Olá, comunidade poringa girl. Essa é minha primeira história. Uma paródia. Espero que vocês gostem:
Casados... com filhos
Os anos passaram, e Moni via como seus garotos já tinham crescido. Deixaram de ser adolescentes, e ainda não tinham saído de casa. Pepe rugia de cansaço toda vez que voltava da sapataria e encontrava Paola e Coky em casa. Os Argento seguiam suas vidas como sempre. Pepe e seu Racing. Moni e seus cafezinhos. Paola e seus amantes. E Coky e suas punhetas. Na frente, seus vizinhos María Elena e Dardo Fuseneco continuavam aguentando todas as suas loucas desventuras.Caía a noite de sexta-feira, e como de costume Dardo pegava María Elena com força, descarregando a tensão de toda a semana de trabalho.
- Assim, Dardo, me dá mais! Me dá mais, to falando! Não seja otário!
- Sim, meu amorzinho! Sim, sim!
- Siiiiim! Siiiiiiim! - gritava María Elena, ficando cada vez mais eufórica.
Da casa da frente, Coky sacudia o pau pra cima e pra baixo furiosamente ouvindo os gemidos de María Elena, que ele observava com binóculos todas as noites há já vários anos. Ao mesmo tempo, Moni brincava com seus brinquedos vibradores ouvindo María Elena e se imaginando sendo penetrada por Pepe e Dardo ao mesmo tempo. Moni se revirava na cama, gemia baixinho, mas seu prazer era enorme. Enfiava os consolos o mais fundo que podia. Um de cada vez ou em sincronia. Fazia anos que costumava ter esse tipo de fantasia, já que Pepe não tocava nela nem com um pau.
- Isso, Pepe! Continua assim! Me come toda! - dizia no ritmo em que seu consolo laranja listrado se enterrava mais. - Vai, Dardo, não fica pra trás, enfia tudo na minha bunda! - delirando enquanto metia no cu com um dildo verde e preto especial pra uso anal.
Teve 4 orgasmos antes de María Elena gritar descontroladamente no último orgasmo, resultado da trepada com Dardo.
Minutos depois, Paola entrava em casa com dois amigos. Dois loiros altos, do time de basquete do clube River Plate. Enquanto Pepe assistia ao jogo do Racing contra o Newell's, Paola escapulia pro quarto dela com os caras. Em seguida, trancou a porta. porta, enquanto os caras iam tirando as roupas, ficando só de cueca. Paola sentou eles na cama e, fazendo um strip tease, foi ficando num lindo conjuntinho rosa que destacava os peitos e a raba dela. Aproximando o rosto das virilhas deles, começou um boquete duplo. Enquanto chupava um, punhetava o outro. Eram duas picas de vinte e dezoito centímetros, mas Paola sabia como fazer elas sumirem dentro da boca dela. Depois de um minuto, já estavam duronas. Um dos caras levantou, colocou Paola na cama e começou a meter nela enquanto ela continuava chupando a rola do que tinha a maior. Ela gemia, tentando não engasgar com a pica que tava chupando. Uns segundos depois, veio o primeiro orgasmo dela. O cara que tava recebendo o boquete levantou e se ajeitou pra Paola subir em cima dele, levantando a raba pro outro cara começar a enfiar um dedo com vaselina no cu dela. Paola começou a curtir. Já com as duas picas dentro, Paola se sentiu a puta mais puta.
-É, me comam toda! Ah, é! … você, puxa meu cabelo!... e você, dá tapas na minha raba!- ordenava pros caras -O que eu sou?
-Você é a puta de todo mundo!- respondiam os caras em uníssono.
-É, bebês, me dêem por todos os lados!
Os caras trocaram de posição, agora a rola maior tava no cu dela. Paola deixava cair umas lágrimas de dor enquanto se esbaldava. As duas picas entravam e saíam de Paola como se fosse nada. Os caras já não aguentavam mais.
-Olha, Paolita, quer a porra?- perguntou um dos caras com voz de brincadeira.
-Sim, quero toda!... quero meu leite, tudinho na boquinha!- pedia, fazendo a bebê.
Tiraram as picas de dentro dela e encostaram no rosto dela. O da rola maior foi o primeiro a gozar com três jatos, um acertou o nariz dela e os outros dois na boca.
