saiu correndo e eu fui atrás igual um louco, até que ela entrou no quarto dela. Eu segui ela, e ela se enfiou na cama e se cobriu. Eu fui pra cima dela como pude, me meti debaixo dos lençóis e comecei a fazer cócegas nela. Ela fez o movimento típico dela, virando de costas e encostando a bunda voluptuosa dela na minha rola já dura. Claro que ela sentiu, mas fez que nem viu. Depois, ela se virou e montou em mim como se a gente tivesse transando, dando uns pulos enormes. Ela apertava com as coxas, o que fazia eu esfregar mais a buceta dela com minha rola dura, e continuou brincando até que não aguentava mais de tanto rir — ou foi o que ela disse. Ela levantou e foi pro banheiro. Quando ela se levantou, eu tirei os lençóis e senti um cheiro forte de mulher. Sentei pra ver e notei que minha virilha tava molhada. Primeiro, pensei que era meu líquido pré-seminal, mas quando coloquei a mão dentro da cueca, a quantidade de líquido que eu tinha soltado não era suficiente pra atravessar o tecido, então não podia ser outra coisa senão minha mãe.
Meia hora depois, ela me chamou pra jantar. Fiquei surpreso quando entrei no banheiro pra mijar e encontrei, no box do chuveiro, a calcinha que ela tava usando quando a gente brincou. Peguei, desenrolei e vi que a parte da frente tava completamente molhada, com o mesmo cheiro característico. Tava nessa quando ouvi minha mãe chamando pra eu me apressar. Saí voando. Na mesa, enquanto a gente comia e conversava sobre o que tinha rolado e como ela se divertiu, ela disse que já fazia um tempo que não gozava assim. Eu cortei ela, falando: "COMO ASSIM?". E ela rapidamente respondeu que correr pela casa toda já não fazia há um tempão. Com uma cara de alívio, ela levantou e foi lavar a louça suja, virando de costas. Aproveitei pra olhar a bunda espetacular dela debaixo daquela camisola comprida que ela usava pra dormir, que batia acima dos joelhos. enquanto fazia isso, lembrei que ao sair do quarto peguei só a camisa e nada mais, e como encontrei a calcinha dela na banheira, ela devia estar sem nada por baixo daquela camisola, o que me deu uma ereção daquelas que se eu levantasse ficaria na cara. Minha mãe se virou e, me vendo ainda sentado na mesa, disse com cara de safada: "ou será que você quer comer mais alguma coisa?" Eu só dei risada, mas enquanto saía da sala, ouvi ela dizer: "e se hoje você vier dormir no meu quarto? Digo, pra não ficar tão sozinha na minha cama, já que ontem senti muito frio, porque tô acostumada a dormir abraçada com seu pai, e já que ele não tá, você não ocupa o lugar dele na cama hoje?" Essa última parte quase fez meu coração pular, e depois de um tempo esperando minha resposta, aceitei todo feliz.
Primeiro fui tomar banho e não coloquei cueca, só aquelas bermudas curtas de sempre e sem camisa. Aí lembrei que se deixasse ela sozinha, ela podia colocar a calcinha a qualquer momento, e eu não queria isso pra noite, já que tinha planejado ver a buceta e as nádegas brancas dela enquanto ela dormia tranquilamente. Melhor ainda se ela resolvesse brincar, porque eu sentiria e, quem sabe, até pudesse tocar a buceta dela.
Rapidamente fui até onde ela estava e vi que ainda arrumava umas coisas na cozinha. Não resisti a observar a bunda linda dela, mas o que ela fez em seguida me deixou ainda mais excitado: ela se abaixou pra pegar algo que tinha caído, e a visão que tive foi realmente espetacular — uma bucetinha rosada, completamente depilada, com uns lábios inchadinhos e um cuzinho fechado que quase não dava pra distinguir por causa das nádegas enormes que cobriam. A visão deve ter durado uns segundos, mas pra mim foi uma eternidade. Fui pro quarto dela, porque era o único lugar onde tinha todas as calcinhas, exceto a que estava no banheiro, mas essa eu tinha deixado cair de propósito e ela tinha molhado mais do que já estava, então não dava pra usar. coloquei assim, dessa forma eu garantia que ela não se trancasse no quarto e vestisse a calcinha. Depois de esperar por ela cerca de uma hora e meia, desci e vi que ela estava falando ao telefone com o papai. Não quis interromper, mas consegui ouvir minha mãe dizendo que eu já tinha dormido e por isso não me colocava no telefone. Fui para o quarto e, depois de esperar mais meia hora, resolvi dormir, pois imaginei que continuariam falando sobre tudo o que tinha acontecido com ela, como foi a viagem e tudo mais.
