Já contei umas histórias com meu primo Brian, agora vou contar outra. A gente costumava ir se divertir nuns parques aquáticos que tem na cidade, às vezes separados, mas a gente tentava ir junto pra depois se encontrar nos chuveiros e realizar nosso objetivo. A gente ficava excitado com aquele risco que você sente quando sabe que alguém pode entrar e nos pegar pelados e tesudos, porque toda vez que a gente ia, esperava até quase não ter mais ninguém, aí a gente tirava a roupa, abria os chuveiros (eram cubículos sem porta nem cortina, separados depois de 4 chuveiros, virados um pro outro, então qualquer um podia ver a nudez dos outros). Ao entrar debaixo dos chuveiros e começar a se molhar com água quente, se a gente tava sozinho, não hesitava em se ensaboar um ao outro e bater uma, mas sempre apressado e com medo, então a gente gozava na primeira e ia embora. Tudo mudou uma tarde, umas 19h, quando a gente achou que não ia mais ninguém pros chuveiros, e a gente foi, um dos últimos a ficar no parque. A gente já tava super excitado, eu passando a mão nos abdominais ensaboados do meu priminho tesudo, pra depois pegar no pauzão duro dele e começar a masturbar ele como sempre fazia, até que no meio do ato a gente é surpreendido pela voz de um homem, uns 50 anos, que entrava já pelado e com o pau duro nos chuveiros onde a gente tava. Ele nos surpreende e diz: "Achei vocês quentinhos? Não importa, continuem." E a gente vê que entram mais dois homens, um deles o segurança do lugar. Aí eu entendi que com certeza ele já tava nos observando. A gente, assustado, não sabia o que fazer, e disfarçava as ereções, mas eles se apoiaram na nossa frente e ficaram olhando fixo pra gente, os três tesudos mostrando os paus adultos. O segurança disse: "Não se assustem, continuem, a gente fica excitado vendo vocês, façam tudo que quiserem." A gente ainda tava com um leve medo, mas passou rápido, a ideia de estar pelado com meu Primo, se tocando na frente daqueles homens mais velhos, começou a me excitar muito. Bastou um olhar pro meu primo pra dizer que a gente continuasse e curtisse, e foi o que fizemos. Peguei de novo na pica do meu primo, que endureceu num piscar de olhos. Na hora, desci devagar pelo corpo dele, me ajoelhei e meti na boca. Comecei a chupar ele como nunca, louco de tesão por estar sendo observado e pela água quente caindo na gente. Chupei até as bolas dele com todo prazer do mundo, enquanto ele gemia baixinho e fechava os olhos. Os mais velhos, por sua vez, se masturbavam freneticamente olhando pra gente.
Enquanto lambia a pica dele de cima pra baixo, virei ele e deixei a bunda gostosa dele na minha frente, pra depois passar minha língua nos glúteos, cada vez mais perto do buraquinho do meu macho. Comecei a lamber loucamente, passei língua e lábios, deixando saliva no cu dele. Chupei com maestria. Os homens estavam alucinados, testemunhando uma sessão de sexo entre dois primos adolescentes. Brian era um machinho marcado e tarado, ativo por natureza, e eu passivo.
Brian continuava gemendo até que me fez levantar e trocar os papéis. Agora ele começava a chupar minha bunda com a língua sedenta, abria meu cu com as mãos e meu ânus ia dilatando cada vez mais com as lambidas dele. Mas ele também brincava com os dedos, me penetrava devagar com um, depois com dois, e terminou com três dedos no meu cu, me fazendo gemer forte enquanto eu me masturbava. Aí ele se levantou e encostou a pica em mim. Não demorou pra entrar na minha bunda, começou a me comer com força, como sempre fazia. O moleque já era experiente. — Isso, olha como você tá comendo ele — disse um dos homens, que parecia não aguentar mais.
