Posso dizer que realizei uma das maiores fantasias sexuais de qualquer homem; comi a minha cunhada. Talvez eu seja bem descritivo no jeito que vou contar o que rolou, mas é exatamente como aconteceu.
Meu nome é Raul, tenho 23 anos, 1,75m de altura, de físico normal, diria. Minha namorada se chama Maria, tem 22 anos, uns 1,60m mais ou menos de altura; é magra, mas com curvas bem gostosas, na minha opinião tem um corpo lindo, peitos tamanho 95 bem empinados, com mamilos marronzinhos, mas a bunda dela é o que me enlouquece, redonda e bem empinada; com um quadril que faz qualquer cara que passa do lado dela virar pra olhar.
Maca é minha cunhada, 25 anos, diferente da Maria é um pouco mais cheinha sem ser gordinha, tem mais carne pra falar de algum jeito; é mais baixa que a irmã, uns 1,55m mais ou menos, com uns peitos e uma bunda impressionantes. As nádegas dela são o melhor atributo, tem uma bunda bem empinada e redonda.
Nós três somos universitários. Elas moram num apartamento de só um quarto, eu moro sozinho, meu apê fica bem longe do delas; por isso, muitas vezes fico dormindo lá.
Com a Maria estamos namorando há vários anos e posso dizer que transamos bastante. Às vezes complica porque quase nunca ficamos sozinhos, no apê dela sempre tem a Maca, mas de um jeito ou outro a gente dá um jeito de ter um pouco de sexo. Isso sim, nunca comemos com a Maca no apê.
Sempre olhei pra Maca com outros olhos e sempre tive a fantasia de poder comer ela, mas ao mesmo tempo sabia que essa ideia era impossível de realizar, já que a Maca é uma gatinha muito centrada, tem poucos namorados; sempre vestida com shorts, leggings apertadas, ou uns jeans que marcavam toda a bunda linda dela e faziam eu tentar adivinhar se tava de fio dental ou que tipo de calcinha usava. O que dizer das blusas dela, justas e a maioria decotada; nunca consegui ver mais que isso, nunca tinha vista de calcinha ou algo assim, nem de biquíni eu tinha visto ela. Com o tempo, minha tesão por ela só aumentava, queria ver mais daquele corpinho gostoso, foi aí que comecei a pensar no que podia fazer pra conseguir ver mais da minha cunhada.
Terça-feira passada, estávamos no apartamento dela e a Maca entrou no banho (o banheiro ficava no quarto), eu e a Maria estávamos na cozinha e ela me chama pra ir comprar biscoito. Respondi na hora pra ela ir sozinha, porque eu tava vendo um jogo de futebol. Assim que a Maria fechou a porta, peguei meu celular e entrei no quarto. Em cima da cama da Maca estavam as roupas dela, e por cima de tudo uma calcinha fio dental preta. Era minha chance, procurei um lugar pra colocar meu celular e filmar ela quando saísse do banho, sabia que ela ia se trocar ali, olhei em tudo quanto é canto, até que coloquei debaixo de uns travesseiros, apontando direto pro lugar onde estavam as roupas dela, apertei pra gravar e voltei pra cozinha esperar a Maria.
Quando a Maca saiu do quarto, pedi pra ir no banheiro.
A primeira coisa que fiz foi pegar o telefone e salvar o vídeo. Não acreditava, tinha filmado minha cunhada. Só de imaginar já tinha brotado o pau, entrei no banheiro, sentei no vaso e fui ver o vídeo. A Maca saiu enrolada numa toalha com o cabelo meio molhado, quando chegou no pé da cama, onde estavam as roupas dela, deixou a toalha cair, ficando totalmente pelada de frente pra onde meu celular tava. Não acreditava, era linda demais, os peitos dela eram maiores do que eu imaginava, bem empinadinhos e com uns bicos grandes e morenos, quando vi a buceta dela percebi que os pelinhos pretos estavam bem aparadinhos, uma espécie de "V" pequenininho; dava pra ver que não era de se depilar, ou pelo menos naquele dia não. Posso dizer que se existem bucetas bonitas, sem dúvida, aquela era uma delas.
