Antes de mais nada, quero deixar claro que essa história não é de minha autoria, mas sim tirada de um portal alheio a este!
Adaptei e "traduzi" pro português brasileiro!
Não sei se já foi postada!
Aproveita!
Adaptei e "traduzi" pro português brasileiro!
Não sei se já foi postada!
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A filha da minha amiga!
A filha da minha amiga morava com a mãe e os irmãos no interior do país, sempre viveram do que a roça produzia. A linda afilhada dela, Evelyn, não vinha pra capital há muito tempo.
Minha amiga precisava mandar a filha pra capital porque já tava na hora dela começar a faculdade e ela já tava passada da idade, mas não tinha uma data certa pra enviar.
Minha amiga mandou a filha pra capital pra eu ajudar a arrumar vaga em algum colégio, ela já tinha terminado a faculdade e a mãe sempre tinha muito trabalho na fazenda.
Por causa da tremenda inocência de menina e da falta de orientação, ela não sabia nada ou muito pouco sobre sexo. A mãe dela é muito rígida, só tinha explicado que todo mês ia descer a menstruação.
Minha comadre mandou ela na quinta-feira e, por causa da distância, ela chegou na sexta de manhã. Eu sempre malho muito pra me manter em forma.
Fui até o terminal de passageiros buscá-la. Minha comadre me explicou como ela viria: com um vestido longo florido. Reconheci na hora, e o vestido não deixava ver nada do corpo dela, só a bunda que era monumental. Os peitos eram médios e ela tinha uma cabeleira linda que cobria as costas até a metade das nádegas. Ela tem 1,70 de altura, com um olhar angelical e muito inocente. Chamei pelo nome dela.
— Evelyn, oi! Sou o Oscar.
— Oscarrrrrrrrrrrrr!!! Ainda bem que você me achou, vim muito assustada com essa viagem tão longa e eu sozinha naquele ônibus enorme.
Ela falou num tom muito inocente e dava pra ver a alegria na carinha dela. Me abraçou forte e até derramou umas lágrimas de emoção.
— Calma, minha vida, você já chegou. Vamos ligar pra sua mãe pra ela saber que você chegou bem.
Depois fomos pra casa e conversamos sobre várias coisas. Quando chegamos, ela foi tomar banho, enquanto eu esquentava a comida. Servi e fui avisar que tava tudo pronto. Quando cheguei no quarto, a porta estava meio aberta e pude ver o corpo divino que aquele vestido longo escondia. Ela tinha uns peitos muito lindos e Mamilos durinhos porque ela tomou banho com água fria (ela me contou depois). Minha afilhada (como eu chamava quando a conheci) tem quadril largo e bunda empinada. Quando ela se abaixou pra colocar a calcinha, consegui ver uma buceta muito gostosa, com lábios vaginais bem carnudos. Saí sem fazer barulho quando ela já tinha subido a calcinha. Agora sim eu tinha provas de que minha querida afilhada tinha um corpo de mulherão.
Comemos e ela foi descansar enquanto eu via TV até umas quatro da tarde. Depois tomei um banho longo e pensei que minha adorável afilhada continuaria dormindo até o dia seguinte. Saí do banho com meu roupão chinês um pouco acima dos joelhos e sem nada por baixo, servi um gole de uísque e sentei na sala pra ouvir música com uns fones de ouvido pra não fazer barulho.
Pouco depois ela saiu do quarto usando uma camisola comprida também acima dos joelhos. Fiquei impressionado com a beleza dela e o tamanho monumental do cabelo.
Ela percebeu e disse:
— Oi, Oscar! Por que tá me olhando assim?
Tirei os fones e falei:
— É que você tá realmente muito linda, já tem corpo de mulher.
— Kkkk, Oscar, não fala essas coisas. Lá onde eu moro ninguém nunca me disse isso.
— Bom, eu tô te falando como homem, e você merece isso e mais.
