Super relato:A enfermeira abriu a porta e fez um gesto convidando-me a entrar. O quarto, sem janelas, embora decorado com a intenção de dar um certo calor, tinha aquela frieza asséptica típica dos hospitais. Fiquei no meio da sala, em pé, meio travado, observando a enfermeira fazer os preparativos. Ela ligou o monitor de TV e o reprodutor de DVD, colocou uma série de revistas em cima da mesa, direcionou a cadeira para a tela em branco e posicionou o frasco de vidro ao lado.
Uma primeira pontada de excitação me invadiu enquanto eu apreciava a visão de sua anatomia em movimento, realçada pelo frufru do tecido branco roçando sua pele no silêncio da sala. O jaleco se ajustava perfeitamente ao seu corpo, deixando claro que não havia mais roupas por baixo além da lingerie. Era um corpo jovem, atlético, de formas firmes e bem definidas. Imaginei aquela carne dura e fresca, nua sob o tecido, com uma calcinha curta colada aos seus quadris e suas nádegas apertadas, insinuando a maciez dos pelos cacheados de sua buceta, e um sutiã prático, sem enfeites, contendo dois seios eretos e redondos como duas frutas suculentas prontas para serem saboreadas.
Seu cabelo castanho com mechas loiras, preso num simples rabo de cavalo, emoldurava um rosto discretamente bonito. Ela tinha aquele poderoso atrativo juvenil que não precisa de mais acessórios além da própria frescura.
Percebi como meu pau começava, por conta própria, a ficar ereto, e tentei conter — ainda não! — concentrando-me nas palavras da garota.
— Pronto, está tudo preparado. Você tem uma seleção de filmes no DVD, e sobre a mesa deixei uma coleção de revistas pornográficas. Agora vou deixá-lo sozinho. Quando terminar, me avise apertando o botão, tudo bem?
— Sim, muito bem — respondi, limpando a garganta. — Perfeito, muito obrigado.
Ela saiu despedindo-se com um sorriso agradável. Antes que a porta se fechasse, pude dar uma última olhada em sua bunda, cuja redondeza se mostrava gloriosamente. destacada pelo branco do tecido. Ele, grudando na pele, delineava os peitos da calcinha, enquanto o movimento ao andar fazia a saia subir, permitindo-me apreciar a redondeza de suas coxas.
— Que pena! — disse para mim mesmo — Um pouco mais pra cima e eu poderia ter visto as ligas de suas meias.
Olhei por alguns segundos para a porta fechada, antes de pegar o controle remoto e ligar a televisão. Escolhi um dos filmes e o coloquei no reprodutor. A tela mostrou a imagem de uma enorme cama d'água. Nela, via-se um homem com rosto duro e inexpressivo e musculatura inchada de academia, se divertindo ao lado de duas mulheres que pareciam vestidas — é um modo de dizer —, penteadas e maquiadas para cumprir escrupulosamente o clichê de atriz pornô. O roteiro não decepcionava: diálogos reduzidos ao mínimo e transição para a putaria sem demora.
Um trio de macho com duas minas. Nossa, acertaram meus gostos. As duas minas começaram a apalpar o cara de pedra, despindo-o em um piscar de olhos. Enquanto a loira platina se dedicava a lamber, morder e beliscar os mamilos do cara, a ruiva se ajoelhou para focar na virilha. Sua língua deslizou pelo escroto áspero e depilado, lambendo e chupando com alegria e entusiasmo. Quando seus dentes se cravaram suavemente e esticaram a pele avermelhada, senti uma pontada de excitação e meu pau ficou completamente duro.
Abri o zíper da calça, tirei ele para fora e comecei a me masturbar. A pele da cabeça do pau, rosa e esticada, brilhava pela umidade das primeiras gotas de pré-gozo. Na tela, a ruiva de peitos enormes e inflados agora lambia o pau do cara que, em sua ereção máxima, parecia uma linguiça longa e grossa marcada por veias enormes e salientes. Quando ele enfiou na boca da mulher, achei que ia deslocar a mandíbula dela. Mas não, a puta chupou como se fosse um pirulito.
