Fala, poringa boys! Meu nome é Draico Gonzales e quero contar minhas aventuras no trampo como cobrador de uma empresa grande. Primeiro, vou explicar que sempre fui um cara tímido, mesmo sendo bonito e tendo um corpo legal, mas aos 27 anos não tive grandes experiências sexuais. Esse trampo mudou minha vida sexual, e quero compartilhar isso aqui, como um agradecimento pelas tantas satisfações que os relatos de vocês me proporcionam.
Bom, essa empresa dá crédito pra galera comprar eletrodomésticos e eu vou cobrar na casa do cliente. Me dão um celular e quase sempre trampo sozinho. Saio do escritório às 10 da manhã e volto às 16h. A maioria das pessoas que pega o crédito são mulheres: donas de casa, empregadas domésticas, mulheres que na hora da minha visita tão sozinhas, solitárias em casa. Imagina cada situação que eu vivo: chego nas casas e encontro verdadeiros caldeirões, mulheres gostosas pra caralho, que a situação desperta os instintos mais baixos.
Sou de Avellaneda, mas trampo na zona sul: Quilmes, Varela, Berazategui, Lanús e algumas áreas da capital. Vocês não imaginam como chego em cada visita depois de andar pelas ruas de cada cidade, principalmente nas áreas mais humildes, onde as mulheres andam com pouca roupa ou roupas bem curtas. As novinhas não têm problema nenhum em mostrar os peitos ou aquelas bundas monumentais, bundas que me fazem buzinar. Eu não era assim, sempre fui um cara tímido, que não conseguia falar a palavra "teta" sem rir (parafraseando o grande Homer Simpson). Mas a rua me mudou: agora não consigo andar tranquilo com minha mulher sem olhar pra trás ou pra baixo pra cada gostosa que passa nos nossos passeios.
Bom, vamos à situação que quero contar hoje, uma das mais quentes que já rolou comigo. Um dia, tinha que visitar um caso muito especial: um cliente homem que não pagava há 6 meses, o que fez com que eu tivesse que levar um chefe pra... Negocia, nesse dia tava chovendo, então foi um dia tranquilo, não vi nenhuma bunda na rua, então já tava pilhado, e ainda por cima tinha que levar essa chata. Chegamos na casa, toquei a campainha e vem uma menininha de uns 8 anos que pergunta:
- Quem é?
- Os cobradores da Creditfácil
- Vou chamar minha mãe
- Beleza
E depois de 15 minutos, ela vem na porta:
- Desculpa, tava colocando meu bebê pra dormir
Eu já imaginava: "cê não quer embalar outro bebê, né?"
Nem sabiam, era uma morena de uns 25 anos, com uma regatinha de tiras que deixava os peitos à mostra, e um mini short branco que marcava aquele rabo em formato de maçã. Com aquele cara, a gente ficou doido de alegria e começamos a conversa:
- Oi, meu nome é Ruben e o meu é Draico
- Draico?
Com um tom de menina bobinha, fácil, putinha.
- Sim, Traico, cê gosta?
- Fica bem em você, haha
- Valeu, qual é o seu nome?
- Juli
- Também fica bem em você, haha
Até que o chato interrompe e fala:
- E aí, então viemos pela dívida do seu marido, já tá 6 meses atrasada
- Desculpa, é que ele ficou sem trampo, mas agora arrumou um bico de segurança, inclusive ele tá trabalhando agora, então tô sozinha com minhas meninas
Minha cabeça de baixo já tava explodindo de tão dura, era a buceta que já pedia pra decorar aquela raba.
- Nossa, como chove – fala a putinha – querem entrar?
- Sem pensar, falo: cê é muito gentil – e entramos
- Fiquem à vontade, querem algo quentinho?
Eu penso: "sua buceta gostosa, mamãe"
Mas meu chefe fala: – Não, obrigado, não temos muito tempo – e diz – seu saldo hoje é de 4000 pesos
- Não – ela fala – o último resumo mostra 3200
- Mas de que mês é seu último resumo?
- Ah, não sei, deixa eu procurar?