Naquela hora eu tava batendo uma, não acreditava que tinha filmado minha cunhada, e ainda por cima um vídeo tão Beleza. Num instante ela vira pra uma cômoda que tava atrás dela e pega o desodorante, deixando a bunda virada direto pra câmera; a raba dela era perfeita, redonda, bem empinada e umas nádegas incríveis, perfeitamente formadas pro tamanho do quadril dela.
A velocidade que eu tava batendo uma naquela hora era absurda, já tava fazendo barulho, então me segurei um pouco e continuei vendo o vídeo; depois de passar o desodorante, ela pega um pote de creme, passa um pouco numa mão e esfrega com a outra, e começa a passar nos braços, nos peitos, na cintura, etc. Continuava de costas, passa mais um pouco de creme nas mãos e começa a passar nas pernas, embaixo dos joelhos e vai subindo pelas coxas até chegar na bunda; passa mais creme nas mãos e espalha nas nádegas, se massageando um pouco com as duas mãos, de cima pra baixo; nessa hora, ela pega cada nádega com uma mão e passa creme bem no meio da racha do cu, separa bem as bandas, abre um pouco as pernas e passa mais creminho com os dedos bem enfiados na racha dela. Não acreditava que tava vendo o vídeo da minha cunhada fazendo tudo isso, já não aguentava mais, queria gozar logo.
Maca virou, pegou o sutiã e colocou, ajeitando os peitos, um com cada mão. Depois, pegou a calcinha fio dental preta e, se inclinando um pouco pra frente, levantou um pé, depois o outro, e vestiu; os lábios da buceta dela ficaram apertados pela calcinha; ela coloca os dedos de cada lado do tecido, levanta um pouquinho e ajeita, fazendo a mesma coisa na parte da bunda, veste um short e uma camiseta comprida, pega a toalha e sai do quarto.
Eu me sentia o cara mais sortudo do mundo por ter conseguido um vídeo assim; continuava batendo uma, e quando já tinha a porra na ponta do meu pau…
> Negãoooo… > … sai do banheiro que eu quero entrar – me disse a Maria.
> Ok, já vou sair > … guardei meu celular, ajeitei o jeans pra tentar esconder o volume e saí. banheiro. Não dava pra acreditar, fiquei com a porra na ponta da pica.
> Tudo bem, amor?
> Sim, negona, tudo bem. Te espero na cozinha.
> Ok, amor, termino de tomar banho e a gente vai?
> Fechou, ok.
Quando saí pra cozinha e vi a Maca sentada vendo TV, todas as imagens dela vieram na minha cabeça e de uma vez a pica subiu de novo, eu devorava ela com o olhar, mas ela, como se nada, só ligada na TV.
> Como é que tava a água? – perguntei –
> Ahh, tava uma delícia, tomei banho frio pra passar esse calor do caralho.
> Vocês vão sair hoje? – ela me perguntou –
> Vamos, comer alguma coisa por aí e depois ir pra casa.
> Beleza, negona, a gente vai – disse Maria se despedindo da Maca. Hoje a gente não volta, vamos pra casa do Raul.
> Ok, Maria, se cuidem por aí.
Enquanto comia, não passava pela minha cabeça outra coisa que não fosse o corpo da minha cunhada, não conseguia parar de pensar nisso.
> Heyyyy, o que que cê tem? – disse Maria – tô falando com você e parece que tá em outra.
> Não é nada, negona, só tô cansado e quero dormir; foi a primeira coisa que veio na minha cabeça.
Já era 1h30 da madrugada.
> Negona, o que a gente faz? Vamos pra casa?
> Não sei, amor, e se a gente voltar pra casa mesmo? – me perguntou Maria.
> Ok, como você quiser.