Em algum momento da madrugada, senti a mão dela passando pela minha virilha, suave, como se não quisesse que eu acordasse. Então entrei na brincadeira e fingi que estava dormindo. Como eu estava de lado e não senti nenhum movimento por um bom tempo, decidi virar de barriga para cima e encolher um pouco minha perna direita — claro que minha mãe estava do lado esquerdo, então essa perna eu mantive esticada. Depois de um tempo, senti a mão dela pousar de novo na minha virilha. Rapidamente, meu pau começou a reagir, porque imaginar minha mãe tocando ali me deixava louco de tesão, não conseguia me segurar. Ela deve ter visto que meu pau começava a crescer, porque senti a mão dela se ajustando, acompanhando o ritmo do crescimento. Não podia acreditar, pois era eu quem tinha planejado tocar nela enquanto dormia, não o contrário. Mas a mão dela continuou me tocando por mais um tempo, até que de repente tudo parou e senti ela se levantar da cama. Aproveitei para abrir um pouco o olho e observar o que ela fazia: ela estava andando de um lado para o outro no quarto, como se pensasse no que tinha feito, e então me olhou. Rapidamente, fingi que estava dormindo. Ela, cuidadosamente, deitou-se, tentando fazer o menor barulho possível.
Quase imediatamente, senti ela enfiar a mão dentro da minha bermuda e começar a tocar direto. Primeiro, ela se surpreendeu por eu não estar de cueca, mas logo começou a me fazer uma punheta deliciosa. Eu fingi que estava acordando, e ela, rápida mas com cuidado, tirou a mão. Eu enquanto esperava que ela recomeçasse a apalpação, senti ela se virar na cama. queria me matar por ter assustado ela bem no melhor momento. não conseguia dormir, então lá pelas quatro da manhã, bastante tempo depois do ocorrido, abri os olhos e comecei a terminar a masturbação que minha mãe tinha começado. mas como estava na cama dela, fazia devagar pra causar o menor movimento possível, mas aí olhei pra ela e ela estava de costas pra mim, coberta com um lençol. aí lembrei que ela podia estar sem calcinha ou com a camisa levantada, e eu podia ver aquele rabo espetacular. então, com cuidado, puxei o lençol. o que vi me deixou maravilhado, porque tudo que eu tinha imaginado era verdade: dava pra ver a bunda branca, volumosa e linda dela, e por estar de lado com as pernas um pouco encolhidas, dava pra ver os lábios maiores, todos carnudos. eu, tentando causar o menor movimento na cama, fui me aproximando até ficar com as partes dela a poucos centímetros do meu rosto. cheirei por um bom tempo e percebi que aquele cheiro característico que tinha sentido antes no meu shorts ainda estava lá, mas olhando mais de perto, vi que ela ainda estava molhada. então não resisti à tentação e, com meus dedos trêmulos, abri a buceta dela. quando finalmente abri, vi que estava super molhada, toda brilhosa e com um cheiro forte que me deixava louco. comecei a passar a língua, só roçando, com medo de que ela acordasse. enquanto fazia isso, comecei a me masturbar, o que me deixava doido de prazer. num dado momento, quase fora de mim, percebi que ela tentava mudar de posição, aí eu coloquei meu corpo pra impedir que ela virasse e rapidamente me posicionei do mesmo jeito que ela estava, esperei um pouco pra tudo se acalmar, principalmente eu, porque a excitação me levava à beira da gozada. depois de um tempo, comecei Me aproxima até ter meu pau na entrada da buceta dela, primeiro deixei ali pra depois começar a empurrar devagar. Não vou mentir dizendo que tenho um pau enorme, porque no meu país a média do tamanho dos paus é de 17cm e eu tenho 19cm, coisa que não é muito comum por aqui e causa um alvoroço danado nas novinhas. Voltando ao assunto, já com uns 10cm dentro dela, ela se virou de lado, o que fez com que eu enfiasse tudo que podia entrar. Eu só fiquei imóvel, quase sem respirar de susto, até que depois de um longo tempo em silêncio comecei a bombar devagar. A quantidade de lubrificação dela era incrível, a ponto de eu começar a duvidar se ela tava dormindo, porque