este e outros contos você pode encontrar no meu blog www.fantasiasdea2.blogspot.com. E agora vamos à história... Acordo com a boca pastosa. Onde estou? Não conheço o lugar. Sobre a mesa de cabeceira, um bilhete e um envelope. O bilhete diz: um presente dos seus colegas. O envelope contém um DVD. Em frente à cama, uma TV de tela plana gigante e um reprodutor de vídeo. Fico hesitante com o disco na mão e tento lembrar o que aconteceu... Um convite estranho. Reunião de colegas de estudo. "Comparecer com acompanhante". Nunca tinha me acontecido. Me chamo Adolfo. Tenho 40 anos e sou casado com minha namorada da juventude. Irma, com 35 anos, se mantém atraente, e eu gosto que os homens se virem para olhar para ela. Devo dizer que ela sempre me foi fiel, coisa que não posso dizer de mim. Enquanto estudava, aproveitei o sucesso que tinha com as mulheres e me deitei com quantas pude, sem nenhum tipo de escrúpulos. Me dava mole? Eu pegava. Me ignorava? Eu dava um jeito de colocar na minha cama. Um par de saídas, 3 ou 4 gozadas, e se te vi não me lembro, que venha a próxima. Não gostou? Lamento, mas isso te acontece por ser tão puta, era toda minha resposta. E depois voltava para a minha namoradinha como se nada tivesse acontecido. Hesitei em ir ao jantar para o qual fui convidado. Na verdade, não tinha nada em comum com meus colegas. Não os tinha visto novamente, e também não tinha me interessado. Mas uma certa curiosidade mórbida despertou meu interesse. Como estariam depois de 15 anos? Paramos de nos ver aos 25, quando terminei a faculdade. Enfim, decidi ir. Comentei com a Irma, que ficou contente em rever meus colegas, e no sábado à noite partimos juntos para o local da reunião. Ao chegar, havia umas 40 ou 50 pessoas, muitas colegas de turma da faculdade, e outras ilustres desconhecidas, certamente acompanhantes dos anteriores. Entramos e nos direcionaram à nossa mesa, que tinha sido organizada de maneira curiosa. Uma mesa para oito pessoas onde... Reuniram os quatro que dividíamos o quarto na pensão naquela época de estudantes. Não tinha ninguém quando nos sentamos e comecei a tentar lembrar de cada um: Saúl, Osvaldo e Lucas. Gente boa, todos, mas ingênuos demais. Depois de um tempo, um casal se aproximou da mesa, depois outro e um terceiro. Lá estavam eles. Mas minha surpresa foi enorme quando reconheci meus companheiros e também suas parceiras. Eram as namoradas daquela época. Eles tinham se casado com elas? Achei uma coincidência incrível, mas depois dos cumprimentos de praxe, me explicaram que, como tinham que comparecer com par, decidiram convidar as ex-namoradas para deixar a festa mais nostálgica. E enquanto isso, eu ia relembrando.
Saúl, moreno alto antes, agora meio careca e gordinho, estava com a Lucrecia. Ela ainda era atraente, mas naquela época era uma verdadeira gostosa. Lembro quando tive que acompanhá-la para casa, porque o Saúl tinha uma prova e não podia sair. Caminhamos juntos enquanto eu olhava pra ela de lado. Ela me deixava com muito tesão, tenho que admitir. "É uma sorte o Saúl não ter podido te acompanhar", eu disse. "Por quê?" "Assim pude te acompanhar eu", falei de maneira insinuante. "Adolfo, você é incorrigível, não respeita nem as namoradas dos seus amigos." "Perdão, o Saúl é meu colega de quarto, não meu amigo, e quando uma mulher me agrada, eu falo", me defendi. "Não perde tempo, você sabe que eu quero meu namorado", ela disse com firmeza. "Tudo bem, eu não quero ser seu namorado." "E o que você quer?" "Fazer amor com você algumas vezes. Gozar e te fazer gozar, nada mais, e não precisa mudar nada entre a gente." "Você não pode estar falando sério", ela respondeu.
Estávamos passando por uma obra em construção a três quadras da casa dela, peguei seu braço e a puxei para dentro. Antes que ela pudesse reagir, já a tinha apertado contra a parede e minha língua percorria toda sua boca, enquanto minhas mãos acariciavam seu corpo. No começo, ela tentou escapar, mas eu sabia que ela estava gostando, então só precisei Segurei ela por alguns minutos para que se entregasse completamente. Ali mesmo, de quatro, a penetrei com fúria, e o bizarro da cena fez ela começar a gozar desesperadamente, enquanto eu também me esvaziava dentro dela.
Lembrei que na próxima vez, Saúl saiu para entregar um trabalho e ficamos sozinhos. Nos atiramos um sobre o outro com desespero. Possuí ela novamente, mas dessa vez, em vez de gozar dentro, fiz ela engolir toda a porra, até a última gota. Depois, me excitava vê-la beijando o namorado.
Finalmente, um dia ela propôs terminar com Saúl e ficar comigo, ao que respondi que nem sonhasse, que ela era só mais uma puta na minha vida e que nem louco eu deixaria minha namorada por ela. Ela chorou, gritou, ficou brava, mas eu apenas sorri e a deixei sozinha. Continuamos nos encontrando quando ela estava com o namorado, mas ela nunca mais disse nada.
Osvaldo se mantinha em boa forma física, e sua ex-namorada Lucía continuava gostosa. Lembrei de quando fomos acampar juntos no lago. Eles e eu com minha namorada Irma. Nos divertimos muito. Lembro que Irma queria aprender a remar e Osvaldo se comprometeu a ensiná-la. Uma manhã bem cedo, eles saíram juntos. Lucía dormia quando entrei no quarto dela. Pela janela, via os esforços que Osvaldo fazia para ensinar Irma, enquanto eu acariciava lentamente sua namorada. A bobinha, ainda dormindo, pensou que era Osvaldo quem a acariciava e, sem acordar completamente, de lado, puxou a bunda para fora, me incitando a apoiar. Não apenas apoiei. Tirei meu pau e, puxando a calcinha dela, fui enfiando devagar para evitar que ela acordasse de vez. Enquanto isso, pela janela da varanda, vigiava meu amigo e me certificava de que ele não nos surpreendesse nessa cena.
