Oficina do Seu Braulio

A mesa da oficina do Seu Braulio

"O que eu não sabia naquele momento era que exatamente ali iam me abrir de pernas pra arrombarem minha buceta."

Meu nome é Gabriela "Gaby" e vou contar o que aconteceu comigo ano passado no meu bairro, eu tinha 19 anos. Acontece que duas casas da onde eu moro tem uma oficina onde trabalha um homem. O nome dele é Seu Braulio e ele é um homem grande, forte e moreno, devia ter uns 45 anos. A verdade é que ele me deixa muito excitada quando eu vejo ele. Bom, a oficina fica numa esquina onde também tem o ponto de ônibus, que eu sempre pego pra ir pra faculdade. Tô no segundo ano de Educação Física e esse curso me "obriga" a ir todo dia com roupas bem sugestivas. Todo dia pra ir pra faculdade eu me visto com leggings bem justinhas, sem nenhuma dobrinha na lycra, tipo uma segunda pele, porque é assim que eu gosto. Na parte de cima, se não faz muito frio, uma camiseta apertada que marca bem meus peitos. Bom, falando do ano passado, toda tarde eu saía de casa com essa roupinha e minha mochila às vezes e chegava no ponto. A porta enorme da oficina dava bem pro ponto e pra minha presença, então enquanto Seu Braulio trabalhava, acho que com uns metais, junto com outro colega, com certeza me olhava de cima a baixo, especialmente minha bundinha quando eu tava de costas. Falando nisso, minha bunda é meu maior orgulho, pra mim e pra "outros" é a coisa mais linda que eu tenho. Eu nunca virava pra ver se tavam me olhando. Eu gostava daquela sensação e do mistério. Eu só imaginava que sim e isso já bastava pra mim.

Bom, aí conversando com uma amiga do bairro que morava uma quadra pra lá, de uma coisa e outra, comentei sobre a oficina e ela disse que aquele tal de Braulio era perigoso, que tinha ficado na prisão, etc. Mas o que mais me chamou a atenção foi que a Nadia me contou um apelido que poucos sabiam. Chamavam ele de "Abre bundinhas". Uaaauu, e eu que tinha ficado mostrando descaradamente minha bunda enfiada nas leggings. Ajustadas. Esse comentário da minha amiga me deixou perplexa e com um certo medo. Mas alguma coisa me fazia continuar com esse "joguinho", a curiosidade, o tesão e o morbo martelavam na minha cabeça. Além disso, eu gostava do Dom Braulio, e a decisão foi que eu devia seguir, ver até onde isso tudo ia chegar. Mais ainda, tava pensando em fazer umas provocações leves, porque a soma daquele apelido com a minha bunda perfeita e as calças não era mera coincidência, cês me entendem, era o destino, não acham?

Pois foi assim que começou. Lembro que alguns dias, enquanto esperava o ônibus, sempre de costas pra oficina, eu me inclinava pra frente sem dobrar os joelhos, empinando a bunda pra fora, disfarçando que tava amarrando o cadarço do tênis ou ajustando as polainas que tão na moda hoje. Outra coisa, por exemplo, era me fazer de distraída e passar a mão nas coxas ou na raba, deslizando sobre o tecido macio de lycra. Tudo isso sem nunca virar, imaginando como o Dom Braulio, e talvez o colega dele, tavam me observando.

Assim foram passando alguns dias até que chegou o dia do acontecido. Lembro que naquele dia, uma terça-feira, as aulas iam começar um pouco mais tarde, quase no anoitecer, porque tinha que aplicar prova pra alguns e não lembro mais o motivo. A roupa que usei foi uma regata justa, acho que de lycra, e por cima um moletom esportivo também meio apertadinho e curtinho. Uma tanga bem pequena, quase fio dental, e por cima umas calças compridas de lycra azul meio brilhante, bem justas, apertadas demais, parecia uma segunda pele. Nos tornozelos, pra ficar na moda, coloquei um par de polainas até a metade da panturrilha, na cor branca, e finalmente meus tênis brancos quase novos. Me olhei no espelho por um bom tempo, gostei de como tava, tudo apertadinho no corpo, sem deixar nada pra imaginação. Finalmente peguei minha bolsa e às 18h saí pro ponto de ônibus. Ao passar, vi que a oficina ainda tava aberta, mas não dava pra ver ninguém. Tava esperando o ônibus que não vinha quando sinto que a oficina estava começando a fechar, a cortina principal já estava descendo. Tava ficando tarde, uma pessoa que também esperava foi embora. Eu tava sozinha e já eram quase 18h45. Assim que a cortina desceu, apareceu o Dom Braulio saindo de uma porta dos fundos ao lado da oficina. Olhei nos olhos dele enquanto ele se aproximava, ele também me olhou, mas depois de um tempo fixou os olhos na minha entreperna. Desviei o olhar pra frente e notei que ele tava do meu lado. A gente ficou em silêncio enquanto esperava, porque acho que ele também tava esperando o ônibus. Senti que ele se afastou um pouco pra trás enquanto eu tava meio nervosa. Veio na minha cabeça tudo que minha amiga me falou, sobre ele ter ficado preso, o apelido pesado dele, além de que me impressionou o tamanho do físico dele.

