A mesa da oficina do Seu Braulio (2)
Depois que o Seu Braulio me arrombou a buceta em cima da mesa da oficina dele, ele ainda me guardava uma surpresa muito especial.
Oi de novo, sou a Gabriela. Vocês devem lembrar do meu outro relato onde contei sobre o Seu Braulio, o homem que trabalhava na oficina da esquina, e como depois de tanta provocação com minhas roupinhas justas no ponto de ônibus ele me arrombou a buceta em algumas ocasiões em cima da mesa da oficina.
Bem, continuando, acontece que depois de terminar aquele dia de puro sexo à tarde e à noite, o Seu Braulio me chamou pra voltar no sábado à tarde, na hora da sesta. Ele deixou bem claro pra eu vir vestida com a roupa de sempre, porque dizia que isso enlouquecia ele. Além disso, falou que ia me preparar uma surpresa muito especial.
Bem tarde da noite eu fui embora de lá com uma arrancada danada na buceta, ainda sentindo o esperma quente dele lá dentro, e com muita dificuldade pra andar. Ele realmente tinha me destruído toda, bom, meu cu.
Nos dias seguintes antes do sábado, eu ia pra faculdade e no ponto de ônibus via o Seu Braulio me sorrindo ou fazendo gestos como quem diz que me esperava no sábado. Também percebi que o amigo dele, nos dias que estava lá, me olhava como se fosse cúmplice, como se soubesse o que tinham feito comigo. Será que o Seu Braulio tinha contado pra ele?
Pois então chegou o tão esperado sábado à tarde, e nesse dia e nessa hora as pessoas do bairro estão tirando a sesta, não tem uma alma na rua.
Então fui me preparar, pensando na surpresa do Seu Braulio. Tava ansiosa, escolhendo o que vestir, até que me decidi pelo seguinte. Na parte de cima, uma regatinha bem justa de lycra roxa de manga comprida e por cima outra regata de manga curta, só isso porque naquele dia tava fazendo um calorzinho. Na parte de baixo, uma das minhas leggings favoritas, bem chamativa. Aproveitei que meus pais não estavam em casa e não ia ter que aturar ninguém. Os sermões dele eram umas calças legging de lycra semi brilhante, cor branca, tão justas que não tinham nenhuma ruga, totalmente coladas no meu corpo. E adivinhem só, decidi não usar calcinha, minha surpresinha pro Dom Braulio. Bom, finalmente coloquei um par de polainas pretas, pra contrastar com o branco das leggings, nas minhas panturrilhas e tornozelos, e os tênis brancos esportivos. WOOW, eu realmente ia sair na rua assim? Tinha que ter cuidado e chegar rápido na oficina, não queria que ninguém me visse tão chamativa, então, por via das dúvidas, um moletom pra tampar a rabeta.
Lá pelas 15h, saí apressada pra oficina, olhando pra todos os lados, nervosa. Mas me acalmei ao chegar na porta dos fundos da oficina, estava aberta, ele realmente estava me esperando. Fui pelo corredor e bati na porta pedindo licença, tirei o moletom e coloquei nos ombros. A porta se abriu e entrei na oficina do Dom Braulio, lá estava ele, mas não estava sozinho, estava com o amigo que trabalhava alguns dias com ele. Então os dois me olharam com satisfação, sem falar, calados por uns segundos. Dom Braulio quebrou o silêncio e me cumprimentou, me apresentando ao Ricardo. Eu estava petrificada, o que significava tudo aquilo? Ele era a surpresa que ele tinha preparado pra mim?
Então ‘Ricardo’ se aproximou de mim, levantou suavemente meu queixo pra eu olhar nos olhos dele, uns olhos escuros brilhantes com um olhar tão intenso que me fez sentir uma descarga elétrica percorrendo todo o meu corpo e ele disse; ‘Então você é a Gaby, já tinha te visto antes pelo bairro, especialmente ali fora, no ponto, mas olha só, que gostosa você tá vestida assim, e com essa roupinha vou pensar que tô comendo as meninas da GNC da estrada’, e os dois riram. A voz dele era muito grossa e rouca, soava muito máscula, ele percebeu que eu tava bobona e se inclinou pra me dar um beijo na boca como nunca tinham me dado antes, ele enfiou a língua e com ela percorria minha boca, ao mesmo Tempo atrás, pegou a minha e mordia e chupava com doçura, eu fechei os olhos sentindo um turbilhão de emoções me sacudir toda, aquele homem estava me deixando a mil.