Quando estava toda dentro, ela começou a suspirar e gemer, fazendo meu ritmo aumentar. Quando gozei dentro dela, ela finalmente acordou com o orgasmo e quase gritou ao descobrir de quem era o pau que estava dentro. Tapei a boca, e ordenei que ela calasse a boca. Ela ficou paralisada. - Foi bom, mas não é o suficiente pra mim, eu disse, e é melhor você não gritar pra seu namoradinho não descobrir. Soltei sua boca - Você é um abusador, um filho da puta. Vou contar tudo. - Olha, você me convidou pra entrar no seu quarto, aproveitando que nossos parceiros não estavam e praticamente me estuprou. É isso que vou contar, a menos... - A menos o quê?, ela disse irritada - A menos que isso fique entre nós. Ninguém precisa saber e eu não vou contar nada dos nossos encontros. - Encontros? Você praticamente me estuprou, e só dessa vez. - Essa foi a primeira. Vou te comer mais algumas vezes e depois como se nada tivesse acontecido, não vamos mais falar nisso, caso contrário vou ter que contar o que aconteceu. Ela começou a soluçar. - Não chora, Lucía. Você vai gostar tanto quanto gostou hoje. Tenho certeza que com seu namorado você não tem um orgasmo como o que acabei de te dar, e unindo o dito ao feito comecei a beijá-la, enquanto ela chorava, e com meu pau totalmente duro, em questão de minutos a enfiei até o talo de novo. Depois de alguns minutos ela parou de chorar e acabou gozando feito uma putinha safada. Lucas, tímido e de óculos como sempre, e Mabel, ao lado dele, tão safada como sempre. Esse caso foi diferente. Ela deu em cima de mim e enquanto o parceiro dela estudava, fomos pra cozinha com a desculpa de preparar um café, e lá ela se ajoelhou e chupou meu pau, pra depois, me deitando no chão, sentar em cima de mim, enfiar meu pau e eu a comi sem piedade. Eu visitava Lucas dia sim, dia não, e toda vez que ia encontrávamos um jeito de ficar sozinhos e dar uns bons gozos. Por fim, terminei meus estudos e fui embora, não a vendo de novo até hoje, no braço do ex-namorado dela. Devo reconhecer que a conversa foi agradável, e que bebemos mais do que devíamos. Na verdade, eu bebi mais do que devia. Lembrei que eu conversava com meus colegas, enquanto as mulheres estavam separadas conversando entre si. Minha taça estava sempre cheia, até que finalmente não lembrei mais de nada. E lá estava eu. Em um quarto de hotel desconhecido, sozinho e com um DVD na mão. Cheguei até a televisão, conectei e coloquei o disco. A primeira imagem foi a de Saúl, falando para a câmera. — Querido Adolfo. Esperamos que você tenha dormido bem. Anteontem você bebeu muito (Anteontem? Que dia era?) (Olhei meu relógio e, com surpresa, vi que era segunda-feira. Eu tinha dormido por mais de 24 horas.) — É verdade que não foi só o álcool, nós te ajudamos com alguns comprimidos para garantir que você descansasse tranquilo. Um frio correu pela minha testa. — Todos lembramos com melancolia dos nossos anos jovens. Meus amigos e eu, por exemplo, sempre tivemos inveja do sucesso que você tinha com as mulheres. Nós mal conseguíamos pegar uma, enquanto você tinha aos montes, lembra? A câmera girou para a direita e apareceu Osvaldo. — Imagina nossa decepção quando descobrimos que você não só tinha as mulheres que queria, mas também tinha dado em cima das nossas namoradas. — Os anos passaram, disse Saúl, voltando a ocupar a tela, e não guardamos rancor pelo passado, mas achamos que era justo um castigo, e por isso organizamos essa reunião, com casais, e para a qual viemos com nossas namoradas daquela época, e você com sua esposa atual, que também era sua namorada na época em que você vivia pulando de cama em cama. — Sinceramente, disse Lucas, ocupando a tela, durante anos pensamos em como acertar as contas, e nos pareceu melhor fazer você passar pela mesma situação que você aproveitou em outra época, mas agora do outro lado do balcão. Por isso, enquanto você bebia com a gente, nossas ex-namoradas, que também têm contas pendentes com você, se encarregaram de colocar sua esposa a par de tudo, de fazer ela saber o quanto ela tinha sido corna enquanto vocês namoravam, enquanto mantinham sua taça sempre cheia. Devo dizer que, no começo, ela ficou muito chateada, mas depois... quando o álcool bateu, ela ficou ainda pior. Este vídeo é a lembrança que deixamos para você refletir sobre a vida, e principalmente, sobre a ideia de que tudo volta, um dia. Aproveite. A imagem cortou por um instante, e depois a câmera mostrou um quarto muito parecido com o que eu estava ocupando. Obviamente tinham filmado no mesmo hotel. Bateram na porta do quarto, e quem segurava a câmera foi abrir. Minha mulher, cambaleando, enquanto era segurada por Lucrecia e Lucia, entrou no quarto.
- Entra, Irma, disse uma voz feminina que não reconheci e que era quem filmava. O que te traz aqui?
- Tô procurando meu marido, você não viu ele?
- E pra que você tá procurando ele?
- Quero ir pra casa. Tô com sono e não gosto de dormir sozinha.
- Bom, devia ter começado por aí. Temos a solução, me segue, disse enquanto recuava com a câmera. No meio do quarto, num sofá, meus três companheiros estavam sentados.
- Senhores, essa gostosa aqui tá com sono mas não quer dormir sozinha.
- Sem problemas. Chega mais, disse Saul levantando. Minha mulher se aproximou. Quando ficou de frente pra ele, ele começou a acariciar o rosto dela, depois desceu pelo pescoço e pelos braços. Fez ela se virar e lentamente abaixou o zíper do vestido, deixando-o cair no chão, ficando minha mulher só de sutiã e calcinha.
- Tem camisola pra dormir?
- Acho que não, não trouxe nada, disse com uma voz que denotava o excesso de álcool.
