O que vem a seguir é fruto da imaginação, sem nenhuma conexão com a realidade. Comentem... e se gostarem e puderem, deixem uns pontinhos..
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Era um dia como qualquer outro. María e Johan me convidaram pra jantar. Conheci eles há um tempo; Johan, um alemão bem tarado, e María, uma argentina muito gostosa. Os dois na casa dos 40, casaram muito jovens quando Johan visitou Buenos Aires e engravidou a María.Johan adorava se sentir humilhado e María entrava na brincadeira. No começo, eu me divertia participando das sessões deles, mas a real é que eu era mais um objeto que María usava pra humilhar o marido do que outra coisa, ou seja, eu quase não tomava iniciativa. Com o tempo, fui pegando cada vez mais gosto em ver Johan ficar transtornado com as coisas que María fazia com ele, e foi aí que minha cabeça começou a tramar um plano que, se desse certo, seria algo que Johan nunca esqueceria. Só que tudo isso levaria muito tempo e, principalmente, paciência.
Foi assim que fui participando menos das sessões de sexo deles e, aos poucos, me transformei num amigo da casa. Foi assim que conheci Sofia, a filha deles de 22 anos. Ela era simplesmente linda e, pra ser sincero, muito gente boa. A gente se deu super bem e meio que começamos a sair. Como diz o ditado, filho de peixe, peixinho é. Sofia, mesmo no começo cheia de dúvidas e timidez, se revelou uma amante incrível, super cheia de fantasias e sacanagem. Eu ia pedindo pra ela me contar as fantasias dela, e foi assim que ela me contou — sempre com todos os detalhes — que às vezes fantasiava com dois caras, outras vezes com ser estuprada, uma vez com estar com outra mulher com peitos maiores que os dela... até que um dia ela me disse: "Queria me sentir uma puta, que algum cara me pagasse." Finalmente tinha chegado, era o momento que eu esperava há tanto tempo...
— Então você queria se sentir uma puta?
Com um pouco de vergonha, como sempre que a gente falava disso: — Sim.
— Sabia que uma das minhas maiores fantasias é ser o cafetão de uma puta?
— Sério?
— Sim! Mas não de uma puta qualquer, isso seria muito fácil, né?
— Mmmm... não sei. Tipo o quê? Você está dizendo que não seja uma puta qualquer?
- Claro, se eu tivesse uma puta sob meu comando, seria uma que fizesse coisas atípicas, mais morbidinhas, e claro que eu teria que participar.
- É? Mas as putas não ficam uma horinha pra serem comidas e pronto?
- Se você realmente curte e topa, posso tentar arranjar algo. Óbvio que seria com todo cuidado pra não te acontecer nada de ruim... pensa aí.
O tempo passou e de vez em quando voltávamos na ideia. Uma noite ela me diz: "Quero tentar. Quero que arrume alguém que me pague pra eu dar pra ele." Vou arrumar alguém, ele vai te pagar, mas não vai ser tão simples. Você já sabe que vai ser uma puta diferente. Ok.
Minha empolgação não tinha limites. Finalmente estava conseguindo realizar meu plano.
Liguei pro marido de um casal amigo que a gente costumava humilhar junto com a esposa. Perguntei onde ele tava. "No escritório." Ok, passo aí te buscar daqui 40 minutos, quando terminar sua reunião. "Do nada assim? Falou com minha mulher?" Dessa vez ela não vai ser necessária. Tenho uma surpresa que você vai gostar... ah, e traz 1200 pila! "Mil e duzentos? Pra quê?" Não se faz de difícil que você já sabe onde isso termina... "É verdade, me desculpa."
Na hora marcada, fui buscá-lo. Quase 50 anos, barrigudo e meio careca, não era grande coisa. Na real, não era mesmo, mas a mulher dele era um tesão. Ver ele na porta do escritório, me esperando, me deu um momento de dúvida, mas depois lembrei do quão pervertido ele podia ser e como ele realmente curtia sofrer. Então, no fundo, talvez eu tivesse fazendo um favor pra ele. Chegamos na casa de um amigo que tinha me emprestado, um quitinete em Palermo. Chegamos e mandei ele se pelar, sentar numa cadeirinha de madeira, e amarrei os pés e as mãos dele na cadeira. Dei um comprimido azul pra ele, depois coloquei um lenço na boca dele pra não poder falar e tampei a cabeça dele com um saco de pano preto que tinha dois rasguinhos pros olhos e um pro nariz. Saí do apartamento e Fui buscar a Sofía batendo a porta.
