FALA AMIGUINHOS DO P! VOU CONTAR UM SEGREDO QUE CARREGO COMIGO FAZ UNS ANOS.... HOJE TENHO 32... COM MARIDO E FILHOS... ESPERO QUE CURTAM MINHAS ÉPOCAS DE VAGABUNDA.... BEIJOS PRA COMUNIDADE!
Faltando só algumas horas pro ano novo, eu tinha 21 anos, e a gente tava todo reunido na casa dos meus velhos: umas tias, tios, primos, meus avós, umas duas famílias próximas da nossa, meu pai, minha mãe e meu irmão, que tinha 18 anos na época. Eu ainda morava com eles, mas tava doida pra me independer de uma vez por todas. Minha casa é grande, com quatro quartos, dois banheiros, uma sala de jantar e uma sala de estar enormes, e um quintalzão com churrasqueira pra fazer uns churrascos monstruosos. Às 22h, a gente tava todo sentado na mesa, comendo, rindo e, principalmente, bebendo pra caralho — meus velhos não economizam em nada, e em toda festa o que mais tem é comida e bebida. O jantar foi como todo ano, falando um monte de besteira, e os homens discutindo política e outros assuntos, tudo estimulado pelo álcool. Finalmente, o relógio bateu meia-noite e a gente brindou e festejou a chegada do ano novo. Não paravam de abrir champanhe, sidra, essas porras. Enquanto todo mundo dançava e se divertia com o cotilhão. Por um momento, percebi que quase todo mundo já tava bem bêbado — eu também bebi, mas só tava um pouquinho tonta. Uns tios e primos me abraçavam e dançavam comigo, aproveitando a ocasião pra se esfregar em mim. Não sou muito alta, mas tenho umas curvas interessantes, e pra ocasião eu tinha vestido um vestidinho preto, um pouco acima do joelho. Até aí, nada demais — toda festa é quase a mesma repetição, sempre tem algum parente bêbado tentando dançar comigo e sentir meu corpo. Umas hora depois, o pessoal tava espalhado pela casa toda, MAS SEMPRE COM UM COPO OU GARRAFA NA MÃO. Precisava ir ao banheiro, de tanto líquido que tinha bebido. Fui num, tava ocupado; fui no outro, também ocupado. Fiquei parada esperando e vi gente entrando e saindo dos quartos. Tinha um que tava com a porta encostada — era o quarto de serviço, geralmente vazio. Me aproximei. Pra ela: abri a porta devagar, só coloquei a cabeça pra dentro. Não acreditei no que tava vendo: era uma tia, irmã da minha mãe, chupando o pau de um amigo da família. A porta do banheiro se abriu, então pulei pra dentro, fechei a porta, abaixei a calcinha fio dental, levantei o vestido e comecei a mijar sem encostar no vaso, porque naquela altura já tava nojento pra caralho. A um metro e meio de distância tinha o chuveiro, tampado pela cortina do banheiro, e enquanto eu não parava de mijar, ouvi uns barulhos atrás da cortina, cada vez mais altos. — Oiiii! — meu irmão falou, espiando a cabeça de lado pela cortina. — O que cê tá fazendo aqui, moleque? — falei com um sorrisinho, porque achei graça ver ele naquela situação, e ainda tava bem tonta de álcool, o que ajudava a me divertir muito mais. — Nada, tô escondido pra ver uma parada — ele respondeu, com a voz bem animada também. — Kkkk, ver o quê, molequinho? — respondi enquanto me limpava, subia a calcinha e arrumava meu vestido preto. — Dá pra ver tudo, Silvina! — ele respondeu todo empolgado — Vem comigo, vai, a gente se esconde aqui os dois e cê vai ver do que tô falando. Parecia divertido, e eu tava a fim de me divertir um pouco. Entre risadas, apaguei a luz do banheiro, entreabri a porta e rapidamente me enfiei com meu irmão atrás da cortina