— Chupa, vagabunda, até a garganta! E enquanto se esforçava para conter aquela barra de carne dentro da boca, a morena de bunda gloriosa e buceta escrupulosamente depilada se ajoelhou ao lado de sua companheira ocupada. Enfiou a cabeça entre as pernas do homem, que com a mão segurava os cabelos da ruiva para guiá-la no boquete, para lamber seus ovos. Deslizou a língua pelo períneo até alcançar o ânus, lambeu-o com fruição e introduziu a ponta da língua dentro, fazendo com que o esfíncter se dilatasse. Aproximou então seu longo e estilizado dedo indicador adornado por uma delicada manicure francesa e o enfiou lentamente em seu interior.
O cara gemeu com evidente satisfação, ergueu a cabeça e com os olhos fechados proferiu alguma obscenidade do tipo "foxy, slut, promiscuous, etc." —isso deduzi pelo tom, já que não entendia uma palavra do idioma, certamente eslavo, no qual falavam.
Depois de desfrutar um longo tempo do boquete fantástico acompanhado de massagem prostática, o simpático trio mudou de posições. A morena ficou de quatro, colocando sua bunda gloriosa empinada para deleitar a câmera —e a mim— com todo seu esplendor. A ruiva, por sua vez, montou de cavalinho sobre ela, mas olhando para trás, para ter acesso às nádegas de sua amiguinha. As separou para deixar perfeitamente à vista o suculento anel de carne que pulsava entre elas, abaixou-se e o lambeu, encharcando-o com abundante saliva. Quando o deixou bem lubrificado, o cara se ajoelhou em frente à bunda bamboleante que brilhava de suor, colocou seu imponente pau entre as nádegas e empurrou. O pau entrou facilmente, sem problemas, desaparecendo quase completamente dentro do orifício, com um gemido de evidente satisfação por parte da garota e um grunhido de prazer do machão.
Simulado ou não, aquele gemido me deixou a mil. Me masturbei com vontade, deslizando a pele do frênulo para cima e para baixo sobre a superfície da glande cada vez mais rápido e mais forte. Senti como começava a me aproximando do orgasmo. Olhei meu relógio. Tinham passado uns quinze minutos desde que fiquei sozinho na sala. Respirei fundo e apertei o botão da campainha.
Em menos de dois minutos a porta se abriu, dando passagem à enfermeira, que parou de repente com a mão ainda na maçaneta, com uma expressão que a traía entre surpresa e preocupada. Surpresa por me encontrar ainda com a braguilha aberta e o pau ereto na minha mão. Preocupada com a expressão de angústia que viu no meu rosto suado e, suponho, congestionado.
— Oh! Desculpe — ela se desculpou, fazendo menção de sair novamente. — Achei que…
— Não, não — respondi com voz embargada. — Fui eu que chamei. É que… tenho um problema.
— Um problema?
— Sim. É algo que acontece comigo desde sempre. Eu… consigo ter uma ereção sem problemas, mas… tenho muita dificuldade para gozar — consegui dizer, olhando para o chão, constrangido. — Na verdade, normalmente não consigo. É muito frustrante.
— Ah, entendo — ela respondeu com seu tom profissional.
— Sim, é complicado para mim, principalmente fazendo sozinho, sem outros… estímulos.
— Já vejo — disse, se aproximando. — Que tipo de estímulos?
— Bom — engoli em seco —, bem, os provenientes de uma mulher… uma de verdade — especifiquei, lançando um olhar rápido para a tela. — Estímulos visuais ajudariam, acho.
— Aham — o tom de cumplicidade dela me indicou que eu ia ter sorte. — Talvez possamos fazer algo a respeito.
A garota mudou perceptivelmente de atitude. Cravar o olhar em mim, seu corpo relaxou e seus movimentos adquiriram uma sensualidade evidente. Levantou uma mão até a abertura do decote e começou a desabotoar o jaleco. Fez isso muito devagar, se deleitando com cada botão, como se estivesse desembrulhando um presente… Um presente dedicado a mim. Quando soltou o último, abriu o jaleco e mostrou sua anatomia em todo o esplendor. Exatamente como imaginei, ela estava muito gostosa. Um corpo jovem e firme, suavemente modelado, no qual se destacavam como sinais luminosos os brancos triângulos da calcinha e as taças do sutiã, combinando com as meias cujas ligas apertavam as duras coxas.