- Beleza, vai lá
E ela vai até uns armários na frente, a poucos metros dos sofás onde a gente tava sentado, se curvando a 90 graus, deixando ver como marcava a linda calcinha fio-dental vermelha dela. Eu e meu chefe nos olhamos, não dava pra acreditar. Estávamos vermelhos, minha pika tava querendo sair da calça, ela continuava naquela posição mostrando a raba sem vergonha, como se a gente não estivesse ali. Do nada, ela puxa uma gaveta e coloca em cima da mesinha de centro na nossa frente, e aí a gente pôde ver os peitos lindos dela. Nessa hora, tive que levantar pra disfarçar, a situação já tava insustentável, até que ela fala: — Ai, não sei onde tá, não acho em lugar nenhum, deixa eu ver — pegando a gaveta e tentando colocar no lugar, mas derruba. Aí eu vou ajudar e falo: — July, deixa eu te ajudar — e levanto a gaveta. Ela fica agachada com a cabeça na altura da minha pika, e eu vejo os olhos dela cravando no meu zíper, como se quisesse falar telepaticamente com a minha cabeça vermelha. Ela levanta com um sorrisinho safado, roçando o braço no meu, e diz: — Ah, não sei, é que meu marido trabalha o dia inteiro e não sei onde ele deixou. Vou dar uma olhada nas minhas filhas que tão jogando videogame no quarto. Que alívio, vocês não sabem como ela mexia a raba ao andar. E com meu chefe, a gente se falou depois de 30 minutos e ele diz: — Eu trouxe, o que a gente faz? E eu penso: vamos comer essa gostosa, essa putinha precisa de uma overdose de pika. Mas não era essa a proposta, e ele fala: — Vamos tentar tirar uma grana dela. — Beleza — falo num tom desanimado, até que ela volta a aparecer. — Oi, tá tudo bem? Desculpa, não sei onde deixei o papel, não me matem, humm. Sim, sua filha da puta, quero te matar, quero arrebentar essa sua bunda, puxar sua fio dental e chupar seus dois buraquinhos. E pergunto: — Posso ir ao banheiro? — Ah, sim, deixa eu ver se tá arrumado. Ela entra no banheiro, sai me olhando fixamente e diz: — Pode entrar, lindo. Sim, mulher, você não sabe como eu entraria em você. Entro no banheiro e não consigo mijar de tão dura que tava a pika. Olho pro chuveiro, e lá tinha uma fio dental rosa, fininha, fininha, que imagino que se perderia naquelas nádegas. Pego e esfrego na minha pika e penso: então era pra isso que ela entrou, sua filha da puta. Agora não tem mais dúvida, quer pika, e eu vou dar pra ela. dar. Saio e vejo que tão conversando com meu chefe, que já tinha convencido ela a pagar 80 pila, mas ela tinha 100, então não sabia o que fazer. Aí eu sugeri: — Cobra ela e vamos pro escritório, pego o troco e trago o hotel. Ela fala: — É, seria bom, me olhando fixo. Meu chefe responde: — Beleza, então fechou assim, vamos pro escritório e te trazemos o troco. Não penso, filho da puta, me deixa sozinho, não quero dividir ela, quero comer ela do meu jeito. Beleza, saímos e vamos pro escritório, entramos, procuramos o troco e meu chefe recebe uma ligação. — Traico, vai você, surgiu uma parada aqui, vai e volta rápido pra gente fazer outra visita. Sim, valeu Deus, vou te agradecer fazendo ela gritar teu nome, prometo percorrer o corpo inteiro dessa gostosa. E vou pra casa quente, bato na porta e ela sai e fala: — Ah, e seu chefe? — Não pôde vir, infelizmente, mandou desculpas. — Que pena, né? Como se lamentando por ter duas picas à disposição e agora só uma. — Não se preocupa, eu sozinho posso te ajudar, hehe. — Beleza, trouxe aquilo? Nossa, tá bem inchado por sua causa. — Sim, tá aqui. — Ah, não sei onde deixei a grana, onde é que eu tô com a cabeça. Eu sei onde