do chuveiro. Tava muito tentada, achando a situação uma puta graça. — Cala a boca, guria, senão vão nos descobrir, sua burra! — ele me xingou. — Kkkk, tá bom, já me acalmei. Coloquei a mão na boca. Não passou nem um minuto e alguém entrou no banheiro, acendeu a luz, fechou a porta, e a gente ouviu que tava mijando. Era um homem, e meu irmão fez cara de decepção, mas eu não consegui evitar de espiar de leve com a cabeça. Era meu tio Oscar, irmão do meu pai, parado com o pau na mão. Ele já era um cara velho, gordo, careca, nada bonito, mas eu não conseguia tirar os olhos do pau dele: não muito comprido, mas bem grosso. Ele soltou uma espécie de gemido quando saiu o último jato, começou a sacudir ele e guardou na calça. Apagou a luz e saiu. Foi. Ouvimos a porta se abrir de novo, a luz acendeu, nós dois espiámos, era nossa prima, filha do Oscar, ela tem 28 anos e estava na festa com o marido. Ela abaixou a tanga, levantou o vestido e começou a mijar. Devagar, tirei minha cabeça, porque não tava a fim de ver minha prima urinando. Fabian, meu irmão, tava com o olhar fixo nela. A gente tava bem colado um no outro, quase imóveis pra não fazer barulho. Um dos braços dele, mais precisamente o cotovelo, começou a bater ou roçar na minha barriguinha, olhei pra ele e meu irmãozinho tava se masturbando olhando pra nossa prima. Dei uma cotovelada leve nele, mas ele nem ligou. Não consegui evitar de olhar pro pau do meu irmão e fiquei com o olhar grudado nele. A luz apagou, sinal de que minha prima tava saindo do banheiro. — Neneeee, eu, o que cê tá fazendo? — perguntei num tom de desafio. — Nada, me deixa — ele respondeu meio bravo. — Tá, não fica assim, tô do seu lado, acho que não tá certo — falei. — Não me toca, Silvi? Por favor, não faz uma punheta pra mim? — ele pediu com cara de coitado. — Cê tá louco, nene? Tá bebum, né? — respondi. Ouvimos a porta de novo e nós dois espiámos, ele ainda com o pau de fora. Surpresa pros dois quando vimos que era nossa prima fechando, com nosso Paaaai. Ele ficou perto da pia, e ela rapidinho desabotoou a calça dele, puxou pra baixo junto com a cueca, se agachou e começou a chupar ele. Não acreditei no que tava rolando. De novo o cotovelo do Fabian roçando em mim. Meus olhos se arregalaram mais que o normal quando senti uma das mãos dele na minha bunda. Eu tava paralisada e o filho da puta tava aproveitando a situação, haha. Ele desceu a mão mais ainda, enfiou por baixo do vestido, começou a apertar meus glúteos e depois meteu os dedos por baixo da minha tanga, chegou na minha buceta e passou os dedos, o suficiente pra me deixar muito mais molhada do que já tava. Ali estávamos nós dois, olhando nossa prima Ela tava dando um boquete foda no papai, o Fabian com uma mão batendo uma e com a outra não parava de mexer na minha buceta. - Aaahhh, aaahhh, isso gostosa, isso, toda pra você, puta - o papai tava gozando e a nossa prima não tirava a pica da boca, engolia todo o leite. Os dois se ajeitaram. Um espiou pela porta, primeiro saiu e depois o outro. - O que cê tá fazendo, larga de mim, mano? - falei pro Fabian, mas sem mexer o corpo. - Me toca, por favor, eu te imploro - ele me disse. Não sei o que deu em mim nem por que fiz isso, mas levei uma mão no pau dele, ele tirou o dele, e eu segurei e comecei a mexer, masturbando ele devagar. A gente tava de pé, frente a frente, quase colados, ele não parava de passar