Ano passado eu entrei num curso de francês na academia de idiomas da minha cidade. Na primeira aula, meio tímido, acabei sentando com uma garota magrela, pouco mais alta que eu. Ela tinha cabelo loiro, curto, na altura das orelhas, e uma camiseta dos Ramones. Aquela primeira aula foi um terror, a gente tinha que recitar frases em francês pra interagir com os outros alunos do curso, um verdadeiro pesadelo.
"Je m'appelle Gonzalo" "j'habite à... (cidade)" Catástrofe das catástrofes pra essa garota tão tímida. Mas com o tempo, a gente começou a rir, e até fazia piadas dos nossos erros ao falar um idioma que, na época, era totalmente desconhecido pra gente. Criamos uma amizade estranha, só dentro das aulas. No meio do curso, por problemas pessoais e financeiros, fui forçado a largar o curso e me dedicar firme a outras coisas.
Duvido que ela lembre meu sobrenome, tenho um sobrenome bem "esquecível", mas de algum jeito ela me encontrou no Facebook e me adicionou como amigo. Me perguntou por que eu tinha parado de ir, isso e aquilo, cê sabe. Combinamos de nos ver na semana. A semana passou e a gente nunca se viu, questões pessoais como já falei antes. Mas eu tinha o celular dela, liguei um dia que tava completamente livre e chamei ela pra minha casa, não lembro que merda eu inventei de desculpa, acho que foi pra ver um filme. Ela chegou e, meiga como eu lembrava, me deu um beijo na bochecha. Ah, sim, agora lembro, a ideia era sair pra dançar, mas acabamos vendo um filme. A noite foi tranquila, meus pais foram dormir (eba!) e eu fiquei com a casa toda privada. Enquanto a gente via "Só Amigos" — uma comédia bem boa (recomendo) — a gente ria e eu zoava ela dizendo que parecia com a protagonista (por ser loira). O filme acabou... A gente tava os dois na frente do monitor do PC, que tava completamente parado, ninguém ousava mexer uma mão ou falar nada, ficamos num silêncio íntimo, aos poucos nossos rostos foram se... animaram a se olhar e nos beijamos. Seus lábios finos molhavam os meus maravilhosamente, hidratavam de calor, nossas bocas se mastigavam, a gente se desenfreadou em segundos. A mão dela foi na minha nuca e, como de costume, começou a bagunçar meu cabelo. A gente tava, agora que lembro, deitados na cama, então foi só fechar a porra do notebook e deixar na mesa. Me apoiei num braço e fiquei por cima dela, as mãos dela invadiram meu pescoço.
Meus lábios desceram dos dela e eu lambia o pescoço dela sem dó, uma puta sacanagem, mas ela adorava. Lambia o pescoço dela igual um cachorro, sufocava ela com minha língua, ela virava a cabeça pra minha língua achar melhor o pescocinho dela. Tava tesudo, muito tesudo. Diante do sorriso dela, levantei ela pela cintura e encaixei ela em mim, meu pau pulsava dentro da braguilha ferozmente. "Nossa, como bate, neném", ela disse, corada, ao sentir meu volume entre as pernas dela. Os braços dela me abraçavam e ela se segurava no meu colo. Minhas mãos apertavam o quadril dela e faziam ela se esfregar no meu corpo. Pelos sorrisos dela e pelo jeito que ela abria mais as pernas e arqueava as costas com as mãos, eu sabia que ela tava gostando. E ela ficava vermelha ao sentir meu pau latejando entre as pernas finas e compridas dela, loiras e bem bronzeadas. Ela tirou aquela camiseta estranha e deixou minhas mãos irem pros peitos dela enquanto inclinava o pescoço pra trás. Minhas mãos acariciavam tudo enquanto meus dentes faziam o fio sentir no pescoço dela. Ela suspirava, e as mãos dela acariciavam minhas costas com cuidado. E no meio disso, continuava a esfregação do meu pau latejante na pussy dela, que eu tinha certeza que sentia a umidade por entre os tecidos. A gente bagunçava o cabelo um do outro quase como um jogo selvagem que deixava a esfregação mais quente, ela arrancou o botão da minha calça jeans e enfiou a mão na minha cueca. Encontrou meu pau latejando e grosso, não sentia ele como parte de mim. Ela me afastou com a mão