Não é o branco minha cor preferida de lingerie, mas aquele conjunto simples sobre seu corpo escultural e em tal situação me pareceu o máximo de tesão. A enfermeira me tinha deixado a mil, e olha que mal havíamos começado. Peguei de novo meu pau e comecei a me masturbar sem tirar os olhos dela.
- Mmm - ela ronronou -, parece que o tratamento está fazendo efeito.
Em seguida, como se lesse meus pensamentos, tirou o jaleco e começou a girar sobre si mesma com uma dança sutil e insinuante, mostrando-se por completo. Tetas empinadas que transbordavam o sutiã, abdômen chapado, bunda firme e arrebitada mal contida pela calcinha minúscula, uma costa com curva perfeita. Definitivamente tinha ganho na loteria.
Ela avançou e parou a alguns centímetros de mim, contorcendo-se como uma cobra. Sem parar de se mexer, levou as mãos às costas e soltou o sutiã. Colocou um dos braços cobrindo os seios antes de deixá-lo cair. Muito devagar foi retirando-o até me permitir apreciar aquelas tetas estupendas que pareciam desafiar a força da gravidade, com seus dois mamilos rosados apontando para minha cara agradecida.
- Como vai? - ela perguntou, olhando para meu pau congestionado e avermelhado - Estamos progredindo?
- Éee... - hesitei - Estou melhor, mas está sendo muito difícil. Não sei se vou conseguir gozar.
- Não vamos desistir. Vamos ter que reforçar a dose do tratamento.
Dito isso, ela segurou a elástico da calcinha com dois dedos e começou a baixá-la, devagar, balançando-se provocativamente. Baixou até as coxas e a deixou cair. Pude perceber o som levíssimo que fez ao roçar o nylon das meias. Admirei hipnotizado o delicioso triângulo de pelos crespos que se movia sinuoso a alguns centímetros do meu nariz. Inspirei forte para captar seu aroma familiar misturado com o perfume sutil que envolvia seu corpo. Fantasiei com a imagem de A enfermeira, nua pela manhã após o banho, aplicando-se gotas de perfume na virilha de maneira coquete e libidinosa.
Ela abriu as coxas e se aproximou ainda mais de mim, colocando suas pernas ao lado das minhas. Minha mão esfregava sem descanso meu pau, agora posicionado bem debaixo da sua buceta. Eu conseguia ver seus lábios molhados e abertos a poucos centímetros da minha cabeça encharcada de porra.
Ela olhou interrogativamente para meu rosto desfigurado e suado. Eu lancei um olhar para meu pau e balancei a cabeça com um gesto significativo de "desculpa, gata, você vai ter que continuar me esquentando". Então ela se virou sem se afastar e colocou suas nádegas redondas na frente do meu rosto. Com as mãos, ela as abriu e me permitiu ver o anel glandular do seu cu, rodeado por um leve halo de pelos quase transparentes que desciam pelo períneo até se encontrarem com os fios encaracolados que adornavam sua fenda suculenta. Meu coração parecia que ia sair pela boca.
— Aaaaaaah… já, já estou gozando! Estou quase…!
Rapidamente, ela pegou o recipiente e o posicionou na frente do meu pau. A ejaculação explodiu vulcânica, como uma descarga elétrica percorrendo-me do baixo ventre até a ponta do pau. Achei que as convulsões violentas iam deslocar todas as articulações do meu corpo.
De maneira muito profissional, a enfermeira esperou até que eu extraísse até a última gota de porra. Quando terminei de espremer a pele do prepúcio sobre a cabeça, caí exausto com um suspiro sobre o assento.
Observei-a recolher seu uniforme com perfeita naturalidade, como se, em vez de um striptease e uma masturbação, ela tivesse feito, sei lá, uma coleta de sangue. Ela ajustou a calcinha e o sutiã, vestiu o jaleco e o abotoou, e certificou-se de que seu cabelo estava no lugar. Pegou o copo com a amostra e saiu pela porta, lembrando-me de passar pela recepção para assinar os formulários. Deleitei-me pela última vez com a visão da sua bunda balançando.