os dedos nos lábios da minha buceta, a outra mão dele foi por baixo do vestido e não parava de apertar meus peitos. Sabia que isso que a gente tava fazendo era errado, não era certo, mas eu tava muito puta e não tava nem aí. - Isso morre aqui - falei séria, ele balançou a cabeça concordando, tirei a mão dele da minha perna e me abaixei. Enfiei o pau inteiro dele na boca, segurei a bunda dele com as duas mãos e puxava ele pra dentro da minha boca pra ele se mexer, adorava sentir aquele cheiro e como o pau dele batia dentro da minha boca. Alguém entrou no banheiro, mas a gente continuou na nossa, tentando não fazer barulho. Passaram uns dois ou três minutos e a pessoa foi embora. Tirei ele da minha boca, me levantei... - Quer meter, Fabian? - falei, sem me reconhecer. Ele balançou a cabeça de novo. Aí tirei a calcinha fio dental, levantei o vestido e arqueei as costas, apoiando uma mão na parede e apontando a bunda pra ele. Peguei o pau dele com a outra mão e levei até minha buceta, entrou fácil porque tava toda molhada. - Aaaiii, isso, vai, se mexe, assim, aaiii, aaiii, aaiii - apoiei as duas mãos na parede e ele começou a se mexer, ele segurou minha cintura e parte da bunda e começou a meter com mais força. Não tinha percebido, mas a luz tava acesa. Sinal de que alguém tinha entrado no banheiro, naquele momento não liguei. — Aiii, acabei, Silvi, acabei — o Fabian falou pra mim, tirando o pau pra fora. Me virei rápido, peguei ele com a mão e ele começou a gozar. — Siim, bebê, isso, tira tudo — eu sussurrava no ouvido dele. E sentia o gozo manchando meu vestido. Ele saiu do chuveiro, eu coloquei a tanga e puxei a cortina pra ir até o tanquinho tirar as manchas de gozo do meu vestido.
Quando coloquei um pé pra fora do chuveiro, vi ele: meu tio Oscar estava parado, de braços cruzados e um sorriso no rosto. Ele esticou um braço e fechou a porta, meu irmãozinho já tinha ido embora. — Você estreou o menino, Silvi? — ele falou com a voz rouca. Fiquei muda, sem saber o que dizer ou fazer. — Tá aí há muito tempo? — Faz um tempo, tava mijando. Também me olhou? Ele se aproximou, eu ainda parada, imóvel. Passou o dorso da mão na minha bochecha, pegou as duas alças do meu vestido que estavam nos meus ombros e puxou, deixando cair. O vestido ameaçou descer, tentei segurar com as mãos. — Não, não, pequena — ele disse, afastando minhas mãos. O vestido caiu, e fiquei só de tanga, já que não tava de sutiã. — Que menina linda que você é, coração — ele falou, colocando as mãos nos meus peitos, acariciando e beliscando meus bicos. Eu tentava não olhar nos olhos dele, mas também não fazia nada pra parar o que ele tava fazendo. — Tira a tanga, bebê — comecei a baixar, levantei uma perna pra tirar e depois a outra. Ele segurou minha cabeça com uma mão e me puxou pro rosto dele, meus lábios bateram nos dele e no bigode. Abri a boca, e a língua dele começou a explorar toda a minha boca. Abracei ele, e ele apoiou as duas mãos na minha bunda, apertando com vontade. Me dava um tesão danado ele me tocar e me beijar, meu tio, com aquela barriga, bigode, careca, tudo ao contrário de um homem bonito. — Deixa eu chupar ele, tio — consegui falar nos segundos em que tirei a boca da dele. — Sim, bebê, vai — ele respondeu. Abaixei a calça dele. e escorreguei e me agachei, aí tava ela, grossa, dura, com cheiro, nada de cock limpinha e isso me deixou mais tesuda, agarrei com