Do bar, fomos de novo pro apartamento dela, quando chegamos, a Maca já tava deitada, com o ar ligado e coberta com um lençol até um pouco acima da cintura.
> Ei, o que vocês tão fazendo? – perguntou quando nos viu entrar –
> Nada, só resolvemos voltar mesmo, o que cê tá fazendo? – perguntou Maria.
> Nada, só vendo um filme, mas já tá acabando e além disso já tô com sono.
> A gente também tá cansado, então daqui a pouco a gente dorme.
Maria tirou a calça jeans e a camiseta, ficando só com uma tanga rosa bem enfiada na bunda, tirou o sutiã pra dormir sem nada por baixo, vestiu uma camiseta comprida e se meteu na cama.
> Que rabo gostoso que você tem… – falei enquanto pegava a bunda dela com uma mão e com a outra acariciava um pouquinho a buceta depilada dela. um dos meus dedos.
>Paraaaa - ela me disse, com a voz baixa - enquanto ria com um sorriso safado.
Quando eu ficava pra dormir no apê dela, eu tinha um short guardado, então fui no banheiro, troquei de roupa e me enfiei na cama, nem percebi quando peguei no sono.
Acordei com a luz da TV que ainda estava ligada - agora não durmo mais, pensei - olhei pra Maria e ela dormia tranquilamente. Do meu lado direito, a uns meio metro, estava a cama da Maca, que também dormia, de barriga pra cima, coberta até a cintura. Comecei a ver um pouco de TV pra pegar no sono de novo, quando, de repente, Maca se virou, ficando de costas pra mim, na posição de conchinha, com a bunda apontada na minha direção. Com o mesmo movimento, o lençol desceu um pouco; não era a primeira vez que eu ficava acordado e Maca, ao se virar de noite, ficava assim, só olhei e não liguei, porque sabia que ela costumava dormir de short ou legging, e não dava pra ver nada interessante.
Quase meu coração saiu pela boca quando olhei de novo de canto e vi só um pedacinho da tirinha da calcinha fio dental preta dela aparecendo, bem onde o lençol terminava. Minha cabeça começou a girar, será que ela tá dormindo só de fio dental? - Não, ela sempre dorme de short - pensei. Meu coração não parava de bater cada vez mais forte por causa da situação; olhei pra Maria e ela continuava dormindo; então pensei, e se eu descer o lençol um pouco mais e tirar a dúvida?
Me ajeitei de costas pra Maria, olhei pra Maca e ela ainda dormia, toquei de leve no ombro dela e nada, nem se mexeu. Esperei um pouco e toquei no ombro de novo e nada; então, estendi minha mão e com a ponta dos dedos comecei a tentar puxar o lençol pra baixo, mas era difícil, tava bem apertado, então tirei a mão e esperei mais um pouco. Olhei e pensei em como ia fazer pra descer ele um pouco, então, desci meu corpo todo um pouco mais, estendi a mão e peguei, agora sim com a mão inteira, o lençol que tava pendurado, comecei a puxar bem devagar, e assim fui vendo como se começava a deslizar mais fácil, e vi como aparecia uma linda fio dental.
Baixei os lençóis até a metade da bunda dela; não podia acreditar, a Maca tava dormindo só de fio dental. A rabeta dela era perfeita, dava pra ver que a pele era muito macia. Esperei um pouco, aguardando algum movimento da Maca ou da Maria, e nada; então, continuei baixando os lençóis, baixei até a altura atrás dos joelhos dela; dava pra ver toda aquela bunda linda a 50 cm de mim, a fio dental ficava linda nela, com o pano meio de lado, bem apertado entre as nádegas. Soltei os lençóis e tirei meu pau do short; comecei a bater uma punheta olhando pra aquela bunda linda; olhei pra Maria de novo e ela continuava dormindo, a Maca também.