-Mmmm… que delícia a porra quentinha!... Quero mais!... Te É a sua vez de me dar a porra toda!" — dizia ele, olhando de soslaio pro outro cara.
"Sim, meu amor, toma tudo!"
O moleque soltou duas gozadas potentes e bem carregadas dentro da boquinha da Paola, que saboreou e engoliu tudo. Depois de satisfeitos, os três se limparam, se vestiram e saíram do quarto como se nada tivesse acontecido, só que a Paola mancava um pouco pela trepada que tinha levado.
"Tchau, Sr. Argento!" — disseram os moleques ao sair pela porta de casa.
"Sim, sim, tchau!" — respondia Pepe, no ar, enquanto sofria com o resultado 0-1 desfavorável pro time dele.
"Que filha gostosa o senhor tem!" — comentou um antes de fechar a porta.
"Eu sei, eu sei." — respondeu ele, distraído.
Claramente, Pepe já tava acostumado que a filha dele levasse "amigos" e amigas pra casa dele. A verdade é que não ligava, a não ser quando aparecia alguma gatinha que abalasse ele e ajudasse a passar um tempo se aliviando.
Depois do jantar. Dardo e María Elena tocaram a campainha na casa dos Argento. Quem atendeu foi Pepe.
"Oooola Dardo… e María Enema! Como vocês tão?"
"Bem, Pepe!" — cumprimentou Dardo.
"Quem é?" — perguntou a Moni lá de cima.
"São o Dardo e a María Elena, Moni." — respondeu Pepe.
"Que surpresa! Querem entrar pra tomar um cafezinho?" — convidou a Moni, com a hospitalidade de sempre.
"Bom, bom… viemos perguntar se vocês poderiam cuidar da casa enquanto a gente vai passar o sábado em Mar del Plata." — disse a María Elena, sorrindo.
"Ué, a gente? A casa de vocês?" — perguntou Pepe.
"Sim, Pepe! É que não conseguimos ninguém e, bom, queríamos fazer essa viagem há um tempão." — se desculpou Dardo. — "Vocês podem?"
"Claro, Dardo. Não se preocupem, que a gente cuida da casa." — disse a Moni, enquanto dava uma olhada no pacote do Dardo e mordia os lábios.
María Elena e Dardo foram pra casa. Moni e Pepe foram se deitar. Paola saiu, e Coky se trancou no quarto pra bater uma. Assim terminava a noite de sexta-feira.
Durante o sábado, Moni e Pepe foram na casa do Dardo e da María Elena, depois que eles foram embora. Começaram a ver o que tinham e, querendo levar um fogão, quebraram um cano de gás. Se fazendo de bestas, como sempre. Fecharam o gás e voltaram pra casa.
As coisas seguiram na maior paz, como qualquer sábado na casa dos Argento.
No domingo à noite, Dardo e María Elena bateram na casa do Pepe. Moni atendeu.
— Dardo! María Elena, quanto tempo! Como foi?
— Moni, você sabe por que um cano de gás quebrou? — perguntou María Elena, furiosa.
— Não, María Elena, nem ideia. O que aconteceu?
— Que nada! Alguém entrou na casa e, ao tentar tirar o fogão, quebrou o cano de gás! — criticou, olhando com desprezo pra Moni.
— Bom, não é pra tanto, love! — tentou Dardo acalmar a esposa. — Moni, a gente pode ficar na sua casa, só por esta noite? Tá um frio do caralho e a gente não tem gás até o gasista arrumar o cano amanhã. — perguntou pra Moni.
— Claro, Dardo! Entrem, entrem! — convidando eles pra entrar. — Pepe!!! Dardo e María Elena vão ficar aqui esta noite! — Moni gritou da sala.
Pepe, na cozinha, xingava o céu, se perguntando o que tinha feito de errado pra merecer aquilo. Segundos depois, Coky desceu as escadas com um sorriso de orelha a orelha.
— Ah, que bom! María Elena vai dormir aqui em casa esta noite! — enquanto batia palmas sem parar.
— É, mano, a gente vai dormir aqui! Mas você fica na sua, hein! — ameaçou Dardo, enquanto Coky acariciava os braços de María Elena, que fazia cara de nojenta.
— Bom, bom. Agora entrem e... cafezinho!!! — convidou Moni.