Então ele tirou meu moletom dos ombros e desceu as mãos pelas minhas costas até minha bunda, acariciou e deslizou pela fenda da minha raba, me agarrava e acariciava a raba enfiando os dedos entre minhas nádegas para esfregar meu cuzinho e a boceta por cima da roupa, minha respiração acelerou e não consegui evitar soltar uns gemidinhos de tão excitada que ele me deixava, então ele disse: 'Que raba que você tem, mamãe, gordinha, redondinha e macia, parece dois docinhos deliciosos, eu também quero saborear sua bunda gostosa, nena', até então lembrei que o Dom Braulio também estava com a gente, pois naquele momento ele se ajoelhou atrás de mim comentando: 'Viu que putas que as meninas de hoje são?, a roupa que essas putas usam, não têm consciência de nada, olha, olha essas calças, estão enfiadas na bunda' e então senti o rosto dele na minha bunda me beijando as nádegas e percorrendo elas com a língua.
Ricardo riu e o corrigiu: 'Haha, Não, que calças, são leggings, chamam leggings porque se encaixam bem no cu. Dom Braulio não respondeu, estava ocupado com minha bundinha então Ricardo aproveitou para puxar uma cadeira e sentar na minha frente, enquanto o chefe dele beijava minha raba e me apalpava à vontade, ele esfregava o pau dele que parecia um volume enorme prestes a rasgar a calça jeans e eu não conseguia desviar o olhar dele, como queria conhecer logo aquela pica, poder provar entre meus lábios e depois sentir ela completamente dentro de mim, me penetrando sem piedade igual Dom Braulio fazia e ao que já estava acostumada.
Finalmente ele desabotoou a calça e de dentro da cueca deixou pular uma pica enorme completamente ereta, era uma pica linda; tão grande quanto a do Dom Braulio mas mais grossa e cabeçuda. Então ele disse; 'Olha que caramelo gostoso que eu tenho pra você, gata, vem chupar isso que já tô vendo como você tá com vontade’. Eu não aguentei mais e me inclinei na frente dele, apoiando as mãos nas pernas dele pra receber aquela beleza de pau na minha boquinha. Sem esperar mais, comecei a chupar ele do jeito mais gostoso que podia, enquanto ficava de quatro na frente do Dom Braulio, mostrando minha bunda linda completamente à disposição dele, porque minha calça legging marcava ela na perfeição, tão colada na minha pele macia que tinha virado uma visão que era, com certeza, um convite irresistível pra me foder e me penetrar com a mesma força que um garanhão come a mulher dele.
Claro que ele não esperou mais, afrouxou o cinto e das calças dele libertou o pau enorme, ansioso pra me penetrar, e enquanto acariciava minhas nádegas, disse: ‘Assim que eu queria te ver, sua puta enorme, de quatro e chupando pau, agora você vai ver o que é ser bem comida por dois filhos da puta, vamos encher seus buracos de pau ao mesmo tempo, gata’. Com os dedos, ele acariciou minha virilha, notando a ausência da minha calcinha. ‘Mas você é uma puta mesmo! Não tem nada por baixo, realmente tava preparada pra isso.’ Ele foi não sei pra onde e voltou com um canivete, eu me assustei, mas Ricardo me manteve quieta. Senti o Dom Braulio fazer um buraco na altura do meu cu, cortando minha legging.
Pra finalmente começar a meter devagar, mas sem parar, como eu já tinha contado antes, ele não tinha nenhum tipo de consideração por mim, e dessa vez não ia ser exceção, ainda mais vendo como eu devorava o pau do amigo dele. Devagar, ele foi metendo tudo, e eu com minha raba bem levantada fui recebendo aos poucos até ter ele completamente dentro do meu cu, não cabia nem mais um milímetro de pau. Aqueles dois homens me deixaram nas nuvens, imaginem só: enquanto um me tinha na frente dele, chupando o membro dele como uma menina gulosa, o outro por trás
metia o pau à vontade, e Quanto mais forte o Dom Braulio me bombava, mais gostoso eu chupava o Ricardo. Os dois juntos estavam me dando a melhor trepada da minha vida, e eu me sentia possuída como uma verdadeira puta.