Sem pensar muito e por tesão, estiquei minha mão e mal toquei uma das nádegas dela com a ponta dos meus dedos; o coração quase saiu pela boca naquele momento. Mal apoiava meu dedo numa das nádegas dela, e aos poucos apoiando mais um dedo, até que minha palma inteira tava apoiada na bunda dela. Olhei pra ela esperando algum movimento, e nada, continuava dormindo; apertei de leve a bunda dela, era perfeita, durinha como uma maçã; acariciei um pouco mais a rabeta dela, bem devagar pra ela não acordar. Meu pau ia explodir, com meu dedo procurei a borda do pano da fio dental dela e bem devagar fui enfiando por baixo, sempre atento, caso ela acordasse ou algo assim.
Meu dedo indicador já tava onde começava a racha da bunda; não podia acreditar, tava tão quentinho, queria descer um pouco mais, mas sabia que não podia fazer nenhuma loucura. Continuei fazendo carícias em círculos na bunda dela, mas sem fazer força, só carícias, naquele momento, um pequeno movimento do corpo dela me fez reagir.
A cabeça do meu pau já não aguentava mais, tinha que gozar; a Maca mexeu um pouco mais o corpo, como se ajeitando, por isso tirei minha mão da bunda dela por precaução, esperei um pouco e nada, não se mexeu de novo. Olhei pra ela e continuava dormindo, levei meu dedo ao nariz pra sentir o cheiro dela, aquele aroma me enlouqueceu; era o cheiro da bunda de minha cunhada, aquela que há 24 horas eu não tinha visto nada, agora eu tava acariciando as nádegas dela, passando um dos meus dedos pela racha da bunda.
Fiquei gelado quando a Maca, num movimento, se virou e ficou de barriga pra cima, pensei que ela tinha acordado, mas não, a Maca continuou dormindo; esperei um pouco e comecei a bater uma loucamente, isso tava me enlouquecendo. Estendi minha mão, e com todo o medo e dúvida do mundo, coloquei entre as pernas dela; mal consegui tocar com a ponta dos dedos a buceta dela por cima da calcinha fio dental. Não acreditava no que tava sentindo, já tinha perdido toda a razão, o tesão superava meus pensamentos, a mão tremia; naquele momento um pouco da minha sanidade voltou: o que eu tô fazendo? Continuo ou não? E se ela acordar?
De repente, a Maca fez outro movimento, virou de frente pra mim, nesse mesmo movimento pegou os lençóis e se cobriu de novo e continuou dormindo como se nada tivesse acontecido.
Não acreditava: acabou? Queria me matar, não dava pra tentar de novo abaixar os lençóis porque agora a Maca tava olhando pra onde eu estava.
Mas eu continuava com tesão, comecei a bater uma pra dessa vez gozar mesmo, no final, gozava nos lençóis, me limpava e pronto. Era o que eu pensava enquanto minha mão subia e descia no meu pau que tava duro como pedra e com a cabeça prestes a explodir.
> O que você tá fazendo?? – a Maria me disse.
> Tá batendo uma, otário? – ela falou, surpresa.
Me virei pra ela pra olhar.
> Há um tempo atrás, enquanto dormia, você encostou sua bunda inteira no meu pau, amor… foi a primeira coisa que veio na minha cabeça pra responder.
> O que você quer que eu faça? Sabe o quanto me excita sua bundinha nua.
A Maria só deu um sorrisinho.
> Tanto assim te excita minha bunda? – ela disse, já com uma voz meio safada e se ajeitando na cama, apoiando o quadril no meu pau.
> Você não faz ideia – falei, enquanto dava um beijo nela e ao mesmo tempo passava a mão na bunda dela.
> Para, amor, que a Maca tá aqui!
> Só um pouquinho, rainha, por favor, tira esse tesão de mim. dedos já procuravam a buceta dela por debaixo do tecido da calcinha fio dental.
>Você é um louco gostoso, hein, me esquentou agora com essas coisas que você fala. Só um pouquinho, por favor, amor, sabe que não curto isso – ela dizia enquanto pegava no meu pau.
