Lembro que meu grande amor juvenil foi o Juan, um cara espetacular, com um físico ideal pro meu gosto, uns olhos que sorriam, uma boca carnuda onde meus lábios grudavam por minutos intermináveis e eu sentia o roçar do bigode dele que me fazia gozar uma e outra vez. Quando começamos nosso relacionamento, ele tinha uns 31 anos, eu adorava que ele me acariciasse e me beijasse, mas os momentos mais fabulosos eram quando ele me levava pra casa de campo dele e eu me vestia como a putinha dele. Uma vez me vesti com uma saia justa, uma blusinha branca colada no meu corpinho, calcinha e sutiã de renda branca, meia-calça com ligas rendadas vermelhas e uns sapatos de salto da mesma cor.
Eu tava na sala e o Juan tava tomando banho no quarto dele, eu via TV. Quando sinto ele se aproximar por trás, dobra meu pescoço pra trás e dá um beijo longo na minha boca, que respondeu na hora. Ele só tava com uma toalha amarrada na cintura. Eu me virei e me joguei no peito peludo dele, comecei a beijar os mamilos dele bem de leve. Ele me apertou contra o corpo e passou as mãos no meu, dando atenção especial pra entrada do meu buraquinho que, nessa altura, já pulsava e ficava molhado ao sentir que, debaixo da toalha, o pau dele começava a crescer, tentando se soltar das dobras. Comecei a descer com minhas carícias devagar pelo corpo do Juan e, com as mãos, soltei a toalha, que deixou livre o conteúdo lindo dele. Eu me apossei na hora e comecei a chupar como se fosse uma mamadeira. Eu sentia o Juan soltando gemidos de prazer, especialmente quando minha boca engolia as bolas deliciosas dele e as massageava com minha língua, ávida pelo conteúdo. Depois, ele tomou a iniciativa e foi, aos poucos, entre carícias e beijos, tirando toda a minha roupa, e eu só fiquei com minha calcinha, as ligas, as meias e os sapatos. Ele me virou e me fez apoiar no encosto do sofá, puxou minha calcinha até os joelhos de uma vez. Então, senti a língua dele... que percorria minhas costas inteiras e se depositou completamente no meu buraquinho ardente, e um tremor percorreu todo o meu corpo quando seus bigodes se perderam entre minhas nádegas. Naquela altura, eu já era só uma putinha gostosa que só queria ser comida sem parar e implorava pra ele meter no meu cu. Nessa mesma posição, apoiada no sofá, Juan começou a me esquentar e brincar comigo, porque eu sentia a cabeça do pau dele na minha fresta e ele não metia. Eu tentava pegar com minha bunda e ele escapava. Eu implorava: "Por favor, me empala logo". E ele dizia: "Calma, minha putinha, já vai ter tudo dentro". E continuava me atormentando até que finalmente senti as mãos dele agarrarem forte meus quadris e o pau babado dele começou a difícil tarefa de me penetrar. Conforme entrava, eu sentia mais e mais prazer, e já não só gemia, mas gritava de prazer até sentir que gozava, e meu leite escorria entre minhas pernas que tremiam de gozo. Juan recolheu com a mão meus sucos e depositou na entrada do meu buraquinho pra facilitar mais a penetração (é bom lembrar que Juan tem um pauzão de 22 cm por uns 5,5 cm de diâmetro), então minha bunda tinha que fazer um grande esforço pra aguentar tanta carne fresca. De repente, senti Juan apoiar todo o peso dele nas minhas nádegas, o que indicava que eu tinha ele até o talo. Eu sentia o pau dele pulsar e as veias grossas incharem ao tentar manter aquela maravilha o mais duro possível, começando uma bombada cadenciada no ritmo do bater das bolas dele na minha bunda. Juan me pegou e me colocou de costas no sofá, passou as mãos por debaixo dos meus ombros, e eu apoiei o pau dele na entrada do meu cu aberto. Separei as pernas e peguei Juan pelas nádegas, puxando ele pra mim pra enfiar todo o salame dele desesperadamente. Coloquei minhas pernas abertas na cintura dele e com os calcanhares puxei ele pra mim, e continuei puxando as bandas dele, ao que Juan respondeu: "Calma, meu amor". Já enfiou tudo até o talo, não sobrou nem um centímetro pra fora, tá até a raiz. “Agora vou te comer bem comido até deixar teu buraco tão aberto que só vai servir pro meu tamanho” e começou a meter com umas estocadas curtas e rápidas, depois umas longas e lentas, até que senti a ponta tão fundo que acho que ninguém mais vai conseguir enfiar tão a fundo. Eu dizia: “Mete duro, meu amor, enfia até o fundo, atravessa com tua vara” “Me sinto como uma gostosa sexy que tá sendo comida pelo seu garanhão favorito” “Quero sentir tuas bolas batendo na minha bunda, não vou ficar tranquila até sentir que enfiou tudo” A gente tava nessa quando comecei a sentir um super orgasmo e na mesma hora a cabeça da vara do Juan começou a jorrar intermináveis jatos de esperma quente e viscoso, tanto que ele tentava escorrer pelas paredes cheias de pau do meu cu, vazando em fios finos por entre minha buceta e escorrendo pelas minhas virilhas até chegar nas minhas costas, formando poças no almofadão do sofá. A gente ficou nessa posição porque eu não queria que o Juan saísse e ele não queria que aquele momento acabasse tão cedo, e ficamos parados por um bom tempo até que o Juan amoleceu e a gente se desgrudou como rolha de garrafa, e senti uma tristeza danada quando correntes de ar fresco começaram a ocupar o lugar da vara do meu amor. É só por enquanto, por favor, quero opiniões, dá essa moral aí, nem que seja um tempinho, por favor.