senti que era ela quem investia contra mim em certo momento, mas de forma quase imperceptível. Então, num dado momento e sem aviso, parei seco, o que fez com que ela mesma se mexesse, me mostrando que não tava dormindo como eu pensava. Por um instante ela hesitou, como se sentisse descoberta, mas depois me surpreendeu quando começou de novo com as investidas, dessa vez mais evidentes. Por um momento eu enlouqueci e agarrei ela pela cintura, dizendo no ouvido: "Te quero, mamãe". Comecei a bombar sem controle, e ela respondeu: "Assim não, que você me machuca". Imediatamente voltei ao normal e reduzi as estocadas, levando pra um ritmo lento mas contínuo, o que fez com que não demorasse pro primeiro orgasmo dela. E como eu esperava — porque é comum nas mulheres daqui — era a primeira vez que ela tinha um, então foi simplesmente delicioso tanto pra ela quanto pra mim, porque as contrações que eu sentia no meu pau eram fenomenais. Depois disso, esperei um tempo e investi de novo, e quase de imediato ela teve outro espasmo, mas menos prolongado, porque isso quase nunca falha: depois do primeiro orgasmo, as mulheres quase sempre têm outro na sequência. Minha mãe, pela primeira vez em toda a noite, finalmente se virou e ficou de na minha frente e nos fundimos num beijo super apaixonado enquanto, de vez em quando, falávamos coisas que só aumentavam a excitação, tipo "quanto tempo esperando por isso", "que tesão o que a gente tá fazendo", "que rabo lindo e uma buceta apetitosa" e mais umas coisinhas. Já com todas as barreiras de resistência baixas, nos tratamos como um casal normal, só que esse era de mãe e filho.
A primeira coisa que falei foi pra ela montar em cima de frente pra mim, uma posição que eu adoro porque você fica à mercê da mulher, já que é ela quem controla o ritmo, a profundidade da penetração, e dá pro homem uma visão linda da penetração, dos peitos dela, das caras que ela faz durante o ato, além do mais importante que é o contato visual entre os dois.
A cavalgada que ela deu foi impressionante: primeiro num ritmo lento, onde enfiava metade do meu pau, e depois num ritmo acelerado, onde enfiava tudo. A cara dela era um poema. Depois trocamos de posição e ela só pedia pra eu não parar. Peguei as pernas dela e levei pros meus ombros, depois peguei meu pau e comecei a esfregar no clitóris e nos lábios vaginais dela, já abertos de tanta excitação, deixando uma vista fenomenal, enquanto ela pedia pra eu não fazer ela sofrer e meter de uma vez. Já decidido a meter, comecei umas estocadas que arrancavam gritos dela, e tive que beijá-la pra impedir que os vizinhos ouvissem. As investidas dela ao meu encontro me levaram ao limite, mas quando eu ia tirar pra não gozar dentro, ela me segurou e disse pra eu gozar dentro, que não me preocupasse, e que ainda ia ter o próximo orgasmo dela. Daí a pouco me esvaziei nela como nunca tinha feito com nenhuma outra mulher na minha curta vida. Na hora percebi que não tinha feito ela gozar. Olhei pra ela e ela disse pra eu não me preocupar, que mesmo assim tinha sido a melhor transa dela. Aí eu respondi pra ela se preparar, porque... Ainda não tinha terminado, porque eu ainda estava dentro dela com meu pau ainda duro. Ela só riu e disse: "Você é um insaciável". Eu respondi: "Isso é que é bom da juventude". Ela começou a rir, mas na mesma hora mudou de cara, porque minhas estocadas dessa vez saíam completamente e eu enterrava de uma só vez. Só arrancava dela gemidos altos de prazer, e eu já nem ligava se alguém ouvia. Só me preocupava em dar prazer pra ela, e pelo visto tava conseguindo. Depois de um tempo, minha mãe começou a respirar mais forte e me apertou com força, cruzando as pernas atrás de mim. Aí comecei a sentir os músculos da buceta dela se contraindo no meu pau, como se quisessem ordenhar. Tirei ele e saiu todo banhado nos líquidos dela e da minha gozada anterior. A primeira coisa que vi foi a bunda dela. Cheguei perto do ouvido dela e falei: "Se deixa levar". Ela aceitou na hora, sem