CONTINUA
Meu nome é Raul, tenho 23 anos, 1,75m de altura, de físico normal, diria. Minha namorada se chama Maria, tem 22 anos, uns 1,60m mais ou menos de altura; é magra, mas com curvas bem gostosas, na minha opinião tem um corpo lindo, peitos tamanho 95 bem empinados, com mamilos marronzinhos, mas a bunda dela é o que me enlouquece, redonda e bem empinada; com um quadril que faz qualquer cara que passa do lado dela virar pra olhar.
Maca é minha cunhada, 25 anos, diferente da Maria é um pouco mais cheinha sem ser gordinha, tem mais carne pra falar de algum jeito; é mais baixa que a irmã, uns 1,55m mais ou menos, com uns peitos e uma bunda impressionantes. As nádegas dela são o melhor atributo, tem uma bunda bem empinada e redonda.
Nós três somos universitários. Elas moram num apartamento de só um quarto, eu moro sozinho, meu apê fica bem longe do delas; por isso, muitas vezes fico dormindo lá.
Com a Maria estamos namorando há vários anos e posso dizer que transamos bastante. Às vezes complica porque quase nunca ficamos sozinhos, no apê dela sempre tem a Maca, mas de um jeito ou outro a gente dá um jeito de ter um pouco de sexo. Isso sim, nunca comemos com a Maca no apê.
Sempre olhei pra Maca com outros olhos e sempre tive a fantasia de poder comer ela, mas ao mesmo tempo sabia que essa ideia era impossível de realizar, já que a Maca é uma gatinha muito centrada, tem poucos namorados; sempre vestida com shorts, leggings apertadas, ou uns jeans que marcavam toda a bunda linda dela e faziam eu tentar adivinhar se tava de fio dental ou que tipo de calcinha usava. O que dizer das blusas dela, justas e a maioria decotada; nunca consegui ver mais que isso, nunca tinha vista de calcinha ou algo assim, nem de biquíni eu tinha visto ela. Com o tempo, minha tesão por ela só aumentava, queria ver mais daquele corpinho gostoso, foi aí que comecei a pensar no que podia fazer pra conseguir ver mais da minha cunhada.
Terça-feira passada, estávamos no apartamento dela e a Maca entrou no banho (o banheiro ficava no quarto), eu e a Maria estávamos na cozinha e ela me chama pra ir comprar biscoito. Respondi na hora pra ela ir sozinha, porque eu tava vendo um jogo de futebol. Assim que a Maria fechou a porta, peguei meu celular e entrei no quarto. Em cima da cama da Maca estavam as roupas dela, e por cima de tudo uma calcinha fio dental preta. Era minha chance, procurei um lugar pra colocar meu celular e filmar ela quando saísse do banho, sabia que ela ia se trocar ali, olhei em tudo quanto é canto, até que coloquei debaixo de uns travesseiros, apontando direto pro lugar onde estavam as roupas dela, apertei pra gravar e voltei pra cozinha esperar a Maria.
Quando a Maca saiu do quarto, pedi pra ir no banheiro.
A primeira coisa que fiz foi pegar o telefone e salvar o vídeo. Não acreditava, tinha filmado minha cunhada. Só de imaginar já tinha brotado o pau, entrei no banheiro, sentei no vaso e fui ver o vídeo. A Maca saiu enrolada numa toalha com o cabelo meio molhado, quando chegou no pé da cama, onde estavam as roupas dela, deixou a toalha cair, ficando totalmente pelada de frente pra onde meu celular tava. Não acreditava, era linda demais, os peitos dela eram maiores do que eu imaginava, bem empinadinhos e com uns bicos grandes e morenos, quando vi a buceta dela percebi que os pelinhos pretos estavam bem aparadinhos, uma espécie de "V" pequenininho; dava pra ver que não era de se depilar, ou pelo menos naquele dia não. Posso dizer que se existem bucetas bonitas, sem dúvida, aquela era uma delas.