- Bom, então me despe assim a gente dorme pelados, disse Saul, e minha mulher lentamente começou a tirar a camisa dele. Saul tirou os sapatos, e Irma desabotoou a calça dele, que caiu no chão, deixando-o de cueca onde marcava um volume considerável. Rapidamente ele se livrou da roupa e, segurando minha mulher pela cintura, levou-a até a cama. Deitaram-se e se cobriram com um lençol de seda cinza. A câmera não perdia um detalhe. Lentamente as mãos de Saul foram percorrendo o corpo da minha mulherzinha, que, de olhos fechados, ela suspirava e se deixava levar. Como uma boneca, ele a colocou de lado e desabotoou seu sutiã para retirá-lo por baixo do lençol e arremessá-lo contra a câmera. Um minuto depois, sua calcinha seguiu o mesmo caminho. — Agora é sua vez — ele disse, e minha mulherzinha, com as mãos, abaixou sua cueca, tirou-a e também a jogou para fora do lençol. Saúl a puxou para perto e começou a beijá-la. Dava para ver que sua língua brincava dentro da boca dela de um jeito muito sensual, e que minha esposa respondia como uma puta no cio. Depois de um tempo, ele a empurrou para que descesse, e a cabeça de Irma desapareceu sob o lençol. Dava para ver que ela chegou até seu abdômen, e o movimento deixava claro o que estava acontecendo. A câmera foi até a cabeceira da cama e, uma vez lá, uma mão ergueu o lençol, e apareceu minha esposa fazendo um boquete de campeão. Ela engolia o pau do Saúl como uma possessa, enquanto acariciava suas bolas, que pareciam grandes e duras. Depois de um minuto, o lençol cobriu a cena novamente. De repente, ele a trouxe para cima e, colocando-a de costas na cama, desta vez foi a cabeça dele que desceu até desaparecer sob o lençol, mas a cara de prazer da minha mulher não deixava dúvidas sobre o que estava acontecendo. O grande filho da puta estava comendo sua buceta como um mestre. Os suspiros de Irma se transformaram em gemidos e depois em gritos de prazer enquanto ela chegava ao clímax. Ela ficou ali, escanchada e respirando ofegante. Quando recuperou o fôlego, Saúl se ajoelhou e indicou que ela se virasse, e minha mulherzinha obedeceu rapidamente. Ele a colocou de quatro e se aproximou de sua bunda. A câmera mostrava de lado os dois corpos sob o lençol. Ele começou a beijar seu pescoço, e Irma erguia a cabeça e instintivamente empinava a bunda para fora. A câmera foi girando até se posicionar de frente para o casal. Dava para ver a cara de prazer da minha mulher e Saúl chupando seu pescoço enquanto suas mãos apertavam seus seios. Uma voz em off e bem baixo para minha mulher não ouvir, ela falou - Você sempre foi brincalhão. Lembra da obra? Foi mais ou menos assim? Perguntou enquanto Saúl avançava e a penetrava num movimento só. Minha mulher revirou os olhos, com a penetração, e depois jogou a cabeça pra trás, abrindo a boca mas sem emitir nenhum som. Saúl começou a se mover, e nesse momento uma mão puxou o lençol, revelando em todo seu esplendor uma cópula selvagem. Minha mulher apoiada nas mãos e joelhos com as pernas abertas, enquanto Saúl a montava selvagemente entrando e saindo do corpo dela como uma máquina bem lubrificada. Enquanto isso, ele tinha tomado conta dos mamilos dela, que apertava com prazer. Minha mulher começou a gemer como uma coruja com esse tratamento e começou a ter um orgasmo atrás do outro, choramingando e gritando em intervalos conforme a profundidade e a violência da penetração. - Você é uma puta, sabia? Seu marido sabe que você é tão puta? - Não, nunca fiquei com outro homem. Sempre fui fiel - Ele não merecia. Sabe que você é a rainha das corno, né? - Sim, agora eu sei, mas depois de hoje vamos ficar quites, ela disse sem parar de gozar. - Lá vou eu, gata, tô gozando, tô gozandooooo, disse Saúl enquanto afundava até o fundo e descarregava seus ovos em jorros ardentes, terminando por cair em cima dela, que com as pernas moles não aguentou o peso do macho e desabou. Depois de alguns minutos de orgasmo, ficaram ali jogados um em cima do outro. Lentamente Saúl se levantou - Tá bom como aperitivo, quem é o próximo?, perguntou - É a minha vez, parece, disse Osvaldo, se aproximando pelado e batendo uma punheta numa rola mais curta que a do Saúl, mas igualmente dura. Subiu na cama e colocando as pernas de cada lado do rosto da minha mulher, deu a rola pra ela chupar, coisa que ela fez rapidamente. Enquanto ela chupava a rola, ele enfiava os dedos na buceta. - Gata, sua buceta é um lago. Entre seu tesão e a porra O que o meu amigo te deu, você está toda arrebentada, e pegando o lençol ele se dedicou a limpar sua buceta enquanto a acariciava. - Assim está melhor, agora podemos continuar, se você estiver a fim, ao que ela respondeu com uma afirmação da cabeça já que sua boca seguia ocupada pelo pau do Osvaldo. Sem mais, ele desmontou e indicou que ela ficasse de lado. Uma vez nessa posição, deitou-se ao seu lado esfregando seu pau na virilha da mulher, apoiou a ponta entre seus lábios vaginais.
A câmera deu a volta e se posicionou de lado, do lado da minha esposa. Eu podia ver como Osvaldo fez com que ela levantasse a perna esquerda e a apoiasse sobre as dele e como sua mão direita acariciava lentamente seus seios. - Agora fecha os olhos, porque sabe de uma coisa? Seu maridinho gosta quando vocês estão dormindinhas. Vamos!!! Fecha os olhos!!!! ele ordenou enquanto dava um tapa nela. Minha mulher obedeceu imediatamente, ficando de olhos fechados.
Ele baixou a mão e guiou seu pau, esfregando-o em sua buceta, para depois separar seus lábios e colocar sua cabeça roxa na posição. Com ambas as mãos, agarrou seus ombros e, usando-os como alavanca, foi possuindo-a e se retirando até que, finalmente, guardou-a toda. Assim, firmando-se em seus ombros, começou a meter bem fundo. A câmera mostrava como ele saía quase todo para voltar a entrar até que suas bolas batiam contra o corpo da minha mulher.
Assim continuaram por um bom tempo. O suor escorria pela testa do Osvaldo e dava para notar o esforço que ele estava fazendo para não gozar, mas no fim não aguentou mais e, com um longo gemido, gozou dentro da minha mulher, que gemeu ao sentir o líquido quente, mas não gozou, certamente porque ainda estava exausta pela foda anterior, e talvez assustada com a violência mostrada por Osvaldo.
Depois de um tempo, Osvaldo se retirou, e Saúl ordenou à minha mulher que fosse ao banheiro se limpar, antes do que viria a seguir. Lucrecia a acompanhou, ajudando-a a se segurar, já que além do álcool agora ela estava exausta pela... sessão de sexo que estava acontecendo. Eu estava paralisado. Nem me piores pesadillas me haviam preparado para aquilo, mas ao mesmo tempo, percebia que meu pau estava prestes a explodir. Nunca teria imaginado que minha doce esposa fosse capaz de transar com vários homens, mas ainda não tinha visto nada.
Um salto na imagem indicou que tinham ligado a câmera de novo, justo quando minha mulher voltava do banheiro. Rapidamente serviram a ela uma taça de champanhe, que ela tomou de um gole só, e depois mais duas com o mesmo resultado. Se algo estava claro, agora ela estava totalmente embriagada. Não tinha noção de quem era nem de onde estava, e obviamente nem percebia que tinha uma câmera filmando. No sofá só restava Lucas. Osvaldo ordenou que ela excitasse o companheiro. Ela, nua, se aproximou dele e começou a beijá-lo. Lucas ficou parado. Ela o fez levantar e começou a despí-lo lentamente enquanto continuava beijando e acariciando. O macho parecia não responder aos seus ataques, mas quando ela terminou de despi-lo, apareceu um pau longo e grosso, que se destacava sobre os outros que tinham se beneficiado da minha esposa. Lembrei que quando vivíamos juntos, era Lucas quem tinha a melhor ferramenta.
- Sabe, Irma? Não posso fazer nada com você porque é a mulher de um amigo. Por mais que me procure, não vai conseguir me seduzir - disse sério, olhando para a câmera.