Depois do cafezinho, Moni e María Elena foram preparar um frango assado com batatas. Dardo e Pepe viam TV, quando Paola desceu pra sala.
— Oi, papai! Oi, Dardão! Como cê tá? — cumprimentou Paola, piscando um olho.
— Oi, Paola! Bem, graças a Deus. E você? Que gostosa com essa saia de colegial. — elogiou Dardo, com ar paternal, mas por dentro morria de vontade de partir ela ao meio.
— Bem! — respondeu. cortante. –Papai, vou pra casa da Romina, volto depois do jantar, tá?
–Vai, Paola! – resignou-se Pepe.
–Como a Paolita tá grande! – comentou Dardo, quando a porta se fechou.
–É, mas cada vez mais burra! – respondeu Pepe.
–Hora de jantar! – interrompeu María Elena.
Os dois se levantaram. Moni olhava atentamente pra Dardo, que tinha o volume um pouco mais marcado ao ver a Paola. Ela passava a língua nos lábios. Se posicionou na porta de um jeito que Dardo teve que encostar nela pra passar. Moni começava a ficar com tesão, e Dardo também.
Por sua vez, Coky parabenizava María Elena pelo jantar, abraçando ela e tocando sutilmente um peito. Ela reagiu tirando ele de cima.
Durante o jantar, tudo correu normalmente. Pepe enchia o saco dos convidados. María Elena mandava Pepe calar a boca. Moni só pensava na vara do Dardo. Coky tentava olhar o decote da María Elena. E Dardo só comia.
Na hora de ir dormir. Dardo e María Elena ficaram no sofá da sala dos Argento. Moni e Pepe se despediram até a manhã seguinte e todos foram dormir.
Umas horas depois, Dardo tava com vontade de transar, mas María Elena tava profundamente dormindo. Dardo se ajeitou pra colar nela e apalpar os peitos, mas ela só disse que não queria, e pra ele parar de encher o saco. Dardo, resignado, desistiu das tentativas de sexo.
Uns minutos depois, Paola abriu a porta da entrada. Era uma e vinte da manhã. Dardo ainda tava acordado.
–Oi, Paola! – disse em voz baixa.
–Uai, oi, Dardin, o que cê tá fazendo acordado a essa hora?
–Nada, não conseguia dormir.
–Bom, Dardin, tô com um soninho, então vou pra caminha, tá?
–Beleza, vai.
Enquanto Paola dizia isso, ela girava de forma sensual, deixando ver a bunda enfeitada com uma saia de colegial. Dardo fixou os olhos naquelas duas bandas, e notou que a saia tinha uma grande mancha branca espalhada. “Não é só uma gostosa que provoca, mas também uma putinha!” pensou. Não duvido nem por um segundo, ele se levantou do sofá e alcançou a Paola no meio da escada.
- O que você tá fazendo, Dardin?
- O que eu tô fazendo? Olha, Paolita, já faz um tempo que você me deixa com o pau duro. E não tenho dúvida de que você é uma putinha!
- Mas para! - ela tentou se livrar dele.
- Não, não! A porra que você tem na saia te denuncia. Você é toda uma puta, e adora uma rola! - levando a mão dela até a virilha dele.
- Ué, o idiota do Joaquim! - disse em voz baixa. - E o que você vai fazer? Quer me comer? Quer arrebentar minha bunda pequena, Dardin? - tentava provocá-lo.
- Claro, meu amor! Vou te arrebentar toda! - enquanto colocava um dedo na boca dela.
- Mmm... e parece que você tem com o quê! - ela acariciava o pau dele por cima da calça. - Vem, Dardin, vem pro quarto!
Paola o levou até o quarto dela. Assim que a porta fechou, ele a beijava apaixonadamente, enquanto ela pegava no mastro dele. Com a mão, ele forçou Paola a se ajoelhar, pra chupar a rola dele. Ao tirar o pau da calça, Paola se surpreendeu ao ver uma rola de vinte e dois centímetros e bem grossa. Dardo estava encostado na porta, recebendo um boquete incrível da Paola.
- Sabia que você era uma puta!
- Aham! - tentava falar de boca cheia.