Naquela hora eu tava batendo uma, não acreditava que tinha filmado minha cunhada, e ainda por cima um vídeo tão Beleza. Num instante ela vira pra uma cômoda que tava atrás dela e pega o desodorante, deixando a bunda virada direto pra câmera; a raba dela era perfeita, redonda, bem empinada e umas nádegas incríveis, perfeitamente formadas pro tamanho do quadril dela.
A velocidade que eu tava batendo uma naquela hora era absurda, já tava fazendo barulho, então me segurei um pouco e continuei vendo o vídeo; depois de passar o desodorante, ela pega um pote de creme, passa um pouco numa mão e esfrega com a outra, e começa a passar nos braços, nos peitos, na cintura, etc. Continuava de costas, passa mais um pouco de creme nas mãos e começa a passar nas pernas, embaixo dos joelhos e vai subindo pelas coxas até chegar na bunda; passa mais creme nas mãos e espalha nas nádegas, se massageando um pouco com as duas mãos, de cima pra baixo; nessa hora, ela pega cada nádega com uma mão e passa creme bem no meio da racha do cu, separa bem as bandas, abre um pouco as pernas e passa mais creminho com os dedos bem enfiados na racha dela. Não acreditava que tava vendo o vídeo da minha cunhada fazendo tudo isso, já não aguentava mais, queria gozar logo.
Maca virou, pegou o sutiã e colocou, ajeitando os peitos, um com cada mão. Depois, pegou a calcinha fio dental preta e, se inclinando um pouco pra frente, levantou um pé, depois o outro, e vestiu; os lábios da buceta dela ficaram apertados pela calcinha; ela coloca os dedos de cada lado do tecido, levanta um pouquinho e ajeita, fazendo a mesma coisa na parte da bunda, veste um short e uma camiseta comprida, pega a toalha e sai do quarto.
Eu me sentia o cara mais sortudo do mundo por ter conseguido um vídeo assim; continuava batendo uma, e quando já tinha a porra na ponta do meu pau…
> Negãoooo… > … sai do banheiro que eu quero entrar – me disse a Maria.
> Ok, já vou sair > … guardei meu celular, ajeitei o jeans pra tentar esconder o volume e saí. banheiro. Não dava pra acreditar, fiquei com a porra na ponta da pica.
> Tudo bem, amor?
> Sim, negona, tudo bem. Te espero na cozinha.
> Ok, amor, termino de tomar banho e a gente vai?
> Fechou, ok.
Quando saí pra cozinha e vi a Maca sentada vendo TV, todas as imagens dela vieram na minha cabeça e de uma vez a pica subiu de novo, eu devorava ela com o olhar, mas ela, como se nada, só ligada na TV.
> Como é que tava a água? – perguntei –
> Ahh, tava uma delícia, tomei banho frio pra passar esse calor do caralho.
> Vocês vão sair hoje? – ela me perguntou –
> Vamos, comer alguma coisa por aí e depois ir pra casa.
> Beleza, negona, a gente vai – disse Maria se despedindo da Maca. Hoje a gente não volta, vamos pra casa do Raul.
> Ok, Maria, se cuidem por aí.
Enquanto comia, não passava pela minha cabeça outra coisa que não fosse o corpo da minha cunhada, não conseguia parar de pensar nisso.
> Heyyyy, o que que cê tem? – disse Maria – tô falando com você e parece que tá em outra.
> Não é nada, negona, só tô cansado e quero dormir; foi a primeira coisa que veio na minha cabeça.
Já era 1h30 da madrugada.
> Negona, o que a gente faz? Vamos pra casa?
> Não sei, amor, e se a gente voltar pra casa mesmo? – me perguntou Maria.
> Ok, como você quiser.
Do bar, fomos de novo pro apartamento dela, quando chegamos, a Maca já tava deitada, com o ar ligado e coberta com um lençol até um pouco acima da cintura.
> Ei, o que vocês tão fazendo? – perguntou quando nos viu entrar –
> Nada, só resolvemos voltar mesmo, o que cê tá fazendo? – perguntou Maria.