Uma primeira pontada de excitação me invadiu enquanto eu apreciava a visão de sua anatomia em movimento, realçada pelo frufru do tecido branco roçando sua pele no silêncio da sala. O jaleco se ajustava perfeitamente ao seu corpo, deixando claro que não havia mais roupas por baixo além da lingerie. Era um corpo jovem, atlético, de formas firmes e bem definidas. Imaginei aquela carne dura e fresca, nua sob o tecido, com uma calcinha curta colada aos seus quadris e suas nádegas apertadas, insinuando a maciez dos pelos cacheados de sua buceta, e um sutiã prático, sem enfeites, contendo dois seios eretos e redondos como duas frutas suculentas prontas para serem saboreadas.
Seu cabelo castanho com mechas loiras, preso num simples rabo de cavalo, emoldurava um rosto discretamente bonito. Ela tinha aquele poderoso atrativo juvenil que não precisa de mais acessórios além da própria frescura.
Percebi como meu pau começava, por conta própria, a ficar ereto, e tentei conter — ainda não! — concentrando-me nas palavras da garota.
— Pronto, está tudo preparado. Você tem uma seleção de filmes no DVD, e sobre a mesa deixei uma coleção de revistas pornográficas. Agora vou deixá-lo sozinho. Quando terminar, me avise apertando o botão, tudo bem?
— Sim, muito bem — respondi, limpando a garganta. — Perfeito, muito obrigado.
Ela saiu despedindo-se com um sorriso agradável. Antes que a porta se fechasse, pude dar uma última olhada em sua bunda, cuja redondeza se mostrava gloriosamente. destacada pelo branco do tecido. Ele, grudando na pele, delineava os peitos da calcinha, enquanto o movimento ao andar fazia a saia subir, permitindo-me apreciar a redondeza de suas coxas.
— Que pena! — disse para mim mesmo — Um pouco mais pra cima e eu poderia ter visto as ligas de suas meias.
Olhei por alguns segundos para a porta fechada, antes de pegar o controle remoto e ligar a televisão. Escolhi um dos filmes e o coloquei no reprodutor. A tela mostrou a imagem de uma enorme cama d'água. Nela, via-se um homem com rosto duro e inexpressivo e musculatura inchada de academia, se divertindo ao lado de duas mulheres que pareciam vestidas — é um modo de dizer —, penteadas e maquiadas para cumprir escrupulosamente o clichê de atriz pornô. O roteiro não decepcionava: diálogos reduzidos ao mínimo e transição para a putaria sem demora.
Um trio de macho com duas minas. Nossa, acertaram meus gostos. As duas minas começaram a apalpar o cara de pedra, despindo-o em um piscar de olhos. Enquanto a loira platina se dedicava a lamber, morder e beliscar os mamilos do cara, a ruiva se ajoelhou para focar na virilha. Sua língua deslizou pelo escroto áspero e depilado, lambendo e chupando com alegria e entusiasmo. Quando seus dentes se cravaram suavemente e esticaram a pele avermelhada, senti uma pontada de excitação e meu pau ficou completamente duro.
Abri o zíper da calça, tirei ele para fora e comecei a me masturbar. A pele da cabeça do pau, rosa e esticada, brilhava pela umidade das primeiras gotas de pré-gozo. Na tela, a ruiva de peitos enormes e inflados agora lambia o pau do cara que, em sua ereção máxima, parecia uma linguiça longa e grossa marcada por veias enormes e salientes. Quando ele enfiou na boca da mulher, achei que ia deslocar a mandíbula dela. Mas não, a puta chupou como se fosse um pirulito.
— Chupa, vagabunda, até a garganta! E enquanto se esforçava para conter aquela barra de carne dentro da boca, a morena de bunda gloriosa e buceta escrupulosamente depilada se ajoelhou ao lado de sua companheira ocupada. Enfiou a cabeça entre as pernas do homem, que com a mão segurava os cabelos da ruiva para guiá-la no boquete, para lamber seus ovos. Deslizou a língua pelo períneo até alcançar o ânus, lambeu-o com fruição e introduziu a ponta da língua dentro, fazendo com que o esfíncter se dilatasse. Aproximou então seu longo e estilizado dedo indicador adornado por uma delicada manicure francesa e o enfiou lentamente em seu interior.