Enquanto isso, minha mulher se ajoelhou e começou a chupar o pau dele com desespero.
- Por mais que faça, não vou te possuir. Você é a mulher de um amigo e eu respeito a amizade - dizia enquanto segurava a cabeça da minha mulher e dava ritmo ao boquete.
A câmera se aproximou do rosto dele, que mostrava muito prazer.
- Pronto. Fiz tudo que pude, assim como imagino que Adolfo fez naquele dia quando minha namorada deu em cima dele, mas, bom, ninguém é de ferro, vocês vão entender - e, sorrindo, fez minha esposa levantar e a levou até a cama. Lá ele se deitou e deixou que ela o cavalgasse. A câmera se posicionou a os pés da cama. Irma pegou o pau, balançou, apontou para sua buceta e se deixou cair. Custou para engolir tudo, mas com persistência conseguiu que seus corpos se tocassem. Uma vez empalada, começou a se mover para cima e para baixo. As imagens eram espetaculares. Uma mão de Lucas acariciou suas costas, desceu pelas suas nádegas e começou a brincar com seu cu. De repente, um de seus dedos venceu a resistência do esfíncter e entrou em seu ânus, fazendo Irma dar um salto.
Um frio correu pela minha espinha. Lembrei dos meus encontros com a namorada de Lucas e comecei a suar. Ela era tão puta que foi uma das poucas que eu comi pelo cu.
Uma mão pegou um pote de creme, e Lucas enfiou os dedos nele. Depois voltou a atacar o cu da minha esposa, mas dessa vez, graças à lubrificação, a dor se transformou em prazer. Minha esposa começou a quicar no pau do macho enquanto primeiro um, depois dois dedos entravam e saíam de sua bunda.
— Boa, puta, você conseguiu me comer apesar da minha resistência, mas não vou te dar meu leite — disse ele, tratando-a como uma prostituta barata.
— Por quê? Eu quero, quero tudo — disse minha esposa, bem excitada.
— Se quer, vai ter que merecer.
— O que você quiser, faça o que quiser comigo — disse ela.
Lucas girou, fazendo Irma cair de lado. Ele se posicionou de frente para ela. Assim, de lado, colocou as pernas dela sobre seus ombros, deixando sua boceta bem aberta para a câmera. Pegou creme do pote e passou no pau todo, depois se aproximou dela, mas em vez de mirar na boceta, deslizou mais para baixo e colocou na porta do seu cu.
— Me diz, puta, seu maridinho já te deu o cu?
— Nunca, eu não deixei e ele não insistiu.
— Sabe que ele adora comer o cu das namoradas dos amigos, né?
— Sei, sim.
— Então, vai me dar seu buraco de trás? Só assim você leva meu leite — disse ele, sorrindo.
— Faz o que quiser, já te falei — respondeu com voz embargada.
A câmera Ele se posicionou sobre eles e pude ver a cara de satisfação do Lucas, que, enquanto olhava para a câmera, começou a empurrar suavemente, até conseguir que a cabeça de seu pau relaxado entrasse no cu da minha mulher. Irma gemeu e tentou escapar, mas na posição em que estava não podia fazer nada. Ele a segurou com força pela cintura e, aproximando a cabeça entre as pernas da minha mulher, enfiou a língua até a garganta, subjugando-a completamente, enquanto da cintura para baixo, como uma broca, sua ferramenta ia entrando lentamente, mas sem parar, no cu da minha esposa. Irma gemia com a boca ocupada pela língua do Lucas, mas não podia fazer nada. Em alguns minutos, ela estava totalmente empalada. Lucas ficou parado para que a junção se adaptasse, e então começou a se retirar lentamente, para entrar de novo até o fundo. Duas lágrimas escorriam pelo rosto da Irma, mas nunca saberei se eram de dor ou de prazer, já que ela não reclamava e, em vez disso, abraçava o macho com força para evitar que ele se retirasse.
Durante um bom tempo, eles meteram nessa posição, até que um longo orgasmo da minha mulher foi o sinal para que Lucas a enchesse. "Aí vai, sua puta, todo meu leite, toma puta toma", ele dizia no ouvido dela enquanto um jato atrás do outro enchia a barriga dela.
Finalmente, quando seu pau amoleceu, ele se retirou. Um verdadeiro rio de porra começou a sair do cu da minha mulher. "Bom, devo reconhecer que foi muito excitante", disse Saul aparecendo na câmera. "Olha como estou", disse mostrando uma ereção tão dura quanto no início, "se não se importam, quero experimentar o bumbum da Irma, afinal ela já não é mais virgem, e se aguentou o pau do Lucas, o meu é de brinquedo", e sem mais delongas subiu na cama e assumiu a mesma posição que Lucas tinha, para imediatamente enterrar seu pau no cu dela até o fundo. Irma estava tão cansada e bêbada que nem sequer reagiu à posse, e em questão de minutos Saul se esvaziou completamente no cu dela. Ele se retirou e seu lugar foi ocupado por Osvaldo. Irma tentou ela se opôs, já que imagino que a bunda dela devia estar doendo, mas não pôde fazer nada quando o macho enfiou a ferramenta até o fundo. Mas Osvaldo ainda a fez girar, deixando-a de costas na cama, e montou em cima dela, esmagando as pernas dela contra o corpo. Esses animais estavam acabando com ela, e o pior é que Irma estava gostando. Nessa posição, Lucas subiu na cama e entregou o pau dele para que minha mulherinha chupasse. Finalmente, Osvaldo não aguentou mais e explodiu na bunda dela, ficando totalmente seco. Lucas, por outro lado, continuou por um bom tempo até que, finalmente, começou a gozar, jorrando sêmen em todo o rosto dela e até fazendo ela engolir alguns jatos. Depois, com os dedos, ele levou a porra até a boca, obrigando minha esposa a tomar tudo, e então fez ela limpar bem o pau dele, até deixá-lo brilhando. Naquele momento, não aguentei mais e gozei seco sem conseguir evitar. Jatos grossos de sêmen voaram pela cama. Não lembro de ter gozado tanto em toda a minha vida. Finalmente, o vídeo cortou. Depois de um segundo, apareceu Saúl, desta vez vestido e recuperado.
- Bom, Adolfo, o vídeo acabou, ainda tenho alguns minutos que vou usar para me despedir. É domingo à tarde. Infelizmente, não pudemos continuar gravando. Vou te dizer que dormimos um pouco e, no meio da manhã, voltamos a dar para sua mulher outra ração de sexo, com duplas e triplas penetrações, e sabe de uma coisa? Desta vez, ela não estava bêbada nem dormindo. Ela gozou como uma puta. Acho que ela colocou o dia em dia. Ela não sabe que a filmamos nem que você viu o que ela fez. Levamos ela para casa e a deixamos dormindo, e dissemos que você estava bêbado, dormindo em outro quarto.