Eu tava na sala e o Juan tava tomando banho no quarto dele, eu via TV. Quando sinto ele se aproximar por trás, dobra meu pescoço pra trás e dá um beijo longo na minha boca, que respondeu na hora. Ele só tava com uma toalha amarrada na cintura. Eu me virei e me joguei no peito peludo dele, comecei a beijar os mamilos dele bem de leve. Ele me apertou contra o corpo e passou as mãos no meu, dando atenção especial pra entrada do meu buraquinho que, nessa altura, já pulsava e ficava molhado ao sentir que, debaixo da toalha, o pau dele começava a crescer, tentando se soltar das dobras. Comecei a descer com minhas carícias devagar pelo corpo do Juan e, com as mãos, soltei a toalha, que deixou livre o conteúdo lindo dele. Eu me apossei na hora e comecei a chupar como se fosse uma mamadeira. Eu sentia o Juan soltando gemidos de prazer, especialmente quando minha boca engolia as bolas deliciosas dele e as massageava com minha língua, ávida pelo conteúdo. Depois, ele tomou a iniciativa e foi, aos poucos, entre carícias e beijos, tirando toda a minha roupa, e eu só fiquei com minha calcinha, as ligas, as meias e os sapatos. Ele me virou e me fez apoiar no encosto do sofá, puxou minha calcinha até os joelhos de uma vez. Então, senti a língua dele... que percorria minhas costas inteiras e se depositou completamente no meu buraquinho ardente, e um tremor percorreu todo o meu corpo quando seus bigodes se perderam entre minhas nádegas. Naquela altura, eu já era só uma putinha gostosa que só queria ser comida sem parar e implorava pra ele meter no meu cu. Nessa mesma posição, apoiada no sofá, Juan começou a me esquentar e brincar comigo, porque eu sentia a cabeça do pau dele na minha fresta e ele não metia. Eu tentava pegar com minha bunda e ele escapava. Eu implorava: "Por favor, me empala logo". E ele dizia: "Calma, minha putinha, já vai ter tudo dentro". E continuava me atormentando até que finalmente senti as mãos dele agarrarem forte meus quadris e o pau babado dele começou a difícil tarefa de me penetrar. Conforme entrava, eu sentia mais e mais prazer, e já não só gemia, mas gritava de prazer até sentir que gozava, e meu leite escorria entre minhas pernas que tremiam de gozo. Juan recolheu com a mão meus sucos e depositou na entrada do meu buraquinho pra facilitar mais a penetração (é bom lembrar que Juan tem um pauzão de 22 cm por uns 5,5 cm de diâmetro), então minha bunda tinha que fazer um grande esforço pra aguentar tanta carne fresca. De repente, senti Juan apoiar todo o peso dele nas minhas nádegas, o que indicava que eu tinha ele até o talo. Eu sentia o pau dele pulsar e as veias grossas incharem ao tentar manter aquela maravilha o mais duro possível, começando uma bombada cadenciada no ritmo do bater das bolas dele na minha bunda. Juan me pegou e me colocou de costas no sofá, passou as mãos por debaixo dos meus ombros, e eu apoiei o pau dele na entrada do meu cu aberto. Separei as pernas e peguei Juan pelas nádegas, puxando ele pra mim pra enfiar todo o salame dele desesperadamente. Coloquei minhas pernas abertas na cintura dele e com os calcanhares puxei ele pra mim, e continuei puxando as bandas dele, ao que Juan respondeu: "Calma, meu amor". Já enfiou tudo até o talo, não sobrou nem um centímetro pra fora, tá até a raiz. “Agora vou te comer bem comido até deixar teu buraco tão aberto que só vai servir pro meu tamanho” e começou a meter com umas estocadas curtas e rápidas, depois umas longas e lentas, até que senti a ponta tão fundo que acho que ninguém mais vai conseguir enfiar tão a fundo. Eu dizia: “Mete duro, meu amor, enfia até o fundo, atravessa com tua vara” “Me sinto como uma gostosa sexy que tá sendo comida pelo seu garanhão favorito” “Quero sentir tuas bolas batendo na minha bunda, não vou ficar tranquila até sentir que enfiou tudo” A gente tava nessa quando comecei a sentir um super orgasmo e na mesma hora a cabeça da vara do Juan começou a jorrar intermináveis jatos de esperma quente e viscoso, tanto que ele tentava escorrer pelas paredes cheias de pau do meu cu, vazando em fios finos por entre minha buceta e escorrendo pelas minhas virilhas até chegar nas minhas costas, formando poças no almofadão do sofá. A gente ficou nessa posição porque eu não queria que o Juan saísse e ele não queria que aquele momento acabasse tão cedo, e ficamos parados por um bom tempo até que o Juan amoleceu e a gente se desgrudou como rolha de garrafa, e senti uma tristeza danada quando correntes de ar fresco começaram a ocupar o lugar da vara do meu amor. É só por enquanto, por favor, quero opiniões, dá essa moral aí, nem que seja um tempinho, por favor.
3 comentários - Aquele garoto me deixava toda molhada