uma mão e meti na boca, chupei e amei —Vai me comer, tio? — falei olhando pra ele de baixo com voz de bebota —Sim, silvinita — ele disse balançando a cabeça —Senta aí, tio — falei fechando a tampa do vaso. O tio sentou lá e eu sentei em cima dele, fiz uma manobrinha, já que com a barriga dele não era tão fácil. Peguei a vara dele e sentei naquele pedaço de carne —Ahhhhhh, ahhhh — comecei a gemer, porque tava muito tesuda e ao sentir ela entrando com aquela grossura quase gozei. Coloquei as mãos atrás do pescoço dele e comecei a me mexer, pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo —Ahhhh, siiii, ahhhhh, cê gosta, tio? Fala pra mim, ahhhhh —Sim, gatinha, sim, mmmmmmm, mexe assim — Eu tava comendo o tio de um jeito que ele nunca ia esquecer, quicava na barriga dele quando descia e tudo isso me deixava mais tesuda, passou pouco mais de um minuto e eu tive meu primeiro orgasmo —Ahhhhhhh, mmmmmmmmm, siiiii, siiiiii, ohhhhhh, ahhhhhhh, gozei toda, tio —Sim, bebota, agora quero gozar em você, sua putinha, deixa eu trocar de posição, coração? — ele falou —Sim, tio, como cê quer que eu fique? — falei dando um beijo de língua. Levantei um pouco e tirei o cock da minha pussy, tava muito molhada e o tio tava cheio de fluidos. Fiquei de pé, meu tio fez o mesmo —Abaixa e segura no vaso — apoiei as mãos no vaso e deixei toda a minha bunda e pussy pra ele se deliciar —Uhhhhh, uhhhhhh — entrou de uma vez, mas mesmo estando tão molhada, sentia muito mais nessa posição. As estocadas do meu tio pareciam que iam me jogar contra a parede —Ohhhhhhhh — eu ouvia os gemidos dele cada vez que me estocava, comigo era a mesma coisa ao receber, uma mistura de prazer e um pouco de dor. Ele começou a meter os dedos no buraquinho da booty, tava ensopada do meu fluido, tirou a porra da vara e apoiou a cabeça e começou a forçar na minha tiny ass —Aguenta Chiquita" —consegui dizer enquanto ele empurrava o pau— "ohhhhhhh, buceta, ohhhh, ummmmm, tá doendo, ahhhh". Mal conseguia falar sentindo o pau dele dentro do meu cu, doía pra caralho, mas me deixava com tesão e eu adorava sentir aquele pedaço de carne e a barriga dele batendo nas minhas nádegas. Cada estocada no meu cu parecia que ia me rasgar. Mas eu queria que continuasse, mais, mais, maaaais. "Ohhhhhh, siiiiiim, chiquita, ohhhhhhh" — Meu tio tava gozando dentro de mim e eu sentia os jatos de porra com força. "Ahhhhhhhhh, sim tio, me enche, ahhhhhhh, ohhhhhhhhhhh". Eu me sentia a maior puta do mundo e adorava isso!!! Ele tirou o pau do meu cu e, quando fez isso, quase desmaiei de tanta dor e das sensações estranhas. Me deixei cair sobre o vaso sanitário, com os dois braços apoiados nele. "Tá bem, chiquita?" — ele disse, se abaixando e me segurando com as mãos. "Tô bem, tô muito bem, tio, me deixa assim um pouquinho." Consegui dizer com o rosto enterrado nos braços. Fiquei no chão, apoiada no vaso, meu tio fechou a porta e saiu do banheiro. Comecei a fazer força com minha bunda pequena e saiu muita porra, passei a mão, levei a porra até a boca e chupei os dedos que escorriam. Ainda tava com tesão e eram só 4 da manhã. Isso é só o começo de uma noite de putaria total que me levou a fazer até ficar desmaiada...
É só isso por enquanto... espero que vocês curtam tanto quanto eu curti aquele fim de ano... os comentários de vocês são inspiração...
9 comentários - Um réveillon inesquecível
y eso no se olvida eh?