- Você saberá se vai contar para sua mulher o que viu ou se simplesmente vai guardar o segredo e carregar para sempre esses chifres que devolvemos a você, em troca dos que você nos presenteou anos atrás. Espero que entenda e não guarde rancor, e que pense em tudo de bom que sua mulher te deu até agora e fique em silêncio como um cavalheiro. E sem... mas o vídeo acabou. Fiquei em silêncio por alguns minutos. Tomei banho, me vesti e guardei o DVD na bolsa. Saí do quarto e na recepção me disseram que a conta já estava paga. Sem mais, saí e peguei um táxi para casa.
Ao chegar, subi para o quarto e lá estava minha mulher profundamente adormecida. As marcas nos mamilos eram evidentes. Aqueles animais a usaram como a pior das putas, e ela tinha gostado. Troquei de roupa e fui trabalhar.
Quando voltei à noite, cumprimentei-a como se nada tivesse acontecido. Percebi que ela estava um pouco envergonhada, mas quando viu que eu não disse nada, foi se soltando. Por vários dias não fizemos sexo. Ela estava muito dolorida e eu preferi esperar que se recuperasse totalmente.
Hoje, somos um casal normal. Nosso casamento segue como se nada tivesse acontecido, mas à noite, nos meus sonhos, volta à minha cabeça o rosto da minha esposa quando Lucas a enrabava selvagemente, e invariavelmente fico excitado e no meio da noite a acordo para transar com ela...
Saúl, moreno alto antes, agora meio careca e gordinho, estava com a Lucrecia. Ela ainda era atraente, mas naquela época era uma verdadeira gostosa. Lembro quando tive que acompanhá-la para casa, porque o Saúl tinha uma prova e não podia sair. Caminhamos juntos enquanto eu olhava pra ela de lado. Ela me deixava com muito tesão, tenho que admitir. "É uma sorte o Saúl não ter podido te acompanhar", eu disse. "Por quê?" "Assim pude te acompanhar eu", falei de maneira insinuante. "Adolfo, você é incorrigível, não respeita nem as namoradas dos seus amigos." "Perdão, o Saúl é meu colega de quarto, não meu amigo, e quando uma mulher me agrada, eu falo", me defendi. "Não perde tempo, você sabe que eu quero meu namorado", ela disse com firmeza. "Tudo bem, eu não quero ser seu namorado." "E o que você quer?" "Fazer amor com você algumas vezes. Gozar e te fazer gozar, nada mais, e não precisa mudar nada entre a gente." "Você não pode estar falando sério", ela respondeu.
Estávamos passando por uma obra em construção a três quadras da casa dela, peguei seu braço e a puxei para dentro. Antes que ela pudesse reagir, já a tinha apertado contra a parede e minha língua percorria toda sua boca, enquanto minhas mãos acariciavam seu corpo. No começo, ela tentou escapar, mas eu sabia que ela estava gostando, então só precisei Segurei ela por alguns minutos para que se entregasse completamente. Ali mesmo, de quatro, a penetrei com fúria, e o bizarro da cena fez ela começar a gozar desesperadamente, enquanto eu também me esvaziava dentro dela.
Lembrei que na próxima vez, Saúl saiu para entregar um trabalho e ficamos sozinhos. Nos atiramos um sobre o outro com desespero. Possuí ela novamente, mas dessa vez, em vez de gozar dentro, fiz ela engolir toda a porra, até a última gota. Depois, me excitava vê-la beijando o namorado.
Finalmente, um dia ela propôs terminar com Saúl e ficar comigo, ao que respondi que nem sonhasse, que ela era só mais uma puta na minha vida e que nem louco eu deixaria minha namorada por ela. Ela chorou, gritou, ficou brava, mas eu apenas sorri e a deixei sozinha. Continuamos nos encontrando quando ela estava com o namorado, mas ela nunca mais disse nada.
Osvaldo se mantinha em boa forma física, e sua ex-namorada Lucía continuava gostosa. Lembrei de quando fomos acampar juntos no lago. Eles e eu com minha namorada Irma. Nos divertimos muito. Lembro que Irma queria aprender a remar e Osvaldo se comprometeu a ensiná-la. Uma manhã bem cedo, eles saíram juntos. Lucía dormia quando entrei no quarto dela. Pela janela, via os esforços que Osvaldo fazia para ensinar Irma, enquanto eu acariciava lentamente sua namorada. A bobinha, ainda dormindo, pensou que era Osvaldo quem a acariciava e, sem acordar completamente, de lado, puxou a bunda para fora, me incitando a apoiar. Não apenas apoiei. Tirei meu pau e, puxando a calcinha dela, fui enfiando devagar para evitar que ela acordasse de vez. Enquanto isso, pela janela da varanda, vigiava meu amigo e me certificava de que ele não nos surpreendesse nessa cena.
Quando estava toda dentro, ela começou a suspirar e gemer, fazendo meu ritmo aumentar. Quando gozei dentro dela, ela finalmente acordou com o orgasmo e quase gritou ao descobrir de quem era o pau que estava dentro. Tapei a boca, e ordenei que ela calasse a boca. Ela ficou paralisada. - Foi bom, mas não é o suficiente pra mim, eu disse, e é melhor você não gritar pra seu namoradinho não descobrir. Soltei sua boca - Você é um abusador, um filho da puta. Vou contar tudo. - Olha, você me convidou pra entrar no seu quarto, aproveitando que nossos parceiros não estavam e praticamente me estuprou. É isso que vou contar, a menos... - A menos o quê?, ela disse irritada - A menos que isso fique entre nós. Ninguém precisa saber e eu não vou contar nada dos nossos encontros. - Encontros? Você praticamente me estuprou, e só dessa vez. - Essa foi a primeira. Vou te comer mais algumas vezes e depois como se nada tivesse acontecido, não vamos mais falar nisso, caso contrário vou ter que contar o que aconteceu. Ela começou a soluçar. - Não chora, Lucía. Você vai gostar tanto quanto gostou hoje. Tenho certeza que com seu namorado você não tem um orgasmo como o que acabei de te dar, e unindo o dito ao feito comecei a beijá-la, enquanto ela chorava, e com meu pau totalmente duro, em questão de minutos a enfiei até o talo de novo. Depois de alguns minutos ela parou de chorar e acabou gozando feito uma putinha safada. Lucas, tímido e de óculos como sempre, e Mabel, ao lado dele, tão safada como sempre. Esse caso foi diferente. Ela deu em cima de mim e enquanto o parceiro dela estudava, fomos pra cozinha com a desculpa de preparar um café, e lá ela se ajoelhou e chupou meu pau, pra depois, me deitando no chão, sentar em cima de mim, enfiar meu pau e eu a comi sem piedade. Eu visitava Lucas dia sim, dia não, e toda vez que ia encontrávamos um jeito de ficar sozinhos e dar uns bons gozos. Por fim, terminei meus estudos e fui embora, não a vendo de novo até hoje, no