Beleza, como contei no relato passado, tive a oportunidade de transar com minha irmã no começo do ano. Aqui vai o link desse relato: http://www.poringa.net/posts/relatos/2080553/La-primera-vez-con-mi-hermana-_Real_.html#comid-60856 Dessa vez, vou contar a primeira vez que meti no cuzinho dela. A Vale tinha prometido que eu seria o primeiro a penetrar o cu dela, e já tinha passado um tempinho desde que a gente transou. Ela continuava com o namorado, e eu solteiro, minha irmã ainda me deixava louco e eu me masturbava muito pensando nela e lembrando quando meti nela, foi uma das melhores noites da minha vida. Lá por março, a gente tava na cozinha vendo um filme no computador e, quando íamos dormir, eu falei: - Imagino que você não esqueceu o que me prometeu. - Mesmo depois que a gente transou, não tocamos mais no assunto, mas ela sacou do que eu tava falando e respondeu sorrindo: - Não esqueci não, ainda tá afim? - Eu sorri de volta e falei: - Claro que sim! Você sabe bem que há um tempão eu tô de olho nessa bunda pequenininha. - Enquanto falava isso, apoiei minhas duas mãos nas nádegas dela e apertei ela contra mim, e a Vale disse: - Bom, melhor ainda, porque ela ainda é virgem pra você. - Quando ela terminou de falar, tentei beijá-la, mas ela riu e foi pro quarto dela. No dia seguinte, eu tava no meu quarto vendo TV deitado, quando minha irmã chegou e falou: - Toma, guarda isso. - Ela deixou um potinho com um creme e foi embora. Minha cabeça foi a mil, já sabia o que vinha por aí. Naquela noite, jantamos em família, o namorado dela jantou com a gente, até terminarmos de comer, conversamos sobre tudo como sempre, achei que naquela noite não ia rolar o esperado porque o namorado dela tava lá, e às vezes ele dorme aqui em casa, mas naquela noite ele foi embora. A Vale disse que tava muito cansada e ia dormir. Quando todo mundo foi dormir, a Vale foi no quarto dos nossos pais e falou que ia ver um filme comigo na sala. compu, no meu quarto. Ela tava com um shortinho rosa, que usa pra dormir, e uma camisetinha velha que também usa pra dormir, sem sutiã. Eu tava com um short vermelho e sem camisa. Quando entrou no meu quarto, se deitou na minha cama de bruços e começou a mexer no computador, me deixando ver aquela bunda linda, bem redonda e empinada. Eu, de pé, curtia a vista, olhava minha irmã prestes a se entregar pra mim de cima a baixo, pego o creme, mostro pra ela sorrindo e ela diz: - Pra não doer tanto. - Aí eu respondo: - Não vou te fazer doer, você vai gostar, vai ver.. - Ela coloca o computador de lado, com a mão me chama pra perto, e na posição que tava, de bruços na cama, começa a chupar minha rola tão ternamente, nunca tinha sentido tanto prazer num boquete. Passou a língua por todo o tronco, pela cabeça e depois enfiou tudo na boca, brincando com a língua dentro. Tive que mandar ela parar porque não queria gozar ali, falei que a gente ia fazer tudo o mais rápido possível porque não queria que nossos pais percebessem, não dava pra ficar muito tempo transando. Ela tirou meu short e minha cueca, eu tirei o computador da cama e quando percebo, minha irmã já tava pelada na cama, me olhando, sorrindo e fazendo caras sexy de brincadeira. Eu sorrio pra ela, subo em cima dela e a gente se beija suavemente, curtindo o momento, na posição missionário, sem parar de nos beijar, enfio minha rola na buceta dela, já tava bem molhadinha, penetro em câmera lenta, os beijos vão pro pescoço, ouço gemidinhos baixos, a gente tava muito excitado. Não me mexia dentro dela, só penetrava e deixava minha rola inteira na buceta dela, e depois de um tempo tirava tudo, e voltava a fazer o mesmo. Num certo momento, chego perto do ouvido dela e falo: - Quero te comer a bunda. - Ela responde: - Vai, quero sua rola na minha bunda agora. - Ela vira de bruços, passo creminho no cu dela, enfio o dedo indicador até a metade, passo creme também na minha pica. Curto ver a bundinha da minha irmã, ali, pra mim, pra fazer o que sempre sonhei, tomar posse daquela bundinha que eu via tanto na vida, que parecia intocável. Depois de admirar bem, encosto a cabeça da minha pica no cu dela, e devagar vou empurrando com a mão e o corpo. Vale aperta os olhos, como sinal de dor, eu paro e pergunto se tá tudo bem, ela diz: - Sim, dói um pouco, mete devagar. - Minha pica tem 18x4 cm, acho que é normal, quando tava na metade, tiro minha mão e abro as nádegas dela. Continuo enterrando devagarinho, até entrar tudo, me aproximo dela e fico deitado em cima da Vale. Dou beijinhos no pescoço e na bochecha dela. Pergunto: - Tá gostando? - E ela responde: - Tô amando, deixa enterrada um pouco. - Eu sentia um prazer imenso, não queria tirar nunca mais, era uma delícia, era uma bundinha apertadinha, era a bundinha da minha irmã, e minha pica tava como nunca, quase sem me mexer já querendo gozar. Ficamos um tempo só assim, eu dando beijinhos no pescoço, bochecha e costas, com minha pica dentro da bunda linda dela. Até que começo a me mexer, ela reclama um pouco, falo pra ela ficar de quatro, e sem tirar a pica ajeitamos na posição de quatro. Ali devagarinho comecei a furar a bunda dela, ela gemia baixinho, pra não deixar nossos pais ouvirem, e começou a se masturbar. Depois comecei a furar mais forte e falei que ia gozar na bunda dela. Vale respondeu: - Sim, papai, enche minha bunda de porra, faz ela tua! - Isso me deixava a mil, e ela continuava falando coisas pra me esquentar, até que a gozada veio. Foi uma das minhas melhores gozadas, quase não aguentei e me ouvem na casa toda, foi uma gozada bem longa. Minha irmã me olhou, sorriu, eu devolvi o sorriso, deixei minha pica dentro, com toda a porra escorrendo por ela e pelo cu da Vale. Quando tiro a pica, começam a cair jorros de porra, pela bunda dela, foi uma Imagem muito excitante, ver a bucetinha minúscula da minha irmã sendo destruída pelo meu pau. Depois me deitei ao lado dela, ela me abraçou e apoiou a cabeça no meu peito, parecíamos um casal comum. Agradeci por ela ter me dado a raba, e pela primeira vez, ela olhou pra mim e disse: - Sempre quis que você fosse o primeiro. Além disso, quero que a gente transe com mais frequência. - Eu disse que não tinha problema, que também sempre quis comer ela e que quando surgissem novas oportunidades, eu estaria lá. E aí começamos a fazer isso com mais frequência, não é todo dia, às vezes passamos semanas sem fazer, e ultimamente acho que ela está sentindo um pouco de culpa, fica mais difícil começar, mas quando começa, a gente não para até fazer de tudo um pouco. Espero que tenham gostado! Talvez eu conte alguma outra coisa que a gente fez, ou alguma fantasia que eu tenho. Saudações a todos e Feliz Natal! Dario
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10 comentários - Minha irmã me entrega a bunda dela (Real)
y bueno, cada cual piensa como quiere, gracias por pasar! saludos!
me alegro que te haya gustado! claro, algunos lo creen y otros no, yo cuento mi verdad nada más.. Saludos y gracias por pasar!