Daniela, Deusa do Cu 2

Fizemos isso, e lá ela me contou que era casada, divorciada, que tinha dois filhos que moravam com o pai e que via nos fins de semana, que não tinha um parceiro fixo naquele momento e outras coisas menores. Na real, a Dani era mais doce e simpática do que eu imaginava, e eu tava bobão por ela.

Contei que eu era casado, e ela disse: "Não me surpreende… bombons como você sempre têm dona." Eu caí na risada, um pouco pra agradecer um elogio daqueles e também pela sinceridade e espontaneidade dela. Na mesma hora, retribuí, não com um elogio, mas dizendo, mais ou menos, que tava louco por ela desde o dia que vi ela pela primeira vez… Ela ficou em silêncio… me olhou fixo… e me deu um beijão na boca, molhando tudo com os lábios carnudos e úmidos dela.

A Dani não beijava… ela literalmente comia sua boca, te devorava, te molhava com a saliva, chupava seus lábios e, enquanto beijava, gemia! Era impossível não ficar excitado na hora. Logo propus pra Dani: "Vamos pra outro lugar", deixando claro que queria ir pra um motel que ficava bem perto do bar, na rua Rojas, no centro.

Ela respondeu, bem calma e serena, que preferia deixar pra outro dia, porque naquele momento "não tava preparada". Não quis insistir nos motivos, achando que talvez ela estivesse menstruada… grande foi minha surpresa depois.

Nos despedimos, ela foi pra casa dela, e eu liguei pra ela umas hora e meia depois. Ela atendeu e já foi dizendo que tava toda pelada na cama, que tinha acabado de sair do banho e tava se acariciando pensando em mim. Na hora, falei que queria ir pra casa dela, mas ela respondeu que não, que a gente se veria no dia seguinte.

E, de fato, na manhã seguinte, a gente se encontrou no mesmo bar da tarde anterior, tomamos uns cafés nervosos e apressados… os dois queriam estar juntos na cama. A Dani tinha se vestido com o visual de sempre Calça branca transparente e a tanga Booty-les bem enfiada na bunda dela. As sandálias de salto alto davam aquele toque especialmente erótico, e eu imaginava ela andando nua, de salto e só com a tanga. Saímos andando até o hotel que ficava a duas quadras, entramos e fomos para o quarto. Quando fechei a porta, antes que eu pedisse para ligar o ar-condicionado e ajustar as luzes, a Dani já estava devorando minha boca de beijos, gemendo e se esfregando em mim.

Tirei a blusa que ela usava e apareceram os dois peitos dela (ela não usava sutiã) perfeitos, redondos, com mamilos pequenos e escuros. Aproximei ela do meu corpo, e ela sentiu o volume na barriga dela… se afastou, me olhou sorrindo e disse "que pau você deve ter", e dizendo isso, foi descendo a mão direita até minha virilha.

Nessa altura do campeonato, nem preciso dizer que a Daniela se mostrava uma mulher muito experiente, desinibida ao extremo e disposta a ir tão longe quanto eu propusesse. Já estava fazendo a fantasia de que a bunda dela seria minha e que com certeza ela tinha muita experiência nisso… e eu não estava errado.

Tirei a calça dela, tomando cuidado para não tirar as sandálias… queria vê-la assim. Ela fez o mesmo comigo e, junto com a calça, tirou minha cueca. Antes que eu tivesse tempo, ela se ajoelhou na minha frente e enfiou meu pau na boca dela; não me deu tempo pra nada. Fiquei extasiado, parado na frente dela e observando no espelho da parede a bunda de deusa dela, que se abria totalmente por ela estar ajoelhada no chão e inclinada pra frente.

Pedi pra irmos pra cama, mas antes queria vê-la andar de tanga e sandálias. E foi o que ela fez, rebolando o quadril e empinando a bunda o máximo que podia. Ela parou na frente de uma das paredes espelhadas, se apoiou nela, de costas pra mim, abriu as pernas e levantou a bunda o mais alto que conseguiu. "É isso que você quer?", ela disse, enquanto me olhava com um sorriso quase diabólico. Eu estava literalmente em chamas, me masturbando a piroca, ainda molhada da chupada rápida da Dani.

Ela fez eu me deitar na cama, com a cabeça encostada na parede (quase sentado) e se posicionou entre minhas pernas… pegou minha piroca com as duas mãos enquanto sacudia e me dizia… "sabia que você tinha uma piroca grande, pelo volume que faz, mas não imaginava que era tão linda". Dito isso, começou a chupar devagar, enfiando na boca a cabeça primeiro e depois foi descendo, enquanto com as duas mãos me segurava pela base.

Aos poucos, centímetro por centímetro… foi engolindo tudo e chegou no fundo! Era uma garganta profunda e chupava como uma mestra!!!! Enquanto enfiava minha piroca na boca, gemia forte, gozava chupando e babava pelos cantos dos lábios.

