Irmão bem-dotado, irmã ninfomaníaca e mãe desesperada

Acordo encharcada de suor, ofegante. Com certeza já aconteceu com vocês de um sonho molhado deixar vocês na metade. Por sorte, eu posso me aliviar com o Marv, meu irmão um ano mais velho que eu, que dorme tranquilamente no outro quarto. Espio pela porta e vejo ele roncando como um porquinho, com os lençóis de um lado da cama e ele do outro, como sempre. Tiro minha camiseta e coloco minha calcinha no rosto dele, ficando totalmente nua. Desço com cuidado a cueca dele e mal preciso massagear um pouco pra ele ficar duro. E pode acreditar, no caso do meu irmão, tamanho importa sim. Ele poderia ser uma estrela pornô se quisesse. Já vi de todos os tipos e tamanhos, mas essa aqui ganha de todas. A lua ilumina timidamente o quarto, e o único som são os roncos do meu irmão, criando uma atmosfera escura, do jeito que eu gosto. Sento em cima do Marv e começo a lamber o pau dele, bem devagar. Tem cheiro de sexo. Ele sempre bate uma antes de dormir, e aquele cheiro que fica nele me deixa louca...

— O que cê tá fazendo?

— Te acordei? — pergunto de boca cheia.

— Sim — ele diz, suspirando — mas continua, não para. — Ele acaricia meu cabelo com a mão, enquanto eu me delicio no pau enorme dele. Adoro chupar e aproveitar cada pedaço. Gosto de sexo oral dos dois lados, então coloco minha buceta, toda molhada, direto na boca dele. A barbinha de dois dias dele faz cócegas. Tenho que segurar meus gemidos, que o Marv adora tanto, porque a Mamãe está dormindo no outro quarto. E isso me deixa ainda mais com tesão. Sempre fiquei excitada pela Mamãe. Penso nela enquanto meu irmão me dá tanto prazer com a língua que eu chego fácil no orgasmo. Gozo na boca dele, o que ele adora. Ele saboreia meus fluidos com gosto. É aí que ele me agarra e me deita de costas, abre minhas pernas e eu começo a sentir aquele pedaço imenso de carne entrando, até o fundo. Ele tem uma potência incrível. Tamanho não importa? Porra nenhuma. Não aproveito tanto com outro pau assim. Com essa aqui, tenho que me levantar pra beijar ela enquanto abraço, pra não acordar meio país, minha mãe incluída, com outro orgasmo brutal. Marv se joga de costas e me agarra os peitos enquanto eu continuo insaciável, me seguro na cabeceira da cama e começo a mexer minha bunda como alma que o diabo carrega, indo pro terceiro da noite, mas acho que vai ter que esperar. A cara de Marv, essa cara é inconfundível, me banho de porra, outro dos motivos do valor dela pro cinema X é que parece a puta bomba atômica, os canhões de Navarone, o Columbia decolando pro espaço quando goza, me inunda, sinto o calor, a textura, adoro, é delicioso, caio rendida nos braços dela e fico dormindo abraçada a noite toda...

Acordo às 9:30, por alguma força superior acordo num sábado de agosto que eu deveria dormir até às 15:00, às 9:30. April dorme tranquilamente abraçada em mim, adoro o cheiro dela, tão gostosa como um anjo, uma melena preta linda, contrasta com os olhos azuis enormes, uma pele branca como a neve, um peito pequeno mas firme e bonito, e uma rabeta que merece um capítulo à parte, um dragão que vai do joelho esquerdo até o pescoço, uma caveira com uma rosa vermelha no peito esquerdo, um ramo de flores que percorre a coxa direita, junto com um piercing no umbigo e um tachinha na língua que maquiam o corpo espetacular dela, é a única mulher que amei, daria a vida por ela sem hesitar um segundo, mas acho que esse sentimento não é mútuo. Enfim, vou tomar um banho e ir ao cinema, sempre gostei de ir ao cinema de manhã, você tem todas as salas só pra você.

— Oi querido, onde você foi? — pergunta a Mamãe, enquanto lava a louça.

