Olá, pessoal! Essa história que vou contar é totalmente real e aconteceu comigo há 1 ano e meio.
Na época, eu não era casado, agora sou.
Minha cunhada é uma loira, não tem peitões nem é uma gostosa, digamos, mas tem uma bunda que é demais, eu amo. Toda vez que eu via aquilo, meu pau subia, e a safada sabe rebolar quando anda. Ela é casada com meu irmão Robert e tem um filho de 2 anos chamado Luis. Meu nome é Wilfredo, trabalho num jornal, sou moreno, olhos puxados, tenho 1,75m e um pau de uns 20cm.
Sempre conversei normal com minha cunhada, tudo numa boa. Ela perguntava como eu tava, como ia no trabalho, tudo normal.
Um dia, tô no trampo e recebo uma mensagem de texto no celular. A mensagem tinha uns desenhos, tipo um pau penetrando uma buceta, etc. Não dei muita importância porque era da minha cunhada e achei que era brincadeira, e era mesmo. Eu respondi com um igual. Um dia, mandei um bem pesado, tipo: "Você tem uma bunda que dá vontade de arrebentar". Fiz de propósito pra ver o que ela respondia, e não me enganei: ela me liga e fala:
"Ô, você é sem noção!"
"Por quê?" perguntei.
"Você não viu a mensagem que me mandou?" E eu falei: "Vi, sim. E daí? Qual o problema? Você sempre me manda umas e eu não falo nada", respondi.
"E além do mais, tudo que tá ali é verdade", falei.
"Hahaha, você é louco", ela disse. "Você é um cachorro, como é que você fala isso pra sua cunhada?"
Eu falei: "Isso é a pura verdade."
"Melhor a gente conversar depois que seu irmão Robert chegar."
"Ok", falei.
Ela desligou e ficou uns 2 dias sem me ligar nem mandar mensagem. Achei que tinha acabado ali. Até que no terceiro dia ela me liga e fala:
"Ô, o que houve? Não me escreveu mais. Já não gosta mais da bunda da sua cunhada?"
Respondi: "Gosto, e muito, mas prefiro não gastar pólvora com urubu porque sei que não dá pra ter."
"Por que você diz isso?" ela perguntou.
"Porque você não seria... Capaz de enganar meu irmão, e ainda mais comigo.
— E por que você tá tão seguro?
— Porque é assim, eu falei.
— Se quiser, a gente faz o teste — ela disse, a tal da gostosa. Eu fiquei calado por uns 1 minuto e ela fala — E aí? — Ah, já sabia que você era só conversa — e eu falei tá bom, onde a gente se vê pra acertar? E ela responde na praça da cidade, ok, a gente se vê lá às 3.
Fiquei pensando no que ia fazer e percebi que tava prestes a comer minha cunhada, mas também pensei que ia deixar passar aquela bunda linda e criei coragem. Chegou as 3 e fui direto do trampo pro lugar combinado. Peguei um táxi pra despistar, pra ninguém ver minha cunhada descendo do meu carro num hotel.
Cheguei no local e lá estava a putinha. Falei — Vamos pegar um táxi rápido, caso alguém nos veja — falei. Pedi pro taxista me levar pro hotel mais perto. Chegamos no hotel, pedi um quarto, entramos, fechei a porta e sentamos na cama pra conversar. Perguntei:
— Por que você faz isso?
E ela responde:
— Não sei, quando a gente começou com as mensagens, achei que era só brincadeira, mas quando você mandou uma mensagem falando que gostava da minha bunda, me deu uma certa excitação e pensei em entrar na brincadeira pra ver no que dava, e por isso te liguei.
— Bom, mas já estamos aqui, então temos que terminar o que começamos. Mas vou te falar, isso é só sexo e nada mais, ok?
— Sim, não se preocupa. E se a gente quiser repetir?
— A gente repete, mas não vamos falar do futuro agora, vamos aproveitar o presente.