Me senti totalmente observada, com certeza ele tava de olho no meu rabo.

— Não vem mais o busão, né? — De repente ele falou, com certeza pra mim, era a única ali. Fiquei nervosa. Gaguejei um pouco respondendo. — É, bastante.

O que tava acontecendo comigo, parecia uma menina de 13 anos, inexperiente e assustada. Ele percebeu isso e falou com aquela voz rouca e grossa — Acho, não tenho certeza, que hoje tinha greve de ônibus, vem aqui que a gente descobre pelo telefone. Juro que fiquei paralisada, queria que eu seguisse ele pra dentro da oficina, fiquei pensando, dizia pra mim mesma que era uma idiota se seguisse, mas algo em mim contradizia. E foi mais forte, eu segui ele enquanto ele pegava as chaves e abria a porta ao lado da oficina. Eu sabia que tinha greve, mas pensei que era daqui a dois dias. Enquanto abria, ele falava que tinha um amigo motorista da linha que eu pegava e que ia ligar pra ele pra saber. Ele entrou primeiro e mandou eu entrar, que seguisse ele, a gente foi por um corredor comprido.

Entramos na oficina, era bem ampla, cheia de coisas e meio suja, como era de se esperar. O nervosismo tinha tomado conta de mim, era aquela sensação entre o medo e a curiosidade da situação. Ele foi pra uma parte visível e pegou um telefone. Me virei e fiquei olhando o lugar, tinha uma mesa de trabalho grande que comecei a observar, era uma mesa improvisada com uma tábua de madeira dura como base e uns quatro gavetões robustos como pernas, em cima dela tinha várias ferramentas de todo tipo, o que eu não sabia naquele momento era que bem ali eu ia abrir as pernas pra dar a bunda. Meus olhos estavam fixos naquela mesa, era a mesa onde o Seu Braulio trabalhava, que dava pra ver de fora, a mesa onde ele fazia suas coisas enquanto me olhava quando eu esperava o ônibus. De repente, senti ele me pegar pelo braço, puxar minha bolsa e me puxar, ficando cara a cara, enquanto me olhava fixo nos olhos. Ele acariciou com carinho minha bochecha e depois meu cabelo, mas de repente me virou, ficando de costas pra ele, me envolveu com os braços pela cintura e me apertou contra ele, tentando me levantar um pouco como se me empurrasse em direção à mesa. Me assustei e comecei a chorar e implorar, ao chegar na mesa ele parou de me empurrar, ficou parado ali me segurando pela cintura e apertando com força minha bunda contra a pélvis dele, eu podia sentir claramente o volume do pau dele no meu rabo. Depois de alguns momentos, ele me soltou, começou a me olhar de cima a baixo e, sorrindo com luxúria, disse: 'Me escuta, gatinha, você já sabe porque tá aqui, então vai ter que se comportar muito bem comigo e me obedecer em tudo, só se deixa levar que eu cuido do resto.' Pensei no que tinha me metido, mas me acalmei e me preparei pra fazer o que ele queria.