hesitar. Coloquei na entrada do cu dela e, aos poucos, fui introduzindo. Foi uma delícia. Ela pediu pra eu parar um pouco, que tava doendo demais. Então decidi tirar até deixar só uns centímetros dentro dela e comecei um entra e sai fantástico, acompanhado das contrações contínuas dela. Falei que queria gozar dentro dela. Quando já tava quase lá, ela me surpreendeu: numa arremetida no momento certo, enterrou tudo de uma vez, e eu gozei como um louco. Ainda com meu pau enterrado no cu dela, comecei a beijá-la e disse que era a melhor noite que eu tinha tido até agora, junto com o melhor sexo. Ela respondeu que ainda tínhamos 14 dias até meu pai chegar. Eu falei que não ia desperdiçar nem um minuto, e mostrando meu pau pra ela, ela caiu na risada, porque já tava pronto pra mais um encontro. Até hoje, com meu pai em casa ou não, a gente arruma tempo pra encontros rápidos, onde mostro o quanto a amo. Vale mencionar que a bunda dela tá cada dia mais gostosa, atrai os olhares de Olhares de todos os homens quando ela passa na rua, e sempre que tá comigo, eu abraço ela e sinto a inveja de muitos. Isso é indescritível.
O que vou narrar é um acontecimento que começou faz pouco tempo. Eu costumo andar em casa só de shorts de academia bem curtos, ou pelo menos é assim que parece, porque faço muitos exercícios de perna e ainda jogo futebol todo dia. Isso faz com que um volume considerável apareça na minha virilha, o que não passava despercebido pelas mulheres que frequentavam minha casa. Mas me surpreendi quando, um dia, descobri minha mãe me olhando pra essa área mais de uma vez. Isso me deu um tesão enorme.
Desde então, passei a andar só de shorts curtos e sempre com o pau bem duro pra marcar mais do que o normal, porque minha mãe adorava. Mesmo sem falar, dava pra perceber, já que ela arrumava qualquer desculpa pra ficar no meu quarto, puxando conversa sobre assuntos bestas ou pra brincar, e, fingindo disfarçar, tocava no meu volume ou virava de costas, tentando esconder o que a gente tava jogando pra que, quando eu fosse pegar, encostasse meu pacote na bunda enorme dela — coisa que não podia faltar nas sessões de brincadeira dela.
Cada vez ficava mais claro que ela queria ficar sozinha comigo pra brincar ou só pra ver como meu pau marcava. Essas palhaçadas duraram vários meses. Com medo de não saber o que ia rolar se eu confrontasse ela, resolvi entrar na brincadeira até que ela tomasse a iniciativa ou só me usasse pra sentir um negócio de respeito entre as nádegas dela ou pra se deliciar com a vista. Falo isso sabendo que o pau do meu pai não passa de 15cm e é fino — confirmei isso um dia, quando ouvi uns barulhos vindo do quarto dos meus pais e levantei, era umas 2 da manhã. Ao chegar na sala, vejo meu pai completamente pelado e mostrando toda a ereção dele, o que não me chamou muita atenção e só fiquei quieto, sem fazer barulho, e fui pro meu quarto. Depois, ouvi os barulhos de novo, mas só duraram uns minutos, o que foi tão decepcionante, porque eu já tava quase saindo pra tentar espiar. Isso me revelou que minha mãe tava precisando de uma boa foda, onde não fosse só o parceiro dela que aproveitasse.
Nos dias seguintes, fiquei sabendo que meu pai tinha que viajar a trabalho pra uma das filiais da empresa que ficava em outra cidade, então ele ia ficar fora por mais de 15 dias. Ele sugeriu que minha mãe fosse junto pra terem um tempo a sós, mas ela recusou, dizendo que ele ia ficar muito ocupado com o trabalho.
Depois que meu pai foi embora, minha mãe começou a andar pela casa mostrando mais pele do que o normal e com mais vontade de brincar. Quando cheguei do trabalho, a primeira coisa que ela fez foi me cumprimentar de um jeito mais carinhoso, colando o corpo todo no meu e segurando por um bom tempo. Eu peguei ela no colo, coisa que não fazia quando meu pai tava por perto, levei ela até o sofá e deixei ela de um jeito que dava pra ver a calcinha toda. Ela percebeu, mas não ligou. Fiquei olhando por um tempão e depois fui tomar banho.