Dardo estava nas nuvens. Via a Paolita engolindo a rola toda, quase se engasgando, e ao mesmo tempo, olhava fixamente pra ele com cara de puta no cio. Ele queria muito gozar ali, na garganta da Paola, mas preferiu não fazer isso. Levantou Paola e a levou até a cama. Tirou a calcinha dela, uma fio dental rosa transparente. Arrancou a camisa e o sutiã, deixando no ar aquele par de peitos duros. Só deixou a saia de colegial manchada de porra de algum "amiguinho" dela. Colocou ela de barriga pra cima na cama, e abriu as pernas dela. Enfiou o rosto na buceta dela, e começou com lambidas tímidas. Primeiro, Paola gemia baixinho; mas depois se soltou e os gemidos dela começaram a crescer a cada lambida do Dardo.
Os gemidos da Paola ecoavam no Peça ao lado. Moni acordou depois de ouvir o que achou ser a filha chorando.
— Ai, Pepe! Você ouviu esse barulho?... Pepe? Pepe?
Ao perceber que o marido dormia profundamente, decidiu ir ver o que a filha tinha. Mas, conforme se aproximava, percebeu que Paola não chorava, e sim gozava. “De novo essa menina com os amiguinhos dela!” pensou Moni. Mas, ao tentar abrir a porta bem devagar pra ver quem era, notou que era Dardo que estava pelado na frente da filha, fazendo ela delirar de tesão.
— Então… comendo a neném, Dardo! — interrompeu Moni no quarto.
— Uai, Moni. O que cê tá fazendo? Não é o que parece! — tentou disfarçar.
— Não? Mas se você tá com essa pica grossa prestes a meter na Paola.
— Ai, mamãe! Mas se você também quer que o Dardo te coma! Vem, e participa! — convidou Paola.
Moni tirou a camisola, enquanto Dardo a pegava pela cintura e passava a mão naquelas duas tetonas.
— Ai, sim, Dardo! Que pica grande que você tem! Não é à toa que Paola queria que você metesse nela. Quer comer a Paolita, hein Dardo? Vem, vamos comer a Paolita!
— Sim, Moni, Sim!!!
Moni pegou Dardo pela mão e levou até onde Paola estava deitada na cama. Chupou um pouco a pica dele e ajudou a encaixar. Paola se arrepiou. Moni foi se colocando em cima do rosto de Paola.
— Vamos, minha filhinha, chupa a buceta da mamãe! — ordenou Moni pra Paola.
Assim começou um puta trio entre mãe e filha com o vizinho. Dardo estava maravilhado. Tal mãe, tal filha. Paola era uma puta excepcional e, sem dúvida, tinha puxado a Moni. Não acreditava que Pepe não quisesse comer ela toda noite.
Ao chegar no orgasmo, Paola se levantou e trocou de lugar com a mãe. Agora, Dardo comia Moni de forma bestial, enquanto ela chupava a buceta depilada da Paola.
— Ai, mamãe, que língua gostosa!
— Toma, Moni, sempre olhou pro meu volume, agora aguenta! — rugiu Dardo.
Moni se estremecia de prazer. Não só estava sendo comida pelo pau do Dardo, mas na verdade tava chupando a buceta da própria filha. O quarto ficou cheio de cheiro de sexo.
Em outro quarto, Coky tava acordando com o barulho de cama que vinha do quarto da irmã dele. "Uh, as partuzas da Paolita!" pensava enquanto fazia um jogo de mãos e abria bem os olhos. Coky saiu do quarto em passo rápido. Chegou até o quarto da irmã e encostou o ouvido na porta. Ficou pensativo. Eram três vozes. Ficou mais animado. Na cabeça dele, maquinava a ideia de que Paola tava fazendo um menage com uma amiga que ele tanto queria, junto com algum sortudo. Ficou parado escutando do outro lado da porta, esperando algum momento de barulho pra tentar mexer na maçaneta. Os gemidos que ouvia iam provocando uma ereção mais que notável no pobre Coky. Mas a vontade venceu, e bem devagar ele abaixou a maçaneta e empurrou a porta suavemente pra frente, o suficiente pra ver quem tava ali.
O susto foi tanto que ele quase desmaiou. Tava vendo a mãe dele ser comida pelo vizinho, e a irmã dele tava recebendo sexo oral da própria mãe. Segundos depois do choque, Coky tinha uma ereção violenta. O pau dele de dezoito centímetros queria sair da calça de pijama. Espiou de novo pela porta, e sem perceber, tava se esfregando no pau. "Muito tarado isso que eu tô fazendo." Depois caiu em si. Dardo tava comendo a mãe e a irmã dele, então a María Elena ia tar sozinha, e com qualquer problema ele teria como chantagear o Dardo pra deixar ele pegar a mulher dele.