E comecei a beijar ela devagar, uns beijos meio suaves e românticos. Acariciava as costas dela aos poucos até chegar na bunda dela e falei — Essa é minha perdição — e apertei com força. Depois fui pros peitos dela, amassava com força e ela dizia — Tá me machucando, não aperta tão forte — ignorei e continuei apertando forte até arrancar a blusa dela de uma vez, ficando só de sutiã. Ela se acostumou e já tava gemendo ahhh ahhh assim, brother in law. Me toca forte, ela apertava minha pica que já tava dura igual um pau, ahh que gostoso, sua pica é maior que a do seu irmão
Tirei toda a roupa dela, ela tava de fio dental que ficava lindo nela
Que gostosa você tá, cunhada, que delícia que meu irmão tava comendo
Aí tirei a calcinha dela e deitei ela na cama de pernas abertas, me despi completamente, minha pica pulou na hora que soltei ela e ela ficou perplexa quando viu (minha pica tem uns 20cm e ela disse que é o dobro da do meu irmão) ela falou –você vai me partir ao meio com isso– montei em cima dela e comecei a chupar os peitos dela, fui descendo pelo umbigo até chegar na buceta dela, ela disse –não, cunhado, na primeira vez quero fazer romântico– e eu falei que romântico nada, o que eu quero é sexo com você e mais nada, e comecei a lamber a xota dela, ela falava –não, por favor, assim não– e eu disse –cala a boca que depois você vai gostar– e continuei na minha, chupava o clitóris dela e ela gritava ahhahahahah ahahaa ahahahha ahahahahaha hahah que gostoso você faz, filho da puta, você é um filho da puta comendo a mulher do seu irmão, e eu falei e você é uma puta safada fodendo com o irmão do seu marido
Aí me levantei de novo em cima dela e dei um beijo nela, enfiei a língua até o fundo e falei toma, puta, pra você provar seus próprios sucos
Coloquei a pica na entrada da buceta dela e ela disse –
–mete em mim, por favor, mete que não aguento, quero ela toda dentro, mas vai devagar que é muito grande
Empurrei e a cabeça entrou, ela gemeu ahahahaha que gostoso, mete em mim ahhahaa
Quando ela falou isso, empurrei com força zassssss
ahahaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh aaaaaaaaahhhhhhhhhhh aaaaahhhhhhhh maldito, você vai me partir ao meiossasssss
Comecei a meter com força
E falava
toma, puta, toma, é isso que você gosta, né, de levar pica, toma, puta, toma, safada, você vai ser minha puta pra sempre
siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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quando você quiser me foder, vai me foder e ela gozou num orgasmo violento
ahahahahahahahaha ahahahahahaha ahahahaha to gozandooooo
senti como os sucos dela enchiam meu pau, não aguentei e eu também gozei dentro dela, e ela falava
dentro não, não, tira, vai me deixar grávida, mas não liguei e meus jatos saíram em abundância, enchi ela toda de porra ahhaaaaaaaaaaaa toma porra putinha pedaço de putinha vadiaaaaaaaaaaa
fiquei em cima dela até meu pau murchar e sair da buceta dela, me virei pro lado e ela disse
você é louco, posso ficar grávida
não importa, o importante é que a gente gozou, né? falei, e ela disse sim, é verdade
bom, agora você vai chupar meu pau, e ela falou — cê tá louco? acha que vou fazer isso?
falei quero te foder de novo e preciso que você me endureça, e ela disse não, isso não, depois se quiser, mas hoje não
como assim não? me sentei, ela também, peguei ela pelo cabelo e falei vai chupar meu pau ou vai se arrepender, e puxei ela pro pau, ela tentava se soltar, eu com a tesão de forçar ela, meu pau endureceu e eu esfregava na boca dela, ela mantinha fechada e falei abre a boca, sua puta maldita, e belisquei um peito dela, ela gritou aahaaaaaaaaaaaa maldito, e enfiei o pau nela de uma vez só, comecei a subir e descer com força pelo cabelo, e ouvia um
floj floj floj
até que soltei ela, ela ficou quieta, e falei agora faz sozinha, ela pegou meu pau e começou a subir e descer, não fazia muito bem, mas o importante era que tava fazendo, deixei ela chupando um tempo, às vezes empurrava até o fundo e ela engasgava, tirei e ela disse
por que você faz isso comigo?
porque você é uma puta, e é assim que se trata putas, e agora quero seu cu, que é o que me mata, e ela disse
— isso não, nunca enfiaram lá e não vou deixar você fazer
ela levantou da cama, tentou se vestir pra ir embora, e eu segurei ela forte pelos braços e falei ou me dá ou não me responsabilizo Ela me disse não, entende que não, isso é muito doloroso.