De vez em quando, tirava da boca, enquanto um fio de baba escorria dos lábios dela, olhava, pegava com as duas mãos e passava a língua na cabeça e na parte da piroca que sobrava das mãos. Eu não acreditava que estava com uma deusa dessas, mas o show tava só começando.

Me virei de lado e me posicionei pra fazer um 69, com ela por cima, enquanto tirava a tanga dela. Apareceu na minha frente toda a buceta completamente depilada e molhada pra caralho. Comecei a chupar os lábios da buceta dela, a passar a língua no clitóris, enquanto ela molhava minha cara toda com os sucos dela. Era inacreditável como a Dani ficava molhada e o cheiro de mulher gostosa tomava o quarto inteiro.

Ao mesmo tempo, ela caprichava em chupar minha piroca de um jeito que nunca tinham feito antes, descendo suavemente até a base, subindo devagar de novo e deixando minha piroca toda coberta de saliva.

Enquanto eu chupava a buceta dela, observava o cu aberto, tinha só a marquinha da tanga quando pegava sol, um triângulo pequeno mais claro que o resto da pele. Me atrevi mais e, levantando a cabeça, cheguei no buraco do cu dela. Observei ele extasiado.

Apesar da pele morena, ela tinha aquele cu rosado, bem aberto já, sinal de que usava ele com frequência, já que se oferecia como uma boca sedenta. Passei a língua, primeiro nas bordas, depois fui focando a ação no buraco em si e, lentamente, comecei a enfiar a língua nele. Eu já tinha feito outros beijos negros antes, mas nunca encontrei um cu tão bem aberto, limpo, impecável, sem nenhum fio de cabelo, nada, e nunca antes minha língua tinha penetrado tão fundo na bunda de mulher alguma.

Daniela, sem tirar meu pau da boca, já não gemia, mas gritava diretamente, mas o som saía abafado por ter, justamente, a boca e a garganta bem cheias do meu pau, que a essa altura dos acontecimentos tinha ficado imenso.

De novo comecei a lamber o clitóris dela, recebendo os sucos na minha boca, enquanto enfiava um dedo no cu dela, que molhei antes na buceta dela. Meu dedo deslizou fácil pra dentro e comecei a mexer, enquanto lambia furiosamente o clitóris dela. Vendo que a Dani ficava louca com isso, enfiei dois dedos e, logo em seguida, três. O cu dela se abria generosamente, aceitando o que quer que colocassem. Já nem precisava perguntar pra Daniela se podia meter no cu dela... com certeza ela tava pedindo aos berros, e meu pau, apesar de ser muito comprido e muito grosso, pelo que eu via, sem dúvida ia caber na bunda dela, que já tava totalmente aberta e lubrificada pelos sucos dela.

Saí daquela posição e coloquei a Dani de quatro, enquanto tentava colocar uma camisinha. Quando consegui, seja por nervoso ou por falta de costume (de não ter sexo casual), a questão é que perdi a firmeza da ereção. A Dani me olhou, sorriu e disse "vamos fazer sem camisinha, você me passa confiança", enquanto tirava ela de uma vez. Sei que não é o recomendado, não ter esses cuidados e ainda mais no primeiro encontro, mas o negócio é que a Dani também me passou confiança e eu não coloquei objeção alguma. Ficamos ambos ajoelhados, frente a frente na cama, enquanto Dani acariciava minha pica. Ela me perguntou: "Quer enfiar no meu cu?" Minha cara deve ter sido igual à de um moleque que perguntam se ele quer ganhar um brinquedo, porque Dani caiu na risada na hora.

Na sequência, Daniela completou (enquanto me masturbava com as duas mãos): "por isso ontem eu falei que não tava preparada; adoro sexo anal e gosto de fazer uma lavagem antes, pra ficar bem limpinha." Eu tava literalmente louco, tesudo pra caralho e ainda mais por saber que tava diante de uma mulher que curtia sexo anal, que não se assustava com o tamanho da minha pica e que, ainda por cima, fazia lavagem pra se preparar... uma expert!!!

Dani pegou da bolsa, que tinha ficado em cima da mesinha de cabeceira, um pote de gel (outra surpresa) e passou generosamente na minha pica, que já tava com a cabeça inchada e as veias bem marcadas, com uma dureza fora do normal, resultado de um tempão chupando e me masturbando.

Ao mesmo tempo, eu passava gel no cu de Dani, enfiando dois dedos e depois três, queria dilatar bem a bunda dela, lubrificar bastante, pra penetração ser bem funda e sem dor.

Na hora, Dani se virou, ainda ajoelhada, me oferecendo toda aquela bunda linda, as nádegas totalmente abertas, assim como o cu dela. Encostei a cabeça da pica no buraco e empurrei de leve... na mesma hora entrou um bom pedaço e Dani soltou um gemido longo.