> Nada, só vendo um filme, mas já tá acabando e além disso já tô com sono.
> A gente também tá cansado, então daqui a pouco a gente dorme.
Maria tirou a calça jeans e a camiseta, ficando só com uma tanga rosa bem enfiada na bunda, tirou o sutiã pra dormir sem nada por baixo, vestiu uma camiseta comprida e se meteu na cama.
> Que rabo gostoso que você tem… – falei enquanto pegava a bunda dela com uma mão e com a outra acariciava um pouquinho a buceta depilada dela. um dos meus dedos.
>Paraaaa - ela me disse, com a voz baixa - enquanto ria com um sorriso safado.
Quando eu ficava pra dormir no apê dela, eu tinha um short guardado, então fui no banheiro, troquei de roupa e me enfiei na cama, nem percebi quando peguei no sono.
Acordei com a luz da TV que ainda estava ligada - agora não durmo mais, pensei - olhei pra Maria e ela dormia tranquilamente. Do meu lado direito, a uns meio metro, estava a cama da Maca, que também dormia, de barriga pra cima, coberta até a cintura. Comecei a ver um pouco de TV pra pegar no sono de novo, quando, de repente, Maca se virou, ficando de costas pra mim, na posição de conchinha, com a bunda apontada na minha direção. Com o mesmo movimento, o lençol desceu um pouco; não era a primeira vez que eu ficava acordado e Maca, ao se virar de noite, ficava assim, só olhei e não liguei, porque sabia que ela costumava dormir de short ou legging, e não dava pra ver nada interessante.
Quase meu coração saiu pela boca quando olhei de novo de canto e vi só um pedacinho da tirinha da calcinha fio dental preta dela aparecendo, bem onde o lençol terminava. Minha cabeça começou a girar, será que ela tá dormindo só de fio dental? - Não, ela sempre dorme de short - pensei. Meu coração não parava de bater cada vez mais forte por causa da situação; olhei pra Maria e ela continuava dormindo; então pensei, e se eu descer o lençol um pouco mais e tirar a dúvida?
Me ajeitei de costas pra Maria, olhei pra Maca e ela ainda dormia, toquei de leve no ombro dela e nada, nem se mexeu. Esperei um pouco e toquei no ombro de novo e nada; então, estendi minha mão e com a ponta dos dedos comecei a tentar puxar o lençol pra baixo, mas era difícil, tava bem apertado, então tirei a mão e esperei mais um pouco. Olhei e pensei em como ia fazer pra descer ele um pouco, então, desci meu corpo todo um pouco mais, estendi a mão e peguei, agora sim com a mão inteira, o lençol que tava pendurado, comecei a puxar bem devagar, e assim fui vendo como se começava a deslizar mais fácil, e vi como aparecia uma linda fio dental.
Baixei os lençóis até a metade da bunda dela; não podia acreditar, a Maca tava dormindo só de fio dental. A rabeta dela era perfeita, dava pra ver que a pele era muito macia. Esperei um pouco, aguardando algum movimento da Maca ou da Maria, e nada; então, continuei baixando os lençóis, baixei até a altura atrás dos joelhos dela; dava pra ver toda aquela bunda linda a 50 cm de mim, a fio dental ficava linda nela, com o pano meio de lado, bem apertado entre as nádegas. Soltei os lençóis e tirei meu pau do short; comecei a bater uma punheta olhando pra aquela bunda linda; olhei pra Maria de novo e ela continuava dormindo, a Maca também.
Sem pensar muito e por tesão, estiquei minha mão e mal toquei uma das nádegas dela com a ponta dos meus dedos; o coração quase saiu pela boca naquele momento. Mal apoiava meu dedo numa das nádegas dela, e aos poucos apoiando mais um dedo, até que minha palma inteira tava apoiada na bunda dela. Olhei pra ela esperando algum movimento, e nada, continuava dormindo; apertei de leve a bunda dela, era perfeita, durinha como uma maçã; acariciei um pouco mais a rabeta dela, bem devagar pra ela não acordar. Meu pau ia explodir, com meu dedo procurei a borda do pano da fio dental dela e bem devagar fui enfiando por baixo, sempre atento, caso ela acordasse ou algo assim.