Tentei me soltar dela, mas agarrei ela, virei ela de costas pra mim e falei:
- Já que não quer na boa, vai ser na maldade.
Ela disse:
- Não, por favor, não faz isso, chorando.
Joguei ela na cama, ela tentou fugir, mas pulei em cima dela e segurei. Coloquei ela de quatro e levei os braços dela até a cabeceira da cama, que era de tubos. Amarrei os braços dela e deixei ela assim por um tempo, e falei: "Isso te acontece por não aceitar na boa." Fiquei atrás dela, e só de pensar que ia meter no cu dela, minha pika já tava dura pra caralho.
Fiquei atrás e falei: "Primeiro vou meter na buceta pra lubrificar a pika um pouco."
E enfiei de uma vez. Ela deu um gritinho: "Aahahhaha, maldito, me solta, tá me machucando, por favor."
- Cala a boca, puta, que agora é que vem o bom.
Continuei penetrando ela na buceta por um bom tempo, depois meti um dedo no cu dela. Ela gritou:
- Nãooo, por favor, me deixa, aí não, eu faço o que você quiser, mas não mete aí.
- Cala a boca, puta, e aguenta.
Depois meti dois dedos.
- Ahaaaaaaaaaaaaaaaah, maldito, aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh.
Pensei: "Já tá bem lubrificado." Tirei a pika da buceta e coloquei na porta daquele cuzinho gostoso e apertado.
- Nooonooonooooooo, por favor, me deixa, não faz isso.
Segurei ela pelo cabelo e falei:
- Por puta.
E zas, meti a cabeça.
- Aaaaaaaaaaaaaaahhh ahahahaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh, tá doendo, tira.
- Cala a boca, é só a cabeça.
Empurrei um pouco mais e meti metade da pika.
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhh, Deus, não aguento, por favor, paraaaaaaa, por favorrrrrrrrrrr.
E zassssssss, meti a pika toda inteira.
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh, maldito, cachorro, filho da putaaaaaa, tira, tá queimandooooo.
Comecei a meter e tirar forte e falava: "Auuuuuuuf, que gostosoooooo, Deus, que cu mais gostoso que essa puta tem, ahahaaaaa, ahahahahah, ahahaha, mexe esse cu, pedaço de putaaaaaaaaaaaa."
Ela já não reclamava tanto, só ficava. ficava gemendo a cada estocada que eu dava ahhhhhhh ahhhhhhhhh ahhhhahahaha aaaaaaahahahaa
quando tava quase gozando FALEI
vou encher teu cu de porra sua putinhaaaaaaaaaaa ahhaaaaaaaaaaah tomaaaaaaaaaaaa saindo jorros de porra do meu pau que quando tirei imediatamente espirrou um jato do cu dela pra fora de tanto que tinha enfiado e eu
fiquei um tempão deitado tentando me recuperar dessa enculada espetacular que tinha dado na minha cunhada aí soltei ela e ela se virou ainda com lágrimas nos olhos
você é um maldito eu pensei que não ia ser assim
eu também porque pensei que você não ia resistir e aquela bunda linda não dava pra deixar passar hoje
joguei a roupa nela e falei
se veste que a gente vai embora ela pegou a roupa se vestiu eu também fiz a mesma coisa saímos do hotel peguei um taxi deixei ela perto da casa da mãe dela e fui pra minha
no dia seguinte fui na casa da minha mãe e lá estava a putinha com meu irmão quando me viu ficou meio nervosa mas disfarçou bem ela foi pra cozinha pegar um copo d'água e eu fui atrás dela quando tava na geladeira se abaixou pra pegar alguma coisa e eu cheguei por trás sem ela perceber e ao ver aquela bunda enorme empinada dei um tapa e falei
como amanheceu essa bunda linda depois daquela fodida violenta
ela se assustou e falou
você é louco pode vir seu irmão eu falei
ele tá lá fora com a mãe quando vou provar essa bunda linda de novo
nunca seu filho da puta me deixou andando toda aberta
mas vai dizer que não gostou
ela ficou calada e sorriu com um sorriso safado e
falei você é uma puta
te espero sábado no mesmo hotel pra continuar nossa foda te ligo pra dizer o horário que a gente se vê ok senão quiser que meu irmão descubra o quão puta você é
você é um maldito
sim eu sei te espero não falha que quero foder esse cu de novo ok.
todorelatos.com/relato/14926/
Na época, eu não era casado, agora sou.