Meu primo continuava me comendo de um jeito brilhante, forte, depois devagar, suave, e voltava a me fazer gritar com a potência dele. Uns 10 minutos depois de posições e mais prazer, ele diz que não aguenta mais, tira a pica. Dura pra caralho a minha bunda e eu abro o máximo que consigo, enquanto ele só bate punheta por uns 5 segundos e me enche a rabeta toda de porra, dava pra sentir os jatos bem no meu cu, era uma sensação incrível. Ao mesmo tempo, dois dos caras peludos e grandões também gozavam litros de leite. Meu primo termina e eu falo pra ele ir na frente, enquanto eu terminava de tomar banho, ele saiu rápido já vestido, e eu fiquei na vista dos caras, um foi embora rápido também, mas os outros dois ficaram extremamente tarados, e um deles (o que continuava se masturbando) fala: chega mais, quero gozar tomando a porra que o moleque deixou em você. Era exatamente o que eu queria, super excitada cheguei perto e abri a rabeta na cara dele. O cara começou a lamber os restos de porra do Brian, me fazendo delirar ainda mais, aí naquele momento eu gozei junto com ele, jatos e jatos de porra quentinha. O homem tomou toda a porra da minha bunda, me virou, e chupou meu pau, agora terminando os restos da minha gozada. Depois eles saíram se despedindo, eu me troquei, e encontrei meu primo lá fora, não acreditávamos no que tínhamos feito, mas tinha sido gostoso pra caralho. Agora tudo era cada vez mais quente entre nós.
Enquanto lambia a pica dele de cima pra baixo, virei ele e deixei a bunda gostosa dele na minha frente, pra depois passar minha língua nos glúteos, cada vez mais perto do buraquinho do meu macho. Comecei a lamber loucamente, passei língua e lábios, deixando saliva no cu dele. Chupei com maestria. Os homens estavam alucinados, testemunhando uma sessão de sexo entre dois primos adolescentes. Brian era um machinho marcado e tarado, ativo por natureza, e eu passivo.
Brian continuava gemendo até que me fez levantar e trocar os papéis. Agora ele começava a chupar minha bunda com a língua sedenta, abria meu cu com as mãos e meu ânus ia dilatando cada vez mais com as lambidas dele. Mas ele também brincava com os dedos, me penetrava devagar com um, depois com dois, e terminou com três dedos no meu cu, me fazendo gemer forte enquanto eu me masturbava. Aí ele se levantou e encostou a pica em mim. Não demorou pra entrar na minha bunda, começou a me comer com força, como sempre fazia. O moleque já era experiente. — Isso, olha como você tá comendo ele — disse um dos homens, que parecia não aguentar mais.
Meu primo continuava me comendo de um jeito brilhante, forte, depois devagar, suave, e voltava a me fazer gritar com a potência dele. Uns 10 minutos depois de posições e mais prazer, ele diz que não aguenta mais, tira a pica. Dura pra caralho a minha bunda e eu abro o máximo que consigo, enquanto ele só bate punheta por uns 5 segundos e me enche a rabeta toda de porra, dava pra sentir os jatos bem no meu cu, era uma sensação incrível. Ao mesmo tempo, dois dos caras peludos e grandões também gozavam litros de leite. Meu primo termina e eu falo pra ele ir na frente, enquanto eu terminava de tomar banho, ele saiu rápido já vestido, e eu fiquei na vista dos caras, um foi embora rápido também, mas os outros dois ficaram extremamente tarados, e um deles (o que continuava se masturbando) fala: chega mais, quero gozar tomando a porra que o moleque deixou em você. Era exatamente o que eu queria, super excitada cheguei perto e abri a rabeta na cara dele. O cara começou a lamber os restos de porra do Brian, me fazendo delirar ainda mais, aí naquele momento eu gozei junto com ele, jatos e jatos de porra quentinha. O homem tomou toda a porra da minha bunda, me virou, e chupou meu pau, agora terminando os restos da minha gozada. Depois eles saíram se despedindo, eu me troquei, e encontrei meu primo lá fora, não acreditávamos no que tínhamos feito, mas tinha sido gostoso pra caralho. Agora tudo era cada vez mais quente entre nós.
11 comentários - Exibindo e esquentando com meu priminho (gay)