Quando tava no meu quarto, depois da janta, ela chegou e começamos a conversar sobre coisas minhas: se eu tinha namorada, se me protegia quando transava, quando ia fazer ela ser avó, essas coisas...
A conversa ficou mais quente quando ela tocou no assunto de quantas mulheres já tinham estado naquela cama onde ela tava deitada. Eu respondi que todas que tinham estado lá comigo não queriam ir embora, e geralmente voltavam. Ela me olhou e disse que o tratamento devia ser bom, depois se levantou e me deu um beijo perto dos lábios, falando que ela queria experimentar, mas que era uma pena eu não passar o dia ali.
Eu fiquei com aquilo na cabeça. Boca aberta, pensei que minha mãe tinha se jogado em mim, mas ela reagiu dizendo que precisava de um bom trato nas costas porque estava sentindo um incômodo, e que já que eu tinha falado aquilo, ela queria confirmar. Acho que nem ela mesma acreditou no que disse, pelo jeito travado e nervoso, mas não questionei.
Fiquei sozinho na cama pensando nisso, que já queria experimentar, MAS PENA QUE NÃO ACONTECIA COMIGO NAQUELE DIA. Lembrei que não tinha tirado férias no trabalho, podia pedir e resolver isso.
No dia seguinte, fui trabalhar normal, mas voltei lá pelas dez da manhã. Minha mãe se surpreendeu, mas quando falei que eram só minhas férias, ela se acalmou. Ao mesmo tempo, um sorriso safado se desenhou no rosto dela, o que me animou a dizer que agora não tinha mais desculpa. Ela só respondeu que tudo tem seu tempo.
O dia passou com várias brincadeiras e visitas de amigas dela, que não faziam outra coisa senão provocar, coisa bem normal entre todas elas. Mas quando foram embora, tudo mudou. Minha mãe foi tomar banho e, de dentro do chuveiro, me chamou para pegar a roupa dela, que estava numa cadeira fora do banheiro. Quando peguei e entreguei, vi que entre as roupas estava a calcinha dela, bem pequena para o tamanho dela, rosa e meio transparente na parte da frente. Fiquei olhando quando ela apareceu na porta do chuveiro e disse: "Nunca viu uma assim?" Respondi que sim, mas não numa mulher com um tremendo... Ela me interrompeu e disse: "Tremendo o quê? Se nunca viu um, posso te mostrar." Eu concordei com a cabeça. Ela vestiu a calcinha junto com o sutiã e saiu para me deleitar. Fiquei só olhando, feito um idiota, e pedi para ela se virar. Ela recusou, dizendo que não era o combinado. Fiz cara de menino bonzinho, e ela cedeu, falando que com isso até deixava fazer outras coisas. Palavras que chamaram minha atenção, e eu disse: Tipo, ela só riu e falou: "Se me pegar, eu te conto".
Depois disso, ela saiu correndo e eu fui atrás igual um louco, até que ela entrou no quarto dela. Eu segui ela, e ela se enfiou na cama e se cobriu. Eu fui pra cima dela como pude, me meti debaixo dos lençóis e comecei a fazer cócegas nela. Ela fez o movimento típico dela, virando de costas e encostando a bunda voluptuosa dela na minha rola já dura. Claro que ela sentiu, mas fez que nem viu. Depois, ela se virou e montou em mim como se a gente tivesse transando, dando uns pulos enormes. Ela apertava com as coxas, o que fazia eu esfregar mais a buceta dela com minha rola dura, e continuou brincando até que não aguentava mais de tanto rir — ou foi o que ela disse. Ela levantou e foi pro banheiro. Quando ela se levantou, eu tirei os lençóis e senti um cheiro forte de mulher. Sentei pra ver e notei que minha virilha tava molhada. Primeiro, pensei que era meu líquido pré-seminal, mas quando coloquei a mão dentro da cueca, a quantidade de líquido que eu tinha soltado não era suficiente pra atravessar o tecido, então não podia ser outra coisa senão minha mãe.