rapidinho e se deitou de bruços na cama, levou ele até a boca dela. Sua língua dançava na minha cabeça latejante e escorrendo de porra. Minhas mãos davam tapinhas leves na bunda dela, e ela balançava as pernas, as mãos acariciavam minhas bolas enquanto a boca lambia e mordiscava ternamente a cabeça do meu pau. Ela tirou da boca por um segundo e começou a me bater uma punheta, colocando a ponta da língua na minha glande. Latejava e latejava, ela suspirava e me masturbava mais rápido com um sorriso. A saliva quente dela evaporava na cabeça vermelha e dilatada do meu pau. Quando eu estava prestes a gozar, ela parou e senti um pico de orgasmo como um calafrio, ela sorriu. Ela desabotoou a calça jeans e jogou pra lá, afastou o fio da calcinha violeta e abriu as pernas se remexendo. Eu sorri pra ela e ARRANQUEI a porra da calcinha. Também joguei pra lá. Enfiei nela bruscamente, afundei meus dedos na cintura dela de novo, e a sacudi violentamente, ela abriu os olhos como dois faróis e a boca, colocou a língua pra fora, minha língua pousou na dela e por um minuto elas se banharam na saliva dela. A saliva escorria das nossas bocas sobre os peitos dela descobertos, minhas mãos espalhavam por ela, escorrendo de sucos sujou meu colchão judiado, ficava molhado. Eu sentia o corpo dela esquentar, a temperatura subir ao meu redor, e as pernas dela apertavam minha cintura como minhas mãos apertavam a dela. Eu a sacudia violentamente, os cabelos loiros dela caíam sobre os olhos fechados enquanto a boca se abria e ela colocava a língua pra fora pedindo um beijo. Continuava pingando meu colchão com os sucos dela, e eu estava prestes a gozar. Tirei esperando que ela sentisse a mesma sensação que eu senti quando ela fez aquilo no boquete. Sorri pra ela e ela fez uma careta estranha como um suspiro entrecortado, sorri pra ela, desci até a buceta dela com uma lambida e comecei a trabalhar. Minha língua rastejava por dentro dela procurando aquele precioso ponto G, finalmente encontrei. Lambia com arranhões, enquanto minhas mãos massageavam a vulva dela, a barriga dela tremia, a buceta dela escorria mais e mais, eu me tomava o suco maravilhoso da argola dela.
Minha língua continuava dentro dela e meus dedos massageando quando as paredes se separaram de repente, meio durinhas, e jorrou um líquido abundante, delicioso também. Eu tava lambendo e ela puxou minha cara de uma vez e enfiou a língua na minha boca enquanto eu ainda tinha o gosto lá. Ela desceu de novo, posou os lábios no meu pau, me empurrou, me deitou à força. Puxou meu prepúcio e abaixou até não dar mais, sorriu pra mim, enfiou na boca o mais fundo que conseguiu. Eu me dobrei de prazer. Acariciava a cabeça dela enquanto ela fazia, fazia bem, a língua dela molhava minha glande e ela ia dilatando e dilatando. Alargou e encheu a boquinha minúscula dela. Na frente dos lábios, as mãos dela pegavam meu pau e masturbavam, ela continuava sugando forte a ponta do meu pau, finalmente me enchi de arrepios enchendo a boca dela com um jorro de prazer, ardor, disparado pela bica do pênis. Ela tirou a língua e o gozo escorreu da boca dela pros peitos. Depois continuou esfregando meu pau na cara dela.
- Você vai dormir aqui?
- Não! Que horas são? Perguntou meio assustada, percebendo que já passava das 12.
Sem se limpar, levantou da cama e olhou o relógio na minha mesa, era umas 2 ou 3.
- Tinha que estar em casa até 1 no máximo! Merda.
- Calma, te pago um remédio, já já... mas se limpa. Falei rindo.
Pegou um lenço da mesinha e, sorrindo, se limpou, depois me beijou enquanto pedia um remédio por telefone.
O carro chegou e ela foi embora. E depois continuamos nos vendo e saindo muitas e muitas vezes mais, provavelmente conto mais dela outro dia...
Por último, MUITO IMPORTANTE, queria pedir pras minas que leem meus contos se alguma se animaria a tirar uma foto dedicada ao nome "pallers", porque adoraria ter um novo avatar. Abraço pra todo mundo.