— Oscar, você sabe elogiar uma garota, hein! O que cê tá ouvindo? — ela disse pra mudar de assunto.
— O que eu tô ouvindo? Música romântica. Quer ouvir?
— Quero.
Desconectei o fone e ficou aquele clima romântico, bem na moda do momento.
— Nossa, Oscar, tá tocando muito bem! Essa música não toca lá onde eu moro! E como dança isso?
— Fácil, posso te ensinar!
Sem esperar a resposta, levantei do sofá, peguei ela pela cintura e fui ensinando. Ela ria pra caramba tentando acompanhar meus passos, mas foi aprendendo.
Até servi uns drinks pra ela, e ela disse:
— Nossa, Oscar, segunda vez que eu bebo. A primeira foi numa festa na casa que meu pai me deu.
Depois de uma hora, já estávamos dançando quase no mesmo ritmo, já que a mãe dela é toda... Uma dançarina. Eu aproveitei e me esfregava nela, o tecido do roupão dela era muito macio, nas nossas danças eu enfiava minha perna direita entre as dela, encostando meu pau duro e pulsante, e como ela não falava nada, eu aproveitei pra colocar meu membro no monte de Vênus dela, apertando ela firme pela cintura. Ela não fazia nenhum esforço pra se afastar, pelo contrário, parecia que curtia, e quando eu virava ela, colocava entre as nádegas dela. A gente conversava sobre alguns assuntos e também ria. Lá pelas oito da noite, ela me perguntou: "Oscar, como é uma discoteca? Nunca fui a uma. Me conta como são?" "Bom, minha vida, são lugares onde a gente vai se divertir e dançar com a parceira ou com quem você gosta. Você se diverte muito e, principalmente, com pouca luz." "Sério? Pouca luz? E todo mundo dança assim no escuro?" "Claro, minha vida." "E se a gente apagar a luz?" "Bom, pra mim tá ótimo!", respondi. A gente tomou um gole, coloquei uma música suave e apaguei a luz, deixando acesa a do banheiro pra deixar o ambiente meio na penumbra. E como minha tarada já tinha crescido muito, afrouxei a cinta do roupão pra dar mais liberdade pro meu pau. Peguei ela pela cintura, e ela passou os braços atrás do meu pescoço (como eu tinha ensinado). Ela sentiu meu pau, deu um pulinho, mas não falou nada. Quando minha ferramenta chegou na plenitude, saiu sozinha do roupão e ficou entre as pernas dela. Minha rebolada era bem evidente. Senti meu membro empurrar o roupão dela pra dentro das pernas, e eu abri as pernas dela com as minhas, empurrando disfarçadamente. A gente dançou várias músicas, só se soltava pra tomar um gole que eu tinha deixado na mesa, e ela tentava ver o que era que roçava a entrepernas dela, mas eu sempre me virava pra não ser tão descarado. Umas duas vezes ela conseguiu me pegar. Ela dançava com os braços sobre meus ombros, e a camiseta dela levantava um pouco. Eu, ao colocar meus braços rodeando a cintura dela, levantei mais um pouco, então nossas pernas se tocavam acima dos joelhos e meu roupão... ela estava quase toda aberta, ela mexia os quadris de um jeito muito sensual, curtindo o momento. Eu quase levantei a bata dela pela frente, porque senti várias vezes a pele das pernas dela roçando no meu pau, mas eu tinha que ir bem devagar pra não estragar aquele momento tão gostoso. A respiração dela já tava meio ofegante, de tesão. A gente continuou dançando até quase meia-noite, até que ela falou:
— Oscar, melhor eu ir dormir, já tô meio tonta e me sentindo muito estranha.
Não discordei, porque imaginei que ela tava excitada. Ia ter que esperar outra chance.
— Tá bem, minha princesinha, a gente pode continuar dançando outro dia. Mas cê tá bem?
— Sim, sim, sem problema. Qualquer coisa, eu te chamo se me sentir muito mal.