Meia hora depois, ela me chamou pra jantar. Fiquei surpreso quando entrei no banheiro pra mijar e encontrei, no box do chuveiro, a calcinha que ela tava usando quando a gente brincou. Peguei, desenrolei e vi que a parte da frente tava completamente molhada, com o mesmo cheiro característico. Tava nessa quando ouvi minha mãe chamando pra eu me apressar. Saí voando. Na mesa, enquanto a gente comia e conversava sobre o que tinha rolado e como ela se divertiu, ela disse que já fazia um tempo que não gozava assim. Eu cortei ela, falando: "COMO ASSIM?". E ela rapidamente respondeu que correr pela casa toda já não fazia há um tempão. Com uma cara de alívio, ela levantou e foi lavar a louça suja, virando de costas. Aproveitei pra olhar a bunda espetacular dela debaixo daquela camisola comprida que ela usava pra dormir, que batia acima dos joelhos. enquanto fazia isso, lembrei que ao sair do quarto peguei só a camisa e nada mais, e como encontrei a calcinha dela na banheira, ela devia estar sem nada por baixo daquela camisola, o que me deu uma ereção daquelas que se eu levantasse ficaria na cara. Minha mãe se virou e, me vendo ainda sentado na mesa, disse com cara de safada: "ou será que você quer comer mais alguma coisa?" Eu só dei risada, mas enquanto saía da sala, ouvi ela dizer: "e se hoje você vier dormir no meu quarto? Digo, pra não ficar tão sozinha na minha cama, já que ontem senti muito frio, porque tô acostumada a dormir abraçada com seu pai, e já que ele não tá, você não ocupa o lugar dele na cama hoje?" Essa última parte quase fez meu coração pular, e depois de um tempo esperando minha resposta, aceitei todo feliz.
Primeiro fui tomar banho e não coloquei cueca, só aquelas bermudas curtas de sempre e sem camisa. Aí lembrei que se deixasse ela sozinha, ela podia colocar a calcinha a qualquer momento, e eu não queria isso pra noite, já que tinha planejado ver a buceta e as nádegas brancas dela enquanto ela dormia tranquilamente. Melhor ainda se ela resolvesse brincar, porque eu sentiria e, quem sabe, até pudesse tocar a buceta dela.
Rapidamente fui até onde ela estava e vi que ainda arrumava umas coisas na cozinha. Não resisti a observar a bunda linda dela, mas o que ela fez em seguida me deixou ainda mais excitado: ela se abaixou pra pegar algo que tinha caído, e a visão que tive foi realmente espetacular — uma bucetinha rosada, completamente depilada, com uns lábios inchadinhos e um cuzinho fechado que quase não dava pra distinguir por causa das nádegas enormes que cobriam. A visão deve ter durado uns segundos, mas pra mim foi uma eternidade. Fui pro quarto dela, porque era o único lugar onde tinha todas as calcinhas, exceto a que estava no banheiro, mas essa eu tinha deixado cair de propósito e ela tinha molhado mais do que já estava, então não dava pra usar. coloquei assim, dessa forma eu garantia que ela não se trancasse no quarto e vestisse a calcinha. Depois de esperar por ela cerca de uma hora e meia, desci e vi que ela estava falando ao telefone com o papai. Não quis interromper, mas consegui ouvir minha mãe dizendo que eu já tinha dormido e por isso não me colocava no telefone. Fui para o quarto e, depois de esperar mais meia hora, resolvi dormir, pois imaginei que continuariam falando sobre tudo o que tinha acontecido com ela, como foi a viagem e tudo mais.
Em algum momento da madrugada, senti a mão dela passando pela minha virilha, suave, como se não quisesse que eu acordasse. Então entrei na brincadeira e fingi que estava dormindo. Como eu estava de lado e não senti nenhum movimento por um bom tempo, decidi virar de barriga para cima e encolher um pouco minha perna direita — claro que minha mãe estava do lado esquerdo, então essa perna eu mantive esticada. Depois de um tempo, senti a mão dela pousar de novo na minha virilha. Rapidamente, meu pau começou a reagir, porque imaginar minha mãe tocando ali me deixava louco de tesão, não conseguia me segurar. Ela deve ter visto que meu pau começava a crescer, porque senti a mão dela se ajustando, acompanhando o ritmo do crescimento. Não podia acreditar, pois era eu quem tinha planejado tocar nela enquanto dormia, não o contrário. Mas a mão dela continuou me tocando por mais um tempo, até que de repente tudo parou e senti ela se levantar da cama. Aproveitei para abrir um pouco o olho e observar o que ela fazia: ela estava andando de um lado para o outro no quarto, como se pensasse no que tinha feito, e então me olhou. Rapidamente, fingi que estava dormindo. Ela, cuidadosamente, deitou-se, tentando fazer o menor barulho possível.