Ricardo falou pro Dom Braulio: ‘Devagar, chefe, mete devagar, não enfia tudo, só dá com a cabeça, vamos fazer essa puta gemer por um bom tempo’. Aí ele diminuiu o ritmo das estocadas, enfiando e tirando só a cabeça do pau bem devagar, enquanto Ricardo segurava minha cara e me movia pra cima e pra baixo rapidamente, até me levar a um ritmo enlouquecedor que me fazia gemer e grunhir de prazer. De repente, senti o Ricardo encher minha boca com o leite quente dele, era mais grosso e mais abundante que o do chefe dele. Tentei engolir tudo, mas escorria pelos meus lábios, então continuei chupando até acabar com todo o leite dele e deixar o pau bem limpinho. Dom Braulio parou de me bombar, me levantaram, e Ricardo me virou pra que minha bunda ficasse na cara dele. Agora era ele quem comia meu cu e alargava o buraco da lycra, usava a palavra: buceta, me chupava com muita vontade e enfiava a língua nos meus buracos, brincando com eles de um jeito muito excitante, enquanto Dom Braulio me beijava na boca apaixonadamente. Ele desabotoou a camisa e foi descendo meu rosto devagar pelo peito peludo dele, me mandou beijar os mamilos, e eu chupei e mordisquei com gosto. Ele continuou descendo meu rosto até o pau bem duro e grandão dele, e eu, sem hesitar, meti na minha boca e chupei tanto quanto o Ricardo pra ele não ficar com ciúmes.
Enquanto isso, Ricardo me pegou forte pelos cabelos da nuca com uma mão, me obrigou a abrir um pouco as pernas, batendo nos meus tornozelos, e me segurando pela cintura, foi me abaixando devagar até o pau dele. Ele encaixou entre minhas nádegas, deixando eu sentir a cabeçona na entrada do meu cu, tentou meter, mas era grosso demais pro meu buraquinho, apesar de que Entre os dois, já tinham dilatado bem o meu esfíncter, aí ele falou: ‘Vamos, nena, abre esse teu cu pra mim, porque já quero meter essa pica até o fundo, vou encher teu cu de pura pica, sua puta. O chefe já me contou como ele te arrombou o cu, agora vai dar pra mim, sabia?’, ele foi descendo e subindo devagar, dando batidinhas na minha bunda com a cabeça do pau até conseguir enfiar. Eu gemia e arfava forte, porque tava doendo pra caralho, e eu mesma abria minhas nádegas com as mãos, cooperando pra ele me penetrar, porque não queria que ele parasse. De repente, sem mais nem menos, ele me sentou de uma vez em cima do pau, enfiando violentamente, me fez gritar de dor, mas meus gritos abafavam porque o Dom Braulio segurava meu rosto e não tirava o pau da minha boca. As lágrimas escorriam enquanto eu me agarrava com força nas calças do Ricardo. Já com o pau dentro de mim, ele disse: ‘Pronto, nena, já entrou tudo, viu que cabe inteiro? Uhyuhyuhy, que cu gostoso que você tem, puta, é o cu mais apertado e pequeno que já comi na vida, e olha que já comi vários putinhos por aí, não é, chefe?... Agora rebola, mami, quero ver como você se mexe no meu pau.’ Mesmo sentindo muita dor, não queria decepcioná-lo, então comecei a subir e descer devagar naquela pica enorme, era mais grossa que o gargalo de uma garrafa de cerveja, mas aos poucos a dor foi sumindo e virando um prazer sem igual. Lembrando do que o Dom Braulio já tinha me ensinado, eu mesma abria as nádegas pra engolir o máximo de pica que pudesse, e quando subia, apertava com força pra prender o pau dele e fazê-lo gemer de prazer. Ele exclamava e dizia: ‘Assim, nena, ah, assim, mami, uhy, como você come bem, puta, tem um cu guloso pra caralho’, e falou pro Dom Braulio: ‘Porra, chefe, nunca comi uma puta tão gostosa quanto essa.’ Levantei meus olhos pra olhar pro Dom Braulio sem parar de chupar a pica dele e ele sorriu pra mim, satisfeito.