Ele pegou uma cadeira e sentou atrás de mim, de modo que minha bunda ficava de frente pra ele, começou a acariciar minhas pernas por cima da legging, ao ver que eu não dizia nada, subiu as mãos e acariciou minhas nádegas, apertou e amassou, como viu que eu não oferecia a menor resistência, se levantou e começou a esfregar o pau dele, que já estava duro, contra minha bunda, então baixou as mãos pra acariciar minhas pernas e as subiu pra minha virilha. Comecei a me masturbar com os dedos dele sobre a lycra enquanto meus primeiros gemidos apareciam e minhas pernas se abriam só um pouquinho mais. Então ele me disse: ‘Puxa!, você tá gostando, né sua puta, então começa a aproveitar porque pra você eu tenho preparado algo muito especial, sabia?’. A mão dele voltou pra trás e começou a acariciar o contorno da minha bunda enquanto ele dizia –Perfeito, é perfeito, você deve ter o cu tão apertado quanto o de um viado, não é mesmo?, pois isso a gente vai resolver. –Você já deve estar imaginando o que te espera, não é mesmo?, vou arrebentar seu cu e te transformar numa puta completa’. Fiquei perplexa com tudo que ele tava me dizendo, mas mesmo assim eu queria, queria que ele continuasse e lembrei do apelido dele, realmente ele ia fazer jus ao nome.

Meu silêncio sepulcral o motivou, então ele me pegou pela cabeça e me inclinou sobre a mesa, e o justo das minhas calças deixava ver a marca da minha tanga, o que com certeza o excitou ainda mais. De novo, ele esfregou o pau na minha bunda, afrouxou o cinto, baixou a calça e continuou me esfregando com aquele membro enorme que ainda estava dentro da cueca. Então ele se ajoelhou atrás de mim e, acariciando minhas nádegas, puxou minhas calças até o fim da minha bunda e puxou minha tanga pro lado com brutalidade. Eu tava totalmente estupefata, não conseguia acreditar no que tava acontecendo comigo. De repente, senti o rosto dele na minha bunda, me beijando as nádegas, ele abriu elas e começou a beijar meu cu, chupou, lambeu, sugou, passava a língua e enfiava no meu buraquinho. Eu ofegava e gemia sem conseguir evitar, sentia meu rosto muito quente, ardendo de tesão, tudo girava, nunca tinha recebido uma comida de cu tão gostosa!

Então ele se levantou e fez a gente trocar de posição. Agora eu tava sentada na frente dele, com o pau na minha cara, um animalzão enorme e moreno, grande, grosso, cheio de veias e com a cabeça completamente inchada de tesão. Ele me pegou pela nuca, puxando meus cabelos, e começou a esfregar o membro dele entre meus lábios, a pele dele era macia, brilhante e quente, essa sensação não me desagradou nada, adivinhei o que ele queria que eu fizesse e abri minha boca, ele introduziu um pouco, ao sentir entre meus lábios gostei muito da sensação e instintivamente comecei a chupar, ao ver que eu mesma mamava nele voluntariamente ele parou de puxar meu cabelo e de repente eu não conseguia mais parar, chupava com vontade mesmo não cabendo inteiro na minha boca, depois de me fazer chupar por um bom tempo ele me tirou e me inclinou de novo sobre a mesa, dessa vez cuspiu no meu cu pra lubrificar, já estava pronta pra receber o ataque violento porque tinha acabado de provar o tamanho do pau dele e me perguntava se tudo aquilo cabia no meu cuzinho, mas como eu queria!, já não me importava mais com nada, só queria sentir aquela pica enorme penetrando minha bunda linda.

Senti o pauzão dele na entrada do meu cu, ele me deixou de quatro na frente dele com minhas pernas meio abertas, minha calcinha no meio da bunda e minha raba bem empinada, então ele disse: 'Agora sim, putinha, vou arrebentar seu cu como você queria, ou você acha que não tinha te visto provocando lá fora mostrando a bunda pra mim? Pois agora você vai sentir uma pica de verdade dentro, te aviso que vai doer mas também vai gostar e depois até vai me pedir pra não tirar', então ele começou a abrir caminho entre minhas nádegas; WOOOOW!, ERA ENOOORME!, senti que ia me partir ao meio, balançava a cabeça sem controle enquanto implorava: NÃO! NÃO!, MELHOR NÃO!, POR FAVOR, MELHOR NÃO!, tentei me soltar me jogando pra frente mas foi inútil, ele me segurava pelos ombros e me apertava forte contra a mesa, enquanto continuava empurrando com força, achei que ia desmaiar, ao ver que ele não ia me soltar implorava; DEVAGAR POR FAVOR!, TÁ DOENDO!, DEVAGAR, SEU BRAULIO POR FAVOR, PORQUE TÁ DOENDO MUITO! POR FAVOR!, SEU BRAULIO POR FAVOOOR!, mas ele continuava enfiando aos poucos e não parou até Enfiou completamente dentro de mim, eu gritei e chorei, e várias lágrimas escorreram pelo meu rosto. Ele me repreendeu e disse pra eu não gritar porque podiam nos ouvir, e eu mordi os lábios pra não gritar, porque a dor que eu sentia era muito intensa. Mas apesar de tudo, ele tinha razão, eu já não queria mais que ele tirasse.