Quase imediatamente, senti ela enfiar a mão dentro da minha bermuda e começar a tocar direto. Primeiro, ela se surpreendeu por eu não estar de cueca, mas logo começou a me fazer uma punheta deliciosa. Eu fingi que estava acordando, e ela, rápida mas com cuidado, tirou a mão. Eu enquanto esperava que ela recomeçasse a apalpação, senti ela se virar na cama. queria me matar por ter assustado ela bem no melhor momento. não conseguia dormir, então lá pelas quatro da manhã, bastante tempo depois do ocorrido, abri os olhos e comecei a terminar a masturbação que minha mãe tinha começado. mas como estava na cama dela, fazia devagar pra causar o menor movimento possível, mas aí olhei pra ela e ela estava de costas pra mim, coberta com um lençol. aí lembrei que ela podia estar sem calcinha ou com a camisa levantada, e eu podia ver aquele rabo espetacular. então, com cuidado, puxei o lençol. o que vi me deixou maravilhado, porque tudo que eu tinha imaginado era verdade: dava pra ver a bunda branca, volumosa e linda dela, e por estar de lado com as pernas um pouco encolhidas, dava pra ver os lábios maiores, todos carnudos. eu, tentando causar o menor movimento na cama, fui me aproximando até ficar com as partes dela a poucos centímetros do meu rosto. cheirei por um bom tempo e percebi que aquele cheiro característico que tinha sentido antes no meu shorts ainda estava lá, mas olhando mais de perto, vi que ela ainda estava molhada. então não resisti à tentação e, com meus dedos trêmulos, abri a buceta dela. quando finalmente abri, vi que estava super molhada, toda brilhosa e com um cheiro forte que me deixava louco. comecei a passar a língua, só roçando, com medo de que ela acordasse. enquanto fazia isso, comecei a me masturbar, o que me deixava doido de prazer. num dado momento, quase fora de mim, percebi que ela tentava mudar de posição, aí eu coloquei meu corpo pra impedir que ela virasse e rapidamente me posicionei do mesmo jeito que ela estava, esperei um pouco pra tudo se acalmar, principalmente eu, porque a excitação me levava à beira da gozada. depois de um tempo, comecei Me aproxima até ter meu pau na entrada da buceta dela, primeiro deixei ali pra depois começar a empurrar devagar. Não vou mentir dizendo que tenho um pau enorme, porque no meu país a média do tamanho dos paus é de 17cm e eu tenho 19cm, coisa que não é muito comum por aqui e causa um alvoroço danado nas novinhas. Voltando ao assunto, já com uns 10cm dentro dela, ela se virou de lado, o que fez com que eu enfiasse tudo que podia entrar. Eu só fiquei imóvel, quase sem respirar de susto, até que depois de um longo tempo em silêncio comecei a bombar devagar. A quantidade de lubrificação dela era incrível, a ponto de eu começar a duvidar se ela tava dormindo, porque senti que era ela quem investia contra mim em certo momento, mas de forma quase imperceptível. Então, num dado momento e sem aviso, parei seco, o que fez com que ela mesma se mexesse, me mostrando que não tava dormindo como eu pensava. Por um instante ela hesitou, como se sentisse descoberta, mas depois me surpreendeu quando começou de novo com as investidas, dessa vez mais evidentes. Por um momento eu enlouqueci e agarrei ela pela cintura, dizendo no ouvido: "Te quero, mamãe". Comecei a bombar sem controle, e ela respondeu: "Assim não, que você me machuca". Imediatamente voltei ao normal e reduzi as estocadas, levando pra um ritmo lento mas contínuo, o que fez com que não demorasse pro primeiro orgasmo dela. E como eu esperava — porque é comum nas mulheres daqui — era a primeira vez que ela tinha um, então foi simplesmente delicioso tanto pra ela quanto pra mim, porque as contrações que eu sentia no meu pau eram fenomenais. Depois disso, esperei um tempo e investi de novo, e quase de imediato ela teve outro espasmo, mas menos prolongado, porque isso quase nunca falha: depois do primeiro orgasmo, as mulheres quase sempre têm outro na sequência. Minha mãe, pela primeira vez em toda a noite, finalmente se virou e ficou de na minha frente e nos fundimos num beijo super apaixonado enquanto, de vez em quando, falávamos coisas que só aumentavam a excitação, tipo "quanto tempo esperando por isso", "que tesão o que a gente tá fazendo", "que rabo lindo e uma buceta apetitosa" e mais umas coisinhas. Já com todas as barreiras de resistência baixas, nos tratamos como um casal normal, só que esse era de mãe e filho.