Eu também tava gozando pra caralho, me sentir sendo comida por aqueles dois homens me deixava louca de prazer, não queria que tirassem as picas de dentro de mim nunca! Aí Ricardo começou a me subir e descer mais rápido e, ofegando forte, me perguntou: ‘Quer que eu encha teu cu de porra, sua puta?’ e eu, com a pica do Dom Braulio na boca, respondi o único que podia dizer naquele estado de excitação: ‘Aham, sshhíí uhum’ e balançava a cabeça que sim, ele gemia de prazer enquanto gozava dentro de mim e naquele momento eu comecei a jorrar porra e sentir as contrações no pau do Dom Braulio e um jorro enorme de porra inundou minha boca, eu engoli toda a porra que consegui enquanto ouvia Dom Braulio me dizer: ‘Assim, puta, engole porra, isso te dá tesão, né? Que a gente te encha de porra pela boca e pelo cu, então engole tudo, porque pra isso você é minha puta, pra eu te comer e te encher de porra quando eu quiser!’, e Ricardo completou: ‘Que cu que você tem, filha da puta, dá pra ver que você ama pica, né? Já é uma puta bem feita, que nada, você é putíssima’. E eles tinham razão, porque naquele momento eu me sentia a garota mais puta e mais feliz do mundo. Ainda faltavam algumas horas pra amanhecer, então os dois continuaram me comendo pelo resto da noite de todas as formas e posições que quiseram, até que finalmente me comeram pela buceta, esse foi o Ricardo, naquela noite comi pica como nunca e engoli porra até me fartar, terminei exausta porque nunca imaginei a surra de pau que aqueles dois homens me dariam. Continua?
Depois que o Seu Braulio me arrombou a buceta em cima da mesa da oficina dele, ele ainda me guardava uma surpresa muito especial.
Oi de novo, sou a Gabriela. Vocês devem lembrar do meu outro relato onde contei sobre o Seu Braulio, o homem que trabalhava na oficina da esquina, e como depois de tanta provocação com minhas roupinhas justas no ponto de ônibus ele me arrombou a buceta em algumas ocasiões em cima da mesa da oficina.
Bem, continuando, acontece que depois de terminar aquele dia de puro sexo à tarde e à noite, o Seu Braulio me chamou pra voltar no sábado à tarde, na hora da sesta. Ele deixou bem claro pra eu vir vestida com a roupa de sempre, porque dizia que isso enlouquecia ele. Além disso, falou que ia me preparar uma surpresa muito especial.
Bem tarde da noite eu fui embora de lá com uma arrancada danada na buceta, ainda sentindo o esperma quente dele lá dentro, e com muita dificuldade pra andar. Ele realmente tinha me destruído toda, bom, meu cu.
Nos dias seguintes antes do sábado, eu ia pra faculdade e no ponto de ônibus via o Seu Braulio me sorrindo ou fazendo gestos como quem diz que me esperava no sábado. Também percebi que o amigo dele, nos dias que estava lá, me olhava como se fosse cúmplice, como se soubesse o que tinham feito comigo. Será que o Seu Braulio tinha contado pra ele?
Pois então chegou o tão esperado sábado à tarde, e nesse dia e nessa hora as pessoas do bairro estão tirando a sesta, não tem uma alma na rua.