Minha cunhada é uma loira, não tem peitões nem é uma gostosa, digamos, mas tem uma bunda que é demais, eu amo. Toda vez que eu via aquilo, meu pau subia, e a safada sabe rebolar quando anda. Ela é casada com meu irmão Robert e tem um filho de 2 anos chamado Luis. Meu nome é Wilfredo, trabalho num jornal, sou moreno, olhos puxados, tenho 1,75m e um pau de uns 20cm.
Sempre conversei normal com minha cunhada, tudo numa boa. Ela perguntava como eu tava, como ia no trabalho, tudo normal.
Um dia, tô no trampo e recebo uma mensagem de texto no celular. A mensagem tinha uns desenhos, tipo um pau penetrando uma buceta, etc. Não dei muita importância porque era da minha cunhada e achei que era brincadeira, e era mesmo. Eu respondi com um igual. Um dia, mandei um bem pesado, tipo: "Você tem uma bunda que dá vontade de arrebentar". Fiz de propósito pra ver o que ela respondia, e não me enganei: ela me liga e fala:
"Ô, você é sem noção!"
"Por quê?" perguntei.
"Você não viu a mensagem que me mandou?" E eu falei: "Vi, sim. E daí? Qual o problema? Você sempre me manda umas e eu não falo nada", respondi.
"E além do mais, tudo que tá ali é verdade", falei.
"Hahaha, você é louco", ela disse. "Você é um cachorro, como é que você fala isso pra sua cunhada?"
Eu falei: "Isso é a pura verdade."
"Melhor a gente conversar depois que seu irmão Robert chegar."
"Ok", falei.
Ela desligou e ficou uns 2 dias sem me ligar nem mandar mensagem. Achei que tinha acabado ali. Até que no terceiro dia ela me liga e fala:
"Ô, o que houve? Não me escreveu mais. Já não gosta mais da bunda da sua cunhada?"
Respondi: "Gosto, e muito, mas prefiro não gastar pólvora com urubu porque sei que não dá pra ter."
"Por que você diz isso?" ela perguntou.
"Porque você não seria... Capaz de enganar meu irmão, e ainda mais comigo.
— E por que você tá tão seguro?
— Porque é assim, eu falei.
— Se quiser, a gente faz o teste — ela disse, a tal da gostosa. Eu fiquei calado por uns 1 minuto e ela fala — E aí? — Ah, já sabia que você era só conversa — e eu falei tá bom, onde a gente se vê pra acertar? E ela responde na praça da cidade, ok, a gente se vê lá às 3.
Fiquei pensando no que ia fazer e percebi que tava prestes a comer minha cunhada, mas também pensei que ia deixar passar aquela bunda linda e criei coragem. Chegou as 3 e fui direto do trampo pro lugar combinado. Peguei um táxi pra despistar, pra ninguém ver minha cunhada descendo do meu carro num hotel.
Cheguei no local e lá estava a putinha. Falei — Vamos pegar um táxi rápido, caso alguém nos veja — falei. Pedi pro taxista me levar pro hotel mais perto. Chegamos no hotel, pedi um quarto, entramos, fechei a porta e sentamos na cama pra conversar. Perguntei:
— Por que você faz isso?
E ela responde:
— Não sei, quando a gente começou com as mensagens, achei que era só brincadeira, mas quando você mandou uma mensagem falando que gostava da minha bunda, me deu uma certa excitação e pensei em entrar na brincadeira pra ver no que dava, e por isso te liguei.
— Bom, mas já estamos aqui, então temos que terminar o que começamos. Mas vou te falar, isso é só sexo e nada mais, ok?
— Sim, não se preocupa. E se a gente quiser repetir?
— A gente repete, mas não vamos falar do futuro agora, vamos aproveitar o presente.