Coky foi pra baixo rapidinho. María Elena tava dormindo tranquilamente, deitada de bruços, com a bunda pra cima e a boca aberta. Coky ficou de pé na frente da cara de María Elena.
- Olha aqui, María Elena, olha bem. Esse pau aqui é o que vai te comer. Jojo!
Coky se aninhou sobre ela. Com o pau dele, ia cutucando o anel de María. Elena. As mãos dele foram direto pras tetinhas dela.
—Mmm, Dardo, que gostoso! Mmmm— dizia María Elena entre sonhos.
Coky aproveitou a confusão de María Elena pra continuar com o plano dele. Comê-la.
Enquanto isso, Dardo tava passando vaselina no cu da Moni, e era ajudado pelos dedos da Paola, que masturbava a mãe pelo rabo.
—Isso, Dardo! Mete no meu cu! Vai ver, Paola, olha bem pra mamãe e aprende a dar o cu!!!
—Lá vai, Moni!!!
Dardo apontou o pau direto pro cu dilatado da Moni. Enfiava um pouco, tirava e colocava na boca da Paola. Várias vezes.
—Cê gosta do pau com gosto de cu da mamãe, Paolita?
—Mmm, adoro! Arrebenta o cu da mamãe! Mas guarda energia que você tem que fazer o mesmo em mim!
Dardo foi enfiando o pau mais e mais fundo no cu da Moni; até meter tudo. Moni deu um grito de dor. Nunca tinha tido um pau de vinte e dois centímetros no cu. Dardo começou a meter com força até o fundo. Moni chorava de prazer. O rosto dela se transformava. Passou de uma expressão de dor pra uma de gata no cio. Já tava curtindo de verdade.
—Isso, Dardo, assim!... Mete! Mete!
—Ufa! Isso, Moni! Toma!
Paola olhava atenta como o cu da mãe entrava e saía aquele pauzão. Aquele rabo dilatou tanto que já passava na maior facilidade. Paolita não aguentou mais e começou a enfiar um dedo na buceta e outro no cuzinho dela. A mãe dela tava prestes a ter um orgasmo anal divino.
Não eram só eles três que tavam se divertindo. No térreo, Coky tava fodendo a María Elena; que, ainda dormindo, curtia a trepada que o Coky tava dando, achando que ele era o marido dela. Coky tava realizando a fantasia dele.
—Isso, Dardo, assim!... Mete, mete!!!— dizia uma María Elena meio dormindo.
Coky só concordava e beijava o pescoço dela. Passava a mão nas tetas, mas tentava não acordar ela e fazer ela sair gritando.
Um grito ecoou pela casa.
—Siiim!!!!— soou uma voz feminina que ia piorando.
Moni tinha acabado de ter um orgasmo anal; e não se segurou. Esse grito só fez acelerar as investidas de Coky. Mas em outro canto da casa, Pepe acordou com aquele grito.
-Que porra é essa? Agora, não dá pra dormir em paz! De onde vem?... E a Moni? Onde essa gostosa se meteu?
Pepe levantou da cama. Na casa, parecia reinar um clima de tranquilidade. Mas era uma tranquilidade aparente.
Quando Pepe se preparou pra passar na frente do corredor do quarto da Paola, não ouviu barulho nenhum. Isso fez com que Pepe seguisse direto até o andar de baixo. Não tinha barulho porque Moni se contorcia de prazer, enquanto Paola chupava a pica do Dardo pra lubrificar e ele arrebentar o cu dela.
Pepe chegou na sala e viu o filho dele comendo a María Elena. Se aproximou deles e fez um sinal pra Coky ficar quieto.
-María Elena!... María Elena!- chamou Pepe, pra ela acordar.
-Ei? Que foi?... Dardo, que que houve?
-Ei, não sou o Dardo, María Elena!- respondeu Coky com medo.
-Quê?!?!?!?- perguntou María Elena, pulando do sofá.
-Opa, María Elena. Olha só como te encontro. No sofá, dando pro meu filho.
-Ei, não! Não pode ter acontecido! Pepe, isso tá errado! Nãooo!!!- ela se negava.