— Tá bem, então deixa eu te dar boa noite agora.
Ela foi pro quarto dela, ajeitando a regata. Eu acendi a luz, arrumei minha bata e vi que tinha líquido pré-seminal na ponta do meu pau. Devo ter molhado a flanela dela. Fui pro meu quarto, sequei meu pau e me refresquei um pouco. Liguei a TV pra tentar ver um filme erótico, porque eu precisava bater uma depois do que tinha vivido com a minha "afilhada". Antes de deitar, fui ver como a minha "afilhada" tava. Cheguei no quarto dela, a luz ainda tava acesa. Bati na porta e entrei, abrindo devagar.
— Oi! — Ela tava coberta até o pescoço.
— Cê tá com frio? Tá se sentindo mal?
— Não, Oscar, tô com calor na verdade.
— Se cê tiver se sentindo mal, me fala. Não vou conseguir dormir sabendo que cê não tá bem, e além disso, sou seu amigo. Posso ajudar ou dar uma orientação no que der.
— Não, Oscar, de verdade, não tô com nada.
— Mentirosa. Se não me contar, vou ficar aqui com você.
— Kkkk, ai, Oscar, não seja malvado comigo!
— Me fala.
— Mas, Oscar... bom, posso te contar uma coisa bem íntima minha?
— Claro, minha princesa.
— É que eu não sei o que é. Tem uma coisa melecada na minha calcinha, até manchou. Acho que eu me mijei, não entendo, e não sei por quê.
Eu fingi que não sabia, já que sabia que era a lubrificação vaginal dela. Aí eu falei: Testando pra ver se colava.
É? Por que você não me deixa ver?
Nãoooo Oscarrrrrr, tô com vergonha!!!
Tá bom, mas como vou te ajudar se não entendo direito o que você tem? Pelo menos deixa eu ver sua calcinha ou tocar esse líquido pra entender o que é, ou é que você não confia em mim?
Não, Oscar lindo, entenda que você é homem e eu já estou desenvolvida…
Bom, então se toca e me dá um pouquinho do líquido com o dedo.
Nãoooo, não quero mais ficar mexendo nisso, prefiro que você toque rapidinho, eu já tô com nojo!
Tá bom, minha menina, deixa eu ver o que você tem e, se for o caso, chamo sua mãe de manhã, porque se a gente falar alguma coisa sem saber o que é, ela pode se assustar. Se depois eu precisar de ajuda de algum especialista, eu procuro, mas agora a gente precisa saber o porquê desse líquido.
O rosto dela mudou completamente, como se tivesse ganhado confiança com o que eu disse.
Além disso, qualquer coisa, isso fica como um segredo entre eu e você.
Tá bom, você tem razão, Oscar. Toca o líquido e me diz o que pode ser.
Evelyn cobriu o rosto com os lençóis, como se estivesse me dando permissão pra examinar as partes íntimas dela.
Devagar, fui enfiando a mão por um lado do lençol. Ela já tinha abaixado a calcinha até um pouco acima dos joelhos, imagino que tirou quando estava investigando o líquido. Cheguei no monte de Vênus dela, que já tinha uns pelinhos. Ela abriu um pouco as pernas pra minha mão conseguir chegar no alvo. Cheguei na entrada da bucetinha dela e senti que estava molhada. Com os dedos, acariciei e passei o dedo do meio por toda a frestinha, tentando provocar prazer nela. O que ela dizia era:
Uhhhh, uhhhhh, cada vez que eu roçava o clitóris dela. Tirei a mão e saboreei o divino dos sucos vaginais dela, já louco pra comer aquela delícia.
Ela descobriu o rosto até os olhos e dava pra ver as bochechas vermelhinhas.
O que é? É normal? Me diz, Oscarrrrr! Fiquei mudo, com a calcinha dela nos joelhos e eu meio nu, com a permissão. de tocar a buceta dela.