Então fui me preparar, pensando na surpresa do Seu Braulio. Tava ansiosa, escolhendo o que vestir, até que me decidi pelo seguinte. Na parte de cima, uma regatinha bem justa de lycra roxa de manga comprida e por cima outra regata de manga curta, só isso porque naquele dia tava fazendo um calorzinho. Na parte de baixo, uma das minhas leggings favoritas, bem chamativa. Aproveitei que meus pais não estavam em casa e não ia ter que aturar ninguém. Os sermões dele eram umas calças legging de lycra semi brilhante, cor branca, tão justas que não tinham nenhuma ruga, totalmente coladas no meu corpo. E adivinhem só, decidi não usar calcinha, minha surpresinha pro Dom Braulio. Bom, finalmente coloquei um par de polainas pretas, pra contrastar com o branco das leggings, nas minhas panturrilhas e tornozelos, e os tênis brancos esportivos. WOOW, eu realmente ia sair na rua assim? Tinha que ter cuidado e chegar rápido na oficina, não queria que ninguém me visse tão chamativa, então, por via das dúvidas, um moletom pra tampar a rabeta.
Lá pelas 15h, saí apressada pra oficina, olhando pra todos os lados, nervosa. Mas me acalmei ao chegar na porta dos fundos da oficina, estava aberta, ele realmente estava me esperando. Fui pelo corredor e bati na porta pedindo licença, tirei o moletom e coloquei nos ombros. A porta se abriu e entrei na oficina do Dom Braulio, lá estava ele, mas não estava sozinho, estava com o amigo que trabalhava alguns dias com ele. Então os dois me olharam com satisfação, sem falar, calados por uns segundos. Dom Braulio quebrou o silêncio e me cumprimentou, me apresentando ao Ricardo. Eu estava petrificada, o que significava tudo aquilo? Ele era a surpresa que ele tinha preparado pra mim?
Então ‘Ricardo’ se aproximou de mim, levantou suavemente meu queixo pra eu olhar nos olhos dele, uns olhos escuros brilhantes com um olhar tão intenso que me fez sentir uma descarga elétrica percorrendo todo o meu corpo e ele disse; ‘Então você é a Gaby, já tinha te visto antes pelo bairro, especialmente ali fora, no ponto, mas olha só, que gostosa você tá vestida assim, e com essa roupinha vou pensar que tô comendo as meninas da GNC da estrada’, e os dois riram. A voz dele era muito grossa e rouca, soava muito máscula, ele percebeu que eu tava bobona e se inclinou pra me dar um beijo na boca como nunca tinham me dado antes, ele enfiou a língua e com ela percorria minha boca, ao mesmo Tempo atrás, pegou a minha e mordia e chupava com doçura, eu fechei os olhos sentindo um turbilhão de emoções me sacudir toda, aquele homem estava me deixando a mil.
Então ele tirou meu moletom dos ombros e desceu as mãos pelas minhas costas até minha bunda, acariciou e deslizou pela fenda da minha raba, me agarrava e acariciava a raba enfiando os dedos entre minhas nádegas para esfregar meu cuzinho e a boceta por cima da roupa, minha respiração acelerou e não consegui evitar soltar uns gemidinhos de tão excitada que ele me deixava, então ele disse: 'Que raba que você tem, mamãe, gordinha, redondinha e macia, parece dois docinhos deliciosos, eu também quero saborear sua bunda gostosa, nena', até então lembrei que o Dom Braulio também estava com a gente, pois naquele momento ele se ajoelhou atrás de mim comentando: 'Viu que putas que as meninas de hoje são?, a roupa que essas putas usam, não têm consciência de nada, olha, olha essas calças, estão enfiadas na bunda' e então senti o rosto dele na minha bunda me beijando as nádegas e percorrendo elas com a língua.
Ricardo riu e o corrigiu: 'Haha, Não, que calças, são leggings, chamam leggings porque se encaixam bem no cu. Dom Braulio não respondeu, estava ocupado com minha bundinha então Ricardo aproveitou para puxar uma cadeira e sentar na minha frente, enquanto o chefe dele beijava minha raba e me apalpava à vontade, ele esfregava o pau dele que parecia um volume enorme prestes a rasgar a calça jeans e eu não conseguia desviar o olhar dele, como queria conhecer logo aquela pica, poder provar entre meus lábios e depois sentir ela completamente dentro de mim, me penetrando sem piedade igual Dom Braulio fazia e ao que já estava acostumada.