O cara gemeu com evidente satisfação, ergueu a cabeça e com os olhos fechados proferiu alguma obscenidade do tipo "foxy, slut, promiscuous, etc." —isso deduzi pelo tom, já que não entendia uma palavra do idioma, certamente eslavo, no qual falavam.
Depois de desfrutar um longo tempo do boquete fantástico acompanhado de massagem prostática, o simpático trio mudou de posições. A morena ficou de quatro, colocando sua bunda gloriosa empinada para deleitar a câmera —e a mim— com todo seu esplendor. A ruiva, por sua vez, montou de cavalinho sobre ela, mas olhando para trás, para ter acesso às nádegas de sua amiguinha. As separou para deixar perfeitamente à vista o suculento anel de carne que pulsava entre elas, abaixou-se e o lambeu, encharcando-o com abundante saliva. Quando o deixou bem lubrificado, o cara se ajoelhou em frente à bunda bamboleante que brilhava de suor, colocou seu imponente pau entre as nádegas e empurrou. O pau entrou facilmente, sem problemas, desaparecendo quase completamente dentro do orifício, com um gemido de evidente satisfação por parte da garota e um grunhido de prazer do machão.
Simulado ou não, aquele gemido me deixou a mil. Me masturbei com vontade, deslizando a pele do frênulo para cima e para baixo sobre a superfície da glande cada vez mais rápido e mais forte. Senti como começava a me aproximando do orgasmo. Olhei meu relógio. Tinham passado uns quinze minutos desde que fiquei sozinho na sala. Respirei fundo e apertei o botão da campainha.
Em menos de dois minutos a porta se abriu, dando passagem à enfermeira, que parou de repente com a mão ainda na maçaneta, com uma expressão que a traía entre surpresa e preocupada. Surpresa por me encontrar ainda com a braguilha aberta e o pau ereto na minha mão. Preocupada com a expressão de angústia que viu no meu rosto suado e, suponho, congestionado.
— Oh! Desculpe — ela se desculpou, fazendo menção de sair novamente. — Achei que…
— Não, não — respondi com voz embargada. — Fui eu que chamei. É que… tenho um problema.
— Um problema?
— Sim. É algo que acontece comigo desde sempre. Eu… consigo ter uma ereção sem problemas, mas… tenho muita dificuldade para gozar — consegui dizer, olhando para o chão, constrangido. — Na verdade, normalmente não consigo. É muito frustrante.
— Ah, entendo — ela respondeu com seu tom profissional.
— Sim, é complicado para mim, principalmente fazendo sozinho, sem outros… estímulos.
— Já vejo — disse, se aproximando. — Que tipo de estímulos?
— Bom — engoli em seco —, bem, os provenientes de uma mulher… uma de verdade — especifiquei, lançando um olhar rápido para a tela. — Estímulos visuais ajudariam, acho.
— Aham — o tom de cumplicidade dela me indicou que eu ia ter sorte. — Talvez possamos fazer algo a respeito.
A garota mudou perceptivelmente de atitude. Cravar o olhar em mim, seu corpo relaxou e seus movimentos adquiriram uma sensualidade evidente. Levantou uma mão até a abertura do decote e começou a desabotoar o jaleco. Fez isso muito devagar, se deleitando com cada botão, como se estivesse desembrulhando um presente… Um presente dedicado a mim. Quando soltou o último, abriu o jaleco e mostrou sua anatomia em todo o esplendor. Exatamente como imaginei, ela estava muito gostosa. Um corpo jovem e firme, suavemente modelado, no qual se destacavam como sinais luminosos os brancos triângulos da calcinha e as taças do sutiã, combinando com as meias cujas ligas apertavam as duras coxas.
Não é o branco minha cor preferida de lingerie, mas aquele conjunto simples sobre seu corpo escultural e em tal situação me pareceu o máximo de tesão. A enfermeira me tinha deixado a mil, e olha que mal havíamos começado. Peguei de novo meu pau e comecei a me masturbar sem tirar os olhos dela.