De repente, ele começou a tirar e eu senti um pouco de alívio, mas de novo enfiou com força. Continuou repetindo aquele movimento, cada vez mais rápido, assim foi me bombando até que a dor foi passando e aos poucos comecei a sentir prazer. Depois de me violentar por um bom tempo, o homem já conseguia me fazer arquear de tesão, parecia uma gatinha no cio, me contorcendo de gosto com o pau dele dentro de mim, porque eu nunca tinha experimentado aquela sensação tão intensa entre dor e prazer, com tanta excitação, tanta paixão, tanto sexo. E então ele estremeceu e eu senti que ele gozou dentro de mim, estava jorrando todo o leite quente dele dentro de mim, que delícia, que gostoso! Naquele momento, me senti completamente invadida, possuída e submissa a um homem que estava me comendo no próprio ateliê dele, meu cu tinha sido estreado e desvirginado por Seu Braulio, vulgo "Abre Bunda". Vocês não imaginam a situação, um tesão e um prazer indescritíveis.

E assim ele continuou me comendo por um bom tempo, enquanto eu continuava convulsionando com aquela doce mistura de prazer e dor. Claro que depois de aguentar por tanto tempo aquelas estocadas violentas, eu já sentia dor no meu cuzinho pequeno, mas ele era implacável comigo. Quando eu tentava me soltar ou fazia alguma careta de dor, ou escapava algum grito, ele me apertava mais forte e dizia: 'Fica quieta, gostosa, queria provar o pau por trás, não é? Então vai continuar comendo pau até eu me cansar, vou continuar abrindo esse seu cu, sabia?' E enquanto enfiava com força, ele dizia: 'Come esse pau, vamos, come tudo, sua puta safada', e assim continuou me comendo e gozando dentro de mim. não lembro quantas vezes.
Quando finalmente ficou satisfeito, saiu de dentro de mim, subiu as calças e depois de me dar um tapa forte na bunda, disse: ‘Agora sim, gatinha, você já é toda uma mulher e ainda tem uma bunda deliciosa!, você é muito doce e se comportou como uma boa menina, já dava pra ver que era uma putinha. A partir de agora, esse seu cu é meu, pra eu comer sempre que quiser, embora você vai ver que sozinha vai voltar a pedir meu pau todo dia e eu vou estar aqui esperando pra te foder diariamente, sua vadiazinha.’ Ele se retirou pra outro quarto e me deixou lá jogada em cima da mesa, onde fiquei por vários minutos, realmente exausta e completamente cheia de porra, dava até pra sentir escorrendo entre minhas nádegas e descendo pelas minhas pernas, toquei na bunda e pude sentir que ainda estava bem aberta.
Me levantei e me vesti rapidamente, saindo pela porta do lado.
Cheguei andando em casa com muita dificuldade, fui no banheiro pra tomar um banho e quando tirei a roupa notei que minha calcinha estava bem manchada de sêmen e sangue, me assustei um pouco, mas depois pensei que era lógico depois da trepada que o ‘Seu Braulio’ tinha me dado pra desvirginar meu cu. Naquela noite tive febre, até no dia seguinte minha mãe achou que eu estava doente, demorei vários dias pra me recuperar, mas em todos esses dias não consegui tirar da cabeça o que aconteceu.
Imaginava uma e outra vez a cena; inclinada sobre a mesa da oficina, com minha legging pra baixo, minha fio dental de lado e o Seu Braulio atrás de mim, com o pau enorme dele me penetrando violentamente. Como desejava sentir de novo aquele pauzão dentro de mim, era verdade o que ele tinha me dito, eu mesma queria voltar e pedir pra ele me foder de novo. Me excitava muito a ideia de ter o membro dele na minha boca de novo, mas dessa vez não pensava em me contentar só em chupar, queria mamar até ele gozar na minha boca e saborear o sêmen escorrendo entre meus lábios. Mas acima de tudo queria ter aquela pica enorme dentro de mim de novo, tão grande, tão grossa, tão dura e tão deliciosa!, aquela pica tinha me deixado
louca!