braço do ex-namorado dela. Devo reconhecer que a conversa foi agradável, e que bebemos mais do que devíamos. Na verdade, eu bebi mais do que devia. Lembrei que eu conversava com meus colegas, enquanto as mulheres estavam separadas conversando entre si. Minha taça estava sempre cheia, até que finalmente não lembrei mais de nada. E lá estava eu. Em um quarto de hotel desconhecido, sozinho e com um DVD na mão. Cheguei até a televisão, conectei e coloquei o disco. A primeira imagem foi a de Saúl, falando para a câmera. — Querido Adolfo. Esperamos que você tenha dormido bem. Anteontem você bebeu muito (Anteontem? Que dia era?) (Olhei meu relógio e, com surpresa, vi que era segunda-feira. Eu tinha dormido por mais de 24 horas.) — É verdade que não foi só o álcool, nós te ajudamos com alguns comprimidos para garantir que você descansasse tranquilo. Um frio correu pela minha testa. — Todos lembramos com melancolia dos nossos anos jovens. Meus amigos e eu, por exemplo, sempre tivemos inveja do sucesso que você tinha com as mulheres. Nós mal conseguíamos pegar uma, enquanto você tinha aos montes, lembra? A câmera girou para a direita e apareceu Osvaldo. — Imagina nossa decepção quando descobrimos que você não só tinha as mulheres que queria, mas também tinha dado em cima das nossas namoradas. — Os anos passaram, disse Saúl, voltando a ocupar a tela, e não guardamos rancor pelo passado, mas achamos que era justo um castigo, e por isso organizamos essa reunião, com casais, e para a qual viemos com nossas namoradas daquela época, e você com sua esposa atual, que também era sua namorada na época em que você vivia pulando de cama em cama. — Sinceramente, disse Lucas, ocupando a tela, durante anos pensamos em como acertar as contas, e nos pareceu melhor fazer você passar pela mesma situação que você aproveitou em outra época, mas agora do outro lado do balcão. Por isso, enquanto você bebia com a gente, nossas ex-namoradas, que também têm contas pendentes com você, se encarregaram de colocar sua esposa a par de tudo, de fazer ela saber o quanto ela tinha sido corna enquanto vocês namoravam, enquanto mantinham sua taça sempre cheia. Devo dizer que, no começo, ela ficou muito chateada, mas depois... quando o álcool bateu, ela ficou ainda pior. Este vídeo é a lembrança que deixamos para você refletir sobre a vida, e principalmente, sobre a ideia de que tudo volta, um dia. Aproveite. A imagem cortou por um instante, e depois a câmera mostrou um quarto muito parecido com o que eu estava ocupando. Obviamente tinham filmado no mesmo hotel. Bateram na porta do quarto, e quem segurava a câmera foi abrir. Minha mulher, cambaleando, enquanto era segurada por Lucrecia e Lucia, entrou no quarto.
- Entra, Irma, disse uma voz feminina que não reconheci e que era quem filmava. O que te traz aqui?
- Tô procurando meu marido, você não viu ele?
- E pra que você tá procurando ele?
- Quero ir pra casa. Tô com sono e não gosto de dormir sozinha.
- Bom, devia ter começado por aí. Temos a solução, me segue, disse enquanto recuava com a câmera. No meio do quarto, num sofá, meus três companheiros estavam sentados.
- Senhores, essa gostosa aqui tá com sono mas não quer dormir sozinha.
- Sem problemas. Chega mais, disse Saul levantando. Minha mulher se aproximou. Quando ficou de frente pra ele, ele começou a acariciar o rosto dela, depois desceu pelo pescoço e pelos braços. Fez ela se virar e lentamente abaixou o zíper do vestido, deixando-o cair no chão, ficando minha mulher só de sutiã e calcinha.
- Tem camisola pra dormir?
- Acho que não, não trouxe nada, disse com uma voz que denotava o excesso de álcool.
- Bom, então me despe assim a gente dorme pelados, disse Saul, e minha mulher lentamente começou a tirar a camisa dele. Saul tirou os sapatos, e Irma desabotoou a calça dele, que caiu no chão, deixando-o de cueca onde marcava um volume considerável. Rapidamente ele se livrou da roupa e, segurando minha mulher pela cintura, levou-a até a cama. Deitaram-se e se cobriram com um lençol de seda cinza. A câmera não perdia um detalhe. Lentamente as mãos de Saul foram percorrendo o corpo da minha mulherzinha, que, de olhos fechados, ela suspirava e se deixava levar. Como uma boneca, ele a colocou de lado e desabotoou seu sutiã para retirá-lo por baixo do lençol e arremessá-lo contra a câmera. Um minuto depois, sua calcinha seguiu o mesmo caminho. — Agora é sua vez — ele disse, e minha mulherzinha, com as mãos, abaixou sua cueca, tirou-a e também a jogou para fora do lençol. Saúl a puxou para perto e começou a beijá-la. Dava para ver que sua língua brincava dentro da boca dela de um jeito muito sensual, e que minha esposa respondia como uma puta no cio. Depois de um tempo, ele a empurrou para que descesse, e a cabeça de Irma desapareceu sob o lençol. Dava para ver que ela chegou até seu abdômen, e o movimento deixava claro o que estava acontecendo. A câmera foi até a cabeceira da cama e, uma vez lá, uma mão ergueu o lençol, e apareceu minha esposa fazendo um boquete de campeão. Ela engolia o pau do Saúl como uma possessa, enquanto acariciava suas bolas, que pareciam grandes e duras. Depois de um minuto, o lençol cobriu a cena novamente. De repente, ele a trouxe para cima e, colocando-a de costas na cama, desta vez foi a cabeça dele que desceu até desaparecer sob o lençol, mas a cara de prazer da minha mulher não deixava dúvidas sobre o que estava acontecendo. O grande filho da puta estava comendo sua buceta como um mestre. Os suspiros de Irma se transformaram em gemidos e depois em gritos de prazer enquanto ela chegava ao clímax. Ela ficou ali, escanchada e respirando ofegante. Quando recuperou o fôlego, Saúl se ajoelhou e indicou que ela se virasse, e minha mulherzinha obedeceu rapidamente. Ele a colocou de quatro e se aproximou de sua bunda. A câmera mostrava de lado os dois corpos sob o lençol. Ele começou a beijar seu pescoço, e Irma erguia a cabeça e instintivamente empinava a bunda para fora. A câmera foi girando até se posicionar de frente para o casal. Dava para ver a cara de prazer da minha mulher e Saúl chupando seu pescoço enquanto suas mãos apertavam seus seios. Uma voz em off e bem baixo para minha mulher não ouvir, ela falou - Você sempre foi brincalhão. Lembra da obra? Foi mais ou menos assim? Perguntou enquanto Saúl avançava e a penetrava num movimento só. Minha mulher revirou os