— Nada, fui ao cinema. Vou pra sala e lá está a April jogando Play, nerd até o talo, quando começa a jogar não conhece ninguém, nem me olha quando cumprimento. Sento e enrolo um cigarro enquanto vejo minha irmã jogar.

— Porra, puta que pariu, merda de Trapaceiros, grita aos quatro ventos.

- Você tá discutindo com uma máquina, eis a burrice humana se superando desde tempos imemoriais.

- Cala a boca, pedante, e vem correndo pro meu quarto que quero te pedir uma coisa. Já fizemos de tudo juntos, não vou me assustar com o que você for pedir. Além disso, mataria pra te fazer feliz. Entramos e ele fecha a porta, coloca no computador uma música do Megadeth, bem alta. Acho que não quer que a Mamãe ouça nossa conversa.

- Você viu como a Mamãe tá?

- Sim, viva. Como você quer que ela esteja?

- Não, idiota. De boa, porra. Aquele caminhão me deixa toda putinha.

- Uma coisa é o vício em sexo, outra é o seu.

- Ah, fala sério, não me diga que não te excita, com aquele par de peitões enormes e aquela bunda empinada. Além disso, desde que o papai foi comprar cigarro, ela não deve ter tido outra companhia além dos próprios dedos.

- É a Mamãe, April. Mamãe não é uma mulher, é a Mamãe. Ela dá uma trepada, sim, mas daí a querer comer ela...

- Não quero que você coma ela, quero deixá-la com tesão. Faz uma punheta na frente dela.

- Como é que eu vou fazer uma punheta na frente dela, caralho? Você tá doida, April, uma puta varrida.

- Digo sem ela saber que você sabe. Quero ver como ela reage. Ah, me deixaria louca. Como é que eu vou recusar a April enquanto ela pega no meu pacote e sussurra essas coisas no meu ouvido? O cheiro dela me anestesia, cheira como deusas devem cheirar. O nosso rolê aconteceu do nada, foi um acidente, mas provocar a Mamãe pra fazer o mesmo, sinceramente, não tô vendo.

- Olha, o plano é esse: hoje à tarde, entra no teu quarto e começa a ver pornô com a porta meio aberta, com o volume alto, claro, e começa a bater uma. Eu vou ficar atrás dela, no meu quarto, e vou gravar com o celular o que acontecer. Ela não vai perceber...

Marv concordou, não muito orgulhoso. Depois do almoço, entrou no quarto dele e deixou a porta meio aberta. A Mamãe ia tirar a soneca de sempre, mas, quando ouviu o que o Marv tava vendo, foi até a porta e espiou. Disfarçadamente, ela se jogou pra trás com a mão na boca e os olhos arregalados, reação normal ao ver meu irmão pelado pela primeira vez. Colocou a mão no coração e passou a língua nos lábios enquanto fechava os olhos, se inclinou de novo pra ver o Marv, mas dessa vez enfiou a mão dentro da calça do pijama que tava usando. Porra, quase meu coração saiu pela boca, fiquei toda molhada só de ver aquilo. Tive que arrancar minha roupa e acalmar minha vontade de pular nela com meus dedos. Aos poucos, Mamãe foi se animando, abaixou a calça, calcinha inclusa, até os joelhos, e eu pude ver como ela acalmava a fome dela igual eu, usando os dedos. Tirou a camiseta, deixando à mostra aquelas tetonas redondas e perfeitas. Porra, nunca pensei que uma mulher me deixasse tão louco, mas alguma coisa interrompeu ela. Levou as mãos à cabeça, passou a língua nos lábios e se acariciou, e na sequência se trancou no quarto dela como se nada tivesse acontecido. Saí pelada do meu quarto e encontrei o Marv, com as mãos cheias de porra e respirando acelerado.

— Mas por que caralhos você gozou tão rápido?

— Desculpa, vi a Mamãe pelo reflexo da janela tirando a camiseta e não aguentei mais.

— Você diz que gozou só de ver ela, e ainda fala que não te excita? Fechei a porta e a língua do meu irmão terminou o que meus dedos começaram, mas não consigo tirar da cabeça a excitação da Mamãe ao ver ele. Talvez se déssemos outro presentinho pra ela, talvez se ela nos visse fode...

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