Passou uma semana, quando me encontrei de novo com o Dom Braulio no ponto de ônibus, eu tava com minha roupa normal pra ir pra facul, tênis esportivo, legging e camiseta com moletom. Quando vi ele na oficina não soube como ele reagiria, mas ele me cumprimentou de dentro sorrindo, como se nada tivesse acontecido, saiu pra fora, se aproximou e passou o braço por cima do meu ombro e trocamos cumprimentos; ‘Oi Gaby, como você tá?’, eu respondi que tava bem, ‘Que bom que você tá bem, verdade, tava meio preocupado porque não te via há vários dias’ e baixando a voz me disse; ‘Espero não ter te machucado’, eu fiquei paralisada ao ouvir essas palavras, ele não tava fingindo nada, tava falando abertamente sobre o que tinha rolado entre nós, respondi meio nervosa; ‘Não Dom Braulio, não me machuquei muito, não se preocupe, tô muito bem, obrigada por perguntar’, ele ficou um tempinho calado e depois de me olhar de cima a baixo, me disse que ficava muito feliz em saber que eu tava bem e acariciando minha bochecha de forma paternal se inclinou pra se despedir me dando um beijo na bochecha e sussurrou; ‘Espero que você tenha gostado do que fizemos, te espero quando você voltar de tarde, olha que vou estar te esperando, não falte, gatinha’, e ao se afastar piscou um olho pra mim, eu não consegui evitar ficar vermelha, baixei a cabeça envergonhada e olhando de lado sorri safadamente enquanto respondia; ‘Sim Dom Braulio, obrigada, aqui vou estar’.

Depois o ônibus chegou e fui pra Facul, tava totalmente animada, não podia acreditar, o homem tava me chamando pra me comer de novo, isso significava que eu agradava ele e ele queria que eu fosse sua putinha, uau! Me senti muito lisonjeada e muito excitada ao saber que aquele senhor, que era um homem de verdade, com certeza ia me sodomizar de novo. Mas o que tava acontecendo comigo, tava agindo feito uma garotinha sem experiência. Fiquei a aula inteira na facul distraída, não conseguia tirar da cabeça o que com certeza ia rolar com o Dom Braulio. Então, antes de chegar em casa, liguei pra minha mãe no celular e falei pra ela não me esperar, que ia ficar mais tempo na facul. Assim que desci do busão, atravessei a rua e fui direto pra porta dos fundos da oficina do ‘Dom Braulio’, que tava fechada. Lembro bem da roupa que eu tava usando: um moletom cinza com capuz, uma das minhas camisetas favoritas rosa e justa, umas leggings de lycra que eram novas na época, lembro que eram pretas com um azul nas laterais e meu outro par de tênis branco, umas botinhas converse all star. Aí me preparei pra entrar pelo mesmo lugar que a gente tinha entrado antes, fui pelo corredor e vi que a porta tava entreaberta e dava pra ver luz, entrei e lá estava ele tomando uma cerveja enquanto me esperava. Quando me viu entrar, sorriu e, se aproximando, disse: ‘Como cê tá, Gaby?’. Me abraçou e, acariciando minha bunda, falou: ‘Sabia que você ia voltar, gatinha. Gostou muito da minha pica, né? Tenho certeza que você ficou louca’. Então ele me virou, começou a acariciar minhas pernas por cima das leggings e depois foi pros meus muslos, esfregando o pau na minha bunda e disse: ‘Olha só como você me deixa, deixou minha pica dura pra caralho. Agora você vai ter que chupar até eu gozar tudo, então se prepara, putinha, porque vou te comer a noite inteira’.

Ele me deixou um tempão ali, acariciando minha bunda e enfiando os dedos entre minhas nádegas pra esfregar meu cuzinho por cima da lycra, enquanto me beijava o pescoço, mordiscava minha orelha, me beijava na boca, passava a língua e chupava a minha, mordiscava meus lábios e eu só fechava os olhos e deixava ele fazer tudo que quisesse, porque me excitava pra caralho.