"Je m'appelle Gonzalo" "j'habite à... (cidade)" Catástrofe das catástrofes pra essa garota tão tímida. Mas com o tempo, a gente começou a rir, e até fazia piadas dos nossos erros ao falar um idioma que, na época, era totalmente desconhecido pra gente. Criamos uma amizade estranha, só dentro das aulas. No meio do curso, por problemas pessoais e financeiros, fui forçado a largar o curso e me dedicar firme a outras coisas.
Duvido que ela lembre meu sobrenome, tenho um sobrenome bem "esquecível", mas de algum jeito ela me encontrou no Facebook e me adicionou como amigo. Me perguntou por que eu tinha parado de ir, isso e aquilo, cê sabe. Combinamos de nos ver na semana. A semana passou e a gente nunca se viu, questões pessoais como já falei antes. Mas eu tinha o celular dela, liguei um dia que tava completamente livre e chamei ela pra minha casa, não lembro que merda eu inventei de desculpa, acho que foi pra ver um filme. Ela chegou e, meiga como eu lembrava, me deu um beijo na bochecha. Ah, sim, agora lembro, a ideia era sair pra dançar, mas acabamos vendo um filme. A noite foi tranquila, meus pais foram dormir (eba!) e eu fiquei com a casa toda privada. Enquanto a gente via "Só Amigos" — uma comédia bem boa (recomendo) — a gente ria e eu zoava ela dizendo que parecia com a protagonista (por ser loira). O filme acabou... A gente tava os dois na frente do monitor do PC, que tava completamente parado, ninguém ousava mexer uma mão ou falar nada, ficamos num silêncio íntimo, aos poucos nossos rostos foram se... animaram a se olhar e nos beijamos. Seus lábios finos molhavam os meus maravilhosamente, hidratavam de calor, nossas bocas se mastigavam, a gente se desenfreadou em segundos. A mão dela foi na minha nuca e, como de costume, começou a bagunçar meu cabelo. A gente tava, agora que lembro, deitados na cama, então foi só fechar a porra do notebook e deixar na mesa. Me apoiei num braço e fiquei por cima dela, as mãos dela invadiram meu pescoço.
Meus lábios desceram dos dela e eu lambia o pescoço dela sem dó, uma puta sacanagem, mas ela adorava. Lambia o pescoço dela igual um cachorro, sufocava ela com minha língua, ela virava a cabeça pra minha língua achar melhor o pescocinho dela. Tava tesudo, muito tesudo. Diante do sorriso dela, levantei ela pela cintura e encaixei ela em mim, meu pau pulsava dentro da braguilha ferozmente. "Nossa, como bate, neném", ela disse, corada, ao sentir meu volume entre as pernas dela. Os braços dela me abraçavam e ela se segurava no meu colo. Minhas mãos apertavam o quadril dela e faziam ela se esfregar no meu corpo. Pelos sorrisos dela e pelo jeito que ela abria mais as pernas e arqueava as costas com as mãos, eu sabia que ela tava gostando. E ela ficava vermelha ao sentir meu pau latejando entre as pernas finas e compridas dela, loiras e bem bronzeadas. Ela tirou aquela camiseta estranha e deixou minhas mãos irem pros peitos dela enquanto inclinava o pescoço pra trás. Minhas mãos acariciavam tudo enquanto meus dentes faziam o fio sentir no pescoço dela. Ela suspirava, e as mãos dela acariciavam minhas costas com cuidado. E no meio disso, continuava a esfregação do meu pau latejante na pussy dela, que eu tinha certeza que sentia a umidade por entre os tecidos. A gente bagunçava o cabelo um do outro quase como um jogo selvagem que deixava a esfregação mais quente, ela arrancou o botão da minha calça jeans e enfiou a mão na minha cueca. Encontrou meu pau latejando e grosso, não sentia ele como parte de mim. Ela me afastou com a mão rapidinho e se deitou de bruços na cama, levou ele até a boca dela. Sua língua dançava na minha cabeça latejante e escorrendo de porra. Minhas mãos davam tapinhas leves na bunda dela, e ela balançava as pernas, as mãos acariciavam minhas bolas enquanto a boca lambia e mordiscava ternamente a cabeça do meu pau. Ela