vou meter ela, chupando minha pica. — Passa, devo ter deixado na mesa. — Passo e não consigo tirar os olhos daquele monumento de rabo. A filha da puta se apoia na mesa, empina a bunda pra trás e me olha por cima do ombro e fala: — Não sei onde deixei, você não vê? Eu chego perto. Apoio ela com força. — Não sei onde tá, mas achei o que vim buscar. Agarrando os peitos dela e beijando a boca. A pele dela tava muito quente, vocês não têm ideia de como ela mexia a bunda em círculo, como se tivesse curtindo cada centímetro da minha pica. Ela para de me beijar e fala: — Cobra do jeito que você quiser — se jogando na mesa. Eu puxo o micro short dela pra baixo como se nem olhasse, porque não queria gozar, cheiro a bunda dela e começo a chupar a buceta com a calcinha de lado e enfiando meu nariz no cu dela. Ela gritava, gemia de prazer e falava: — Papai, faz isso em mim. que as meninas tão dormindo. Pego ela e falo: não vai escapar. Abaixo ela e coloco a cara dela nos meus ovão grande, e ela fala: — ai papai, cê é bruto mesmo, me maltrata que eu sou uma puta. — isso, dá-lhe puta, chupa minha pica e ela saboreava, tipo um sorvete que você come de baixo pra cima, era inacreditável a quantidade de saliva, que lubrificava muito bem meu pau, era uma expert e ao mesmo tempo uma desesperada, meus 18 cm sumiam naquela boquinha de lábios finos mas de língua brincalhona, e entre a entrada e saída da minha pica ela falava: — isso papai, hummm, humm, me dá todo seu leite, tá, humm, que vontade que tava, puto. Aí levanto ela e falo: que puto? Viro ela. Puxo a calcinha dela e ela fala: — bota no cu que faz tempo que meu marido não mete. Então falo: — é claro, essa carne é minha — cuspo um bom cuspe e começo a brincar com meus dedos, era impressionante, quase sugava meus dedos, era como se aquele buraco tivesse vida, esperando a comida dele. — vai papai, hahahaha, me arrebenta toda, me destrói, quero sentir dor. Aí enfio a pica devagar no buraquinho dela e fecho os olhos, tentava pensar em outra coisa, num bicho morto ou no que ia falar pro meu chefe sobre o atraso. — vai papai, ai, ai, que pica grossa que cê tem, filho da puta. Minha pica já tava dentro daquelas nádegas, que faziam meus ovos quicar, era uma cena impressionante, ela deitada na mesa dela com a calcinha de lado e empalada por mim, de um jeito frenético e pausado, pra não gozar. — ai, ai, quero cagar... — aguenta, já vou terminar, evitando olhar a redondeza da bunda dela de cima, até que não aguentei e olhei, o que fez meu gozo sair. — espera, espera, ela vira, se abaixa e começa a chupar minha pica e falava: — ai, que cheiro gostoso tem minha bunda, ai filho da puta, como dói, já volto, e entra no banheiro. Eu com a mão na cabeça pra não sujar nada, entro no banheiro e enxáguo a pica, e ela sentada no vaso me fala: — ai lindo, cê me destampou, haha. Saio, me Me acomodo, tento limpar um negócio e ela sai e me fala:
— Deixa assim, eu limpo depois, meu marido só chega à noite, então já sabe, pode vir quando quiser me cobrar. Espero que tenha dado, mas aqui tem seus 100 conto pra não te darem um esporro, haha.
— Sim, mami, vou voltar pra te visitar, por um copo d'água ou pela sua bunda gostosa, haha.
— Sim, quando quiser, meu cobrador.
Saio, paro numa árvore pra acalmar os batimentos e pensar numa desculpa, e arranco. Chegando no escritório, meu chefe me espera com cara de interrogação, e eu falo:
— É que, ó, chefe, olha minhas mãos. Mostro as mãos sujas.
— Ué, que merda.
— Pois é, falo. E não tava mentindo, tinha furado e feito uma cagada.