Não tenho certeza, meu amor, minha namorada passava por algo parecido quando a gente tava junto, mas tenho minhas dúvidas com o cheiro (cheirava a glória!).
Não acredito, Oscar, eu não posso ter as coisas que as mulheres grandes têm, eu ainda sou uma menina, é o que minha mãe me diz.
Não sei, minha linda, mas acho que vou ter que cheirar o líquido diretamente.
Ai, não, Oscar! Tenho vergonha de você, será que esse líquido é ruim? Acho que é a primeira vez que sai de mim.
Ela tava meio confusa e eu tava me aproveitando disso.
Não acho que seja ruim, mas deixa eu cheirar pra ter certeza.
Mas Oscar! Por que isso tinha que acontecer comigo aqui sozinha com você? Além disso, eu sentia uma coisa muito estranha na minha barriga quando a gente tava dançando tão coladinhos ali na sala.
Tipo o quê?
Bom, quando comecei a sentir sua coisa dura, me dava uma espécie de cócega por dentro.
Com mais razão quero cheirar esse líquido pra ter certeza, fica tranquila, meu amor, já vai ver que isso se resolve rápido, me deixa ver?
Se não tem outro jeito, Oscar, mas não conta nada pra minha mãe, senão eu morro de vergonha.
Não se preocupa, já te falei que isso vai ser nosso segredo. Ela tapou o rosto de novo, pra autorizar minha entrada entre as pernas dela e poder fazer "minha exploração".
Meu pau tava completamente duro, pedindo briga. Como ela tava com o rosto tapado, desamarrei o roupão pra dar liberdade, me coloquei de bruços debaixo dos lençóis e ela tirou o rosto de lá, me vendo direto.
Abri mais as pernas, falei me colocando na frente da buceta divina dela que exalava um cheiro divino de mulher, abri os lábios da buceta dela com meus dedos e fiz como se tivesse cheirando, roçando meu nariz na área do clitóris dela. Cada vez que eu fazia isso, ela repetia.
Uhhhhhhhhh, uhhhhhhhhh, Oscarrrr!!!, Oscarrrrrrr!!!,
Deixa eu provar, e sem esperar resposta, passei minha língua por todo o comprimento da buceta suculenta dela, que tava ainda mais molhada, pela excitação óbvia que ela tava sentindo, ela deu um pulinho mas não me Não disse nada, só que com as mãos tentava afastar meu rosto, mas sem fazer força.
Já, já Oscar, para, para…
Calma, minha vida, deixa eu provar mais um pouco, quero ter certeza. Dessa vez fui com tudo, porque sentia que ela estava adorando “minha exploração”. Mordisquei, beijei, chupei o clitóris dela, que estava bem inchado, arrancando dela ondas de prazer. Com meus toques, agora ela só tinha as mãos na minha cabeça e os lençóis cobrindo meu corpo. Ela estava com os joelhos levantados, e eu a segurava pelos quadris, puxando-a para mim.
Oscarooo! Oscarooo! O que você está fazendo comigo! Já, já, gozei rápido, sinto uma coisa estranha na minha barriguinha, já, já, aiii, já, Oscarooo!
Espera, menina, é que você está toda molhada de sucos. Continuei comendo sua buceta suculenta, que não parava de jorrar fluidos vaginais. Ela levantou as pernas e apertou minha cabeça, erguendo e mexendo os quadris, produto do prazer que estava sentindo. Eu enfiava e tirava minha língua repetidamente, engolindo o que podia do néctar divino que não parava de sair da virginal vagina da Evelyn. De repente, ela disse:
Oscarooo! Oscarooo!!!! Aaaaaaaiiiiiii aaaaaaaiiiiiii mmmmmm mmmmmm, aaaaaaaiiiiiii aaaaaaaiiiiiii Oscarrrrrrr!!!!