olhos, com a penetração, e depois jogou a cabeça pra trás, abrindo a boca mas sem emitir nenhum som. Saúl começou a se mover, e nesse momento uma mão puxou o lençol, revelando em todo seu esplendor uma cópula selvagem. Minha mulher apoiada nas mãos e joelhos com as pernas abertas, enquanto Saúl a montava selvagemente entrando e saindo do corpo dela como uma máquina bem lubrificada. Enquanto isso, ele tinha tomado conta dos mamilos dela, que apertava com prazer. Minha mulher começou a gemer como uma coruja com esse tratamento e começou a ter um orgasmo atrás do outro, choramingando e gritando em intervalos conforme a profundidade e a violência da penetração. - Você é uma puta, sabia? Seu marido sabe que você é tão puta? - Não, nunca fiquei com outro homem. Sempre fui fiel - Ele não merecia. Sabe que você é a rainha das corno, né? - Sim, agora eu sei, mas depois de hoje vamos ficar quites, ela disse sem parar de gozar. - Lá vou eu, gata, tô gozando, tô gozandooooo, disse Saúl enquanto afundava até o fundo e descarregava seus ovos em jorros ardentes, terminando por cair em cima dela, que com as pernas moles não aguentou o peso do macho e desabou. Depois de alguns minutos de orgasmo, ficaram ali jogados um em cima do outro. Lentamente Saúl se levantou - Tá bom como aperitivo, quem é o próximo?, perguntou - É a minha vez, parece, disse Osvaldo, se aproximando pelado e batendo uma punheta numa rola mais curta que a do Saúl, mas igualmente dura. Subiu na cama e colocando as pernas de cada lado do rosto da minha mulher, deu a rola pra ela chupar, coisa que ela fez rapidamente. Enquanto ela chupava a rola, ele enfiava os dedos na buceta. - Gata, sua buceta é um lago. Entre seu tesão e a porra O que o meu amigo te deu, você está toda arrebentada, e pegando o lençol ele se dedicou a limpar sua buceta enquanto a acariciava. - Assim está melhor, agora podemos continuar, se você estiver a fim, ao que ela respondeu com uma afirmação da cabeça já que sua boca seguia ocupada pelo pau do Osvaldo. Sem mais, ele desmontou e indicou que ela ficasse de lado. Uma vez nessa posição, deitou-se ao seu lado esfregando seu pau na virilha da mulher, apoiou a ponta entre seus lábios vaginais.
A câmera deu a volta e se posicionou de lado, do lado da minha esposa. Eu podia ver como Osvaldo fez com que ela levantasse a perna esquerda e a apoiasse sobre as dele e como sua mão direita acariciava lentamente seus seios. - Agora fecha os olhos, porque sabe de uma coisa? Seu maridinho gosta quando vocês estão dormindinhas. Vamos!!! Fecha os olhos!!!! ele ordenou enquanto dava um tapa nela. Minha mulher obedeceu imediatamente, ficando de olhos fechados.
Ele baixou a mão e guiou seu pau, esfregando-o em sua buceta, para depois separar seus lábios e colocar sua cabeça roxa na posição. Com ambas as mãos, agarrou seus ombros e, usando-os como alavanca, foi possuindo-a e se retirando até que, finalmente, guardou-a toda. Assim, firmando-se em seus ombros, começou a meter bem fundo. A câmera mostrava como ele saía quase todo para voltar a entrar até que suas bolas batiam contra o corpo da minha mulher.
Assim continuaram por um bom tempo. O suor escorria pela testa do Osvaldo e dava para notar o esforço que ele estava fazendo para não gozar, mas no fim não aguentou mais e, com um longo gemido, gozou dentro da minha mulher, que gemeu ao sentir o líquido quente, mas não gozou, certamente porque ainda estava exausta pela foda anterior, e talvez assustada com a violência mostrada por Osvaldo.
Depois de um tempo, Osvaldo se retirou, e Saúl ordenou à minha mulher que fosse ao banheiro se limpar, antes do que viria a seguir. Lucrecia a acompanhou, ajudando-a a se segurar, já que além do álcool agora ela estava exausta pela... sessão de sexo que estava acontecendo. Eu estava paralisado. Nem me piores pesadillas me haviam preparado para aquilo, mas ao mesmo tempo, percebia que meu pau estava prestes a explodir. Nunca teria imaginado que minha doce esposa fosse capaz de transar com vários homens, mas ainda não tinha visto nada.
Um salto na imagem indicou que tinham ligado a câmera de novo, justo quando minha mulher voltava do banheiro. Rapidamente serviram a ela uma taça de champanhe, que ela tomou de um gole só, e depois mais duas com o mesmo resultado. Se algo estava claro, agora ela estava totalmente embriagada. Não tinha noção de quem era nem de onde estava, e obviamente nem percebia que tinha uma câmera filmando. No sofá só restava Lucas. Osvaldo ordenou que ela excitasse o companheiro. Ela, nua, se aproximou dele e começou a beijá-lo. Lucas ficou parado. Ela o fez levantar e começou a despí-lo lentamente enquanto continuava beijando e acariciando. O macho parecia não responder aos seus ataques, mas quando ela terminou de despi-lo, apareceu um pau longo e grosso, que se destacava sobre os outros que tinham se beneficiado da minha esposa. Lembrei que quando vivíamos juntos, era Lucas quem tinha a melhor ferramenta.
- Sabe, Irma? Não posso fazer nada com você porque é a mulher de um amigo. Por mais que me procure, não vai conseguir me seduzir - disse sério, olhando para a câmera.
Enquanto isso, minha mulher se ajoelhou e começou a chupar o pau dele com desespero.
- Por mais que faça, não vou te possuir. Você é a mulher de um amigo e eu respeito a amizade - dizia enquanto segurava a cabeça da minha mulher e dava ritmo ao boquete.
A câmera se aproximou do rosto dele, que mostrava muito prazer.
- Pronto. Fiz tudo que pude, assim como imagino que Adolfo fez naquele dia quando minha namorada deu em cima dele, mas, bom, ninguém é de ferro, vocês vão entender - e, sorrindo, fez minha esposa levantar e a levou até a cama. Lá ele se deitou e deixou que ela o cavalgasse. A câmera se posicionou a os pés da cama. Irma pegou o pau, balançou, apontou para sua buceta e se deixou cair. Custou para engolir tudo, mas com persistência conseguiu que seus corpos se tocassem. Uma vez empalada, começou a se mover para cima e para baixo. As imagens eram espetaculares. Uma mão de Lucas acariciou suas costas, desceu pelas suas nádegas e começou a brincar com seu cu. De repente, um de seus dedos venceu a resistência do esfíncter e entrou em seu ânus, fazendo Irma dar um salto.
Um frio correu pela minha espinha. Lembrei dos meus encontros com a namorada de Lucas e comecei a suar. Ela era tão puta que foi uma das poucas que eu comi pelo cu.