Bom, espero que tenham gostado da minha história e vou continuar tentando contar tudo que tenho, enquanto minha mulher não tá, porque claro, ela não sabe de nada, mas também curte, porque desde que comecei nessa empresa, chego em casa mais tarado. Abraço.
Bom, essa empresa dá crédito pra galera comprar eletrodomésticos e eu vou cobrar na casa do cliente. Me dão um celular e quase sempre trampo sozinho. Saio do escritório às 10 da manhã e volto às 16h. A maioria das pessoas que pega o crédito são mulheres: donas de casa, empregadas domésticas, mulheres que na hora da minha visita tão sozinhas, solitárias em casa. Imagina cada situação que eu vivo: chego nas casas e encontro verdadeiros caldeirões, mulheres gostosas pra caralho, que a situação desperta os instintos mais baixos.
Sou de Avellaneda, mas trampo na zona sul: Quilmes, Varela, Berazategui, Lanús e algumas áreas da capital. Vocês não imaginam como chego em cada visita depois de andar pelas ruas de cada cidade, principalmente nas áreas mais humildes, onde as mulheres andam com pouca roupa ou roupas bem curtas. As novinhas não têm problema nenhum em mostrar os peitos ou aquelas bundas monumentais, bundas que me fazem buzinar. Eu não era assim, sempre fui um cara tímido, que não conseguia falar a palavra "teta" sem rir (parafraseando o grande Homer Simpson). Mas a rua me mudou: agora não consigo andar tranquilo com minha mulher sem olhar pra trás ou pra baixo pra cada gostosa que passa nos nossos passeios.
Bom, vamos à situação que quero contar hoje, uma das mais quentes que já rolou comigo. Um dia, tinha que visitar um caso muito especial: um cliente homem que não pagava há 6 meses, o que fez com que eu tivesse que levar um chefe pra... Negocia, nesse dia tava chovendo, então foi um dia tranquilo, não vi nenhuma bunda na rua, então já tava pilhado, e ainda por cima tinha que levar essa chata. Chegamos na casa, toquei a campainha e vem uma menininha de uns 8 anos que pergunta:
- Quem é?
- Os cobradores da Creditfácil
- Vou chamar minha mãe
- Beleza
E depois de 15 minutos, ela vem na porta:
- Desculpa, tava colocando meu bebê pra dormir
Eu já imaginava: "cê não quer embalar outro bebê, né?"
Nem sabiam, era uma morena de uns 25 anos, com uma regatinha de tiras que deixava os peitos à mostra, e um mini short branco que marcava aquele rabo em formato de maçã. Com aquele cara, a gente ficou doido de alegria e começamos a conversa:
- Oi, meu nome é Ruben e o meu é Draico
- Draico?
Com um tom de menina bobinha, fácil, putinha.
- Sim, Traico, cê gosta?
- Fica bem em você, haha
- Valeu, qual é o seu nome?
- Juli
- Também fica bem em você, haha
Até que o chato interrompe e fala:
- E aí, então viemos pela dívida do seu marido, já tá 6 meses atrasada
- Desculpa, é que ele ficou sem trampo, mas agora arrumou um bico de segurança, inclusive ele tá trabalhando agora, então tô sozinha com minhas meninas
Minha cabeça de baixo já tava explodindo de tão dura, era a buceta que já pedia pra decorar aquela raba.
- Nossa, como chove – fala a putinha – querem entrar?
- Sem pensar, falo: cê é muito gentil – e entramos
- Fiquem à vontade, querem algo quentinho?
Eu penso: "sua buceta gostosa, mamãe"
Mas meu chefe fala: – Não, obrigado, não temos muito tempo – e diz – seu saldo hoje é de 4000 pesos
- Não – ela fala – o último resumo mostra 3200
- Mas de que mês é seu último resumo?
- Ah, não sei, deixa eu procurar?