-Não parece erro nenhum. É mais um momento de tesão!- comentou Pepe.
-Vai, María Elena, se você gosta!- mandou Coky.
-Não, filho. Sai!
-Acho que o Coky, que é meio burro, tá certo! Não é só de um que você gosta, talvez… precise de dois!
Dito isso, Pepe pegou María Elena pelo cabelo e tirou a pica de dentro do pijama. Ela se recusou a chupar a pica dele. Mas como Coky segurava os braços dela, Pepe tapou o nariz dela e ela teve que abrir a boca. Assim que abriu a boca, Pepe enfiou a pica meio mole na boca dela. Assim, pai e filho começaram a comer a vizinha.
No quarto da Paola, Dardo tava pronto pra arrombar o cu da jovem. Colocou ela de Quatro patas na cama. Ela levantava a bunda. Moni separava as bochechas dela. Dava pra ver um asterisco lindo, meio dilatado, que pedia pica. Dardo não hesitou. Foi enfiando a pica devagar. O cu da Paolita era bem mais apertado que o da Moni, mas mais macio. Quando conseguiu meter até o fundo. Começou com estocadas brutais. Tava decidido a arrebentar ele, literalmente. Dardo tinha virado uma fera. Penetrava com muita força a Paola, que chorava em cima das tetas da mãe, porque Moni passava elas na cara dela. Paola gemia e chorava, a mãe dela tinha se colocado debaixo dela chupando a buceta dela. Dardo não aguentava mais, dava pra ver na cara que queria gozar. As estocadas foram tão fortes que na última, ele enterrou até o fundo e gozou dentro do cu da Paola. Ela sentia ele inundando ela por dentro. O gemido do Dardo ecoou pela casa toda. Dardo tirou o pinto do cu da Paola, e ela deixou sair toda a porra, que escorria pelo corpo dela e caía na boca da Moni.
- Você gosta do gosto da porra com gosto de cu da sua filha, né? - perguntava Dardo.
- Mmmm sim!!! - respondia Moni, enchendo a boca.
- Agora, dá um pouquinho pra sua filha também.
Moni se levantou e dividiu a porra num beijo profundo. Dardo não tinha mais forças, mas o espetáculo que via era forte o bastante pra tentar endurecer a pica dele de novo. Mas não deu.
O gemido final do Dardo ecoou lá embaixo. Maria Elena ficou paralisada. Pepe não entendia o que tava rolando. Coky comentou o que interpretou.
- Ué, esse deve ser o Dardinho, que tava comendo a mamãe e a Paola.
- Que?!?!? - se perguntava Maria Elena, atordoada.
- Nossa, saíram umas putas mesmo! - se resignava Pepe.
- Ah, mas se esse punheteiro acha que pode comer mãe e filha, eu como pai e filho! - disse Maria Elena, vingativa. - Vai, Coky, me come bem forte, cara! E você, Pepe, faz esse pau subir rápido, que eu tenho outro buraco disponível!
Maria Elena se Pôs de quatro, Coky tava comendo ela de quatro, enquanto chupava a pica já dura do Pepe. O Pepe tinha uma pica de dezesseis centímetros. Toda vez que a María Elena parava de rebolar pra se ajeitar no sofá, o Pepe batia com a pica na cara dela.
— Então, Pepe, vai logo, o que cê tá esperando? Arrebenta toda eu! — exigiu María Elena.
O Pepe ajeitou a María Elena em cima do Coky, deixando a bunda dela pra fora. Lambeu a pica, e sem hesitar enfiou de uma vez até o fundo.
— Ahhh!!! Isso!!! Pepe, me parte toda!!! Isso, goza em mim!!! Mete até o fundo!!!
A María Elena tinha começado a se transformar na gostosa no cio que era toda sexta à noite, quando o marido comia ela. Os movimentos da María Elena faziam o Pepe e o Coky não aguentarem mais. O Pepe tirou a pica e colocou na altura da cara da María Elena. Gozou três porradas fortes: uma no cabelo, outra no nariz, e a última na boca dela. O Coky não aguentou mais, e inundou a buceta da María Elena.
— Cê é idiota! Gozou dentro de mim! Vai me deixar grávida! — surtava a María Elena.
— Ah, saí otário! — falou o Pepe.
Continua
Salve! Chás-chás nos furinhos!
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