tirou da boca por um segundo e começou a me bater uma punheta, colocando a ponta da língua na minha glande. Latejava e latejava, ela suspirava e me masturbava mais rápido com um sorriso. A saliva quente dela evaporava na cabeça vermelha e dilatada do meu pau. Quando eu estava prestes a gozar, ela parou e senti um pico de orgasmo como um calafrio, ela sorriu. Ela desabotoou a calça jeans e jogou pra lá, afastou o fio da calcinha violeta e abriu as pernas se remexendo. Eu sorri pra ela e ARRANQUEI a porra da calcinha. Também joguei pra lá. Enfiei nela bruscamente, afundei meus dedos na cintura dela de novo, e a sacudi violentamente, ela abriu os olhos como dois faróis e a boca, colocou a língua pra fora, minha língua pousou na dela e por um minuto elas se banharam na saliva dela. A saliva escorria das nossas bocas sobre os peitos dela descobertos, minhas mãos espalhavam por ela, escorrendo de sucos sujou meu colchão judiado, ficava molhado. Eu sentia o corpo dela esquentar, a temperatura subir ao meu redor, e as pernas dela apertavam minha cintura como minhas mãos apertavam a dela. Eu a sacudia violentamente, os cabelos loiros dela caíam sobre os olhos fechados enquanto a boca se abria e ela colocava a língua pra fora pedindo um beijo. Continuava pingando meu colchão com os sucos dela, e eu estava prestes a gozar. Tirei esperando que ela sentisse a mesma sensação que eu senti quando ela fez aquilo no boquete. Sorri pra ela e ela fez uma careta estranha como um suspiro entrecortado, sorri pra ela, desci até a buceta dela com uma lambida e comecei a trabalhar. Minha língua rastejava por dentro dela procurando aquele precioso ponto G, finalmente encontrei. Lambia com arranhões, enquanto minhas mãos massageavam a vulva dela, a barriga dela tremia, a buceta dela escorria mais e mais, eu me tomava o suco maravilhoso da argola dela.
Minha língua continuava dentro dela e meus dedos massageando quando as paredes se separaram de repente, meio durinhas, e jorrou um líquido abundante, delicioso também. Eu tava lambendo e ela puxou minha cara de uma vez e enfiou a língua na minha boca enquanto eu ainda tinha o gosto lá. Ela desceu de novo, posou os lábios no meu pau, me empurrou, me deitou à força. Puxou meu prepúcio e abaixou até não dar mais, sorriu pra mim, enfiou na boca o mais fundo que conseguiu. Eu me dobrei de prazer. Acariciava a cabeça dela enquanto ela fazia, fazia bem, a língua dela molhava minha glande e ela ia dilatando e dilatando. Alargou e encheu a boquinha minúscula dela. Na frente dos lábios, as mãos dela pegavam meu pau e masturbavam, ela continuava sugando forte a ponta do meu pau, finalmente me enchi de arrepios enchendo a boca dela com um jorro de prazer, ardor, disparado pela bica do pênis. Ela tirou a língua e o gozo escorreu da boca dela pros peitos. Depois continuou esfregando meu pau na cara dela.
- Você vai dormir aqui?
- Não! Que horas são? Perguntou meio assustada, percebendo que já passava das 12.
Sem se limpar, levantou da cama e olhou o relógio na minha mesa, era umas 2 ou 3.
- Tinha que estar em casa até 1 no máximo! Merda.
- Calma, te pago um remédio, já já... mas se limpa. Falei rindo.
Pegou um lenço da mesinha e, sorrindo, se limpou, depois me beijou enquanto pedia um remédio por telefone.
O carro chegou e ela foi embora. E depois continuamos nos vendo e saindo muitas e muitas vezes mais, provavelmente conto mais dela outro dia...
Por último, MUITO IMPORTANTE, queria pedir pras minas que leem meus contos se alguma se animaria a tirar uma foto dedicada ao nome "pallers", porque adoraria ter um novo avatar. Abraço pra todo mundo.
4 comentários - Memórias de um jovem indecente: Uh lala
gracias por el aporte!! besoooosssss,
GodiTICA
yo pase por tu post, vos pasaste por el mio?
los comentarios son el apoyo que necesitamos para seguir adelante!!