- Beleza, vai lá
E ela vai até uns armários na frente, a poucos metros dos sofás onde a gente tava sentado, se curvando a 90 graus, deixando ver como marcava a linda calcinha fio-dental vermelha dela. Eu e meu chefe nos olhamos, não dava pra acreditar. Estávamos vermelhos, minha pika tava querendo sair da calça, ela continuava naquela posição mostrando a raba sem vergonha, como se a gente não estivesse ali. Do nada, ela puxa uma gaveta e coloca em cima da mesinha de centro na nossa frente, e aí a gente pôde ver os peitos lindos dela. Nessa hora, tive que levantar pra disfarçar, a situação já tava insustentável, até que ela fala: — Ai, não sei onde tá, não acho em lugar nenhum, deixa eu ver — pegando a gaveta e tentando colocar no lugar, mas derruba. Aí eu vou ajudar e falo: — July, deixa eu te ajudar — e levanto a gaveta. Ela fica agachada com a cabeça na altura da minha pika, e eu vejo os olhos dela cravando no meu zíper, como se quisesse falar telepaticamente com a minha cabeça vermelha. Ela levanta com um sorrisinho safado, roçando o braço no meu, e diz: — Ah, não sei, é que meu marido trabalha o dia inteiro e não sei onde ele deixou. Vou dar uma olhada nas minhas filhas que tão jogando videogame no quarto. Que alívio, vocês não sabem como ela mexia a raba ao andar. E com meu chefe, a gente se falou depois de 30 minutos e ele diz: — Eu trouxe, o que a gente faz? E eu penso: vamos comer essa gostosa, essa putinha precisa de uma overdose de pika. Mas não era essa a proposta, e ele fala: — Vamos tentar tirar uma grana dela. — Beleza — falo num tom desanimado, até que ela volta a aparecer. — Oi, tá tudo bem? Desculpa, não sei onde deixei o papel, não me matem, humm. Sim, sua filha da puta, quero te matar, quero arrebentar essa sua bunda, puxar sua fio dental e chupar seus dois buraquinhos. E pergunto: — Posso ir ao banheiro? — Ah, sim, deixa eu ver se tá arrumado. Ela entra no banheiro, sai me olhando fixamente e diz: — Pode entrar, lindo. Sim, mulher, você não sabe como eu entraria em você. Entro no banheiro e não consigo mijar de tão dura que tava a pika. Olho pro chuveiro, e lá tinha uma fio dental rosa, fininha, fininha, que imagino que se perderia naquelas nádegas. Pego e esfrego na minha pika e penso: então era pra isso que ela entrou, sua filha da puta. Agora não tem mais dúvida, quer pika, e eu vou dar pra ela. dar. Saio e vejo que tão conversando com meu chefe, que já tinha convencido ela a pagar 80 pila, mas ela tinha 100, então não sabia o que fazer. Aí eu sugeri: — Cobra ela e vamos pro escritório, pego o troco e trago o hotel. Ela fala: — É, seria bom, me olhando fixo. Meu chefe responde: — Beleza, então fechou assim, vamos pro escritório e te trazemos o troco. Não penso, filho da puta, me deixa sozinho, não quero dividir ela, quero comer ela do meu jeito. Beleza, saímos e vamos pro escritório, entramos, procuramos o troco e meu chefe recebe uma ligação. — Traico, vai você, surgiu uma parada aqui, vai e volta rápido pra gente fazer outra visita. Sim, valeu Deus, vou te agradecer fazendo ela gritar teu nome, prometo percorrer o corpo inteiro dessa gostosa. E vou pra casa quente, bato na porta e ela sai e fala: — Ah, e seu chefe? — Não pôde vir, infelizmente, mandou desculpas. — Que pena, né? Como se lamentando por ter duas picas à disposição e agora só uma. — Não se preocupa, eu sozinho posso te ajudar, hehe. — Beleza, trouxe aquilo? Nossa, tá bem inchado por sua causa. — Sim, tá aqui. — Ah, não sei onde deixei a grana, onde é que eu tô com a cabeça. Eu sei onde vou meter ela, chupando minha pica. — Passa, devo ter deixado na mesa. — Passo e não consigo tirar os olhos daquele monumento de rabo. A filha da puta se