Me inclinei um pouco pra frente, pra pegar nos peitos dela, os bicos estavam duros, eretos. Dani começou a se mexer, bem devagar, empurrando pra trás e depois saindo, rodava o quadril pros lados e empurrava de novo, enfiando, centímetro por centímetro, minha pica no cu dela. Já tinha mais da metade pra dentro e tudo indicava que ia ser uma foda anal como nunca.

Me inclinei mais pra frente, por cima das costas dela, e mordi de leve o pescoço dela, na nuca. Dani reagiu maravilhosamente, foi como um gatilho que disparou tudo. A luxúria dela.

Gritou "me morde mais" e empurrou o corpo todo pra trás, enterrando completamente minha pica na bunda dela. Dani gemia e gritava, babava toda, balbuciava palavras que eu não conseguia entender e se mexia como se estivesse possuída por algum demônio do sexo.

Minha pica abria caminho pelo cu dela e, ao olhar pra baixo, via como o esfíncter dela esticava e devorava meu tronco até os pelos. Dani era, sem dúvida, uma mestra do anal, uma deusa do sexo e tava provando isso de verdade.

Logo a bunda da Dani abriu tanto que minha pica entrava e saía com uma facilidade incrível, nunca tinha conseguido fazer isso com outra mulher, aliás, muitas vezes nem conseguia colocar a metade... nos casos em que me deixavam tentar.

Comecei a tirar ela toda, pra meter de novo até o fundo; ao tirar, via a bunda dela totalmente aberta e vermelha, era uma boca faminta que engolia tudo que colocassem nela. Nunca tinha estado com uma mulher com uma dilatação anal assim, Daniela era algo incrível e linda.

Dani foi aumentando os gemidos e gritos, pedindo pra eu continuar mordendo a nuca dela, enquanto com uma das mãos se masturbava feito uma louca. Arqueou mais as costas e abriu mais as nádegas, como se ainda faltasse entrar mais um pouco da minha pica enorme, e soltou um grito longo e agudo, enquanto pedia "mais, mais, mais"; imediatamente começou a dizer "tô gozando que nem uma puta" com a voz trêmula por causa dos gemidos e gritos.

Na mesma hora, comecei a ter um orgasmo violento e sentia jorros de porra saindo de mim, que logo começaram a escorrer pelas laterais da bunda aberta da Dani, cada vez que eu tirava minha pica pra meter com mais força.

Assim gozamos os dois, entre gritos e gemidos, falando coisas irreproduzíveis, próprias do calor do momento. Eu desabei nas costas da Dani, que passou de joelhos na cama pra se deitar, enquanto ofegava e gemia baixinho, que nem uma vadiazinha.

Dani tava toda Costas molhadas de suor e meu peito colava no corpo dela. A cama, debaixo da barriga dela, tava completamente encharcada……eram os fluidos dela, ela tinha gozado igual um bicho no cio. Dani era algo totalmente único, linda pra caralho, gostosa, simpática, uma bunda que era um sonho, viciada em anal, garganta profunda e gozava que nem uma besta!!!!!!!!! ¡¡¡¡Não dava pra pedir mais!!!!!

Quando tirei meu pau do cu da Dani, o espetáculo não podia ser melhor: a buceta tava aberta de um jeito que acho que qualquer pau entrava, qualquer coisa, totalmente vermelha, molhada, cheia da minha porra, que escorria um pouco. Uma boca faminta, que tinha comido um pau bem grosso e comprido, mas eu percebia que não era tudo que ela conseguia comer. Com certeza aquele cu pedia mais.

Depois de dar uma pausa os dois, a gente fez de novo e depois ficamos conversando um tempão. Foi aí que Dani me contou que o ex-marido dela tinha iniciado ela no anal, que ela tinha tido muitas experiências ao longo dos anos, até fazendo ménage (HMH), que tinha experimentado e curtido muito uma dupla penetração e que hoje em dia, saía de vez em quando com um vizinho do prédio dela, que ela chamava de "pau de banana" porque, segundo ela, ele tinha o pau curvado pra cima, igual a fruta. Ela me contou até que o "pau de banana" tinha comido ela no cu, no próprio patamar do prédio, mas pegando ela por trás e colocando as pernas dela (as da Dani) em volta da cintura dele. Sem dúvida uma posição mais que desconfortável, ainda mais em pé, mas Dani se divertia pra caralho enquanto me contava. Também me contou que gostava de ser amarrada na cama e ter os olhos vendados (uma verdadeira sadomasoquista, pensei comigo).

Finalmente, já na maior confiança, Dani me disse que gostava de brincar, na casa dela, com todo tipo de vibrador e que tinha um bem grande (quase do tamanho do seu pau, ela acrescentou, talvez pra agradar) com o qual tinha orgasmos anais enormes……eu ouvia tudo isso totalmente Extasiado. Não podia acreditar que tinha encontrado uma amante tão gostosa.

4 comentários - Daniela, Deusa do Cu 2

Este relato es muy similar al que me pasó con una chica q se llama Dani también, como extraño hacerle el orto!!!!