Mmmmmm, mmmmmm, já, já, não seja tão safado, já, já! Ela experimentou uma onda de orgasmo muito intensa, o primeiro da vida dela. O corpo todo tremia de um jeito louco, mexia o quadril para cima. Eu a agarrei pelos quadris, levantando-a e puxando-a para mim, afundando meu rosto entre as pernas dela e enfiando minha língua o mais fundo que podia, tomando e chupando os fluidos que jorravam como jatos.
Depois, ela relaxou e me perguntou:
Já, já não sai mais líquido?
Um pouquinho ainda.
Obrigada, Oscar. Não é nada de ruim, né? Que gosto tem? Tem cheiro ruim?
Quer provar? E sem esperar resposta, subi até o rosto dela. Ela passou a língua no meu rosto.
Aiii, tem um gosto estranho e é meio babento! Eu tinha me deitado sobre ela, e minha ferramenta estava apoiada na perna dela, mas ela, provando o seu próprio... líquidos não percebeu, até que de repente colocou as mãos nos meus ombros tentando me levantar e disse:
Oscarrrrr!!! O senhor não está vestido????
Me desculpa, amor, lembra que eu ia me deitar e normalmente durmo assim.
E deita assim?
Enquanto isso, meu pau pulsava na perna dela, desejando entrar na sua buraquinha suculenta.
Oscar, mas tá muito duro, parece uma banana. Jijijijijiji… Posso ver?
Claro, minha linda, eu já te vi.
Verdade, né.
Deitei de barriga pra cima, afastei os lençóis e abri todo o roupão.
Guuuaaaaooo Oscar, sua coisa é estranha mesmo, e a ponta tá vermelhinha, por que fica pulando assim? E a ponta tá meio molhada, também tem suquinhos… jijijijijiji!
Haha haha, calma, minha linda, o que acontece é que ele fica assim quando tem uma mulher muito perto.
Toquei nele, fazendo pressão.
Huyyy, é duro mesmo, melhor eu ficar onde tava, me dá medo.
Ela se acomodou de novo de barriga pra cima e eu, sem pensar, me coloquei sobre ela, deixando meu pau na perna dela, roçando minha cabecinha bem perto da entrada da buceta dela, que tava de pernas fechadas.
Oscar, o que minha mãe vai pensar se me ver assim com o senhor na cama? Melhor o senhor ir pro seu quarto e a gente continua conversando amanhã.
Sem problema, minha vida, mas você ainda tem sucos e sinto sua coisinha muito quente.
É, Oscar? Mas o senhor também tá muito quente.
Bom, o que acontece é que a gente fica assim porque tá muito perto, você deve estar fervendo por dentro.
Ah, não, Oscar, não fala isso, me dá medo, isso quer dizer que eu posso estar com febre?
Hahaha, não, coração, sua febre ou nossa febre é porque a gente não tirou bem os nossos sucos.
Aaaahhh! E como a gente faz pra baixar essa febre?
O melhor jeito é eu tirar todo o líquido que você ainda tem dentro.
Ainda tenho? E como o senhor vai terminar de tirar?
O único jeito é eu tirar com minha coisa, já que não consigo com meus dedos nem com minha boca, viu que fiz o que pude e você ainda tem.
Nããão, Oscarooo, outro dia eu ouvi uma conversa de Meu irmão mais velho com um amigão falou pra ela. Enfiei até o fundo e quando tirei saíram umas gotas de sangue, contei pra minha mãe e ela disse que era mentira, não quis me explicar, eu sei que não pode sair sangue de mim hoje porque faz dois dias que parei de soltar meu sangue mensal.
(Ai que lindo, pensei, isso quer dizer que não tinha problema de gravidez.)
Sim, minha vida, mas tem que ser assim, a gente mete justamente pra tirar esses líquidos e como é babento entra fácil, além disso eu enfiaria duas ou três vezes, o suficiente pra tirar todos esses sucos. (Claro, eu sabia que com meu pau dentro, nem louca ia pedir pra tirar)
Tem certeza? Por isso que a cabecinha tem esse formato?