A primeira coisa que falei foi pra ela montar em cima de frente pra mim, uma posição que eu adoro porque você fica à mercê da mulher, já que é ela quem controla o ritmo, a profundidade da penetração, e dá pro homem uma visão linda da penetração, dos peitos dela, das caras que ela faz durante o ato, além do mais importante que é o contato visual entre os dois.
A cavalgada que ela deu foi impressionante: primeiro num ritmo lento, onde enfiava metade do meu pau, e depois num ritmo acelerado, onde enfiava tudo. A cara dela era um poema. Depois trocamos de posição e ela só pedia pra eu não parar. Peguei as pernas dela e levei pros meus ombros, depois peguei meu pau e comecei a esfregar no clitóris e nos lábios vaginais dela, já abertos de tanta excitação, deixando uma vista fenomenal, enquanto ela pedia pra eu não fazer ela sofrer e meter de uma vez. Já decidido a meter, comecei umas estocadas que arrancavam gritos dela, e tive que beijá-la pra impedir que os vizinhos ouvissem. As investidas dela ao meu encontro me levaram ao limite, mas quando eu ia tirar pra não gozar dentro, ela me segurou e disse pra eu gozar dentro, que não me preocupasse, e que ainda ia ter o próximo orgasmo dela. Daí a pouco me esvaziei nela como nunca tinha feito com nenhuma outra mulher na minha curta vida. Na hora percebi que não tinha feito ela gozar. Olhei pra ela e ela disse pra eu não me preocupar, que mesmo assim tinha sido a melhor transa dela. Aí eu respondi pra ela se preparar, porque... Ainda não tinha terminado, porque eu ainda estava dentro dela com meu pau ainda duro. Ela só riu e disse: "Você é um insaciável". Eu respondi: "Isso é que é bom da juventude". Ela começou a rir, mas na mesma hora mudou de cara, porque minhas estocadas dessa vez saíam completamente e eu enterrava de uma só vez. Só arrancava dela gemidos altos de prazer, e eu já nem ligava se alguém ouvia. Só me preocupava em dar prazer pra ela, e pelo visto tava conseguindo. Depois de um tempo, minha mãe começou a respirar mais forte e me apertou com força, cruzando as pernas atrás de mim. Aí comecei a sentir os músculos da buceta dela se contraindo no meu pau, como se quisessem ordenhar. Tirei ele e saiu todo banhado nos líquidos dela e da minha gozada anterior. A primeira coisa que vi foi a bunda dela. Cheguei perto do ouvido dela e falei: "Se deixa levar". Ela aceitou na hora, sem hesitar. Coloquei na entrada do cu dela e, aos poucos, fui introduzindo. Foi uma delícia. Ela pediu pra eu parar um pouco, que tava doendo demais. Então decidi tirar até deixar só uns centímetros dentro dela e comecei um entra e sai fantástico, acompanhado das contrações contínuas dela. Falei que queria gozar dentro dela. Quando já tava quase lá, ela me surpreendeu: numa arremetida no momento certo, enterrou tudo de uma vez, e eu gozei como um louco. Ainda com meu pau enterrado no cu dela, comecei a beijá-la e disse que era a melhor noite que eu tinha tido até agora, junto com o melhor sexo. Ela respondeu que ainda tínhamos 14 dias até meu pai chegar. Eu falei que não ia desperdiçar nem um minuto, e mostrando meu pau pra ela, ela caiu na risada, porque já tava pronto pra mais um encontro. Até hoje, com meu pai em casa ou não, a gente arruma tempo pra encontros rápidos, onde mostro o quanto a amo. Vale mencionar que a bunda dela tá cada dia mais gostosa, atrai os olhares de Olhares de todos os homens quando ela passa na rua, e sempre que tá comigo, eu abraço ela e sinto a inveja de muitos. Isso é indescritível.
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