Ele me levou até a mesa de trabalho dele e me deitou de bruços, levantando minha bundinha, se ajoelhou e começou a beijar minhas nádegas, dando pequenas mordidas. Puxou minhas leggings pra baixo e desceu minha calcinha fio dental, de lado pra beijar minha bunda, ele lambia e chupava com fervor, enfiava a língua no meu buraco brincando com ele e arrancando gemidos de prazer de mim. Depois se levantou, soltou as calças e das cuecas liberou o pau completamente duro, me pegou pela cintura, fez eu abrir um pouco as pernas e apontou pra minha entrada aquela besta enorme faminta de cu e de uma só vez enfiou tudo! Gritei de dor me agarrando na mesa, mas nunca tentei me soltar. Pra me calar ele se inclinou e tapou minha boca com a mão, começou a se balançar devagar fazendo o vai-e-vem e sussurrando no meu ouvido: ‘Já já, gatinha, já não chora mais putinha, é que eu gosto muito da sua bunda, me deixa louco e não consigo me controlar, seu cu é meu! E adoro que você seja tão putinha, pra meter meu pau no seu cu lindo’, o jeito que ele falava comigo me excitava muito e me fazia sentir totalmente dominada.

Aos poucos foi acelerando até me levar a um ritmo realmente alucinante, cada estocada do pau dele eu recebia até lá dentro e podia sentir as bolas batendo na minha bunda, instintivamente fui apertando minha bunda em contrações fortes, isso enlouqueceu ele, o homem gemia de prazer enquanto me bombava sem parar, eu tava ofegante e com a respiração muito pesada, de repente ele começou a tremer, tava gozando dentro de mim, tava jorrando todo o leite dele enquanto exclamava: ‘Assim, assim gatinha, que lindo, continua mexendo essa bunda, assim mamãe, aperta com sua bunda e tira todo o meu leite, vou encher você de leite quente mamãe, ahh, ahh, que cu você tem putinha e como você aguenta’.

Quando terminou ele saiu de mim e me puxou pelo cabelo pra me ajoelhar na frente dele, peguei o pau enorme dele nas minhas mãos e meti na minha boca, não queria desperdiçar nem uma gota do sêmen dele e chupei docemente até deixar ele completamente limpo. Sentir o leite grosso na minha boca me deu muito tesão, o sabor era deliciosamente salgado e único. Enquanto isso ele me dizia: ‘Nossa, como você gosta da cock slut, você é uma puta gulosa’. Depois puxou uma cadeira pra descansar um pouco, deu uns goles na cerveja dele e me ofereceu um pouco, mandou eu tirar a calça, se referindo às minhas leggings, e aí me colocou em cima dele com as pernas abertas, arrancou minha calcinha fio dental dizendo que ia guardar de lembrança e, me segurando pelas nádegas, me sentou no pau dele que já tava duro de novo. Eu enrolei os braços no pescoço dele e comecei a me encaixar devagar naquela estaca enorme, até que de novo: engoli ele todinho!

Ele me segurou pela cintura e começou a me levantar e abaixar devagar, eu ainda tava muito excitada e tava adorando como uma louca. Aí ele me agarrou pelas nádegas e, quando me abaixava, abria elas pra meter o pau o mais fundo possível, e quando me levantava, apertava com força, prendendo aquela vara enorme. Isso excitou ele pra caralho e logo ele tava me fazendo sentar no pau dele freneticamente. Ele gozou de novo dentro de mim, uma porrada, e nós dois ficamos completamente banhados de porra.

Ele continuou me comendo a tarde inteira e a noite, em todas as posições que vinham na cabeça dele. Me comeu quanto quis até nós dois ficarmos exaustos e, claro, até deixar minha buceta vermelha, dolorida e pulsando de novo. Ele só me comeu pelo cu, só pelo cu, mas como eu amava o que aquele homem fazia comigo! Continua?

Eu adoraria receber comentários sobre o que aconteceu comigo e opiniões de vocês sobre por que isso aconteceu e de quem foi a "culpa". Beijos, Gaby.

11 comentários - Oficina do Seu Braulio

excelente relato amor, y mas para los veteranos que nos gustan tantos las calzas, me pusiste al palo, te dejo +10 y espero un mensaje privado con tu msn, besos
de haber leído lo ocurrido no hay culpa lo que hay es placer yo te hubiese hecho lo mismo lastima que no soy Don Braulio
me paso algo muy parecido en una gomeria que estaba frente la terminal de PARANA!!! en este caso no era DON BRAULIO,pero que buena pija tenian esos dos flacos!!!!!
de quien es la culpa? querias que te partieran el culo hace rato... buen relato