Meu dedo indicador já tava onde começava a racha da bunda; não podia acreditar, tava tão quentinho, queria descer um pouco mais, mas sabia que não podia fazer nenhuma loucura. Continuei fazendo carícias em círculos na bunda dela, mas sem fazer força, só carícias, naquele momento, um pequeno movimento do corpo dela me fez reagir.
A cabeça do meu pau já não aguentava mais, tinha que gozar; a Maca mexeu um pouco mais o corpo, como se ajeitando, por isso tirei minha mão da bunda dela por precaução, esperei um pouco e nada, não se mexeu de novo. Olhei pra ela e continuava dormindo, levei meu dedo ao nariz pra sentir o cheiro dela, aquele aroma me enlouqueceu; era o cheiro da bunda de minha cunhada, aquela que há 24 horas eu não tinha visto nada, agora eu tava acariciando as nádegas dela, passando um dos meus dedos pela racha da bunda.
Fiquei gelado quando a Maca, num movimento, se virou e ficou de barriga pra cima, pensei que ela tinha acordado, mas não, a Maca continuou dormindo; esperei um pouco e comecei a bater uma loucamente, isso tava me enlouquecendo. Estendi minha mão, e com todo o medo e dúvida do mundo, coloquei entre as pernas dela; mal consegui tocar com a ponta dos dedos a buceta dela por cima da calcinha fio dental. Não acreditava no que tava sentindo, já tinha perdido toda a razão, o tesão superava meus pensamentos, a mão tremia; naquele momento um pouco da minha sanidade voltou: o que eu tô fazendo? Continuo ou não? E se ela acordar?
De repente, a Maca fez outro movimento, virou de frente pra mim, nesse mesmo movimento pegou os lençóis e se cobriu de novo e continuou dormindo como se nada tivesse acontecido.
Não acreditava: acabou? Queria me matar, não dava pra tentar de novo abaixar os lençóis porque agora a Maca tava olhando pra onde eu estava.
Mas eu continuava com tesão, comecei a bater uma pra dessa vez gozar mesmo, no final, gozava nos lençóis, me limpava e pronto. Era o que eu pensava enquanto minha mão subia e descia no meu pau que tava duro como pedra e com a cabeça prestes a explodir.
> O que você tá fazendo?? – a Maria me disse.
> Tá batendo uma, otário? – ela falou, surpresa.
Me virei pra ela pra olhar.
> Há um tempo atrás, enquanto dormia, você encostou sua bunda inteira no meu pau, amor… foi a primeira coisa que veio na minha cabeça pra responder.
> O que você quer que eu faça? Sabe o quanto me excita sua bundinha nua.
A Maria só deu um sorrisinho.
> Tanto assim te excita minha bunda? – ela disse, já com uma voz meio safada e se ajeitando na cama, apoiando o quadril no meu pau.
> Você não faz ideia – falei, enquanto dava um beijo nela e ao mesmo tempo passava a mão na bunda dela.
> Para, amor, que a Maca tá aqui!
> Só um pouquinho, rainha, por favor, tira esse tesão de mim. dedos já procuravam a buceta dela por debaixo do tecido da calcinha fio dental.
>Você é um louco gostoso, hein, me esquentou agora com essas coisas que você fala. Só um pouquinho, por favor, amor, sabe que não curto isso – ela dizia enquanto pegava no meu pau.
CONTINUA
14 comentários - Transando com a Maca... Minha cunhada gostosa
subite el video asi queda mejor ilustrado el relato!
:buenpost:
te sigo para leer la continuación y para ver el vídeo que captaste de tu hermosa cuñada, si te animas a subir.
Saludos