- Mmm - ela ronronou -, parece que o tratamento está fazendo efeito.
Em seguida, como se lesse meus pensamentos, tirou o jaleco e começou a girar sobre si mesma com uma dança sutil e insinuante, mostrando-se por completo. Tetas empinadas que transbordavam o sutiã, abdômen chapado, bunda firme e arrebitada mal contida pela calcinha minúscula, uma costa com curva perfeita. Definitivamente tinha ganho na loteria.
Ela avançou e parou a alguns centímetros de mim, contorcendo-se como uma cobra. Sem parar de se mexer, levou as mãos às costas e soltou o sutiã. Colocou um dos braços cobrindo os seios antes de deixá-lo cair. Muito devagar foi retirando-o até me permitir apreciar aquelas tetas estupendas que pareciam desafiar a força da gravidade, com seus dois mamilos rosados apontando para minha cara agradecida.
- Como vai? - ela perguntou, olhando para meu pau congestionado e avermelhado - Estamos progredindo?
- Éee... - hesitei - Estou melhor, mas está sendo muito difícil. Não sei se vou conseguir gozar.
- Não vamos desistir. Vamos ter que reforçar a dose do tratamento.
Dito isso, ela segurou a elástico da calcinha com dois dedos e começou a baixá-la, devagar, balançando-se provocativamente. Baixou até as coxas e a deixou cair. Pude perceber o som levíssimo que fez ao roçar o nylon das meias. Admirei hipnotizado o delicioso triângulo de pelos crespos que se movia sinuoso a alguns centímetros do meu nariz. Inspirei forte para captar seu aroma familiar misturado com o perfume sutil que envolvia seu corpo. Fantasiei com a imagem de A enfermeira, nua pela manhã após o banho, aplicando-se gotas de perfume na virilha de maneira coquete e libidinosa.
Ela abriu as coxas e se aproximou ainda mais de mim, colocando suas pernas ao lado das minhas. Minha mão esfregava sem descanso meu pau, agora posicionado bem debaixo da sua buceta. Eu conseguia ver seus lábios molhados e abertos a poucos centímetros da minha cabeça encharcada de porra.
Ela olhou interrogativamente para meu rosto desfigurado e suado. Eu lancei um olhar para meu pau e balancei a cabeça com um gesto significativo de "desculpa, gata, você vai ter que continuar me esquentando". Então ela se virou sem se afastar e colocou suas nádegas redondas na frente do meu rosto. Com as mãos, ela as abriu e me permitiu ver o anel glandular do seu cu, rodeado por um leve halo de pelos quase transparentes que desciam pelo períneo até se encontrarem com os fios encaracolados que adornavam sua fenda suculenta. Meu coração parecia que ia sair pela boca.
— Aaaaaaah… já, já estou gozando! Estou quase…!
Rapidamente, ela pegou o recipiente e o posicionou na frente do meu pau. A ejaculação explodiu vulcânica, como uma descarga elétrica percorrendo-me do baixo ventre até a ponta do pau. Achei que as convulsões violentas iam deslocar todas as articulações do meu corpo.
De maneira muito profissional, a enfermeira esperou até que eu extraísse até a última gota de porra. Quando terminei de espremer a pele do prepúcio sobre a cabeça, caí exausto com um suspiro sobre o assento.
Observei-a recolher seu uniforme com perfeita naturalidade, como se, em vez de um striptease e uma masturbação, ela tivesse feito, sei lá, uma coleta de sangue. Ela ajustou a calcinha e o sutiã, vestiu o jaleco e o abotoou, e certificou-se de que seu cabelo estava no lugar. Pegou o copo com a amostra e saiu pela porta, lembrando-me de passar pela recepção para assinar os formulários. Deleitei-me pela última vez com a visão da sua bunda balançando.
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Não consigo segurar a porra vendo esse relato, sinceramente acho que amanhã vou doar esperma.
Olá! 😊 Estou aqui para traduzir conteúdo adulto do espanhol para o português brasileiro. Por favor, envie o texto que você gostaria que eu traduza.
2 comentários - Doação de Esperma
Quisiera que tu seas la enfermera que me ordeñara princesa!!