Passei para pegá-la na casa dela, tinha falado que tinha uma surpresinha e que ela ficasse preparada, a verdade é que ela tinha se arrumado espetacular. Um casaco vermelho, salto alto... tava uma gostosa. Quando passamos pela porta de casa e eu segui em frente, ela me perguntou pra onde a gente ia. "Você queria ser uma puta, hoje você vai ser minha puta, não me faz passar vergonha com o cliente."
"Sério? Para, era uma fantasia, cê tá me zoando?"
"Não, calma, vai ser algo super simples, um jogo, ele vai olhar enquanto a gente transa, não vai nem falar, a única coisa que ele pediu é que enquanto a gente faz o que faz, como ele é um velho meio tarado, você trate ele como se fosse seu pai."
"Que merda!"
"Não, eu te falei que se você fizesse de puta, ia ser uma puta pervertida."
A gente continuou assim até chegar. No elevador, comecei a beijar o pescoço dela, que sempre a esquentava, e quando entramos no apartamento, ela já tava a mil. Falei: "Lembra, fala sempre como se fosse seu pai, mas sem a palhaçada de 'cê gosta assim, papai'..."
Entramos e a luz acesa ofuscou um pouco, deixando o cara meio na sombra. Fecho a porta e escuto do meu lado:
"Oi, pai, como cê tá? Estranho te ver pelado assim, é assim que a mamãe te vê?" – Eu não acreditava, a Sofia tinha entrado no personagem na hora – "Te excita a ideia de ver sua filha transar com um desconhecido? Sem problema, vim pronta pra você" – ela se vira, me olha – "E os cem conto, cadê?"
Eu tava estupefato, não conseguia acreditar no que tava rolando. Ela repete: "A grana?"
Me aproximo da mesinha de cabeceira que tinha do lado da cadeira, pego 200 pila e dou pra ela, e ela agradece enfiando num dos bolsos do casaco vermelho. Começo a beijar ela por trás e ela começa a ronronar, abro o casaco e descubro que ela tá completamente nua, só com as meias, a buceta toda depilada e os peitos de fora.
"Gostou? Faz tempo que cê queria me ver pelada, pai? Quer ver como eu chupo a rola? Imaginava a cara que o Johan podia ter, sem conseguir evitar o que tava rolando, sem poder falar nada, vendo a própria filha prestes a chupar minha pica e ainda por cima com a humilhação de estar de pau duro por causa do Viagra que eu tinha dado bem antes de tampar a cara dele.
Sofi me pega pela mão: "Vem, vamos mais pra perto pra ele não perder nenhum detalhe." Ela se agachou e começou com maestria a me chupar, depois de um tempo assim, mandei ela levantar, de frente pro velho, e se inclinar apoiando as mãos nos joelhos dele. Isso deixou a bunda dela numa posição impecável pra eu me abaixar e passar a língua um pouco naquele rabo. Eu sabia a cara que o Johan tava vendo da filha dele — eu mesmo já tinha visto aquela expressão milhares de vezes. Quando senti que ela tava pronta, passei um pouco de saliva na minha pica e fui enfiando de pouquinho em pouquinho. Por sorte, a Sofi nunca sentiu dor com isso, então era algo realmente lindo e tranquilo comer ela por trás.
Depois de um tempo assim, tirei e mandei ela se ajoelhar de novo. Ela olha pro velho, sem saber que é o pai dela, e fala: "Quer ver sua nena engolindo a porra?" Bastaram só uns movimentos das mãos e boca expertas dela pra me fazer gozar jorrando dentro da boca dela. Ela vira e mostra, abrindo a boca, como brinca com a porra antes de engolir tudo e mostrar a boca limpa de novo. Olha pra cima e diz: "Agora chupa você, eu ainda não gozei."
— Eu sei, por que você não come o velho? Olha como ele tá de pau duro?
— Não! Isso não, você tinha falado que era uma brincadeira, eu fazer papel de filha dele e ele só olhar, não comer ele... a verdade é que não me diverte.
— Sofi, olha o coitado do cara, ele tá louco.
— Mas se a pica dele é pequena — outra surpresa inesperada no meu jogo perverso.
— Escuta, é verdade que eu falei isso, mas o cara quer que você dê pra ele, tem 1000 conto em cima da mesinha.
— Tô nem aí! Não quero!!
— Sério? São mil reais, pensa no que você podia fazer com isso...
— Não, não quero.
— Ok, vamo embora!