Hahahaha sim, minha princesinha linda, mas você vai ver como se acostuma, e sim, é por isso que tem esse formato, pra poder tirar os suquinhos.
E você, como faz com seus líquidos? Você também tá soltando, acho que foi isso que molhou minha camiseta quando a gente tava dançando.
Quando eu tiver tirando os seus, os meus saem sozinhos.
Sério, Oscar? E a sua coisa tem que entrar toda dentro de mim? O que eu falo pra minha mãe se ela perguntar? E se outro dia sair e você não tiver por perto?
Hahaha, são muitas perguntas, não precisamos falar nada pra sua mãe, sempre que você quiser eu posso tirar, eu enfiaria com cuidado pra não doer, você vai ver como vai gostar, vai sentir uma coisa muito gostosa, melhor do que quando eu tava tirando com a língua, e você vai ficar limpinha por dentro. (Mentira, ia ficar cheia do meu gozo)
Hehehe, sério, senti uma coisa muito gostosa, melhor do que quando a gente tava dançando agora pouco.
Eu, nessa conversa toda, fui me deitando sobre ela até meu pau ficar em cima da buceta suculenta e pulsante dela, e fui abrindo as pernas dela.
Ainda tenho o gosto dos seus líquidos na minha boca, quer provar?
Sim! Sim.
Ela passou a língua como um cachorrinho no meu rosto.
Fecha os olhos e enfia a língua na minha boca.
Ela fez isso e eu comi ela num beijo longo, que ela correspondeu. passando os braços dela no meu pescoço, enquanto com meus joelhos terminei de abrir as pernas dela, colocando meu membro bem na entrada da buceta dela, meu pau tava que ia estourar de tão inchado, pulsando querendo entrar naquela caverna, que fervia de tão quente. Eu beijava ela no pescoço, nas orelhas, no rosto inteiro, sem descuidar da boca e da língua dela. Quando a ponta do meu membro tava na posição, abri caminho no grosso e inchado dos lábios vaginais dela, encontrei a entrada com facilidade, fui enfiando devagarzinho, ela sentiu um pouco de dor.
Uhmmm uhmmm. Aiii, tá doendo!!! Eu continuei avançando devagar, já tinha enfiado toda a minha cabeça na buceta pulsante, escorrendo sucos, até que senti algo me parar. Era o hímen dela, tava meio duro, então tive que fazer mais pressão, até sentir que rompeu!
Aaaaaaaiiiiiii, Oscarooo, tá doendoooo aahggg uhmmm uhgmmm.
Eu saí um pouco e depois entrei devagar, mas completo até o fundo, e fiquei parado, louco pra meter com fúria, já tinha aberto o caminho pra glória.
Oscar, Oscar lindo, sinto muito gostoso, lindíssimo dentro de mim e muito quente.
Ainda tá doendo?
Não, já tá passando. O que eu posso fazer pra ajudar?
Mexe sua bunda pra cima, desce, e repete.
Ela começou com movimentos desajeitados pra cima e pra baixo.
Assim, Oscar? Tô fazendo certo?
Sim, minha princesinha, você tá fazendo muito, muito bem. Continua assim, vou começar a tirar todos esses seus sucos. Saí e entrei devagar.
Se doer muito, me fala que eu tiro.
Ah, nãoooo, tira todo o líquido primeiro, além disso, tô sentindo muito gostoso, mas deixa seu bicho dentro mais um pouquinho que é uma delícia.
Eu comecei com meu mete e tira devagar, sem parar.
Huuuiiii aaaaaaaiiiii uhmmm, aghmmm... continua, Oscar, não para, continua, continua, Oscar lindo.
Parecia incrível que eu tava fazendo amor com ela. Que buceta quentinha, suculenta e apertadinha. Nossos movimentos eram sincronizados, enquanto eu descia, ela subia pra receber. entrava tudo, outras vezes deixava dentro e ela fazia movimentos circulares com o quadril, então eu tinha que meter de novo e ela respondia perfeitamente, tava curtindo essa primeira experiência ao máximo, coloquei meus braços por trás das costas dela e minhas mãos chegaram nos ombros dela pra fazer pressão pra baixo cada vez que eu metia.