Finalmente ele desabotoou a calça e de dentro da cueca deixou pular uma pica enorme completamente ereta, era uma pica linda; tão grande quanto a do Dom Braulio mas mais grossa e cabeçuda. Então ele disse; 'Olha que caramelo gostoso que eu tenho pra você, gata, vem chupar isso que já tô vendo como você tá com vontade’. Eu não aguentei mais e me inclinei na frente dele, apoiando as mãos nas pernas dele pra receber aquela beleza de pau na minha boquinha. Sem esperar mais, comecei a chupar ele do jeito mais gostoso que podia, enquanto ficava de quatro na frente do Dom Braulio, mostrando minha bunda linda completamente à disposição dele, porque minha calça legging marcava ela na perfeição, tão colada na minha pele macia que tinha virado uma visão que era, com certeza, um convite irresistível pra me foder e me penetrar com a mesma força que um garanhão come a mulher dele.
Claro que ele não esperou mais, afrouxou o cinto e das calças dele libertou o pau enorme, ansioso pra me penetrar, e enquanto acariciava minhas nádegas, disse: ‘Assim que eu queria te ver, sua puta enorme, de quatro e chupando pau, agora você vai ver o que é ser bem comida por dois filhos da puta, vamos encher seus buracos de pau ao mesmo tempo, gata’. Com os dedos, ele acariciou minha virilha, notando a ausência da minha calcinha. ‘Mas você é uma puta mesmo! Não tem nada por baixo, realmente tava preparada pra isso.’ Ele foi não sei pra onde e voltou com um canivete, eu me assustei, mas Ricardo me manteve quieta. Senti o Dom Braulio fazer um buraco na altura do meu cu, cortando minha legging.
Pra finalmente começar a meter devagar, mas sem parar, como eu já tinha contado antes, ele não tinha nenhum tipo de consideração por mim, e dessa vez não ia ser exceção, ainda mais vendo como eu devorava o pau do amigo dele. Devagar, ele foi metendo tudo, e eu com minha raba bem levantada fui recebendo aos poucos até ter ele completamente dentro do meu cu, não cabia nem mais um milímetro de pau. Aqueles dois homens me deixaram nas nuvens, imaginem só: enquanto um me tinha na frente dele, chupando o membro dele como uma menina gulosa, o outro por trás
metia o pau à vontade, e Quanto mais forte o Dom Braulio me bombava, mais gostoso eu chupava o Ricardo. Os dois juntos estavam me dando a melhor trepada da minha vida, e eu me sentia possuída como uma verdadeira puta.
Ricardo falou pro Dom Braulio: ‘Devagar, chefe, mete devagar, não enfia tudo, só dá com a cabeça, vamos fazer essa puta gemer por um bom tempo’. Aí ele diminuiu o ritmo das estocadas, enfiando e tirando só a cabeça do pau bem devagar, enquanto Ricardo segurava minha cara e me movia pra cima e pra baixo rapidamente, até me levar a um ritmo enlouquecedor que me fazia gemer e grunhir de prazer. De repente, senti o Ricardo encher minha boca com o leite quente dele, era mais grosso e mais abundante que o do chefe dele. Tentei engolir tudo, mas escorria pelos meus lábios, então continuei chupando até acabar com todo o leite dele e deixar o pau bem limpinho. Dom Braulio parou de me bombar, me levantaram, e Ricardo me virou pra que minha bunda ficasse na cara dele. Agora era ele quem comia meu cu e alargava o buraco da lycra, usava a palavra: buceta, me chupava com muita vontade e enfiava a língua nos meus buracos, brincando com eles de um jeito muito excitante, enquanto Dom Braulio me beijava na boca apaixonadamente. Ele desabotoou a camisa e foi descendo meu rosto devagar pelo peito peludo dele, me mandou beijar os mamilos, e eu chupei e mordisquei com gosto. Ele continuou descendo meu rosto até o pau bem duro e grandão dele, e eu, sem hesitar, meti na minha boca e chupei tanto quanto o Ricardo pra ele não ficar com ciúmes.