Eu comecei a me vestir e ela foi pro outro lado. banheiro, quando sai vejo que ela nem tinha lavado o rosto
- Vamo, bora
- Pera, o que eu tinha que fazer?
- Dá uma foda nele direito, mostra pra ele o que a filha dele – queria que ela voltasse pro personagem – é capaz de fazer. Ele tem que te comer pelo cu e usa a palavra: buceta... e um chupão, como você sempre diz, não se nega a ninguém
- E os mil conto?
- Ali, na mesinha, pega.
- Você é um filho da puta! Já sabia disso desde o começo, ela me fala enquanto guarda a grana
- E você é uma puta! Não era isso que você queria... isso aqui não é mais brincadeira, você vai foder esse velho por uma merreca, nada mal minhas articulações, hein? Agora faz teu trabalho! E você, olha que bem que educou sua filha....
Sofi começou a bater uma punheta pra ele primeiro com timidez, passei uma camisinha pra ela, ela colocou com maestria e começou a cavalgar ele de costas, eu fiquei atrás dele e mandei a Sofi se virar, Vira, quero ver tua cara de puta e que teu velho veja também.
Ela obediente virou, e começou a cavalgar ele, verdade que não tinha nem um pouco de vergonha no olhar dela, mas sim uma cara de tesão incrível, tava realizando a fantasia dela e curtindo, eu no ouvido dele, Olha a filha que você criou, não só saiu tarada e sem vergonha como também puta, ou será que foi tua mulher que fez ela assim, você já sabe como é, né?
Eu conseguia adivinhar os soluços dele por baixo da máscara, continuei assim enquanto a Sofia seguia cavalgando ele, depois de um tempo, ela percebeu que ele tinha gozado embora ainda estivesse meio duro por causa do Viagra, ela me olha e fala, Desculpa, mas com uma coisa tão pequena não consigo gozar, parece o saleiro da Celusal!
No ouvido dele, você não consegue foder nem tua mulher nem tua filha! Coloco ela de volta na posição de antes mas começo a meter pela buceta, a situação toda tinha me deixado com um tesão do caralho, em poucos minutos nós dois gozamos, ela me agradecendo por ajudar a realizar a fantasia dela e eu enchendo ela de porra... Saí pra dar um beijo nela e ficamos assim por um bom tempo. Foi foda, e o chão foi ficando todo manchado com nossos líquidos que escorriam, principalmente de dentro dela. Depois de um tempo assim, ela foi no banheiro tomar um banho.
Tirei o pano que cobria o rosto dele, estava encharcado de suor e das lágrimas que ainda escorriam. Ele estava destruído, dava pra ver. Soltei ele, e ele tirou a camisinha cheia de porra dele. As mãos tremiam, então ele tirou errado e fez uma bagunça no chão. Olhei pra ele: "Passa a língua no chão, primeiro limpa a merda que você fez com sua porra". Ele passou a língua na própria porra — era algo que costumávamos fazer ele fazer com a Maria — e depois, sem eu pedir, ele sabia que se não pedisse, ele engoliu minha porra e o fluxo da filha dele.
Ele se vestiu e, quando ia saindo, eu o cumprimentei:
— Te vejo sexta no aniversário da Maria. Eu e a Sofi vamos chegar um pouco mais tarde porque ela sai da aula.
Vi ele, abatido, fechando a porta atrás de si, sabendo que tinha sido a maior experiência de submissão que ele poderia ter sido forçado a passar: ver a filha ser comida, ver a filha se transformar numa puta, e a filha dele comer ele contra a vontade dele. Sexta no aniversário da Maria, quando chegamos depois da faculdade da Sofia, o Johan não estava. Ele estava se sentindo mal, então não veio jantar.
30 comentários - Família pervertida [incesto forçado]
LO RECOMIENDO A MIS SEGUIDORES..
no es de mala onda... solo encontré un error al principio decís "...le tapé la cabeza con una bolsa negra..." luego al terminar "Le saqué la tela con que cubría su cara..." y algunos errores ortográficos...
pero el relato genial... te sigo
Gracias por la crítica, después le pego una revisada y lo actualizo
Mucha imaginación
¬¬
:buenpost:
Regalanos mas relatos, escribis muy bien!!!
🆒
Debería volver con alguna historia... lo que pasa que por ahora tengo puestas las energías en los post de Poringuera y afines... creo que tienen tanto morbo como los relatos... ojalá los disfrutes también... Date una vuelta y me contás...
Igual pronto prometo subir algún otro relato
te dejo la comunidad de incesto...Unete!!!
http://www.poringa.net/comunidades/incestoamateur/