Eu metia e tirava, metia e tirava, metia e tirava, ritmicamente ela abriu as pernas e colocou os pés nas minhas nádegas.
Aaaaaaaaaiiiiiiiii uuuuuummmmmmm Oscaroooooo aggmhmmmmmmmmm uuuummmmmmmmm Oscarooo ooo agmhmmmmmmmmm ela tava tendo uma sequência de vários orgasmos um atrás do outro, era incrível porque ela acabou sendo multiorgásmica. Tava recebendo umas descargas elétricas que faziam ela se contorcer no ritmo dos orgasmos, eu soltei jatos de porra dentro dela –mmmmmmmhhggg mmmmmmggghhhmmmmmmm que pussy tãããão quente e gostosa você tem, princesinha linda mmmmmmggghhhmmmmmmm. A pussy dela tava toda encharcada de sucos vaginais, meu pau foi relaxando mas não saiu completamente da buceta dela e eu fiquei por cima.
Mmm mmm Oscar, que delícia tudo, será que saiu todo meu líquido?
Acho que sim, mas agora os meus ficaram aí dentro.
Jajaja aiii, viu como você é safado comigo? Senti uma coisa quentinha me enchendo por dentro.
Fica tranquila, minha princesa, mais tarde eu tiro.
Você vai me ensinar tudo que sabe sobre sexo?
Claro, minha princesinha, vou te explicar tudo que sei sobre sexo.
Beijei ela bem docemente e fomos aumentando a intensidade, com muita língua. Meu pau começou a crescer dentro dela, me ajustei e meu membro se encaixou na pussy dela com facilidade, os líquidos dela começaram a escorrer, ela tava com as pernas abertas de lado, levantou os joelhos e eu comecei meu mete e tira, que ela respondeu muito bem, aumentando a velocidade e a força quando nossas partes se chocavam, fazia um barulho igual quando uma bola bate num chão molhado. Ela, entre outras coisas, dizia: Oscar, Oscar, que lindo, que lindooo, me dá seus sucos quentinhos, porque já faz um tempo que não aguento, sinto que vou mijar de novo.
Ela se mexia como se quisesse mais.
Minha penetração era total dentro da sua buceta linda e quentinha, ela curtia cada uma das minhas investidas, se deixou levar até que começou aquela onda de orgasmos.
Arrrhhhmmmmm arrrhhhmmmmm Oscarrrrr.!!! Que lindooo.!!!! Mmmmmhhhh aaaaaaaahmmmmm. Mmmmmhhhh a buceta dela não parava de tremer e eu joguei jatos de porra no fundo da buceta dela, que apertava o pedaço de carne que tinha dentro como se quisesse chupar toda a minha porra.
Uuuyyyyy mmmmmm aaaaahhggg que lindo minha princesa, que buceta tão suculenta e divina você tem, minha princesinha linda.
Ayyy Ayyy Oscar lindo, agora ela é sua quantas vezes você quiser.
A gente se beijou gostosamente, até nossos corpos se acalmarem. Naquela noite, a gente transou mais duas vezes até ficarmos exaustos.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
11 comentários - A filha gostosa da minha amiga!
👨👨Excelente aporte amigo :D:D
:mario::mario:¡¡Saludos y Gracias por Compartir!! ;);)
¿Seguirás el código jedi? Yo comenté tu post ¿tu comentaste el mío?
Que la fuerza te acompañe
La nena no era tannnn nena jaajaja!
Gracias x comentar! 😉
Jajajja gracias!
te dejo mis puntos de hoy y recomiendo! 🙂
Muchas gracias belleza! 😉
Gracias x pasar!
Saludos! 😉
+10 y reco! 😉