Enquanto isso, Ricardo me pegou forte pelos cabelos da nuca com uma mão, me obrigou a abrir um pouco as pernas, batendo nos meus tornozelos, e me segurando pela cintura, foi me abaixando devagar até o pau dele. Ele encaixou entre minhas nádegas, deixando eu sentir a cabeçona na entrada do meu cu, tentou meter, mas era grosso demais pro meu buraquinho, apesar de que Entre os dois, já tinham dilatado bem o meu esfíncter, aí ele falou: ‘Vamos, nena, abre esse teu cu pra mim, porque já quero meter essa pica até o fundo, vou encher teu cu de pura pica, sua puta. O chefe já me contou como ele te arrombou o cu, agora vai dar pra mim, sabia?’, ele foi descendo e subindo devagar, dando batidinhas na minha bunda com a cabeça do pau até conseguir enfiar. Eu gemia e arfava forte, porque tava doendo pra caralho, e eu mesma abria minhas nádegas com as mãos, cooperando pra ele me penetrar, porque não queria que ele parasse. De repente, sem mais nem menos, ele me sentou de uma vez em cima do pau, enfiando violentamente, me fez gritar de dor, mas meus gritos abafavam porque o Dom Braulio segurava meu rosto e não tirava o pau da minha boca. As lágrimas escorriam enquanto eu me agarrava com força nas calças do Ricardo. Já com o pau dentro de mim, ele disse: ‘Pronto, nena, já entrou tudo, viu que cabe inteiro? Uhyuhyuhy, que cu gostoso que você tem, puta, é o cu mais apertado e pequeno que já comi na vida, e olha que já comi vários putinhos por aí, não é, chefe?... Agora rebola, mami, quero ver como você se mexe no meu pau.’ Mesmo sentindo muita dor, não queria decepcioná-lo, então comecei a subir e descer devagar naquela pica enorme, era mais grossa que o gargalo de uma garrafa de cerveja, mas aos poucos a dor foi sumindo e virando um prazer sem igual. Lembrando do que o Dom Braulio já tinha me ensinado, eu mesma abria as nádegas pra engolir o máximo de pica que pudesse, e quando subia, apertava com força pra prender o pau dele e fazê-lo gemer de prazer. Ele exclamava e dizia: ‘Assim, nena, ah, assim, mami, uhy, como você come bem, puta, tem um cu guloso pra caralho’, e falou pro Dom Braulio: ‘Porra, chefe, nunca comi uma puta tão gostosa quanto essa.’ Levantei meus olhos pra olhar pro Dom Braulio sem parar de chupar a pica dele e ele sorriu pra mim, satisfeito.
Eu também tava gozando pra caralho, me sentir sendo comida por aqueles dois homens me deixava louca de prazer, não queria que tirassem as picas de dentro de mim nunca! Aí Ricardo começou a me subir e descer mais rápido e, ofegando forte, me perguntou: ‘Quer que eu encha teu cu de porra, sua puta?’ e eu, com a pica do Dom Braulio na boca, respondi o único que podia dizer naquele estado de excitação: ‘Aham, sshhíí uhum’ e balançava a cabeça que sim, ele gemia de prazer enquanto gozava dentro de mim e naquele momento eu comecei a jorrar porra e sentir as contrações no pau do Dom Braulio e um jorro enorme de porra inundou minha boca, eu engoli toda a porra que consegui enquanto ouvia Dom Braulio me dizer: ‘Assim, puta, engole porra, isso te dá tesão, né? Que a gente te encha de porra pela boca e pelo cu, então engole tudo, porque pra isso você é minha puta, pra eu te comer e te encher de porra quando eu quiser!’, e Ricardo completou: ‘Que cu que você tem, filha da puta, dá pra ver que você ama pica, né? Já é uma puta bem feita, que nada, você é putíssima’. E eles tinham razão, porque naquele momento eu me sentia a garota mais puta e mais feliz do mundo. Ainda faltavam algumas horas pra amanhecer, então os dois continuaram me comendo pelo resto da noite de todas as formas e posições que quiseram, até que finalmente me comeram pela buceta, esse foi o Ricardo, naquela noite comi pica como nunca e engoli porra até me fartar, terminei exausta porque nunca imaginei a surra de pau que aqueles dois homens me dariam. Continua?
8 comentários - Oficina do Seu Braulio (2)
no se si es trolo o no, pero esta bueno
no tiene nada que ver si te la comes o no, copiar y pegar son actividades donde no influye tener el culo roto o sano 🙂