E comecei a beijar ela devagar, uns beijos meio suaves e românticos. Acariciava as costas dela aos poucos até chegar na bunda dela e falei — Essa é minha perdição — e apertei com força. Depois fui pros peitos dela, amassava com força e ela dizia — Tá me machucando, não aperta tão forte — ignorei e continuei apertando forte até arrancar a blusa dela de uma vez, ficando só de sutiã. Ela se acostumou e já tava gemendo ahhh ahhh assim, brother in law. Me toca forte, ela apertava minha pica que já tava dura igual um pau, ahh que gostoso, sua pica é maior que a do seu irmão
Tirei toda a roupa dela, ela tava de fio dental que ficava lindo nela
Que gostosa você tá, cunhada, que delícia que meu irmão tava comendo
Aí tirei a calcinha dela e deitei ela na cama de pernas abertas, me despi completamente, minha pica pulou na hora que soltei ela e ela ficou perplexa quando viu (minha pica tem uns 20cm e ela disse que é o dobro da do meu irmão) ela falou –você vai me partir ao meio com isso– montei em cima dela e comecei a chupar os peitos dela, fui descendo pelo umbigo até chegar na buceta dela, ela disse –não, cunhado, na primeira vez quero fazer romântico– e eu falei que romântico nada, o que eu quero é sexo com você e mais nada, e comecei a lamber a xota dela, ela falava –não, por favor, assim não– e eu disse –cala a boca que depois você vai gostar– e continuei na minha, chupava o clitóris dela e ela gritava ahhahahahah ahahaa ahahahha ahahahahaha hahah que gostoso você faz, filho da puta, você é um filho da puta comendo a mulher do seu irmão, e eu falei e você é uma puta safada fodendo com o irmão do seu marido
Aí me levantei de novo em cima dela e dei um beijo nela, enfiei a língua até o fundo e falei toma, puta, pra você provar seus próprios sucos
Coloquei a pica na entrada da buceta dela e ela disse –
–mete em mim, por favor, mete que não aguento, quero ela toda dentro, mas vai devagar que é muito grande
Empurrei e a cabeça entrou, ela gemeu ahahahaha que gostoso, mete em mim ahhahaa
Quando ela falou isso, empurrei com força zassssss
ahahaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh aaaaaaaaahhhhhhhhhhh aaaaahhhhhhhh maldito, você vai me partir ao meiossasssss
Comecei a meter com força
E falava
toma, puta, toma, é isso que você gosta, né, de levar pica, toma, puta, toma, safada, você vai ser minha puta pra sempre
siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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quando você quiser me foder, vai me foder e ela gozou num orgasmo violento
ahahahahahahahaha ahahahahahaha ahahahaha to gozandooooo
senti como os sucos dela enchiam meu pau, não aguentei e eu também gozei dentro dela, e ela falava
dentro não, não, tira, vai me deixar grávida, mas não liguei e meus jatos saíram em abundância, enchi ela toda de porra ahhaaaaaaaaaaaa toma porra putinha pedaço de putinha vadiaaaaaaaaaaa
fiquei em cima dela até meu pau murchar e sair da buceta dela, me virei pro lado e ela disse
você é louco, posso ficar grávida
não importa, o importante é que a gente gozou, né? falei, e ela disse sim, é verdade
bom, agora você vai chupar meu pau, e ela falou — cê tá louco? acha que vou fazer isso?
falei quero te foder de novo e preciso que você me endureça, e ela disse não, isso não, depois se quiser, mas hoje não
como assim não? me sentei, ela também, peguei ela pelo cabelo e falei vai chupar meu pau ou vai se arrepender, e puxei ela pro pau, ela tentava se soltar, eu com a tesão de forçar ela, meu pau endureceu e eu esfregava na boca dela, ela mantinha fechada e falei abre a boca, sua puta maldita, e belisquei um peito dela, ela gritou aahaaaaaaaaaaaa maldito, e enfiei o pau nela de uma vez só, comecei a subir e descer com força pelo cabelo, e ouvia um
floj floj floj
até que soltei ela, ela ficou quieta, e falei agora faz sozinha, ela pegou meu pau e começou a subir e descer, não fazia muito bem, mas o importante era que tava fazendo, deixei ela chupando um tempo, às vezes empurrava até o fundo e ela engasgava, tirei e ela disse
por que você faz isso comigo?
porque você é uma puta, e é assim que se trata putas, e agora quero seu cu, que é o que me mata, e ela disse
— isso não, nunca enfiaram lá e não vou deixar você fazer
ela levantou da cama, tentou se vestir pra ir embora, e eu segurei ela forte pelos braços e falei ou me dá ou não me responsabilizo Ela me disse não, entende que não, isso é muito doloroso.
Tentei me soltar dela, mas agarrei ela, virei ela de costas pra mim e falei:
- Já que não quer na boa, vai ser na maldade.