Uma mão pegou um pote de creme, e Lucas enfiou os dedos nele. Depois voltou a atacar o cu da minha esposa, mas dessa vez, graças à lubrificação, a dor se transformou em prazer. Minha esposa começou a quicar no pau do macho enquanto primeiro um, depois dois dedos entravam e saíam de sua bunda.
— Boa, puta, você conseguiu me comer apesar da minha resistência, mas não vou te dar meu leite — disse ele, tratando-a como uma prostituta barata.
— Por quê? Eu quero, quero tudo — disse minha esposa, bem excitada.
— Se quer, vai ter que merecer.
— O que você quiser, faça o que quiser comigo — disse ela.
Lucas girou, fazendo Irma cair de lado. Ele se posicionou de frente para ela. Assim, de lado, colocou as pernas dela sobre seus ombros, deixando sua boceta bem aberta para a câmera. Pegou creme do pote e passou no pau todo, depois se aproximou dela, mas em vez de mirar na boceta, deslizou mais para baixo e colocou na porta do seu cu.
— Me diz, puta, seu maridinho já te deu o cu?
— Nunca, eu não deixei e ele não insistiu.
— Sabe que ele adora comer o cu das namoradas dos amigos, né?
— Sei, sim.
— Então, vai me dar seu buraco de trás? Só assim você leva meu leite — disse ele, sorrindo.
— Faz o que quiser, já te falei — respondeu com voz embargada.
A câmera Ele se posicionou sobre eles e pude ver a cara de satisfação do Lucas, que, enquanto olhava para a câmera, começou a empurrar suavemente, até conseguir que a cabeça de seu pau relaxado entrasse no cu da minha mulher. Irma gemeu e tentou escapar, mas na posição em que estava não podia fazer nada. Ele a segurou com força pela cintura e, aproximando a cabeça entre as pernas da minha mulher, enfiou a língua até a garganta, subjugando-a completamente, enquanto da cintura para baixo, como uma broca, sua ferramenta ia entrando lentamente, mas sem parar, no cu da minha esposa. Irma gemia com a boca ocupada pela língua do Lucas, mas não podia fazer nada. Em alguns minutos, ela estava totalmente empalada. Lucas ficou parado para que a junção se adaptasse, e então começou a se retirar lentamente, para entrar de novo até o fundo. Duas lágrimas escorriam pelo rosto da Irma, mas nunca saberei se eram de dor ou de prazer, já que ela não reclamava e, em vez disso, abraçava o macho com força para evitar que ele se retirasse.
Durante um bom tempo, eles meteram nessa posição, até que um longo orgasmo da minha mulher foi o sinal para que Lucas a enchesse. "Aí vai, sua puta, todo meu leite, toma puta toma", ele dizia no ouvido dela enquanto um jato atrás do outro enchia a barriga dela.
Finalmente, quando seu pau amoleceu, ele se retirou. Um verdadeiro rio de porra começou a sair do cu da minha mulher. "Bom, devo reconhecer que foi muito excitante", disse Saul aparecendo na câmera. "Olha como estou", disse mostrando uma ereção tão dura quanto no início, "se não se importam, quero experimentar o bumbum da Irma, afinal ela já não é mais virgem, e se aguentou o pau do Lucas, o meu é de brinquedo", e sem mais delongas subiu na cama e assumiu a mesma posição que Lucas tinha, para imediatamente enterrar seu pau no cu dela até o fundo. Irma estava tão cansada e bêbada que nem sequer reagiu à posse, e em questão de minutos Saul se esvaziou completamente no cu dela. Ele se retirou e seu lugar foi ocupado por Osvaldo. Irma tentou ela se opôs, já que imagino que a bunda dela devia estar doendo, mas não pôde fazer nada quando o macho enfiou a ferramenta até o fundo. Mas Osvaldo ainda a fez girar, deixando-a de costas na cama, e montou em cima dela, esmagando as pernas dela contra o corpo. Esses animais estavam acabando com ela, e o pior é que Irma estava gostando. Nessa posição, Lucas subiu na cama e entregou o pau dele para que minha mulherinha chupasse. Finalmente, Osvaldo não aguentou mais e explodiu na bunda dela, ficando totalmente seco. Lucas, por outro lado, continuou por um bom tempo até que, finalmente, começou a gozar, jorrando sêmen em todo o rosto dela e até fazendo ela engolir alguns jatos. Depois, com os dedos, ele levou a porra até a boca, obrigando minha esposa a tomar tudo, e então fez ela limpar bem o pau dele, até deixá-lo brilhando. Naquele momento, não aguentei mais e gozei seco sem conseguir evitar. Jatos grossos de sêmen voaram pela cama. Não lembro de ter gozado tanto em toda a minha vida. Finalmente, o vídeo cortou. Depois de um segundo, apareceu Saúl, desta vez vestido e recuperado.
- Bom, Adolfo, o vídeo acabou, ainda tenho alguns minutos que vou usar para me despedir. É domingo à tarde. Infelizmente, não pudemos continuar gravando. Vou te dizer que dormimos um pouco e, no meio da manhã, voltamos a dar para sua mulher outra ração de sexo, com duplas e triplas penetrações, e sabe de uma coisa? Desta vez, ela não estava bêbada nem dormindo. Ela gozou como uma puta. Acho que ela colocou o dia em dia. Ela não sabe que a filmamos nem que você viu o que ela fez. Levamos ela para casa e a deixamos dormindo, e dissemos que você estava bêbado, dormindo em outro quarto.
- Você saberá se vai contar para sua mulher o que viu ou se simplesmente vai guardar o segredo e carregar para sempre esses chifres que devolvemos a você, em troca dos que você nos presenteou anos atrás. Espero que entenda e não guarde rancor, e que pense em tudo de bom que sua mulher te deu até agora e fique em silêncio como um cavalheiro. E sem... mas o vídeo acabou. Fiquei em silêncio por alguns minutos. Tomei banho, me vesti e guardei o DVD na bolsa. Saí do quarto e na recepção me disseram que a conta já estava paga. Sem mais, saí e peguei um táxi para casa.
Ao chegar, subi para o quarto e lá estava minha mulher profundamente adormecida. As marcas nos mamilos eram evidentes. Aqueles animais a usaram como a pior das putas, e ela tinha gostado. Troquei de roupa e fui trabalhar.
Quando voltei à noite, cumprimentei-a como se nada tivesse acontecido. Percebi que ela estava um pouco envergonhada, mas quando viu que eu não disse nada, foi se soltando. Por vários dias não fizemos sexo. Ela estava muito dolorida e eu preferi esperar que se recuperasse totalmente.
Hoje, somos um casal normal. Nosso casamento segue como se nada tivesse acontecido, mas à noite, nos meus sonhos, volta à minha cabeça o rosto da minha esposa quando Lucas a enrabava selvagemente, e invariavelmente fico excitado e no meio da noite a acordo para transar com ela...
3 comentários - Final Gostoso