apoia na mesa, empina a bunda pra trás e me olha por cima do ombro e fala: — Não sei onde deixei, você não vê? Eu chego perto. Apoio ela com força. — Não sei onde tá, mas achei o que vim buscar. Agarrando os peitos dela e beijando a boca. A pele dela tava muito quente, vocês não têm ideia de como ela mexia a bunda em círculo, como se tivesse curtindo cada centímetro da minha pica. Ela para de me beijar e fala: — Cobra do jeito que você quiser — se jogando na mesa. Eu puxo o micro short dela pra baixo como se nem olhasse, porque não queria gozar, cheiro a bunda dela e começo a chupar a buceta com a calcinha de lado e enfiando meu nariz no cu dela. Ela gritava, gemia de prazer e falava: — Papai, faz isso em mim. que as meninas tão dormindo. Pego ela e falo: não vai escapar. Abaixo ela e coloco a cara dela nos meus ovão grande, e ela fala: — ai papai, cê é bruto mesmo, me maltrata que eu sou uma puta. — isso, dá-lhe puta, chupa minha pica e ela saboreava, tipo um sorvete que você come de baixo pra cima, era inacreditável a quantidade de saliva, que lubrificava muito bem meu pau, era uma expert e ao mesmo tempo uma desesperada, meus 18 cm sumiam naquela boquinha de lábios finos mas de língua brincalhona, e entre a entrada e saída da minha pica ela falava: — isso papai, hummm, humm, me dá todo seu leite, tá, humm, que vontade que tava, puto. Aí levanto ela e falo: que puto? Viro ela. Puxo a calcinha dela e ela fala: — bota no cu que faz tempo que meu marido não mete. Então falo: — é claro, essa carne é minha — cuspo um bom cuspe e começo a brincar com meus dedos, era impressionante, quase sugava meus dedos, era como se aquele buraco tivesse vida, esperando a comida dele. — vai papai, hahahaha, me arrebenta toda, me destrói, quero sentir dor. Aí enfio a pica devagar no buraquinho dela e fecho os olhos, tentava pensar em outra coisa, num bicho morto ou no que ia falar pro meu chefe sobre o atraso. — vai papai, ai, ai, que pica grossa que cê tem, filho da puta. Minha pica já tava dentro daquelas nádegas, que faziam meus ovos quicar, era uma cena impressionante, ela deitada na mesa dela com a calcinha de lado e empalada por mim, de um jeito frenético e pausado, pra não gozar. — ai, ai, quero cagar... — aguenta, já vou terminar, evitando olhar a redondeza da bunda dela de cima, até que não aguentei e olhei, o que fez meu gozo sair. — espera, espera, ela vira, se abaixa e começa a chupar minha pica e falava: — ai, que cheiro gostoso tem minha bunda, ai filho da puta, como dói, já volto, e entra no banheiro. Eu com a mão na cabeça pra não sujar nada, entro no banheiro e enxáguo a pica, e ela sentada no vaso me fala: — ai lindo, cê me destampou, haha. Saio, me Me acomodo, tento limpar um negócio e ela sai e me fala:
— Deixa assim, eu limpo depois, meu marido só chega à noite, então já sabe, pode vir quando quiser me cobrar. Espero que tenha dado, mas aqui tem seus 100 conto pra não te darem um esporro, haha.
— Sim, mami, vou voltar pra te visitar, por um copo d'água ou pela sua bunda gostosa, haha.
— Sim, quando quiser, meu cobrador.
Saio, paro numa árvore pra acalmar os batimentos e pensar numa desculpa, e arranco. Chegando no escritório, meu chefe me espera com cara de interrogação, e eu falo:
— É que, ó, chefe, olha minhas mãos. Mostro as mãos sujas.
— Ué, que merda.
— Pois é, falo. E não tava mentindo, tinha furado e feito uma cagada.
Bom, espero que tenham gostado da minha história e vou continuar tentando contar tudo que tenho, enquanto minha mulher não tá, porque claro, ela não sabe de nada, mas também curte, porque desde que comecei nessa empresa, chego em casa mais tarado. Abraço.
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