Ela disse:
- Não, por favor, não faz isso, chorando.
Joguei ela na cama, ela tentou fugir, mas pulei em cima dela e segurei. Coloquei ela de quatro e levei os braços dela até a cabeceira da cama, que era de tubos. Amarrei os braços dela e deixei ela assim por um tempo, e falei: "Isso te acontece por não aceitar na boa." Fiquei atrás dela, e só de pensar que ia meter no cu dela, minha pika já tava dura pra caralho.
Fiquei atrás e falei: "Primeiro vou meter na buceta pra lubrificar a pika um pouco."
E enfiei de uma vez. Ela deu um gritinho: "Aahahhaha, maldito, me solta, tá me machucando, por favor."
- Cala a boca, puta, que agora é que vem o bom.
Continuei penetrando ela na buceta por um bom tempo, depois meti um dedo no cu dela. Ela gritou:
- Nãooo, por favor, me deixa, aí não, eu faço o que você quiser, mas não mete aí.
- Cala a boca, puta, e aguenta.
Depois meti dois dedos.
- Ahaaaaaaaaaaaaaaaah, maldito, aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh.
Pensei: "Já tá bem lubrificado." Tirei a pika da buceta e coloquei na porta daquele cuzinho gostoso e apertado.
- Nooonooonooooooo, por favor, me deixa, não faz isso.
Segurei ela pelo cabelo e falei:
- Por puta.
E zas, meti a cabeça.
- Aaaaaaaaaaaaaaahhh ahahahaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh, tá doendo, tira.
- Cala a boca, é só a cabeça.
Empurrei um pouco mais e meti metade da pika.
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhh, Deus, não aguento, por favor, paraaaaaaa, por favorrrrrrrrrrr.
E zassssssss, meti a pika toda inteira.
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh, maldito, cachorro, filho da putaaaaaa, tira, tá queimandooooo.
Comecei a meter e tirar forte e falava: "Auuuuuuuf, que gostosoooooo, Deus, que cu mais gostoso que essa puta tem, ahahaaaaa, ahahahahah, ahahaha, mexe esse cu, pedaço de putaaaaaaaaaaaa."
Ela já não reclamava tanto, só ficava. ficava gemendo a cada estocada que eu dava ahhhhhhh ahhhhhhhhh ahhhhahahaha aaaaaaahahahaa
quando tava quase gozando FALEI
vou encher teu cu de porra sua putinhaaaaaaaaaaa ahhaaaaaaaaaaah tomaaaaaaaaaaaa saindo jorros de porra do meu pau que quando tirei imediatamente espirrou um jato do cu dela pra fora de tanto que tinha enfiado e eu
fiquei um tempão deitado tentando me recuperar dessa enculada espetacular que tinha dado na minha cunhada aí soltei ela e ela se virou ainda com lágrimas nos olhos
você é um maldito eu pensei que não ia ser assim
eu também porque pensei que você não ia resistir e aquela bunda linda não dava pra deixar passar hoje
joguei a roupa nela e falei
se veste que a gente vai embora ela pegou a roupa se vestiu eu também fiz a mesma coisa saímos do hotel peguei um taxi deixei ela perto da casa da mãe dela e fui pra minha
no dia seguinte fui na casa da minha mãe e lá estava a putinha com meu irmão quando me viu ficou meio nervosa mas disfarçou bem ela foi pra cozinha pegar um copo d'água e eu fui atrás dela quando tava na geladeira se abaixou pra pegar alguma coisa e eu cheguei por trás sem ela perceber e ao ver aquela bunda enorme empinada dei um tapa e falei
como amanheceu essa bunda linda depois daquela fodida violenta
ela se assustou e falou
você é louco pode vir seu irmão eu falei
ele tá lá fora com a mãe quando vou provar essa bunda linda de novo
nunca seu filho da puta me deixou andando toda aberta
mas vai dizer que não gostou
ela ficou calada e sorriu com um sorriso safado e
falei você é uma puta
te espero sábado no mesmo hotel pra continuar nossa foda te ligo pra dizer o horário que a gente se vê ok senão quiser que meu irmão descubra o quão puta você é
você é um maldito
sim eu sei te espero não falha que quero foder esse cu de novo ok.
todorelatos.com/relato/14926/
11 comentários - O cuzão da minha cunhada
exactamente lo q iba a decir
idem